sábado, 10 de setembro de 2011

«Não te digo que perdoes até sete vezes,mas até setenta vezes sete»


A Palavra de Deus que a liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum nos propõe fala do perdão.

Apresenta-nos um Deus que ama sem cálculos, sem limites e sem medida; e convida-nos a assumir uma atitude semelhante para com os irmãos que, dia a dia, caminham ao nosso lado.

O Evangelho fala-nos de um Deus cheio de bondade e de misericórdia que derrama sobre os seus filhos – de forma total, ilimitada e absoluta – o seu perdão. Os crentes são convidados a descobrir a lógica de Deus e a deixarem que a mesma lógica de perdão e de misericórdia sem limites e sem medida marque a sua relação com os irmãos.

A primeira leitura deixa claro que a ira e o rancor são sentimentos maus, que não convêm à felicidade e à realização do homem. Mostra como é ilógico esperar o perdão de Deus e recusar-se a perdoar ao irmão; e avisa que a nossa vida nesta terra não pode ser estragada com sentimentos, que só geram infelicidade e sofrimento.

Na segunda leitura Paulo sugere aos cristãos de Roma que a comunidade cristã tem de ser o lugar do amor, do respeito pelo outro, da aceitação das diferenças, do perdão. Ninguém deve desprezar, julgar ou condenar os irmãos que têm perspectivas diferentes. Os seguidores de Jesus devem ter presente que há algo de fundamental que os une a todos: Jesus Cristo, o Senhor. Tudo o resto não tem grande importância.
IN: Aqui

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ai está novamente a FOLHA PAROQUIAL!

Folha Paroquial 11 setembro

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Santa Maria Mãe de Deus, ensina-nos o silêncio

Santa Maria, Mãe de Deus, Tu que guardavas e ponderavas tudo no interior do Teu coração, ensina-nos esse profundo, esse íntimo silêncio que marcou toda a Tua vida.

O silêncio da Anunciação, de fé, missão e obediência;
O silêncio da Visitação, de humildade, serviço e louvor;
O silêncio de Belém, do nascimento, incarnação e maravilha;
O silêncio da fuga para o Egipto, de perseverança, esperança e confiança;
O silêncio do Calvário, de coragem, morte e abandono;
O silêncio da Páscoa, de ressurreição, júbilo e glória;
O silêncio da Ascensão, de fidelidade, transformação e renovação;
O silêncio do Pentecostes, de paz, poder e amor.

Maria, na Tua sabedoria, ensina-nos esse silêncio:
• que nos permite ouvir o pequenino, também ele voz de Deus;
• que nos impele a só a Deus adorar, em espírito e em verdade;
• que nos fortalece o conhecimento do nada que somos e nos faz exultar no nosso Salvador;
• que nos liberta numa eterna adoração ao Deus que é Amor Infinito.

Santa Maria, Mãe de Deus, intercede por nós agora e sempre, para que nós possamos entrar nesse Teu silêncio que nos une a Jesus, Teu Filho, no mistério do Seu silêncio perante o Pai, Senhor de Graça infinita.


Alice. C. Mainsfield

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Avaliação da catequese - como meio de crescimento

“Educar na fé é como percorrer um caminho. Partimos de um lugar ou seja: das condições de vida e de fé dos nossos catequizandos e a partir daí, tentamos chegar a um destino, esse é sempre Jesus, “o caminho de Cristo «leva à vida»“ mas precisamos conhecer o itinerário que nos é fornecido pelos objectivos propostos pelos catecismos e guias e ou aqueles que o grupo define de acordo com o Pároco e ou coordenação. Para fazer o caminho, usamos determinadas estradas, que são as actividades e métodos que utilizamos ao longo do ano."

domingo, 28 de agosto de 2011

Evangelho XXII Domingo TC 27 de Agosto



Evangelho (Mt 16, 21-27)

«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo»

Naquele tempo, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas; que tinha de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Pedro, tomando-O à parte, começou a contestá-l’O, dizendo:
«Deus Te livre de tal, Senhor! Isso não há-de acontecer!»
Jesus voltou-Se para Pedro e disse-lhe:
«Vai-te daqui, Satanás.
Tu és para mim uma ocasião de escândalo, pois não tens em vista as coisas de Deus, mas dos homens».
Jesus disse então aos seus discípulos:
«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Porque, quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la.
Na verdade, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?
Que poderá dar o homem em troca da sua vida?
O Filho do homem há-de vir na glória de seu Pai, com os seus Anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras».

sábado, 20 de agosto de 2011


No centro da reflexão que a liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum nos propõe, estão dois temas à volta dos quais se constrói e se estrutura toda a existência cristã: Cristo e a Igreja.

O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-n’O como “o Messias, Filho de Deus”. Dessa adesão, nasce a Igreja – a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves – isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.

A primeira leitura mostra como se deve concretizar o poder “das chaves”. Aquele que detém “as chaves” não pode usar a sua autoridade para concretizar interesses pessoais e para impedir aos seus irmãos o acesso aos bens eternos; mas deve exercer o seu serviço como um pai que procura o bem dos seus filhos, com solicitude, com amor e com justiça.

A segunda leitura é um convite a contemplar a riqueza, a sabedoria e a ciência de Deus que, de forma misteriosa e às vezes desconcertante, realiza os seus projectos de salvação do homem. Ao homem resta entregar-se confiadamente nas mãos de Deus e deixar que o seu espanto, reconhecimento e adoração se transformem num hino de amor e de louvor ao Deus salvador e libertador.

IN:AQUI

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Não custa nada, pois não pai?

Enquanto olhava o mar ouvi uma voz de criança dizendo:

- Desculpa pai… (pausa) pai! Desculpa!
Uma voz masculina responde:
- Esta bem.
- Vês pai não custou nada! (pausa) não custou nada, pois não pai?
-Não. Responde o pai!
- Não custa nada, pois não pai? Insistiu o menino enquanto com uma pá mexia na areia.
O pai sentado na toalha, com um livro aberto nas mãos respondeu:
- Não.
- Então pai (pausa) pede desculpa à mãe. (pausa)
- Pai! Pede desculpa à mãe, não custa nada! Insistia o menino!
Não houve resposta

Entretanto uma jovem mulher aproximava-se vindo do mar, com uma criança ainda de fralda pela mão.
Ao ve-la o menino gritou:
- Mãe, vamos fazer um castelo de areia?
A mãe respondeu:
- Sim!Um castelo de sonho!
E a brincadeira a três começou, enquanto o pai lia o seu livro...
(MF)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Magnificat


A minha alma glorifica o Senhor
*E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva:
*De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
*Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
*Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
*E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
*E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
*E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo,
*Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais,
*A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho
*E ao Espírito Santo,
Como era no princípio,
*Agora e sempre.

sábado, 13 de agosto de 2011

«Mulher, é grande a tua fé»


A liturgia do 20º Domingo do Tempo Comum reflecte sobre a universalidade da salvação. Deus ama cada um dos seus filhos e a todos convida para o banquete do Reino.

Na primeira leitura, Jahwéh garante ao seu Povo a chegada de uma nova era, na qual se vai revelar plenamente a salvação de Deus. No entanto, essa salvação não se destina apenas a Israel: destina-se a todos os homens e mulheres que aceitarem o convite para integrar a comunidade do Povo de Deus.

O Evangelho apresenta a realização da profecia do Trito-Isaías, apresentada na primeira leitura deste domingo. Jesus, depois de constatar como os fariseus e os doutores da Lei recusam a sua proposta do Reino, entra numa região pagã e demonstra como os pagãos são dignos de acolher o dom de Deus. Face à grandeza da fé da mulher cananeia, Jesus oferece-lhe essa salvação que Deus prometeu derramar sobre todos os homens e mulheres, sem excepção.

A segunda leitura sugere que a misericórdia de Deus se derrama sobre todos os seus filhos, mesmo sobre aqueles que, como Israel, rejeitam as suas propostas. Deus respeita sempre as opções dos homens; mas não desiste de propor, em todos os momentos e a todos os seus filhos, oportunidades novas de acolher essa salvação que Ele quer oferecer.

IN:Aqui

sábado, 6 de agosto de 2011

«Tende confiança. Sou Eu. Não temais».



A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum tem como tema fundamental a revelação de Deus.

Fala-nos de um Deus apostado em percorrer, de braço dado com os homens, os caminhos da história.

A primeira leitura convida os crentes a regressarem às origens da sua fé e do seu compromisso, a fazerem uma peregrinação ao encontro do Deus da comunhão e da Aliança; e garante que o crente não encontra esse Deus nas manifestações espectaculares, mas na humildade, na simplicidade, na interioridade.

O Evangelho apresenta-nos uma reflexão sobre a caminhada histórica dos discípulos, enviados à “outra margem” a propor aos homens o banquete do Reino. Nessa “viagem”, a comunidade do Reino não está sozinha, à mercê das forças da morte: em Jesus, o Deus do amor e da comunhão vem ao encontro dos discípulos, estende-lhes a mão, dá-lhes a força para vencer a adversidade, a desilusão, a hostilidade do mundo. Os discípulos são convidados a reconhecê-l’O, a acolhê-l’O e a aceitá-l’O como “o Senhor”.

A segunda leitura sugere que esse Deus, apostado em vir ao encontro dos homens e em revelar-lhes o seu rosto de amor e de bondade, tem uma proposta de salvação que oferece a todos. Convida-nos a estarmos atentos às manifestações desse Deus e a não perdermos as oportunidades de salvação que Ele nos oferece.

IN: AQUI

sábado, 30 de julho de 2011

Com o Teu Amor Senhor, tudo se multiplica



"• A narração que hoje nos é proposta tem um inegável contexto eucarístico (as palavras “ergueu os olhos ao céu e recitou a bênção, partiu os pães e deu-os aos discípulos” levam-nos à fórmula que usamos sempre que celebrámos a Eucaristia). Na verdade, sentar-se à mesa com Jesus e receber o pão que Ele oferece (Eucaristia) é comprometer-se com a dinâmica do Reino e é assumir a lógica da partilha, do amor, do serviço. Celebrar a Eucaristia obriga-nos a lutar contra as desigualdades, os sistemas de exploração, os esquemas de açambarcamento dos bens, os esbanjamentos, a procura de bens supérfluos… Quando celebramos a Eucaristia e nos comprometemos com uma lógica de partilha e de dom, estamos a tornar Jesus presente no mundo e a fazer com que o Reino seja uma realidade viva na história dos homens.

O problema da fome no mundo não se resolve recorrendo a programas de assistência social, de “rendimento mínimo garantido” ou de outros esquemas de “caridadezinha”; mas resolve-se recorrendo a uma verdadeira revolução das mentalidades, que leve os homens a interiorizar a lógica de partilha. Os bens que Deus colocou à disposição dos seus filhos não podem ser açambarcados por alguns; pertencem a todos os homens e devem ser postos ao serviço de todos. É preciso quebrar a lógica do capitalismo, a lógica egoísta do lucro (mesmo quando ela reparte alguns trocos pelos miseráveis para aliviar a consciência dos exploradores), e substitui-la pela lógica do dom, da partilha, do amor. Sem isto, nenhuma mudança social criará, de verdade, um mundo mais justo e mais fraterno."

Dois pequenos enxertos da reflexão do Enangelho deste domingo. Leia a reflexão completa aqui

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Descobre o Tesouro que é o Amor de Deus


Deus pode ser uma descoberta inesperada, uma grande surpresa, a maior maravilhosa da vida‼!

"Deixa Deus entrar na tua próprio vida deixa-te tocar pela sua Graça…”

sábado, 9 de julho de 2011

“Empapados pela Palavra,floreceremos… não sejamos impermeaves“


A liturgia do 15º Domingo do Tempo Comum, (domingo 10 de Julho) convida-nos a tomar consciência da importância da Palavra de Deus e da centralidade que ela deve assumir na vida dos crentes.

A primeira leitura garante-nos que a Palavra de Deus é verdadeiramente fecunda e criadora de vida. Ela dá-nos esperança, indica-nos os caminhos que devemos percorrer e dá-nos o ânimo para intervirmos no mundo. É sempre eficaz e produz sempre efeito, embora não actue sempre de acordo com os nossos interesses e critérios.

A segunda leitura apresenta uma temática (a solidariedade entre o homem e o resto da criação) que, à primeira vista, não está relacionada com o tema deste domingo – a Palavra de Deus. Podemos, no entanto, dizer que a Palavra de Deus é que fornece os critérios para que o homem possa viver “segundo o Espírito” e para que ele possa construir o “novo céu e a nova terra” com que sonhamos.

O Evangelho propõe-nos, em primeiro lugar, uma reflexão sobre a forma como acolhemos a Palavra e exorta-nos a ser uma “boa terra”, disponível para escutar as propostas de Jesus, para as acolher e para deixar que elas dêem abundantes frutos na nossa vida de cada dia. Garante-nos também que o “Reino” proposto por Jesus será uma realidade imparável, onde se manifestará em todo o seu esplendor e fecundidade a vida de Deus.

IN: C E

Caracteristicas do serviço da coordenação na catequese

Segundo o Diretório Nacional da Catequese,(Brasil) são características do serviço da coordenação:

A- assumir esse ministério como uma missão que brota de uma experiência de vida cristã comunitária;

B - entender o significado do serviço de coordenação e suas atribuições;

C - suscitar vida entre as pessoas, cultivando um relacionamento humano, fraterno e afetivo;

D - perceber a realidade sócia econômica-política eclesial e cultural que envolve as pessoas e as comunidades. Não há uma coordenação neutra:
ela está situada num contexto sociocultural em nível local, nacional, mundial;

E - assumir as exigências da coordenação como um serviço em benefício do crescimento das pessoas e da comunidade. Esse serviço expressa a experiência de partilha, de descentralização, da missão realizada em equipe, de relações fraternas, sinalizadoras de um novo modo de viver que brota do Evangelho;

F - criar uma rede de comunicação entre as diversas instâncias: comunidade, paróquia, diocese, regional e nacional;

G - adotar a metodologia do aprender a fazer fazendo, tendo presentes objetivos claros e ações concretas a serem desenvolvidas;

H - ter capacidade para perceber que as pessoas têm saber, capacidades, valores, criatividade e intuições que contribuem para o exercício da coordenação;

I - desenvolver qualidades necessárias para um trabalho em equipe: capacidade de escutar, aprender, dialogar; reconhecer os valores do grupo; proporcionar o crescimento da consciência crítica, da participação e do compromisso; expressar solidariedade nas dificuldades e nas alegrias; ter um espírito organizativo;

J - saber lidar com desencontros, problemas humanos e situações de conflito com calma, num clima de diálogo, caridade e ajuda mútua;

K - perceber a realidade e a estrutura da graça, mais do que a eficiência e o ativismo;

L - buscar e partilhar conhecimento atualizado sobre planejamento participativo;

M - integrar-se com as demais pastorais (pastoral orgânica).

IN:Catequese Caminhando

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Eis-nos aqui



Ó Deus e Senhor da Messe,
eis-nos aqui, podes enviar-nos!

Faça-se em nós segundo a Tua Palavra.

O ministério que nos reservas
para a construção do Teu Reino,
seja o fim e o sentido da nossa existência.

Não podemos nem queremos ficar indiferentes
perante a carência de operários, para a Tua messe.

Conta connosco, hoje e sempre,
como discípulos e apóstolos
da vitória do Teu Filho, que Contigo vive e reina,
na unidade do Espírito Santo.

Amén

Acácio Sanches - Deus precisa do teu ministério
In: Um povo sacerdotal.SNDB

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Evangelho do Dia

Santo do dia : Santa Isabel de Portugal, rainha, +1336

Evangelho segundo S. Mateus 9,18-26.
Naquele tempo, estava Jesus a falar aos seus discípulos, quando um chefe se aproximou e se prostrou diante d'Ele e disse: « A minha filha acaba de falecer. Mas vem impor a mão sobre ela e viverá.»
Jesus, levantando-se, seguiu o com os discípulos.
Então, uma mulher, que padecia de uma hemorragia há doze anos, aproximou se dele por trás e tocou-lhe na orla do manto, pois pensava consigo: 'Se eu, ao menos, tocar nas suas vestes, ficarei curada.’
Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse-lhe: «Filha, tem confiança, a tua fé te salvou.» E, naquele mesmo instante, a mulher ficou curada.
Quando chegou a casa do chefe, vendo os flautistas e a multidão em grande alarido, disse:
«Retirai-vos, porque a menina não está morta: dorme.» Mas riam-se dele.
Retirada a multidão, Jesus entrou, tomou a mão da menina e ela ergueu-se.
A notícia espalhou-se logo por toda aquela terra.

sábado, 2 de julho de 2011

Salmo Responsorial 144 (145)

"Vinde a Mim, todos os andais cansados e oprimidos..."

Louvarei para sempre o Vosso nome
Senhor, meu Deus e meu Rei.

Quero exaltar-Vos, meu Deus e meu Rei,
e bendizer o vosso nome para sempre.
Quero bendizer-Vos, dia após dia,
e louvar o vosso nome para sempre.

O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
O Senhor é bom para com todos
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas
e bendigam-Vos os vossos fiéis.
Proclamem a glória do vosso reino
e anunciem os vossos feitos gloriosos.

O Senhor é fiel à sua palavra
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor ampara os que vacilam
e levanta todos os oprimidos.

IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA


ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Salmo 12, 6
O meu coração exulta em Deus meu Salvador.
Cantarei ao Senhor por tudo o que Ele fez por mim
.

EVANGELHO Lc 2, 41-51
«Guardava todas estes acontecimentos em seu coração»

Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-l’O entre os parentes e conhecidos. Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. Passados três dias, encontraram-n’O no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados; e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todas estes acontecimentos em seu coração.
.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

SOLENIDADE SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Hoje celebramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Evangelho segundo S. Mateus 11,25-30.
Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos.
Sim, ó Pai, porque isso foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue por meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai, como ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.»
«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito.
Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.»

quarta-feira, 29 de junho de 2011

60º Aniversário de ordenação Sacerdotal

"Amados irmãos e irmãs!

«Non iam servos, sed amicos» - «Já não vos chamo servos, mas amigos» (cf. Jo 15, 15). Passados sessenta anos da minha Ordenação Sacerdotal, sinto ainda ressoar no meu íntimo estas palavras de Jesus, que o nosso grande Arcebispo, o Cardeal Faulhaber, com voz um pouco débil já mas firme, nos dirigiu, a nós novos sacerdotes, no final da cerimónia da Ordenação. Segundo o ordenamento litúrgico daquele tempo, esta proclamação significava então a explícita concessão aos novos sacerdotes do mandato de perdoar os pecados. «Já não sois servos, mas amigos»: eu sabia e sentia que esta não era, naquele momento, apenas uma frase «de cerimónia»; e que era mais do que uma mera citação da Sagrada Escritura. Estava certo disto: neste momento, Ele mesmo, o Senhor, di-la a mim de modo muito pessoal. No Baptismo e na Confirmação, Ele já nos atraíra a Si, acolhera-nos na família de Deus. Mas o que estava a acontecer naquele momento, ainda era algo mais. Ele chama-me amigo..."
IN:vatican.va

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

A Paz no Mundo

A paz no mundo começa dentro de mim,
quando eu me aceito, de corpo e alma,
e reconheço meus defeitos, com paciência e calma,
e em vez de me fragmentar em mil pedaços
eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço
passageiro no tempo e no espaço,
sem nada para levar que possa me prender
sem medo de errar e com muita vontade de aprender

A paz no mundo começa entre nós,
quando eu aceito o teu modo de ser sem me opor ou resistir
e reconheço tuas virtudes sem te invejar ou me retrair,
e faço das nossas diferenças a base da nossa convivência
e em lugar de te dividir em mil personagens
consigo ver-te inteiro, nu, real, sem nenhuma maquiagem,
companheiros da mesma viagem
no processo de aprendizagem do que é ser gente

A paz no mundo começa
quando as palavras se calam e os gestos se multiplicam
quando se reprime a vergonha e se expressa a ternura
quando se repudia a doença e se enaltece a cura
quando se combate a normalidade que virou loucura
e se estimula o delírio de melhorar a humanidade,
de construir uma outra sociedade,
com base numa outra relação,
em que amar é a regra, e não mais a exceção.

Geraldo Eustáquio de Souza

sábado, 25 de junho de 2011

"À PROCURA DA PALAVRA"

“Quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la.” Mt 10, 39

Perder para encontrar

Quem não brincou “às escondidas” quando era pequeno? Lembram-se que ganhava o último a ser encontrado, não era? A nossa relação com Deus parece-se, algumas vezes, com este jogo infantil em que Ele não desiste de nos procurar. As razões pelas quais nos escondemos de Deus, podem ser muitas, quase sempre marcadas por imagens distorcidas d’Ele. Mas aqui perde quem não se deixa encontrar, quem desenvolve estratégias para recusar esse encontro que pode mexer com a vida toda. Nas palavras de Jesus encontramos um permanente convite a rever os nossos critérios, a perder as seguranças fáceis e estabelecidas, e a confiar n’Ele como “meu Senhor e meu Deus” (na belíssima afirmação de fé de S. Tomé após a ressurreição).

“Perder? Nem a feijões!”, diz o futebolista Cristiano Ronaldo num anúncio televisivo. Nestes tempos de tantas perdas, e em que a mais dramática é a da esperança, é preciso rever o que entendemos por perder. Nem todas as vezes que perdemos algo isso é necessariamente o fim do mundo. Não é o correr da vida uma constante aprendizagem com as perdas de tempo, de oportunidades, de saúde, de coisas e de pessoas? Escolher é sempre perder aquilo que não se escolheu. Daí a importância da educação para ajudar a escolher melhor, a dar bons fundamentos às escolhas, a ser responsável com elas, particularmente quando surgem as dificuldades. Pois quanto mais importante a escolha, maiores as provas a superar! Educar para a vitória constante só produz frustração e desencanto, e é uma fonte de infelicidade. Pois, algumas vezes, perder é fundamental para encontrar algo maior, mais belo, mais essencial!

Perder uma certa imagem de si e dos outros, perder um projecto porque afinal não é aquilo que enche a alma, perder uma estrutura que é mais obstáculo do que ponte, são situações dolorosas. Mas o caminho da fé que Jesus aponta e percorre connosco baseia-se na verdade e na simplicidade. A verdade de que a vida tem o sinal da cruz e ela é sempre um sinal “mais” em tudo, um sinal que reclama doação e disponibilidade. A simplicidade de ser prático perante as dificuldades, de partir do real e perder o medo de errar ou de não fazer tudo certo.

“Repensar a pastoral da Igreja em Portugal” é um projecto proposto pelo Episcopado português que está em execução. O Cónego Carlos Paes partilhou, num caderno publicado, a sua resposta propondo 14 “passagens” ou saltos qualitativos da nossa presença cristã na sociedade. São verdadeiros convites a “perder para encontrar”. Perder conceitos e atitudes que estão gastos para dar um ou vários saltos em frente. E se toda a perda assusta ou entristece, gosto de lembrar que aquilo que Jesus mais insistiu com os discípulos foi que “perdessem o medo”!

Padre Vítor Gonçalves

in VOZ DA VERDADE 26.06.2011


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Solenidade do Corpo de Deus

Cidade do Vaticano, 22 jun 2011 (Ecclesia) – Bento XVI convidou hoje os católicos a celebrar a solenidade do Corpo de Deus, esta quinta-feira (feriado nacional em Portugal), dia no qual o próprio Papa vai presidir a uma procissão pelas ruas de Roma.

“Que esta solenidade inflame em nós o respeito e o amor pela eucaristia, fonte inexaurível de graça”, disse, em polaco, durante a audiência pública desta semana, na Praça de São Pedro, Vaticano.

O Papa aludiu às celebrações da missa e às procissões que acontecem neste dia, esperando que os fiéis se unam “a este ato de profunda fé para com a eucaristia, que constitui o mais precioso tesouro da Igreja e da humanidade”.

A solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como “Corpo de Deus”, começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade de Liège, na atual Bélgica, tendo sido alargada à Igreja latina pelo Papa Urbano IV através da bula "Transiturus", em 1264.

A "comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa", nas palavras de Urbano IV, recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo.

Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tendo praticamente desaparecido a festa litúrgica do "Preciosíssimo Sangue", a 1 de julho.

A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que "onde, a juízo do Bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo".
Fonte:http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=86248

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão vivo descido do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei-de dar é a minha Carne, que Eu darei pela vida do mundo». Os judeus discutiam entre si: «Como pode Ele dar-nos a sua Carne a comer?». Jesus disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a Carne do Filho do homem e não beberdes o seu Sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia. A minha Carne é verdadeira comida e o meu Sangue é verdadeira bebida. Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em mim e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, também aquele que Me come viverá por Mim. Este é o pão que desceu do Céu; não é como aquele que os vossos pais comeram, e morreram; quem comer deste pão viverá eternamente».
Palavra da salvação.

Fonte:http://portugal.blog.arautos.org/actualidade/liturgia-dominical/

domingo, 19 de junho de 2011

Lenda de Santo Agostinho



«Conta-se que Santo Agostinho andava numa praia meditando sobre o mistério da Santíssima Trindade: um Deus em três pessoas distintas...

Enquanto caminhava, deparou-se com um menino que com uma pequena concha, trazia água para um pequeno buraco na areia. A criança ia até o mar, trazia a água e derramava dentro de um pequeno buraco que havia feito.

Após ver repetidas vezes o menino fazer a mesma coisa, Sto Agostinho, resolveu interrogá-lo sobre o que pretendia.

O menino, olhando-o, respondeu com simplicidade: -"estou a colocar a água do mar neste buraco".

Sto Agostinho sorriu e respondeu-lhe: -"Mas você não percebe que é impossível?".


O menino olhando para o Santo e respondeu: "Saiba que é mais fácil a água do mar caber nesse pequeno buraco do que descobrir aquilo em que anda a pensar!". E desapareceu!»

sábado, 18 de junho de 2011

Solenidade da Santissima Trindade


Tema – Deus Pai, Filho e Espírito Santo

A Solenidade que celebramos no próximo Domingo, não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de "um Deus em três pessoas"; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

Na primeira leitura, o Deus da comunhão e da aliança, apostado em estabelecer laços familiares com o homem, auto-apresenta-Se: Ele é clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia.

Na segunda leitura, Paulo expressa – através da fórmula litúrgica "a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco" – a realidade de um Deus que é comunhão, que é família e que pretende atrair os homens para essa dinâmica de amor.

No Evangelho, João convida-nos a contemplar um Deus cujo amor pelos homens é tão grande, a ponto de enviar ao mundo o seu Filho único; e Jesus, o Filho, cumprindo o plano do Pai, fez da sua vida um dom total, até à morte na cruz, a fim de oferecer aos homens a vida definitiva. Nesta fantástica história de amor (que vai até ao dom da vida do Filho único e amado), plasma-se a grandeza do coração de Deus.


Fonte

domingo, 12 de junho de 2011

Solenidade do Pentecostes


O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.

O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.

Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.

Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Recordando momentos felizes

Este documento foi elaborado em julho de 2006 com fotos de encontros de catequistas, em anos anteriores e desse ano.
Pretendeu ser uma homenagem aos catequistas, que seguiram o seu caminho noutra missão e registar momentos de alegria e partilha.
E rezemos por todos os catequistas do mundo.

Nunca foi tornado publico, por isso se alguma pessoa presente nas fotos não autorizar a sua publicação, por favor avise para o e-mail da catequese, que será retirado.
Um abraço a todos os catequistas presentes e ausentes.
Catequistas 2006


sábado, 4 de junho de 2011

Festa Missionaria

Próximo domingo, Dia 5 de junho: Festa Missionária e Exposição / Venda Missionária, na Quinta e no Claustro do Seminário das Missões-

Às 10.30 horas – Procissão de Nossa Senhora das Missões e Missa Campal, na Quinta do Seminário das Missões

Haverá uma sessão missionária e uma tarde recreativa animada pelo P.e Luís Vieira e pelos grupos vencedores da Canção Jovem, e será feito o sorteio da campanha “Coração a Coração”.

Veja filmes do ano passado aqui

recebe d’Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do “Reino”.


A Festa da Ascensão de Jesus, que celebramos dia 5 de Junho, sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projecto libertador de Deus para os homens e para o mundo.

O Evangelho apresenta o encontro final de Jesus ressuscitado com os seus discípulos, num monte da Galileia. A comunidade dos discípulos, reunida à volta de Jesus ressuscitado, reconhece-O como o seu Senhor, adora-O e recebe d’Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do “Reino”.

Na primeira leitura, repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projecto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus – a mesma vida que espera todos os que percorrem o mesmo “caminho” que Jesus percorreu. Quanto aos discípulos: eles não podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante; mas têm de ir para o meio dos homens, continuar o projecto de Jesus.

A segunda leitura convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro dessa “esperança” de mãos dadas com os irmãos – membros do mesmo “corpo” – e em comunhão com Cristo, a “cabeça” desse “corpo”. Cristo reside no seu “corpo” que é a Igreja; e é nela que Se torna, hoje, presente no meio dos homens.

domingo, 29 de maio de 2011

1º COMUNHÃO crianças do grupo de sábado




Dia de festa para 119 crianças, familiares, catequistas e comunidade, que hoje celebraram a Festa da Primeira Comunhão.
Apesar da chuva de ontem, hoje o dia amanheceu lindo e as crianças cheias de alegria, acompanhadas pelos seus pais e padrinhos foram chegando ao Adro da Igreja, onde os seus catequistas as acolhiam com carinho e alegria e preparavam-se para formar a procissão de entradaA alegria era ainda mais visível nos seus rostos felizes e nas suas vozes que alegremente cantavam: «Povo batei palmas aclamai a Deus com jubilo»
Todos celebraram este dia de “primeiro encontro com Jesus na Hóstia consagrada” com sentido de verdadeira participação interior.

Em breve publicamos um pequeno vídeo com todas as crianças

sexta-feira, 27 de maio de 2011

«Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor»



“Na véspera da Sua morte, Jesus assegura àqueles que O amam que não os deixará sós, nem abandonados.

Durante o tempo da sua ausência sensível, até ao fim dos tempos, terão, de facto, a assistência do Espírito Santo, o Espírito de verdade, que prosseguirá a obra de intercessão, de defesa, de ajuda, desenvolvida por Jesus, na Sua vida terrena”.


(Missal Popular).




Clique é prepar as Leituras do próximo domingo dia 29 de Maio

sexta-feira, 20 de maio de 2011

"Eu Sou o Caminho a Verdade e a Vida"


Evangelho do V Domingo da Páscoa 22 de Maio

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
«Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim.
Em casa de meu Pai há muitas moradas; se assim não fosse, Eu vo-lo teria dito.
Vou preparar-vos um lugar e virei novamente para vos levar comigo, para que, onde Eu estou, estejais vós também.
Para onde Eu vou, conheceis o caminho».
Disse-Lhe Tomé:
«Senhor, não sabemos para onde vais: como podemos conhecer o caminho?»
Respondeu-lhe Jesus:
«Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim.
Se Me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai.
Mas desde agora já O conheceis e já O vistes».
Disse-Lhe Filipe:
«Senhor, mostra-nos o Pai e isto nos basta».
Respondeu-lhe Jesus:
«Há tanto tempo que estou convosco e não Me conheces, Filipe?
Quem Me vê, vê o Pai.
Como podes tu dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? Não acreditas que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim?
As palavras que Eu vos digo, não as digo por Mim próprio; mas é o Pai, permanecendo em Mim, que faz as obras.
Acreditai-Me: Eu estou no Pai e o Pai está em Mim; acreditai ao menos pelas minhas obras.
Em verdade, em verdade vos digo: quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e fará ainda maiores que estas, porque Eu vou para o Pai».

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Senhor aos Enfermos


Neste domingo O Senhor aos Enfermos, percorreu os caminhos da Vila de Cucujães, visitando todos os doentes que o desejaram.

As pessoas juntam-se e enfeitam as ruas para a passagem do Senhor, os famíliares dos doentes com os amigos preparam as casas e as entradas realizando verdadeiras obras de arte. Esta foto representa o "Poço de Jocob" Esperamos em breve mostrar mais fotos.
Pelos caminhos de Cucujães ecoou o cântico "Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento.

domingo, 15 de maio de 2011

Domingo do BOM PASTOR

JESUS É A PORTA!


Senhor Jesus Cristo,
Bom pastor da vossa Igreja,
Vós que tanto nos amastes
que destes a vida por todos nós,
e, depois de ressuscitado de entre os mortos,
prometestes estar connosco
até ao fim dos tempos,
nós vos suplicamos:
fazei com que haja mais cristãos
que se deixem cativar pelo Vosso amor
e se ofereçam para o irradiar pelo mundo como sacerdotes, religiosos e religiosas.
Ajudai-nos, Senhor, a tudo fazermos
para que esta graça nos seja concedida
na comunidade cristã a que pertencemos.
Teremos então mais razões para Vos bendizer,
em união com Santa Maria, Vossa Mãe bendita:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Ámen.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Comemoraçao do Dia Mundia da Família 2011

Veja o programa e se lhe agradar venha comemorar o Dia Mundial da Família aqui
Local: Jardim Infantil do Centro Social de Arrifana Horário: das 14h às 18h
Há actividades que precisa INSCREVER-SE para participar.


Pode faze-lo para:
associamilagredevida@gmail.com - 915963677 / 925657324
Organização: Associação Milagre de Vida

Folheto Dia da Família 15 de Maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Reconhecemo-lO pelo partir do pão


(...)
Por que é somente no gesto de partilha que as pessoas reconhecem que Jesus está vivo entre elas?

Porque a partilha é a alma do projeto de Deus realizado por Jesus. É partilhando o que se é – liberdade - e o que se tem – vida – que todos poderão ter acesso à liberdade e à vida. Isso nos mostra como a Eucaristia tem um sentido econômico e político: ela é o sinal do mundo novo, onde as relações de poder são substituídas por relações de fraternidade, e onde as relações econômicas são norteadas pelo espírito de partilha igualitária. É desse gesto de partilha que nasce o mundo novo e a nova história, superando toda a desigualdade gerada pelo poder e pela riqueza. E, quando se fala de partilhar, não se trata de bondade ou generosidade, e sim de justiça; porque o dom de Deus é feito para todos, e deve ser partilhado entre todos.

Mas fica no ar a pergunta: De que adianta celebrar a Eucaristia e não realizar na vida concreta a fraternidade e a partilha que ela anuncia e realiza? De que adianta celebrar e não viver o que se celebra? Temos o direito de fazer isso?

Caminho dos homens, palavra, partilha e, finalmente, a Igreja reunida. Os dois discípulos voltam a Jerusalém, ao encontro dos apóstolos, e anunciam tudo o que presenciaram. Ao seu testemunho os apóstolos ajuntam a confirmação: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão”. Deste modo temos o círculo completo: Jesus se manifesta no caminho dos homens, e Pedro, o chefe da Igreja, pode confirmar isso, porque ele próprio viveu a experiência.

Após a morte de Jesus na cruz seus discípulos sentiram-se frustrados. A sua herança religiosa do Antigo Testamento impedia-lhes que compreendessem Jesus. Suas esperanças fundavam-se no jogo do poder. Um messias, da linhagem de Davi, poderoso, conduziria o povo judeu a uma glória que superaria o poder do império romano. Jesus não foi este messias. Não faltaram repreensões de Jesus aos discípulos neste sentido: "sois sem inteligência e lentos para crer". A partir da frustração do messianismo terreno em Jesus, os discípulos reinterpretaram este messianismo davídico, aplicando-o à ressurreição. O ressuscitado é portador de glória e poder.

A pregação dos apóstolos é feita a partir do anúncio básico da trajetória de Jesus de Nazaré, morto e ressuscitado, e doador do Espírito Santo (primeira leitura - fala de Pedro em Pentecostes). A ressurreição de Jesus significa a sua presença entre nós. É a permanência de Jesus de Nazaré, que em toda sua vida comunicou tanto amor e paz divinos. Ele é reconhecido na partilha do pão. Ele é o pão da vida. É uma presença concreta, que é experimentada na partilha da vida, no amor, vivida em comunidades abertas a todos. Envolvidos pelo amor de Jesus, presente entre nós, somos libertados da "vida fútil" (segunda leitura) herdada desta sociedade de mercado e consumo, estruturada e imposta pelos ricos e poderosos.

Oração
Pai, permita que meu coração se deixe inflamar pela Luz da ressurreição de teu Filho. Dai-me força, fé e coragem para testemunhá-Lo num mundo tão marcado pela dor, angústia e desesperança. Fazei de mim arauto vosso, para que eu possa anunciá-lo em espírito e verdade. Amém



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Um exemplo a seguir

Este é um bom exemplo de trabalho partilhado onde o objectivo é comum: Promover harmonia, bem estar, alegria, vida, numa palavra "AMOR" pelo outro.
E nós irmãos..., nunca temos tempo...
Há tanto para fazer, tanta gente só perto de nós



Parabéns ao Universo Coral e a linda Maestrina!

sábado, 30 de abril de 2011

Divina Misericórdia


( Que o sopro do Teu Espírito nos alegre e nos eleve na Tua Paz)

“A Paz esteja convosco”
– foram as primeiras palavras de Cristo Ressuscitado aos seus Apóstolos.“Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoares os pecados serão perdoados”.

Assim, sem reservas de misericórdia, porque é infinita e jamais desiste do pecador. É a Misericórdia Divina que nos salva

sexta-feira, 22 de abril de 2011

“VEM DAR UM BEIJO NO TEU AMOR MAIOR".

"Hoje Sexta-Feira Santa, não se celebra a missa em todo o mundo.

O Altar está sem cruz, sem velas nem adornos.
Recorda-nos a morte de Jesus.

Os ministros prostrados diante do altar no inicio da cerimônia, são a imagem da humanidade injustiçada e oprimida, ao mesmo tempo que a assembleia de joelhos e em silêncio implora perdão por seus pecados.

A cor vermelha dos paramentos deste dia é também a cor dos mártires.

Jesus, o maior testemunho do amor do Pai

e todos aqueles que, como Ele, deram e continuam dar a sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece".

Na celebração vive-se a Paixão e morte do Senhor, a adoração de Cristo crucificado, precedida pela liturgia da Palavra a que se segue a comunhão Eucarística dos fieis.

Foi assim a nossa celebração.

As crianças, os adolescentes e os jovens aderiram ao apelo por SMS
VEM DAR UM BEIJO NO TEU AMOR MAIOR".
VEM BEIJAR A CRUZ DE JESUS


Celebração da Ceia do Senhor

A celebração com paramentos brancos, foi de alegria, de júbilo, entoou-se o canto do glória, suprimido durante toda a Quaresma, hoje foi entoado solenemente, com todos os sinos de nossa Igreja badalando para comemorar a Instituição da Eucaristia, do sacerdócio ministerial e do Mandamento do Amor.

O rito "lava-pés", tal como Jesus fez antes da ceia.

No final da Celebração realizou-se a transladação do Santíssimo para um Altar lateral. Após a transladação, a comunidade permaneceu em adoração e acção de graças pela Eucaristia e pela salvação que celebramos nestes dias do Tríduo Pascal.








quinta-feira, 21 de abril de 2011

Homilia de Bento XVI na Missa Crismal



"(...)
Chamamo-nos "cristãos", ou seja, "ungidos": pessoas que pertencem a Cristo e por isso participam na sua unção, são tocadas pelo seu Espírito. Não quero somente chamar-me cristão, mas sê-lo também: disse Santo Inácio de Antioquia. Deixemos que estes santos óleos, que vão ser consagrados daqui a pouco, lembrem este dever contido na palavra "cristão", e peçamos ao Senhor que não nos limitemos a chamar-nos cristãos, mas o sejamos cada vez mais.
(...)"

Leia mais

Homília de D. Clemente na Missa Crismal

"(...)
-Há porventura algum momento apostólico e evangelizador de Jesus que não parta do amor do Pai e pelo Pai, que acabará por nos incandescer a todos, no ardor do Espírito?

A evangelização parte da prece, para ser legítima e garantida
. E não precisamos de sair do 3.º Evangelho para o verificar sem margem de dúvida ou demora. – Perguntamo-nos tantas vezes sobre o modo e a capacidade de manifestarmos Jesus ao mundo, na verdade salutar que o seu nome já transporta (Jesus = Deus salva) … Mas é em oração que tal acontece, como primeiramente sucedeu no Jordão: “… tendo Jesus sido batizado também, e estando em oração, o Céu abriu-se e o Espírito desceu sobre Ele em forma corpórea, como uma pomba. E do céu veio uma voz. ‘Tu és o meu Filho muito amado; em ti pus o meu encanto’” (Lc 3. 21-22).

Irmãos caríssimos: Nenhum de nós se pode convencer a si mesmo e muito menos aos outros desta verdade essencial de Jesus, como Filho muito amado de Deus, sem a revelação divina que a oração ocasiona. Aprendamo-lo de vez, que já perdemos demasiado tempo, pois ainda sucede que “quem não junta com Cristo, dispersa…” (cf. Lc 11, 23).
(...)"

Mais: Ecclesia