segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Escola Vicarial em S. João da Madeira

A Escola Vicarial de que já falamos aqui,com dois polos de formação, um no Salão Paroquial de Oliveira de Azémeis e outro no Salão Paroquial de S João da Madeira, iniciaram a sua actividade com já noticiamos

Na sexta-feira passada reuniram-se cerca de 40 casais no salão Paroquial de SJM



domingo, 29 de janeiro de 2012

«Ensinava-os como quem tem autoridade»

Evangelho (Mc 1, 21-28)

Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque ensinava com autoridade e não como os escribas.
Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar:
«Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem Tu és: o Santo de Deus».
Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai desse homem».
O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele.
Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: «Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!»
E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.

sábado, 28 de janeiro de 2012

"A FAMÍLIA DE NAZARÉ ONTEM E HOJE"


O Psicólogo Daniel Basto orientou este 1º encontro de pais no Salão Paroquial de Oliveira de Azeméis, com o tema "A FAMÍLIA DE NAZARÉ ONTEM E HOJE"


Cerca de 35 casais participaram activamente


Realizaram um trabalho de grupo, seguido de plenário, que foi muito participado, PARABÉNS!

Para a próxima semana esperamos o Dr. Daniel Basto no Salão Paroquial de S. João da Madeira

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Formação Pais: Família, Trabalho e Festa

A Vigararia Oliveira de Azeméis/São João da Madeira em Conselho de Leigos considerou urgente recolocar a família no centro da acção pastoral e que se promova uma acção contínua e permanente, que possa falar à família e da família, para reencontrar o verdadeiro sentido que ela possui.
Começando por preparar dois módulos de formação, sendo o 1º modulo dedicado a pais que vivam o Sacramento do Casamento e com filhos a frequentar o 1º ano da catequese

Teve por base as catequeses propostas para a preparação do VII Encontro Mundial das Famílias que se realiza em Milão em Maio de 2012 com o título:
Família, Trabalho e Festa
Este 1º módulo vai realizar-se no Salão Paroquial de Oliveira de Azeméis (conforme as datas do programa) e no Salão Paroquial de S João da Madeira, mas com inico a 3 de Fevereiro.

PROGRAMA: Família, Trabalho e Festa

Dia 27 de Janeiro
21h - A FAMÍLIA DE NAZARÉ ONTEM E HOJE (A Família baseia-se e funda-se na rocha firme do amor. Amor sempre renovado e actual;)Dia 3 de Fevereiro21h - SÃO FELIZES OS QUE VIVEM CONTIGO?/ A FAMÍLIA, ESCOLA DE AMOR (Encontra a Fonte que alimenta e vivifica as relações entre os diversos membros da família);Dia 10 Fevereiro21h - DEBILIDADES E DESILUSÕES (Como manter firme a união conjugal, diante de situações de cansaço, sofrimento, desilusão)…;Dia 17 Fevereiro
21h - A EDUCAÇÃO DOS FILHOS (O exemplo dos pais é fundamental na educação dos filhos);Dia 24 Fevereiro
21h - O TRABALHO, FESTA E RECURSO (“A família é uma comunidade tornada possível pelo trabalho e ao mesmo tempo a 1ª escola interna do trabalho”);Dia 2 de Março21h - TEMPOS LIVRES E FESTA (O homem moderno criou o tempo livre e perdeu o sentido da Festa).Dia 9 Março
21h - Celebração, Festa, Partilha . Avaliação. Encerramento.

Prometemos dar mais noticias!



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Aprenda a ver a grandeza do outro

«Procure achar o que há de melhor numa pessoa, e diga-lhe.


Todos nós precisamos desse tipo de estímulo; cada vez que meu trabalho é elogiado, eu me torno mais humilde, porque não me sinto ignorado ou indesejado.

Todo mundo possui algo que merece ser elogiado. Elogios significam: compreensão. Somos excelentes seres humanos no nosso íntimo, e ninguém é melhor que os outros; aprenda a ver a grandeza de seu próximo, e verá também sua própria grandeza.»


Kahlil Gibran, em «Cartas de Amor do Profeta»

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens»



EVANGELHO – Mc 1,14-20

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Depois de João ter sido preso,
Jesus partiu para a Galileia
e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.
Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
Caminhando junto ao mar da Galileia,
viu Simão e seu irmão André,
que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.
Disse-lhes Jesus:
«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens».
Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O.
Um pouco mais adiante,
viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João,
que estavam no barco a consertar as redes;
e chamou-os.
Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados
e seguiram Jesus.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Bendita és tu Mãe de Deus e minha Mãe

Ó Senhora do Pão do Céu,
Senhora da Eucaristia. Mãe do Pão Vivo, que descido do Céu se torna alimento, dos cristão sedentos da Vida;

Ó Senhora do Pão do Céu, do Corpo e Sangue Eucarísticos, Mãe de Jesus vitima no altar em sacramento e sacrifício,

Ó Senhora do Pão do Céu, d’Aquele que Tu ofereceste no Templo, e que viste morrer no Calvário para Se dar a todos os homens.

Ó Senhora do Pão do Céu, Mãe do divino trigo sempre a germinar, Mãe do vinho da nova e eterna aliança, Senhora da divina Eucaristia;

Ó Senhora do Pão do Céu, escondido em milhões de Sacrários, no silêncio, na pobreza e humildade, como Tu, a Serva do Senhor;
Ó Senhora do Pão do Céu, Mãe do divino Pastor que Se deixa comer e Se dá em alimento

P. Dário Pedroso (Bendita ésTu…pag 69)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Descobre o verdadeiro caminho e encontras a Vida


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo,
estava João Baptista com dois dos seus discípulos
e, vendo Jesus que passava, disse:
«Eis o Cordeiro de Deus».
Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras
e seguiram Jesus.
Entretanto, Jesus voltou-Se;
e, ao ver que O seguiam, disse-lhes:
«Que procurais?»
Eles responderam:
«Rabi – que quer dizer ‘Mestre’ – onde moras?»
Disse-lhes Jesus: «Vinde ver».
Eles foram ver onde morava
e ficaram com Ele nesse dia.
Era por volta das quatro horas da tarde.
André, irmão de Simão Pedro,
foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus.
Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe:
«Encontrámos o Messias» - que quer dizer ‘Cristo’ –;
e levou-o a Jesus.
Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe:
«Tu és Simão, filho de João.
Chamar-te-ás Cefas» – que quer dizer ‘Pedro’.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A Epifania ilumina-nos com uma Nova Luz

Durante o Angelus o Papa saudou as Igrejas Orientais que celebram o Natal amanhã

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 6 de janeiro, 2012 (ZENIT.org) – Ainda durante o Angelus, o Papa Bento XVI destacou a Epifania como um “festival de luz”.

***

“Essa ‘nova luz’- disse o Papa - que é acesa na véspera de Natal e que hoje começa a brilhar sobre o mundo, como sugere a imagem da estrela, é um sinal celeste que chamou a atenção dos Magos e guiou-os em sua viagem para a Judéia”.

O tema da luz é fundamental para a Solenidade da Epifania, também por motivos sazonais, pois no Hemisfério Norte, após o solstício de inverno, “o dia se torna novamente mais longo em relação à noite”, explicou o Papa.

Da mesma forma, Jesus aparece no horizonte da humanidade “para iluminar a vida pessoal de cada um de nós e para guiar-nos todos juntos em direção à meta da nossa peregrinação em direção a terra da liberdade e da paz, onde viveremos para sempre em plena comunhão com Deus e entre nós”.

O convite do profeta Isaías, exortando Jerusalém a reerguer-se (Is 60,1-2) é aplicável à Igreja e ao mundo hoje que “com todos os seus recursos, é incapaz de iluminar a humanidade na orientação de seu caminho”.

E se, por um lado, a civilização ocidental parece ter perdido o seu caminho e “navega sem rumo”, a Igreja, “graças às palavras de Deus, enxerga através deste nevoeiro. “Mesmo sem “soluções técnicas”, ela “mantém o olhar no objetivo, e fornece a luz do Evangelho a todas as pessoas de boa vontade, seja qual for sua nação e cultura”.Esta missão é também esperada dos Representantes Pontifícios junto aos estados e as organizações internacionais.

Depois de rezar o Angelus, o Santo Padre dirigiu suas saudações às Igrejas Orientais que, amanhã, de acordo com o calendário juliano, celebram o Natal.

Bento XVI recordou que a Epifania é também o dia da Jornada Missionária das Crianças, promovida pela Pontifícia Obra da Santa Infância: uma oportunidade para unir as crianças de todo o mundo e apoiar projetos de solidariedade entre elas. “Que o vosso coração esteja aberto para o mundo, tal como o coração de Jesus, mas sejam atentos a quem mora perto de vocês, estejam sempre prontos a dar uma mão”, disse o Papa dirigindo-se às crianças e jovens presentes.

IN: Zenit

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Filhos Girassóis e Miosótes...


O girassol é a flor que enfrenta até a mais violenta intempérie e acaba sobrevivendo. Esta flor quer luz e espaço e em busca desses objetivos, o seu corpo contorce-se o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte.

Já o miosótis é uma plantinha linda, mas que exige muitos mais cuidados. Gosta mais de estufa.

O girassol vira.se... e como se vira!
O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada

Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem.

Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.

O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa.

De qualquer modo fique atento.
Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho... e não proteja demais os seus miosótis.

As rédeas permanecem com vocês... mas também a tesoura e o regador.
Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidados matam a planta.

IN

sábado, 31 de dezembro de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O XLV DIA MUNDIAL DA PAZ


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI PARA A CELEBRAÇÃO DO XLV DIA MUNDIAL DA PAZ QUE SE CELEBRA NO DIA 1 DE JANEIRO DE 2012


Com título:
EDUCAR OS JOVENS PARA A JUSTIÇA E A PAZ

Pode ler a mensagem toda AQUI, escolhemos o ponto 5 "Educar para a paz" para publicar e sugerir a leitura completa.

"5. « A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser activos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. « Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).

A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente " (...)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus 1 de Janeiro 2012



EVANGELHO – Lc 2,16-21

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém
e encontraram Maria, José
e o Menino deitado na manjedoura.
Quando O viram, começaram a contar
o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino.
E todos os que ouviam
admiravam-se do que os pastores diziam.
Maria conservava todas estas palavras,
meditando-as em seu coração.
Os pastores regressaram, glorificando e louvando a Deus
por tudo o que tinham ouvido e visto,
como lhes tinha sido anunciado.
Quando se completaram os oito dias
para o Menino ser circuncidado,
deram-Lhe o nome de Jesus,
indicado pelo Anjo,
antes de ter sido concebido no seio materno.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Palavra se fez Carne


Evangelho (Jo 1, 1-18) Forma longa

«O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós»

No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.
No princípio, Ele estava com Deus. Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito.
N’Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam.
Apareceu o homem enviado por Deus, chamado João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
O Verbo era a luz verdadeira, que vindo ao mundo, ilumina todo o homem.
Estava no mundo e o mundo, que foi feito por Ele, não O conheceu.
Veio para o que era seu e os seus não O receberam.
Mas, àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade.
João dá testemunho d’Ele, exclamando: «Era deste que eu dizia: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque existia antes de mim’».
Na verdade, foi da sua plenitude que todos nós recebemos graça sobre graça. Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.
A Deus, nunca ninguém O viu.
O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Celebração Natalicia

No sábado dia 17 de Dezembro, este grupo de crianças do 3º ano da catequese da Igreja, participaram numa sala do Seminário na Celebraçao Natalicia.
Os pais prepararam as Leituras do Evangelho de S. Lucas: Lc1,8-25; 26-38;39-51; 2,1-14;
e de S Mateus: Mat1,18-22.
As crianças dramatizaram as 5 Leituras, veja as fotos clicando aqui


Momentos...


Acolher com Maria


Evangelho (Lc 1, 26-38)

«Conceberás e darás à luz um Filho»

Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré a uma Virgem desposada como um homem chamado José.
O nome da Virgem era Maria.
Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo:
«Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo; bendita és tu entre as mulheres».
Esta ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela.
Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu Pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim».
Maria disse ao Anjo:
«Como será isto, se eu não conheço homem?».
O Anjo respondeu-lhe:
«O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.
Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamam estéril; porque a Deus nada é impossível».
Maria disse então:
«Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Em tempos de tristeza...



“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”


Santa Teresa de Ávila

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Flores variadas

Hoje, Senhor, vi, contemplei
flores tão variadas:
na cor, na forma, no tamanho.

reflexos da beleza divina,
dons da tua bondade providente,
sinais do teu amor.

E lembrei-me, Senhor, daquele santo,
que chorava ao contemplar uma flor:
ela falava-lhe tanto de Ti!...

Que eu saiba ver-Te
na beleza das flores.
Que elas me ajudem a dizer-Te
um obrigada por tanto amor.
Que eu aprenda com as flores
a louvar sem cessar.
Que eu, como as flores,
alegre os outros
e seja paz e harmonia.
Que eu Senhor, saiba semear
a vida dos outros com flores.
E, sobretudo, Senhor,
que eu não me fixe nos espinhos,
mesmo que doam e sejam grandes...
As flores são belas é quando basta.

Dário Pedroso (Firmes na Fé, pag 103, 104)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Buscai a Luz de Jesus

3 Domingo de Adviento (Ciclo B)



Evangelho (Jo 1, 6-8. 19-28)

«No meio de vós está Alguém que não conheceis»

Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João.
Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele.
Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
Foi este o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram, de Jerusalém, sacerdotes e levitas, para lhe perguntarem:
«Quem és tu?»
Ele confessou a verdade e não negou; ele confessou: «Eu não sou o Messias».
Eles perguntaram-lhe: «Então, quem és tu? És Elias?»
«Não sou», respondeu ele. «És o Profeta?». Ele respondeu: «Não».
Disseram-lhe então: «Quem és tu? Para podermos dar uma resposta àqueles que nos enviaram, que dizes de ti mesmo?»
Ele declarou: «Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Endireitai o caminho do Senhor?, como disse o profeta Isaías».
Entre os enviados havia fariseus que lhe perguntaram: «Então, porque baptizas, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?»
João respondeu-lhes: «Eu baptizo com água, mas no meio de vós está Alguém que não conheceis: Aquele que vem depois de mim, a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias».
Tudo isto se passou em Betânia, além Jordão, onde João estava a baptizar.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dia da Nossa Senhora da Conceição

Desejo-vos um feliz dia da Imaculada Conceição!




Reza comigo:
Virgem Santíssima,
que fostes concebida sem o pecado original
e por isto merecestes o título
de Nossa Senhora da Imaculada Conceição
e por terdes evitado todos os outros pecados,
o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras:
"Ave Maria, cheia de graça";
nós vos pedimos que nos alcanceis
do vosso divino Filho o auxílio necessário
para vencermos as tentações
e evitarmos os pecados e,
já que vós chamamos de Mãe,
atendei-nos com carinho maternal
e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Camunidade cristã: Origem, Lugar, e Meta da Catequese

Conferência «A COMUNIDADE CRISTÃ: ORIGEM, LUGAR E META DA CATEQUESE», realizada no dia Arquidiocesano do Catequista pelo P.e Manuel Queirós, Diretor do Secretariado Diocesano de Educação Cristã de Vila Real
Este documento completo está publicado
DECB

Deixo-vos aqui, apenas uma parte, na expectativa que queiram conhecer mais e aconteça uma reflexão contagiosa que nos leve a "descobrir e reconhecer o «novo» que já está a operar no mundo e despertá-lo através de uma «presença» que lhe vem de Jesus Cristo."


"Algumas pistas para aprofundar

A Catequese actual, como nos disse Enzo Biemmi, no 50º aniversário dos Encontros de responsáveis da catequese, tem necessidade de três conversões. Passamos a citar:

a) Conversão missionária

Vivemos num país onde mais de 80% se consideram católicos e a prática cristã permanece relativamente elevada. As pessoas conhecem o cristianismo e a Igreja, talvez em demasia e mal. Mas não está garantido que a fé tenha tocado coração das pessoas. Aí está o sentido da expressão "toda a acção pastoral deve estar "irradiada" de primeiro anúncio". Por isso propõe chamar a este desafio "segundo anúncio", bem mais complicado que o primeiro, uma vez que se trata do confronto com toda uma série de visões destorcidas, de preconceitos, de resistências. É preciso ajudar a desaprender antes de ajudar a aprender.

b) Conversão iniciática

O Directório Geral da Catequese convida-nos a recuperar a inspiração do processo catecumenal e pôr em prática uma catequese que seja uma “verdadeira escola da fé". Este processo é qualificado pela "intensidade e integridade da formação; pelo seu carácter gradual, com etapas definidas; pela ligação aos ritos, símbolos e sinais, especialmente bíblicos e litúrgicos; pela referência constante à comunidade cristã..." (DGC91)). Trata-se de um verdadeiro "banho eclesial" na vida cristã. E qual a razão desta escolha? Muito simples. Num contexto social de cristandade a iniciação na fé dava-se nos ambientes da vida: a família, a escola, a aldeia. Nesse contexto e durante muitos séculos a catequese sofreu duas simplificações, duas reduções: foi reservada às crianças (embora nascida para os adultos) e tornou-se uma "catequese de boa preparação para os sacramentos", tendo sido uma catequese de iniciação à vida cristã. Ora, numa cultura de secularização, de globalização, de comunicação planetária, nem a família, nem a escola, nem a aldeia levam a cabo a iniciação sociológica à fé cristã. O contexto exige então uma conversão missionária da comunidade (primeira conversão) mas para que ela tenha lugar é necessário que a comunidade se torne, ela própria, um lugar iniciático, um meio portador da fé. Daí a segunda conversão da catequese: de uma catequese que prepara para bem receber os sacramentos a uma catequese que inicia na fé "pelos sacramentos" (a mudança é de envergadura!); de uma catequese reservada às crianças para uma que torne o adulto no sujeito e destinatário principal da catequese, mesmo no caso da catequese das crianças.

c) Conversão secular

Trata-se de reaprender a anunciar o Evangelho nas situações de vida das pessoas, nas passagens das suas vidas, em tudo o que as faz viver, sofrer, ter esperança: a experiência de se apaixonar, a paternidade e maternidade, o trabalho e a festa, a paixão pelas causas humanitárias ou sociais, toda a experiência de fragilidade, as rupturas familiares, as separações, os divórcios; os lutos, como a morte de um filho ou do companheiro; a doença, o sofrimento, a solidão; a velhice e a proximidade da morte. Há que anunciar um evangelho do amor, um evangelho da paternidade e da maternidade, um evangelho da paixão e da compaixão, um evangelho da fragilidade afectiva e física, um evangelho da ressurreição no coração de qualquer experiência de morte.

Trata-se de um verdadeiro êxodo para a comunidade cristã: uma passagem da linguagem, da organização e da proposta intra-eclesial a uma linguagem laica, a uma desorganização da nossa pastoral auto-referencial com vista a uma reorganização sobre os tempos e os ritmos da vida humana, a uma proposta da fé que toque as necessidades da vida das pessoas.

Acrescentamos ainda:

e) A conversão comunitária

A importância do grupo como lugar de catequese e das pequenas comunidades.

O grupo é importante do ponto de vista pedagógico: gera-se um processo que facilita a dinâmica educativa que motiva e ajuda a interiorizar os valores; tem pertinência eclesiológica - «Ibi tres, ecclesia est» - pois expressões como comunhão, responsabilidade e presença, tornam-se experiências vividas. Tem ainda pertinência catequética tornando-se referência na educação e maturação da fé, ambiente ideal para interiorizar atitudes. Aprende-se a dizer «creio» com os outros.

As pequenas comunidades podem ser «laboratórios», ecclesiola, onde se partilha fraternalmente, se estimula a criatividade, a busca em comum, facilitam a experiência da comunhão. Com algumas condições: estejam ligadas à comunidade alargada, permanecerem abertas e aceitem questionar-se permanentemente.

A insistência comunitária, exercitada com competência, é um salto qualitativo importante.

Permitirá uma nova compreensão da mensagem cristã e o diálogo fé-cultura.

Necessita de um novo tipo de catequista que seja acompanhante, animador. Trata-se de uma mudança substancial: não pode centrar-se em si mesmo (a sua personalidade, convicções, decisões, «culto da personalidade» …) mas nos outros e na caminhada em conjunto (acolhimento, abertura aos outros, facilita o caminho e o seguimento do Mestre…). Episódio bíblico sugestivo: Act 8 (Diácono Filipe e o eunuco).

Conclusão
Quando lemos o livro dos Actos dos Apóstolos notamos que existe um grupo que se reúne, cerca de 120 pessoas, com os Onze, e algumas mulheres, entre as quais Maria e os irmãos de Jesus (Act 1, 13-15). Reuniam-se nas casas e no templo (2,46). Estas testemunhas apoiam-se em três referências fundamentais: as Escrituras (1,20), o modo de ser e actuar de Jesus Cristo Nazareno (3,6) e uma força (dynamis) que é a força do Espírito Santo (1,8). É assim que a Igreja nasce. Não existe um programa previamente definido. Desenvolve-se ao ritmo dos acontecimentos pessoais e colectivos que vão surgindo, pela capacidade de os interpretar a partir do que lhes foi deixado pelo Ressuscitado e pela actuação consequente. A Igreja («assembleia») vai ganhando corpo e , assistida pelo Espírito Santo cresce como um edifício (9,31). À volta de 5 pilares:

Esta breve referência aos Actos dos Apóstolos ajuda-nos a perceber não apenas que a Igreja do 3º milénio terá necessariamente uma forma cultural específica, mas sobretudo que a igreja está continuamente a nascer e a crescer intrinsecamente ligada aos acontecimentos individuais e colectivos da vida humana. Aliás ela não existe para si mesma. A sua razão de ser é transmitir em nome e à maneira de Cristo a Boa Nova (Evangelho) sempre radical. Não o faz a partir do exterior, mas despertando o que está «adormecido» em toda as buscas de sentido da humanidade. Ou seja, existe um duplo trabalho: descobrir e reconhecer o «novo» que já está a operar no mundo e despertá-lo através de uma «presença» que lhe vem de Jesus Cristo.

A catequese, através duma iniciação cristã autêntica, função maternal da Igreja, há-de suscitar cristãos com esta mentalidade."
Manuel Queirós

sábado, 3 de dezembro de 2011

«Endireitai os caminhos do Senhor»

Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
Está escrito no profeta Isaías:
«Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, que preparará o teu caminho».

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tudo Passa, Tudo Páscoa!

Quando li o que o Padre Rui Santiago escreveu no seu blog "derrotar montanhas" acreditei que era para mim!...
Decidi partilhar contigo, talvez como eu, estejas a passar um dia difícil, mas vais entrega-lo a Deus, e Dar Graças - tudo Passa, tudo Páscoa !

"Nada é mais criativo que o Amor e nada é mais decisivo que o Perdão. Tudo Passa...

Quem acredita na Páscoa de Jesus como um movimento do Espírito que transfigura toda a realidade, tem que aprender a acreditar que tudo Passa, tudo pode ser transfigurado nessa Força Pascal que Deus exerce em Jesus de Nazaré e dele transborda com uma abundância inesgotável. Para quem não está tão habituado a estas palavras, Páscoa significa Passagem: tudo Passa, tudo Páscoa. As nossas experiências são sempre curtas, passageiras, semifusas na grande Sinfonia da Vida que nos precede e nos transcende infinitamente.

Na liturgia cristã, há um diálogo comunitário sempre repetido:
- Demos graças ao Senhor que é nosso Deus!
- É nosso dever, é nossa Salvação... e é.
Porque o Louvor nos livra da nossa pequenez, dinamiza-nos para a grandeza da Vida que só em Deus se explica verdadeiramente e só nele culmina. Existir fechado em si mesmo é condenar-se, é pôr-se fora do Mistério da Vida, do Movimento do Espírito, da Direcção Pascal de todas as coisas. Orar, Louvar, Bendizer e Dar Graças é uma possibilidade extraordinária de aprender a ser Livre. E amar simplesmente, abdicando do desejo egoísta de querer mudar os outros, é semente de milagres. Optar por calar esta mania que quase todos levamos dentro de cobrar aos outros o que eles deviam ser é um caminho de cura interior. Porque a doença que nos mata não costuma estar fora de nós. Assim como a Palavra que nos salva também não está nunca fora do nosso alcance, mas nos habita com uma Mestria vezes demais silenciada e uma Eficácia da qual vezes demais duvidamos. Ruah, Espírito Santo de tantos nomes, BemDita sejas pela Tua enamorada ternura. Amen.
"

derrotar montanhas

domingo, 27 de novembro de 2011

sábado, 26 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mensagem de Natal do D. Manuel Clemente

Mensagem de Natal D Manuel Clemente

domingo, 20 de novembro de 2011

DIA DE CRISTO REI



"Hoje é dia de Cristo Rei. E a pergunta óbvia é a que ponto ele tem reinado em nossas vidas? Será que, em tempos de tanto antropocentrismo, consumismos, e outros “ismos” queremos ainda um Rei governando sobre nossas vidas? Damos total atenção às palavras d'Ele? Não só no âmbito privado, mas também no público, estamos sendo o povo do Rei? Em meio a tantas divisões, ainda conseguimos sustentar que servimos ao mesmo Rei, e que seu reino não está dividido? Em um mundo em que falar de santidade saiu de moda, podemos dizer que Cristo realmente é o nosso Rei?"

sábado, 19 de novembro de 2011

Celebrações

Hoje às 10h na Igreja Paroquial de S. Martinho em Cucujães, mais de uma centena de crianças do 4º ano celebraram a Festa da Palavra.

A Bíblia é um livro que permanece sempre aberto, pois fala do eternamente presente” (J Green)


Clique AQUI e veja algumas fotos da Celebração da Palavra do 4º ano da Catequese de Cucujães (depois clique nas fotos que elas aumentam de tamanho)

De tarde as crianças do 3º ano da catequese do Centro da Igreja celebraram a Festa da Luz.

Clique AQUI e veja algumas fotos da Celebraçao da Luz do 3º ano da catequese Centro da Igreja

Foi na Festa da Palavra ...

Hoje quero dar-vos um beijo e dizer-vos o que disse Sta Teresa de Lisieux :

“ Abrindo o Evangelho já sei em que direcção devo correr

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

D. Manuel Clemente hoje em Cucujães

Hoje Dia 11: Dia Litúrgico de S. Martinho.


Celebração no Pavilhão da Escola EB 2-3 Ferreira da Silva às 19.00 horas(nos 25 anos da Escola),


Celebração presidida pelo Sr. Bispo do Porto, D. Manuel Clemente

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Concerto "Pedacinhos desse céu"

Hoje Concerto do Padre João Carlos Vaz "um pedacinho desse céu", as 21h na Igreja Paroquial de Cucujaes. APARECE

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Livro do Advento 2011 Versão Online

Conheça o LIVRO DO ADVENTO 2011 em versão digital, proposta pela Vigararia da Educação Cristã da Diocese de Aveiro
Um livrinho muito apelativo de fácil consulta pela forma como foi organizado.
Parabéns aos autores

livro advento_2011 Diocese Aveiro

sábado, 5 de novembro de 2011

Atentos a nós, atentos aos outros, atentos à vida!

Foto

A palavra cristã “vigilância” é a atitude inteligente de quem se está constante- mente convertendo ao bem, ao belo, ao justo, ao santo. Sem esta vigilância é impossível ser-se cristão; é impossível ser-se homem, ser-se mulher. Viver a fé,
na esperança e na caridade é estar vigilante

IN. FP

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Gestos e atitudes corporais Na Sagrada Liturgia

42. Os gestos e atitudes corporais, tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo, visam conseguir que toda a celebração brilhe pela beleza e nobre simplicidade, que se compreenda a significação verdadeira e plena das suas diversas partes e que se facilite a participação de todos[1]. Para isso deve atender-se ao que está definido pelas leis litúrgicas e pela tradição do Rito Romano, e ao que concorre para o bem comum espiritual do povo de Deus, mais do que à inclinação e arbítrio de cada um.

A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebração devem observar, é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos presentes[2].


43. Os fiéis estão de pé: desde o início do cântico de entrada, ou enquanto o sacerdote se encaminha para o altar, até à oração colecta, inclusive; durante o cântico do Aleluia que precede o Evangelho; durante a proclamação do Evangelho; durante a profissão de fé e a oração universal; e desde o invitatório “Orai, irmãos”, antes da oração sobre as oblatas, até ao fim da Missa, excepto nos momentos adiante indicados.

Estão sentados: durante as leituras que precedem o Evangelho e durante o salmo responsorial; durante a homilia e durante a preparação dos dons ao ofertório; e, se for oportuno, durante o silêncio sagrado depois da Comunhão.

Estão de joelhos durante a consagração, excepto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.

Compete, todavia, às Conferências Episcopais, segundo as normas do direito, adaptar à mentalidade e tradições razoáveis dos povos os gestos e atitudes indicados no Ordinário da Missa[3]. Atenda-se, porém, a que estejam de acordo com o sentido e o carácter de cada uma das partes da celebração. Onde for costume que o povo permaneça de joelhos desde o fim da aclamação do Sanctus até ao fim da Oração eucarística, é bom que este se mantenha.

Para se conseguir a uniformidade nos gestos e atitudes do corpo na celebração, os fiéis devem obedecer às indicações que, no decurso da mesma, lhes forem dadas pelo diácono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote, de acordo com o que está estabelecido nos livros litúrgicos.

44. Entre os gestos contam-se também: as acções e as procissões do sacerdote ao dirigir-se para o altar com o diácono e os ministros; do diácono, antes da proclamação do Evangelho, ao levar o Evangeliário ou Livro dos evangelhos para o ambão; dos fiéis ao levarem os dons e ao aproximarem-se para a Comunhão. Convém que estas acções e procissões se realizem com decoro, enquanto se executam os cânticos respectivos, segundo as normas estabelecidas para cada caso.

[1] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 34; cf. também Ibidem, 21.

[2] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 30.

[3] Cf. Ibidem, 40; Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, Instr. Varietates legitimae, 25 de Janeiro 1994, 41: AAS 87 (1995) 304.



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Todos os santos: Celebrar da vida! Halloween: Celebrar a morte!

Acabei de ler esta postagem nos "Jovens e Missão" não resisti em partilha-lo convosco!

"Europa trocou crucifixos por abóboras!"

O Cardeal Tarcisio Bertone lamentou que a Europa do terceiro milénio troque os seus “símbolos mais queridos” pelas “abóboras” do Halloween. O Secretário de Estado do Vaticano comentava assim, em 2009, a decisão do Tribunal Europeu de Direitos do Homem, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos e como contrária ao direito dos pais em educarem os filhos segundo as suas convicções.

Claro que, subjacente à expansão do Halloween, está o tentar ofuscar a celebração de “Todos os Santos”: o ofuscar da Luz, da Vida, da Ressurreição, de Deus! Celebrar o Halloween é celebrar a morte; Celebrar Todos os Santos é celebrar a Vida!

A Conferência Episcopal da França, já em 2003, publicou um comunicado para explicar o sentido da festa de "Todos os Santos" e do "Dia dos fiéis Defuntos".
Com a Festa de 1 de Novembro, dia de “Todos os Santos”, a Igreja deseja «honrar os santos “anónimos”, muito mais numerosos que os canonizados pela Igreja, que com frequência viveram na discrição ao serviço de Deus e de seus contemporâneos”, recorda o texto. Neste sentido, a Festa de "Todos os Santos" é a festa de «todos os baptizados, pois cada um está chamado por Deus à santidade». Constitui, portanto, um convite a «experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas».

A 2 de Novembro, é dia de oração pelos defuntos. A ideia é convocar uma jornada especial de oração pelos falecidos, continuação de "Todos os Santos",e surgiu no século X: "A 1 de Novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos; no dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram», afirma o documento.

Deste modo, a Igreja quer dar a entender que «a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado»". Isto explica as flores com que nestes dias se adornam os túmulos, «sinal de vida e de esperança», concluem os prelados.

E o Halloween? A festa de «Halloween» chegou dos Estados Unidos da América, assinalando-se a 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos povos Celtas, que habitava a Grã-Bretanha há mais de 2000 anos. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Então, os Celtas costumavam vestir-se com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas e outros povos da Ilha e a Igreja Católica transformou este ritual pagão numa festa religiosa, passando a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado honrava os santos.

A tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o "Dia de Todos os Santos", os não cristtãos celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”; abreviando-se, veio o Halloween.

Nós, cristãos, celebremos a Vida e não a Morte. Não nos deixemos enganar e seduzir pela cultura da morte.

sábado, 29 de outubro de 2011

"Não busquem no alto Aquele que está nos mais pequenos"

Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo. Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Caminhada do Advento 2011 Diocese de Aveiro

OBRIGADA PARÓQUIA DO BARRO POR PARTILHAR A CAMINHADA DA VOSSA DIOCESE tomamos a liberdade de a publicar aqui
Caminhada Advento Natal 2011 Diocese de Aveiro

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Plano de Acção SDEC 2011-2012

AQUI
Plano acção SDEC 2011 12


sábado, 22 de outubro de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

(...)
"O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).
(...)
A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os baptizados, os quais são «raça eleita... nação santa, povo adquirido» (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.

Estão envolvidas também todas as suas actividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas actividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada baptizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e reflectirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja."
(...)

LÊ AQUI TODA A MENSAGEM

domingo, 9 de outubro de 2011

Catequese: Modelo baseado na família «realça importância da relação pessoal»

Lisboa, 08 out 2011 (Ecclesia) – Cerca de 800 catequistas de todo o país estão a acompanhar, em regime presencial ou através da Internet, as Jornadas Nacionais de Catequese, que decorrem até este domingo em Fátima, na Igreja da Santíssima Trindade.

De acordo com o site oficial do Secretariado Nacional da Educação Cristã, o primeiro dia do evento, esta sexta-feira, foi dedicado à apresentação do novo modelo de catequese, baseado na família.

Na conferência de abertura, o padre Vasco da Cruz Gonçalves explicou que este "novo modelo realça a importância da relação interpessoal”, numa altura em que há “uma grande sensação de ineficácia do processo de iniciação cristã”.

“Tradicionalmente e apesar das limitações de métodos e conteúdos, a catequese tinha um contexto, garantido pela família, pela comunidade, pela escola e também pelo próprio ambiente envolvente”, explicou o sacerdote.

“Hoje a descontextualização da catequese é, sem dúvida, um problema central e simultaneamente um desafio”, continuou.

Centrar a atenção nos adultos e sobretudo nas famílias é o caminho a seguir, para o atual vigário episcopal para a Doutrina da Fé e Catequese de Viana do Castelo.

“Não significa abandonar as crianças e adolescentes” mas sim entender que “o sujeito da catequese deixa de ser o catequista e passa a ser a comunidade”, concluiu o padre Vasco da Cruz Gonçalves.

As Jornadas Nacionais de Catequese têm este ano como tema “A Catequese e a Família”.

Catequese: Modelo baseado na família «realça importância da relação pessoal»