sexta-feira, 22 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
"Vai e não tornes a pecar"
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».
Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».
Via Sacra para crianças
Meditemos no caminho que Jesus percorreu desde que foi preso, condenado e morto na cruz, sem ser culpado!
Esse caminho é aquele a que chamamos "Via Sacra" que quer dizer: Caminho Sagrado.
Deixo-te aqui um guião simples para percorreres com as crianças da catequese
Esse caminho é aquele a que chamamos "Via Sacra" que quer dizer: Caminho Sagrado.
Deixo-te aqui um guião simples para percorreres com as crianças da catequese
quinta-feira, 7 de março de 2013
Desenhos de Patxi Velasco nos Domingos da Quaresma
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa
Comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa a propósito da renúncia do Papa Bento XVI AQUI
sábado, 2 de fevereiro de 2013
IV Domingo TC - EVANGELHO – Lc 4,21-30
"Que faz o Carpinteiro esculpindo o meu coração?"
EVANGELHO – Lc 4,21-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
EVANGELHO – Lc 4,21-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
"O Espírito nos move e liberta..."
Imagem Odres Nuevos
"Tema do 3º Domingo do Tempo Comum
"Tema do 3º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo coloca no centro da nossa reflexão a Palavra de Deus: ela é, verdadeiramente, o centro à volta do qual se constrói a experiência cristã.
Essa Palavra não é uma doutrina abstracta, para deleite dos intelectuais; mas é, primordialmente, um anúncio libertador que Deus dirige a todos os homens e que incarna em Jesus e nos cristãos.
Na primeira leitura, exemplifica-se como a Palavra deve estar no centro da vida comunitária e como ela, uma vez proclamada, é geradora de alegria e de festa.
No Evangelho, apresenta-se Cristo como a Palavra que se faz pessoa no meio dos homens, a fim de levar a libertação e a esperança às vítimas da opressão, do sofrimento e da miséria. Sugere-se, também, que a comunidade de Jesus é a comunidade que anuncia ao mundo essa Palavra libertadora.
A segunda leitura apresenta a comunidade gerada e alimentada pela Palavra libertadora de Deus: é uma família de irmãos, onde os dons de Deus são repartidos e postos ao serviço do bem comum, numa verdadeira comunhão e solidariedade."
sábado, 19 de janeiro de 2013
"O amor de Deus..."
Tema do 2º Domingo do Tempo Comum
"A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa).
A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.
A primeira leitura define o amor de Deus como um amor inquebrável e eterno, que continuamente renova a relação e transforma a esposa, sejam quais forem as suas falhas passadas. Nesse amor nunca desmentido, reside a alegria de Deus.
O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas.
A segunda leitura fala dos “carismas” – dons, através dos quais continua a manifestar-se o amor de Deus. Como sinais do amor de Deus, eles destinam-se ao bem de todos; não podem servir para uso exclusivo de alguns, mas têm de ser postos ao serviço de todos com simplicidade. É essencial que na comunidade cristã se manifeste, apesar da diversidade de membros e de carismas, o amor que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo"
mais Portal dos Deonianos
"A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa).
A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.
A primeira leitura define o amor de Deus como um amor inquebrável e eterno, que continuamente renova a relação e transforma a esposa, sejam quais forem as suas falhas passadas. Nesse amor nunca desmentido, reside a alegria de Deus.
O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas.
A segunda leitura fala dos “carismas” – dons, através dos quais continua a manifestar-se o amor de Deus. Como sinais do amor de Deus, eles destinam-se ao bem de todos; não podem servir para uso exclusivo de alguns, mas têm de ser postos ao serviço de todos com simplicidade. É essencial que na comunidade cristã se manifeste, apesar da diversidade de membros e de carismas, o amor que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo"
mais Portal dos Deonianos
sábado, 12 de janeiro de 2013
"João com água... Jesus com Fogo..."
Imagem e titulo Odres Nuevos
Texto Portal Dehonianos
"A liturgia deste domingo tem como cenário de fundo o projecto salvador de Deus. No Baptismo de Jesus nas margens do Jordão, revela-se o Filho amado de Deus, que veio ao mundo enviado pelo Pai, com a missão de salvar e libertar os homens. Cumprindo o projecto do Pai, Jesus fez-Se um de nós, partilhou a nossa fragilidade e humanidade, libertou-nos do egoísmo e do pecado, empenhou-Se em promover-nos para que pudéssemos chegar à vida plena.
A primeira leitura anuncia um misterioso “Servo”, escolhido por Deus e enviado aos homens para instaurar um mundo de justiça e de paz sem fim… Animado pelo Espírito de Deus, Ele concretizará essa missão com humildade e simplicidade, sem recorrer ao poder, à imposição, à prepotência, pois esses esquemas não são os de Deus.
No Evangelho, aparece-nos a concretização da promessa profética veiculada pela primeira leitura: Jesus é o Filho/”Servo” enviado pelo Pai, sobre quem repousa o Espírito, e cuja missão é realizar a libertação dos homens. Obedecendo ao Pai, Ele tornou-se pessoa, identificou-Se com as fragilidades dos homens, caminhou ao lado deles, a fim de os promover e de os levar à reconciliação com Deus, à vida em plenitude.
A segunda leitura reafirma que Jesus é o Filho amado que o Pai enviou ao mundo para concretizar um projecto de salvação; por isso, Ele “passou pelo mundo fazendo o bem” e libertando todos os que eram oprimidos. É este o testemunho que os discípulos devem dar, para que a salvação que Deus oferece chegue a todos os povos da terra."
Lê mais no Portal Dehonianos
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
"Luz de Deus transforma a vida"
imagem Odres Nuevos
"Vivemos num mundo de luzes. Luzes aqui na terra em que vivemos, luzes que produzimos com a nossa ciência, como a luz elétrica. Luzes que foram criadas por Deus, como o sol, a lua, as estrelas, os brilhos imensos dos espaços do universo. Luzes intelectuais que tantas ciências boas desenvolveram para o bem da humanidade. Luzes morais e espirituais que Deus deu à porção mais querida da sua criação, a humanidade, e sem as quais os seres humanos caem nas trevas do erro, da discórdia, da insatisfação pessoal, da violência mesmo.
"Vivemos num mundo de luzes. Luzes aqui na terra em que vivemos, luzes que produzimos com a nossa ciência, como a luz elétrica. Luzes que foram criadas por Deus, como o sol, a lua, as estrelas, os brilhos imensos dos espaços do universo. Luzes intelectuais que tantas ciências boas desenvolveram para o bem da humanidade. Luzes morais e espirituais que Deus deu à porção mais querida da sua criação, a humanidade, e sem as quais os seres humanos caem nas trevas do erro, da discórdia, da insatisfação pessoal, da violência mesmo.
O que mais importa é fixarmos os olhos do nosso coração nas luzes que são guia certa e segura para nossa vida.
A Epifania é a festa da manifestação do Filho de Deus, Jesus Cristo, a todos os povos. Manifestação que começou com a contemplação, pelos magos, duma luz, duma estrela extraordinária que os conduziu à adoração do Deus nascido em Belém. E a luz não só se manifestou aos olhos físicos dos magos, mas especialmente aos olhos do espírito, pois viram um menino e nele adoraram um Deus: a luz da estrela transformou-se neles em luz de fé. E a gratidão nasceu-lhes no coração e levou-os a oferecerem presentes ao Menino. E quando voltaram às suas terras proclamaram o que tinham visto e sentido. Aceitar a luz que vem do alto produz a luz da fé que transforma a vida do indivíduo e lhe dá a capacidade de ver mais longe, de ver Deus nos acontecimentos da vida.
Como os pastores que foram ao presépio, também os magos se transformaram em missionários de Cristo nas suas terras. É algo que qualifica a vida dos verdadeiros crentes: tornam-se epifanias de Cristo para os que com eles contactam. Foi o que aconteceu na nossa terra através dos séculos: tornou-se num presépio em que tantos encontraram o mesmo Menino da salvação, uma terra de onde partiram tantas estrelas a indicarem mundos além o caminho do Evangelho. Os magos, a uma certa altura da viagem, perderam de vista a estrela. Mas não desanimaram: perguntaram, informaram-se até a encontrarem de novo. O mesmo na nossa terra: outras luzes brilharam e, para muitos, o presépio desapareceu do radar dos seus corações. Que bom comportarmo-nos como os magos: perguntarmos, informarmo-nos, trilharmos de novo o caminho que leva a Belém, matarmos a sede de infinito, a náusea que a falta de valores tantas vezes causa em nós.
No presépio da nossa vida, lá está ela, Maria, de braços estendidos para nos entregar o Menino. Mas o Menino, só as crianças o compreendem, o abarcam. Aos grandes falta o espaço. E o salmo 131 aguça a nossa curiosidade. Afinal, o Céu vai ser a terra das crianças, pois está escrito: «Se não vos tornardes como as crianças, não sereis do Reino», diz-nos o Livro (Mateus 18,3). Epifanias, apontadores – é isso que devemos ser. Aqui e pelo universo inteiro"
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Somos felizes na casa do Pai...
Domingo da Sagrada Família
As crianças na Eucaristia no dia de Natal
As crianças no IV Domingo do Advento
As crianças na Eucaristia no dia de Natal
As crianças no IV Domingo do Advento
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e também o Dia Mundial da Paz
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e também Dia da Paz
Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes.
Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade da Mãe de Deus: somos convidados a olhar a figura de Maria, aquela que, com o seu sim ao projecto de Deus, nos ofereceu a figura de Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI quis que, neste dia, os cristãos rezassem pela paz. Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nunca nos deixa, mas que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.
As leituras de hoje exploram, portanto, diversas coordenadas. Elas têm a ver com esta multiplicidade de evocações.
Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada, como bênção que nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, a liturgia evoca outra vez o amor de Deus, que enviou o seu “Filho” ao nosso encontro, a fim de nos libertar da escravidão da Lei e nos tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-Lhe “papá”.
O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que veio ao nosso encontro em Jesus) provoca alegria e contentamento por parte daqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os débeis. Convida-nos, também, a louvar a Deus pelo seu cuidado e amor e a testemunhar a libertação de Deus aos homens.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível ao projecto de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível ao projecto de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
IN: Dehonianos
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Festa da Sagrada Família
Imagem: Odres Nuevos
Festa da Sagrada Família
As leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
IN: Dehonianos
Festa da Sagrada Família
As leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
IN: Dehonianos
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
"Como Maria: deixa-te conduzir pelo Espírito..."
EVANGELHO – Lc 1,39-47
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naqueles dias,
Maria pôs-se a caminho
e dirigiu-se apressadamente para a montanha,
em direcção a uma cidade de Judá.
Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria,
o menino exultou-lhe no seio.
Isabel ficou cheia do Espírito Santo
e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto do teu ventre.
Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?
Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação,
o menino exultou de alegria no meu seio.
Bem-aventurada aquela que acreditou
no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito
da parte do Senhor».
domingo, 16 de dezembro de 2012
Cameça hoje a Novena do Menino
Inicia hoje a novena.
"A novena é uma oração da tradição da Igreja inspirada na oração feita “num só coração”, pelos apóstolos, reunidos à volta de Maria, durante os nove dias que separam a Ascensão do Pentecostes.
"A novena é uma oração da tradição da Igreja inspirada na oração feita “num só coração”, pelos apóstolos, reunidos à volta de Maria, durante os nove dias que separam a Ascensão do Pentecostes.
Inspirada nesta dinâmica, a Novena do Menino é um tempo especial dentro do tempo da esperança e da espera que é o Advento que recorda a necessidade de viver em altitude de sentinela que aguarda gozosamente, em cada amanhecer, a manifestação do Verbo.
Neste ato de devoção, a Igreja exorta as comunidades a centrarem-se mais no Senhor e nos irmãos paraaprenderem, com Ele e nEle, a “abrir a vida” ao acontecer do Reino, à manifestação da Luz"
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
O Menino vem chegando...
Olha este desenho do Patxi V. Fano!
Vê a criança que está chegando...
O que faz?
- Torna-se pão que é esmagado pela fome, alimento que dá calor, alegria, força, vida nova.
- É ponte de união entre irmãos, justiça, amor.
Vamos anuncia a Boa Nova, com palavras de esperança em Cristo Jesus, com sinais de fraternidade e vida partilhada com aqueles que mais precisam.
Adaptado de Kamiono
Vê a criança que está chegando...
O que faz?
- Torna-se pão que é esmagado pela fome, alimento que dá calor, alegria, força, vida nova.
- É ponte de união entre irmãos, justiça, amor.
Vamos anuncia a Boa Nova, com palavras de esperança em Cristo Jesus, com sinais de fraternidade e vida partilhada com aqueles que mais precisam.
Adaptado de Kamiono
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
As crianças com Maria Santissima
Hoje as crianças do Centro de catequese da Igreja, participaram cheias de alegria na Salenidade Imaculada Conceição.
O 3º ano da catequese, animou a Celebração, encenou o Evangelho e antes do envio ofereceram uma pagela as outras crianças com uma oração a Maria Santissima.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
A nossa caminhada de Advento começou assim:
No Centro da Igreja (catequese) iniciamos a dinâmica de Advento “Emanuel, Ele próprio vem salvar-vos” do SDEC na semana passada.
Adaptamos um pouco à nossa realidade... Para a 1ª semana escolhemos 3 perguntas.
Em catequese no 4 ano por exemplo, pedimos para olhar com muita atenção a 1ª parte do desenho e dizer o que viam (algumas afirmações: "um peixe deitado numa mesa, uma quinta com animais; um presépio diferente…)
Depois foi uma descoberta em grupo, momentos de silêncio e de oração...
Entusiasmaram-se com o desafio de partilhar esta «Boa Nova» à família, mas primeiro, (recomendamos) ouvir o que cada um vê na imagem e só depois ensinar o que já descobriram... (a cada criança foi oferecida uma iluminura e as pergunta com a oração).
No 1º Domingo do Advento, as criança acolheram a comunidade na porta da Igreja, com muita alegria, desejando-lhes uma feliz celebração e ofereceram um postal com a iluminura que tem no verso um pequeno texto elucidativo da caminhada e as perguntas (conforme imagens)
As coroas do Advento são as tradicionais.
frente verso
Momento/inicio da Eucaristia e Envio Distribuído na catequese e na Eucaristia
domingo, 2 de dezembro de 2012
!º Domingo do Advento 2012
imagem Salesianos
ANO C 1º DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO
Tema do 1º Domingo do Tempo do Advento
Neste 1º Domingo do Tempo do Advento, a Palavra de Deus apresenta-nos uma primeira abordagem à “vinda” do Senhor.
Na primeira leitura, pela boca do profeta Jeremias, o Deus da aliança anuncia que é fiel às suas promessas e vai enviar ao seu Povo um “rebento” da família de David. A sua missão será concretizar esse mundo sonhado de justiça e de paz: fecundidade, bem-estar, vida em abundância, serão os frutos da acção do Messias.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Messias filho de David, a anunciar a todos os que se sentem prisioneiros: “alegrai-vos, a vossa libertação está próxima. O mundo velho a que estais presos vai cair e, em seu lugar, vai nascer um mundo novo, onde conhecereis a liberdade e a vida em plenitude. Estai atentos, a fim de acolherdes o Filho do Homem que vos traz o projecto desse mundo novo”. É preciso, no entanto, reconhecê-l’O, saber identificar os seus apelos e ter a coragem de construir, com Ele, a justiça e a paz.
A segunda leitura convida-nos a não nos instalarmos na mediocridade e no comodismo, mas a esperar numa atitude activa a vinda do Senhor. É fundamental, nessa atitude, a vivência do amor: é ele o centro do nosso testemunho pessoal, comunitário, eclesial.
IN: Dehoneanos
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Orações em Família III - Advento SDEC
Reflexão do dia 3 de dezembro das Orações de Família III
"E eis que chegou o tempo do Advento. É um tempo muito especial e agradavelmente simpático e desafiante. Tal como preparamos alegre e ansiosamente a chegada a nossa casa de alguém de quem gostamos muito, eis que chegou o momento de estar atentos e vigilantes pois virá brevemente o Senhor, mais uma vez.
O Deus da Aliança é fiel às suas promessas e enviará ao seu Povo um ‘rebento’ da família de David cuja tarefa será a de tornar realidade a justiça e a paz.
Os frutos da ação do Messias serão a fecundidade, o bem-estar e a vida em plenitude.
Apesar da angústia e do pessimismo que nos assaltam na atual conjuntura social, é possível acreditar no Deus da justiça, do direito e do amor, pois jamais abandonará o seu povo.
O Advento convida-nos à esperança, à confiança e ao otimismo.
É o tempo de olhar mais para o futuro do que para o passado, pois o Senhor vai chegar!"
sábado, 24 de novembro de 2012
"Cristo Rei...Sua Coroa: Os pobres"
imagem: Odres Nuevos
"Solenidade de Cristo, Rei do Universo
Ano B - XXXIV Domingo Comum
TEMA
No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. A Palavra de Deus que nos é proposta neste último domingo do ano litúrgico convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus; deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se concretiza de acordo com uma lógica própria, a lógica de Deus. O Evangelho, especialmente, explica qual é a lógica da realeza de Jesus.
A primeira leitura anuncia que Deus vai intervir no mundo, a fim de eliminar a crueza, a ambição, a violência, a opressão que marcam a história dos reinos humanos. Através de um “filho de homem” que vai aparecer “sobre as nuvens”, Deus vai devolver à história a sua dimensão de “humanidade”, possibilitando que os homens sejam livres e vivam na paz e na tranquilidade. Os cristãos verão nesse “filho de homem” vitorioso um anúncio da realeza de Jesus.
Na segunda leitura, o autor do Livro do Apocalipse apresenta Jesus como o Senhor
do Tempo e da História, o princípio e o fim de todas as coisas, o “príncipe dos reis da terra”, Aquele que há-de vir “por entre as nuvens” cheio de poder, de glória e de majestade para instaurar um reino definitivo de felicidade, de vida e de paz. É, precisamente, a interpretação cristã dessa figura de “filho de homem” de que falava a primeira leitura.
O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, Jesus a assumir a sua condição de rei diante de Pontius Pilatus. A cena revela, contudo, que a realeza reivindicada por Jesus não assenta em esquemas de ambição, de poder, de autoridade, de violência, como acontece com os reis da terra. A missão “real” de Jesus é dar “testemunho da verdade”; e concretiza-se no amor, no serviço, no perdão, na partilha, no dom da vida"
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
"Um Advento Cinco Estrelas"
Olá Amigos!
Se ainda não se decidiram pela caminhada do Advento deixo-vos aqui outra proposta que encontrei na Blog Sementes de Esperança
Se ainda não se decidiram pela caminhada do Advento deixo-vos aqui outra proposta que encontrei na Blog Sementes de Esperança
"dinâmica bastante
simples, socorrendo-nos dos elementos simbólicos já presentes nestes tempos
litúrgicos: a coroa de advento e a estrela do Natal. De algum modo, todos somos
convidados a ir ao Presépio, (hotel 5 estrelas) para o encontro com Cristo, mas
precisamos, como os pastores, de sinais e mensageiros, ou como os magos, de
“estrelas” que nos orientem, guiem e iluminem
o nosso percurso de fé.
Em cada semana, e de
acordo com as sugestões da liturgia dominical, iremos assinalar estas estrelas,
que nos guiam no caminho da fé: os
santos (1ª semana), os profetas ou
testemunhas (2ª semana), os pobres (3ª semana) e Maria, a Estrela do Mar (4ª semana). Notemos,
desde já, que preferimos a expressão “Estrela do Mar” a outros títulos
marianos, “Estrela da manhã”, ou «Estrela da esperança», (dada a nossa proximidade
geográfica com o mar e também) tendo em conta a imagem da barca, levada e sacudida
pelas ondas do mar, que aparece no logótipo do Ano da Fé. No tempo de Natal, iremos focalizar a nossa atenção
na família de Nazaré, no pai e na
mãe, como primeiros guias, no caminho da fé. No Natal será colocada na árvore ou
no cume do Presépio a Estrela mais brilhante, que no fundo é o próprio Cristo, que
virá, como Messias glorioso, até nós, como bem o referem Ap.22,16; 2,28 e ainda
I Pe.1,19. " (da Introdução)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A NOVIDADE DO ENCONTRO - Encontro de Catequistas em SJM
Mas quem é que não gosta de uma novidade bem fresquinha? E quem é que
não gosta de um encontro especial, com uma pessoa especial? Com um amigo de
longa data que já não vê há muito?
A noite de 16 de novembro foi sem dúvida marcada por uma novidade de
grande importância:
“ Eu o teu Abba, prometo
Ser-te fiel, amar-te e honrar-te
Na prosperidade como na provação
Hoje e por toda a nossa vida”
Deus ama-te e estará sempre
contigo em todos os momentos da tua vida! E aqui está o encontro, um encontro
com Deus!
Neste Ano da Fé é necessário aprofundarmos a nossa fé, principalmente
nós catequistas que devemos ser um exemplo de testemunho. As catequeses de
iniciação Cristã, catequese para adultos, catequese experiencial, chamem-lhe o
que quiserem, mas não se esqueçam que temos uma responsabilidade direta na
catequese e também nós devemos estar em contínua e constante formação, mesmo
sendo adultos e catequistas, desenganem-se amigas, não sabemos tudo…
Devemos ser capazes de testemunhar as grandes maravilhas que o todo
poderoso pode fazer por mim e pode fazer por cada um de Nós. É tempo de aceitar
o desafio, é tempo de querermos conhecer melhor aquele que nos Ama e
prometer-lhe que também nós seremos fieis em todos os momentos da nossa vida e
até ao fim da mesma.
Somos convidados a participar nestas catequeses do itinerário do Ano da
Fé para catequistas, esperamos que cada um aceite este convite, este desafio,
para formarmos um grupo de catequistas unido na mesma Fé e no mesmo amor de
Deus.
Texto:cristina correia
Foto. fatima pereira
sábado, 17 de novembro de 2012
"Conectados à Tua Palavra: Rede invisivel, sem fios, máxima cobertura, tarifa plano 0€ minutos"
EVANGELHO – Mc 13,24-32
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Naqueles dias, depois de uma grande aflição,
o sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade;
as estrelas cairão do céu
e as forças que há nos céus serão abaladas.
Então, hão-de ver o Filho do homem vir sobre as nuvens,
com grande poder e glória.
Ele mandará os Anjos,
para reunir os seus eleitos dos quatro pontos cardeais,
da extremidade da terra à extremidade do céu.
Aprendei a parábola da figueira:
quando os seus ramos ficam tenros e brotam as folhas,
sabeis que o Verão está próximo.
Assim também, quando virdes acontecer estas coisas,
sabei que o Filho do homem está perto, está mesmo à porta.
Em verdade vos digo:
Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
Passará o céu e a terra,
mas as minhas palavras não passarão.
Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém os conhece:
nem os Anjos do Céu, nem o Filho;
só o Pai».
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Naqueles dias, depois de uma grande aflição,
o sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade;
as estrelas cairão do céu
e as forças que há nos céus serão abaladas.
Então, hão-de ver o Filho do homem vir sobre as nuvens,
com grande poder e glória.
Ele mandará os Anjos,
para reunir os seus eleitos dos quatro pontos cardeais,
da extremidade da terra à extremidade do céu.
Aprendei a parábola da figueira:
quando os seus ramos ficam tenros e brotam as folhas,
sabeis que o Verão está próximo.
Assim também, quando virdes acontecer estas coisas,
sabei que o Filho do homem está perto, está mesmo à porta.
Em verdade vos digo:
Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
Passará o céu e a terra,
mas as minhas palavras não passarão.
Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém os conhece:
nem os Anjos do Céu, nem o Filho;
só o Pai».
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
"Meu Guia" Festival Diocesano da canção jovem
AVISO: Por lapso trocamos os nomes dos jovens participantes, os indicados no video apresentaram a canção que ficou em 1º lugar. A canção "Meu Guia" é interpretada por: Mariana Almeida, Rita Fazenda, Ana Almeida, Ostap Kurtash, João Figueiredo, Pedro Mergulhão e Marta Gomes.
Foi com esta canção "Meu Guia" que a juventude interparoquial de Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira ganhou o 2º lugar no Festival Diocesano da canção jovem no Porto.
Este gravação realizou-se na Igreja Paroquial de Cucujães na Vigília de S. Martinho. A gravação é má, mas a canção merece ser partilhada. Parabéns juventude.!
Foi com esta canção "Meu Guia" que a juventude interparoquial de Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira ganhou o 2º lugar no Festival Diocesano da canção jovem no Porto.
Este gravação realizou-se na Igreja Paroquial de Cucujães na Vigília de S. Martinho. A gravação é má, mas a canção merece ser partilhada. Parabéns juventude.!
E é com muito orgulho que transcrevemos da folha paroquial a noticia:
Este jovens "arrebataram, no Festival Diocesano da Canção, o 1º e 2º lugar pelas canções que levaram, sob o tema “Alegrai-vos sempre no Senhor” e “Ide e fazei discípulos de todos os povos”. No dia 1 de dezembro, às 21.00 horas, no Centro Paulo VI, em Fátima, estarão no Festival Nacional da Canção, representando a diocese do Porto com a canção “A Alegria do Amor”, interpretada por Bruno Lestre, Pedro Gil, Hugo Pereira, André Lestre, Beatriz Santos e Sofia Santos, da paróquia de Cucujães e Laura Nóbrega da paróquia de S. João da Madeira"
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Dinamica Advento 2012 -"Emanuel Ele próprio vem salvar-vos"
Partilho convosco uma proposta para a Caminhada do Advento/Natal do SDEC Porto é trabalhosa mas muito estimulante para nós catequistas, catequisandos, familias e comunidade.
Dinamica Advento 2012 "Emanuel Ele próprio vem salvar-vos "Is 35,4
"Esta
iluminura (foto acima) é uma catequese que nos mostra que o mistério do Natal está,
profundamente, ligado ao mistério da morte e ressurreição de Jesus. Toca a
descobrir… todos os códigos que o monge utiliza para nos anunciar a “Boa Notícia” de Jesus.
"
Dinamica Advento 2012 "Emanuel Ele próprio vem salvar-vos "Is 35,4
Viver o ano da Fé
O Papa Bento XVI na Carta Apostólica Porta Fidei, com a qual anunciou
o Ano da Fé, escreveu: «Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança.
"
«Vai passar, por todas as casas da paróquia o “Crucifixo do Ano da Fé”. Vai acompanhado da oração do CREDO que a Família deverá rezar diante do CRUCIFIXO. É UMA DAS FORMAS QUE TEMOS PARA DAR RELEVO AO Ano da Fé para que os cristãos se honrem, com palavras e obras, do nome que têm e se convertam cada vez mais a Jesus Cristo, a “Porta da nossa Fé”.»
IN. FOLHA PAROQUIAL
«Vai passar, por todas as casas da paróquia o “Crucifixo do Ano da Fé”. Vai acompanhado da oração do CREDO que a Família deverá rezar diante do CRUCIFIXO. É UMA DAS FORMAS QUE TEMOS PARA DAR RELEVO AO Ano da Fé para que os cristãos se honrem, com palavras e obras, do nome que têm e se convertam cada vez mais a Jesus Cristo, a “Porta da nossa Fé”.»
IN. FOLHA PAROQUIAL
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
2º Módulo da Formação para Pais "Família Trabalho e Festa"
Depois do primeiro módulo formação "FAMÍLIA, TRABALHO E FESTA" que teve lugar no inicio do ano, para pais com crianças na catequese, iniciou-se o 2º módulo no dia 9 de Outubro de 2012, no Salão Paroquial de Oliveira de Azeméis e no Salão Paroquial de S. João da Madeira.
Ficam aqui algumas fotos do 1º encontro em SJM
Ficam aqui algumas fotos do 1º encontro em SJM
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