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domingo, 24 de abril de 2016
O nosso Padre Artur Bastos hoje faz anos!
A jeito de presente este pequeno video, cheio de ternura e de orações!!!!!!!
Parabéns!!!!!!!!!!!
Parabéns!!!!!!!!!!!
sábado, 23 de abril de 2016
V Domingo Páscoa - "Amor - Misericórdia - Alegria"
“Amai como Eu vos amei”
Aos discípulos, que não podem ainda segui-l’O na Sua glória, Jesus entrega-lhes, como Seu testamento espiritual, o mandamento novo: amar os homens nossos irmãos, como Ele os amou, até ao amor do inimigo, até ao dom da vida, até às últimas consequências. (Missal Popular)
Aos discípulos, que não podem ainda segui-l’O na Sua glória, Jesus entrega-lhes, como Seu testamento espiritual, o mandamento novo: amar os homens nossos irmãos, como Ele os amou, até ao amor do inimigo, até ao dom da vida, até às últimas consequências. (Missal Popular)
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| Odres Nuevos |
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Peregrinação Jubilar dos adolescentes e catequistas da Vigararia Oliveira de Azeméis S João da Madeira
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| foto da catequista Cristiana |
Atenção:
Os adolescentes e catequistas da Vigararia Oliveira de Azeméis/S João da Madeira vão juntar-se:
AQUI (Cucujães) no domingo dia 24 de abril, pelas 15h30m no Cruzeiro da Igreja Jubilar da Vigararia, aos cerca de " 60 mil adolescentes, esperados no Vaticano, para a celebração do seu Jubileu, no âmbito do Ano Santo da Misericórdia,
NÃO FALTES!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Misericordiosos como o Pai
"Queridos adolescentes!
A Igreja está a viver o Ano Santo da Misericórdia, um tempo de graça, paz, conversão e alegria que abrange a todos: pequenos e grandes, próximos e afastados. Não há fronteiras nem distâncias que possam impedir à misericórdia do Pai de nos alcançar, tornando-se presente no meio de nós. A Porta Santa já está aberta em Roma e em todas as dioceses do mundo.
Este tempo precioso abrange também a vós, queridos adolescentes, pelo que me dirijo a vós para vos convidar a participar nele, a tornar-vos seus protagonistas descobrindo-vos filhos de Deus (cf. 1 Jo 3, 1). Gostaria de vos convidar um por um, gostaria de vos chamar pelo nome, como faz Jesus cada dia, porque – como bem sabeis – os vossos nomes estão escritos no Céu (Lc 10, 20), esculpidos no coração do Pai, que é o Coração Misericordioso donde nasce toda a reconciliação e toda a doçura.
O Jubileu é um ano inteiro no qual se diz santo cada momento, para que toda a nossa existência se torne santa. É uma ocasião para descobrirmos que viver como irmãos é uma grande festa, a mais bela que se pode sonhar, a festa sem fim que Jesus nos ensinou a cantar através do seu Espírito. Para a festa do Jubileu, Jesus convida mesmo a todos, sem fazer distinções nem excluir ninguém. Por isso, desejei viver também convosco alguns dias de oração e de festa. Assim espero-vos, em grande número, no próximo mês de Abril.
«Crescer misericordiosos como o Pai» é não só o título do vosso Jubileu, mas também a oração que fazemos por todos vós, recebendo-vos em nome de Jesus. Crescer misericordiosos significa aprender a ser corajosos no amor prático e desinteressado, significa tornar-se grande tanto no aspecto físico, como no íntimo de cada um. Estais a preparar-vos para vos tornardes cristãos capazes de escolhas e gestos corajosos, capazes de construir cada dia, mesmo nas pequenas coisas, um mundo de paz.
A vossa idade é um período de mudanças incríveis, em que tudo parece, ao mesmo tempo, possível e impossível. Com grande incitamento, vos repito: «Permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho! Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Podeis crer: isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas. Apostai nos grandes ideais, nas coisas grandes. Nós, cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia no Dia dos Crismandos no Ano da Fé, 28 de Abril de 2013).
Não posso esquecer aqueles de vós, adolescentes, que viveis em contextos de guerra, pobreza extrema, transtorno diário, abandono. Não percais a esperança! O Senhor tem um grande sonho a realizar juntamente convosco. Os amigos da vossa idade, que vivem em condições menos dramáticas do que as vossas, lembram-se de vós e comprometem-se por que a paz e a justiça possam pertencer a todos. Não acrediteis nas palavras de ódio e terror que se repetem com frequência; pelo contrário, construí novas amizades. Oferecei o vosso tempo, preocupai-vos sempre por quem vos pede ajuda. Sede corajosos, contra a corrente; sede amigos de Jesus, que é o Príncipe da paz (cf. Is 9, 6): «tudo n’Ele fala de misericórdia. N’Ele, nada há que seja desprovido de compaixão» (Misericordiae Vultus, 8).
Sei que nem todos vós podereis vir a Roma, mas o Jubileu é verdadeiramente para todos e será celebrado também nas vossas Igrejas locais. Estais todos convidados para este momento de alegria! Não prepareis apenas as mochilas e os dísticos; preparai sobretudo o vosso coração e a vossa mente. Meditai bem nos desejos que confiareis a Jesus no sacramento da Reconciliação e na Eucaristia, que celebraremos juntos. Quando passardes pela Porta Santa, lembrai-vos de que vos comprometeis a tornar santa a vossa vida, a alimentar-vos do Evangelho e da Eucaristia, que são a Palavra e o Pão da vida, para poderdes construir um mundo mais justo e fraterno.
Que o Senhor abençoe cada um dos vossos passos para a Porta Santa. Sobre vós imploro o Espírito Santo, para que vos guie e ilumine. Que a Virgem Maria, que é Mãe de todos, seja para vós, para as vossas famílias e para todos aqueles que vos ajudam a crescer em bondade e graça, uma verdadeira Porta da Misericórdia.
terça-feira, 19 de abril de 2016
"Deus está contente!" - Peregrinação das crianças a Fátima
“Deus está contente com os vossos sacrifícios”, disse Nossa Senhora aos Pastorinhos a 13 de setembro de 1917. “De tudo o que puderdes, oferecei sacrifícios”, tinha sido já o desafio do Anjo em 1916. Nossa Senhora voltara a pedir-lhes orações e sacrifícios.
Um sacrifício é algo que exige esforço, coragem para deixar o que mais apetece para fazer o que é melhor. Fazer o bem, mesmo que isso nos custe. Pensar primeiro nos outros, antes de pensar em nós mesmos. E fazer disso uma oferta para Deus. Por isso, o maior sacrifício é o de Jesus, na cruz: Ele vive todo esse momento de dor oferecendo-se ao Pai, para nosso bem.
Deus fica contente quando oferecemos os nossos sacrifícios não porque goste de nos ver sofrer, mas porque, quando o fazemos, somos um pouco mais parecidos com Jesus, e fazemos com que um momento de dor seja um momento de amor. E quando amamos, Deus fica contente, porque nos criou para amar!
Os Pastorinhos amaram muito, sobretudo aqueles que mais precisavam de amor: os pecadores. E isso deixou Deus contente. Também Deus ama muito aqueles que mais precisam de se sentir amados, perdoados, acolhidos pela sua misericórdia.
Mas os sacrifícios não são a única forma de dar alegria a Deus. Quando rezamos e quando O adoramos, quando fazemos o bem e perdoamos, procuramos estar junto de Deus e junto dos irmãos, procuramos viver o mandamento do amor a Deus e aos outros, como Jesus nos ensinou, e isso faz com que Deus fique feliz. E tu, também queres deixar Deus contente?
É este o desafio para o mês de maio: fazeres tudo o que puderes para que Deus fique contente contigo
COMO FAZER?
1. Em cada semana há um desafio diferente: rezar, fazer um sacrifício ou uma boa ação, perdoar ou acolher o perdão, visitar “Jesus escondido”…Como os Pastorinhos fizeram.
2. Quando completas o desafio da semana, recorta um balão, sinal da festa que acontece no coração de Deus.
3. Depois, colocas esse balão, já bem colorido e com o registo do que fizeste, dentro da caixa do presente que vais levar para Fátima, para entregares na celebração da Missa, às 11h do dia 10 de junho, na Peregrinação Nacional das Crianças.
1a Semana: Oração
Nossa Senhora
pediu muitas vezes aos Pastorinhos para rezarem o terço.
É tão bom
podermos estar perto e falar com os nossos amigos! Quando rezamos estamos mais
perto de Deus e falamos com Ele, e isso deixa Deus contente!
Ao longo da
semana reza o terço: pode ser uma dezena em cada dia.
Quando
terminares, recorta o balão da 1a semana, escreve nele o que rezaste.
2a Semana: Sacrifício
Nossa Senhora
disse aos Pastorinhos que Deus estava contente com os sacrifícios deles.
É tão bom quando
sabemos que alguém faz alguma coisa, mesmo que seja difícil, porque quer o
nosso bem! É sinal de uma amizade muito grande! Quando fazemos um sacrifício,
oferecendo-o a Deus pelo bem de alguém, Deus fica contente connosco!
Ao longo desta semana
faz um sacrifício e oferece-o a Deus. Escreve no balão da 2a semana o
sacrifício que fizeste.
3a Semana: Boa
ação
Os Pastorinhos
procuravam estar sempre atentos a todas as pessoas, ajudavam-nas e pediam por
elas.
É tão bom sermos
ajudados, sentirmos que querem o nosso bem!
Quando fazemos
uma boa ação estamos a ser sinal do amor com que Deus quer chegar junto de cada
um. Por isso, Ele fica contente connosco quando fazemos uma boa ação!
Ao longo desta
semana está atento às pessoas que estão a teu lado e faz uma boa ação. Depois
escreve no balão da 3a semana a boa ação que fizeste.
4a Semana: Perdão
Nossa Senhora
pediu muitas vezes que se rezasse pelo fim da guerra. A paz é um dom muito
grande, e para vivermos em paz uns com os outros precisamos de saber perdoar e
pedir perdão…
É tão bom quando
sabemos perdoar e pedir perdão! Deus fica tão contente quando o fazemos:
estamos a viver o amor, e a construir a paz entre nós.
Ao longo desta
semana tem atenção ao que fazes e dizes e, caso seja necessário, pede desculpa
se alguma coisa não foi tão bem como devia ser. E se alguém te pedir desculpa,
não hesites em perdoar. Se por acaso andares mais aborrecido com alguém, vai
fazer as pazes. Escreve no balão da 4a semana o que fizeste e como te sentiste por
perdoar ou acolher o perdão.
5a Semana: Visita
a “Jesus escondido”
O Francisco
gostava muito de ir fazer companhia a Jesus. Ia para a igreja e lá estava, em
frente do sacrário, para estar mais perto de Jesus presente no Pão Consagrado.
Quando gostamos
muito de alguém não nos custa nada estar ao pé dessa pessoa, conversar,
escutar, contar as nossas coisas… Visitar Jesus no sacrário é sinal dessa
grande amizade que nos une a Ele! Por isso Deus fica contente quando
damos um pouco
do nosso tempo para estarmos com Ele!
Ao longo desta
semana vai fazer uma visita a “Jesus escondido”, numa igreja. Depois escreve no
balão da 5a semana o que viveste e sentiste nessa visita.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
PRESENÇAS JUBILARES NA IGREJA DE CUCUJÃES
ATENÇAO~CONFIRMA NA FOLHA PAROQUIAL -Link no final da postagem (umas são de manhã outras de tarde)
30 e 31 de abril – Jubileu do 5º ano da Catequese de Cucujães
8 de maio – Peregrinação Jubilar do Centro de Santo António
8 de maio – Peregrinação Jubilar da Paróquia de Vale de Cambra
5 de maio – Jubileu do 7º ano da Catequese de Cucujães
22 de maio – Peregrinação Jubilar da Paróquia de S. Roque
26 de junho – Peregrinação jubilar da Paróquia de Oliveira de Azeméis
3 de julho – Peregrinação jubilar das Paróquias de Ossela e Macinhata da Seixa
4 de setembro – Peregrinação jubilar da Paróquia de Fajões
11 de setembro – Peregrinação jubilar da Paróquia de S. Martinho da Gândara
18 de setembro – Peregrinação jubilar das Paróquias de Loureiro e Ul
25 de setembro – Peregrinação jubilar do Centro Mártir S. Sebastião
25 de setembro – Peregrinação Jubilar e Vicarial dos Catequistas
9 de Outubro – Peregrinação Jubilar do Centro de Nª Sª da Conceição
9 de Outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquia de Santiago de Riba-Ul e Madail
15 e 16 de outubro – Jubileu dos Adolescentes do 9º ano da Catequese de Cucujães
16 de outubro – Peregrinação Jubilar da Paróquia de S. João da Madeira
23 de outubro – Jubileu da Centro da Igreja
23 de outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquias de Palmaz e Travanca
29 e 30 de Outubro – Jubileu do 10º ano da Catequese de Cucujães
30 de Outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquias de Cesar e Pindelo
5 e 6 de novembro – Jubileu dos Crismandos 2017 de Cucujães
6 de novembro -ENCERRAMENTO DAS PEREGRINAÇÕES JUBILARES PAROQUIAIS com a Peregrinação Jubilar das Paróquias de Nogueira do Cravo e Pinheiro da Bemposta
IN: Folha Paroquial
30 e 31 de abril – Jubileu do 5º ano da Catequese de Cucujães
8 de maio – Peregrinação Jubilar do Centro de Santo António
8 de maio – Peregrinação Jubilar da Paróquia de Vale de Cambra
5 de maio – Jubileu do 7º ano da Catequese de Cucujães
22 de maio – Peregrinação Jubilar da Paróquia de S. Roque
26 de junho – Peregrinação jubilar da Paróquia de Oliveira de Azeméis
3 de julho – Peregrinação jubilar das Paróquias de Ossela e Macinhata da Seixa
4 de setembro – Peregrinação jubilar da Paróquia de Fajões
11 de setembro – Peregrinação jubilar da Paróquia de S. Martinho da Gândara
18 de setembro – Peregrinação jubilar das Paróquias de Loureiro e Ul
25 de setembro – Peregrinação jubilar do Centro Mártir S. Sebastião
25 de setembro – Peregrinação Jubilar e Vicarial dos Catequistas
9 de Outubro – Peregrinação Jubilar do Centro de Nª Sª da Conceição
9 de Outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquia de Santiago de Riba-Ul e Madail
15 e 16 de outubro – Jubileu dos Adolescentes do 9º ano da Catequese de Cucujães
16 de outubro – Peregrinação Jubilar da Paróquia de S. João da Madeira
23 de outubro – Jubileu da Centro da Igreja
23 de outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquias de Palmaz e Travanca
29 e 30 de Outubro – Jubileu do 10º ano da Catequese de Cucujães
30 de Outubro – Peregrinação Jubilar das Paróquias de Cesar e Pindelo
5 e 6 de novembro – Jubileu dos Crismandos 2017 de Cucujães
6 de novembro -ENCERRAMENTO DAS PEREGRINAÇÕES JUBILARES PAROQUIAIS com a Peregrinação Jubilar das Paróquias de Nogueira do Cravo e Pinheiro da Bemposta
IN: Folha Paroquial
sexta-feira, 15 de abril de 2016
"PLANO B" - vai conhecer - 5 estrelas
ACERTAR COM ELE vs ACERTAR NELE PLANO B
4º Domingo do Tempo Pascal
(Jo 10, 27-30)
Os quatro versos de um Poema Pascal. Que não rima.
Uma das palavras eu eu mais gosto, desde miúdo, é "arrimo". Do verbo arrimar, sim. O meu avô mandava-me arrimar a lenha, no fim do verão, e eu durante uns anos, menino que ia à escola e tudo, achava que o Ti Zé Vitarela não sabia dizer "arrumar". Somos sempre arrogantes quando sabemos pouco.
Eu não tinha muito jeito para arrimar a lenha. Ele lá ia sempre dar um jeito, e no canto da lenha metia mais um terço do que eu já lá tinha, depois de esperar que eu lhe dissesse a frase mágica: "Já não cabe mais". Cabia. Era preciso arrimá-la, como os poetas fazem às palavras.
O Evangelho é todo ele um arrimo.
Vem. Chega-se a nós.
Conjuga-se o Verbo de Deus, connosco.
Dá-se à rima comigo, procura a métrica e a terminação, para nos compormos os dois, apanha-me o corpo e a gramática e repete-me ao ouvido um incansável "era uma vez", à espera que eu lhe aceite continuar a prosa.
As boas poesias são sempre de contar.
Hoje, os quatro versos de um Poema Pascal.
Que não rima. Como se verá
PLANO B
4º Domingo do Tempo Pascal
(Jo 10, 27-30)
Os quatro versos de um Poema Pascal. Que não rima.
Uma das palavras eu eu mais gosto, desde miúdo, é "arrimo". Do verbo arrimar, sim. O meu avô mandava-me arrimar a lenha, no fim do verão, e eu durante uns anos, menino que ia à escola e tudo, achava que o Ti Zé Vitarela não sabia dizer "arrumar". Somos sempre arrogantes quando sabemos pouco.
Eu não tinha muito jeito para arrimar a lenha. Ele lá ia sempre dar um jeito, e no canto da lenha metia mais um terço do que eu já lá tinha, depois de esperar que eu lhe dissesse a frase mágica: "Já não cabe mais". Cabia. Era preciso arrimá-la, como os poetas fazem às palavras.
O Evangelho é todo ele um arrimo.
Vem. Chega-se a nós.
Conjuga-se o Verbo de Deus, connosco.
Dá-se à rima comigo, procura a métrica e a terminação, para nos compormos os dois, apanha-me o corpo e a gramática e repete-me ao ouvido um incansável "era uma vez", à espera que eu lhe aceite continuar a prosa.
As boas poesias são sempre de contar.
Hoje, os quatro versos de um Poema Pascal.
Que não rima. Como se verá
PLANO B
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Procissão do Senhor aos Enfermos 17-04-2016 na Paroquia de Cucujães
Domingo 17 de abril;
Eucaristia na Igreja, às 7.00 horas. Segue-se a Procissão do Senhor aos Enfermos pelas 8.30 horas,
Igreja, Rua do Município: Maria Amélia Aires Rodrigues;
segue para a Rua Profª Emídia Assunção Gomes Silva, Rua Visconde de Carregoso: Amélia Andrade;
volta para trás para a Rua D. Frei Simão Borges, Rua dos Combatentes do Ultramar, Rua Vale Grande: Alzira Reis de Pinho;
volta para trás a: Maria Amália Alves Conceição;
segue para a Rua dos Combatentes do Ultramar, Rua Profº Dr. António Joaquim Ferreira da Silva: Odília Costa Mendes;
segue para: Teresa Gomes da Silva, a Casal Maia;
segue para a Rua Venda Nova, Rua Manuel Alves Soares a: Gracinda Ferreira de Jesus,
Rua da Misericórdia: Irene Vieira Lopes;
segue para a Travessa da Misericórdia: Delfim Resende Pereira e Esposa;
segue para a Travessa Padre Américo Maria Helena Silva Melo, Mãe e Tias,
segue para a Rua da Misericórdia, Calçada Fonte Escura, Rua Fonte Escura, Rua Profº Leão passa em frente à Capela de Santo António, Rua do Fojo, segue para a Rua das Irmandades: Ascensão Rosa de Jesus;
volta para trás, Rua do Fojo: Alzira Ferreira;
segue para a Rua do Mosteiro: Manuel Ferreira Andrade;
Sobe a Tacomola e vai para a Rua Domingos José Soares da Silva: Mário de Jesus Pinho;
volta para trás para a Rua dos Chapeleiros: Marco Paulo Marques da Silva;
segue para a Rotunda do Ramadinha: António Almeida e Esposa,
segue para Rua do Beco: Otília Pinho Oliveira,
segue para a Rua Casal Novo, Rua Manuel Ferreira da Silva Brandão, Travessa do Rio Velho, Rua do Pinhal: Laurinda Pinho Costa;
volta para trás para o Vicente, Rua Padre António Rocha, Rua da Indústria, Rua do Mosteiro: Maria de Lurdes Dias Moreira;
segue para a Fundação. Sai da Fundação para a Rua do Picoto, Rua Dª Almira Brandão: Palmira Ferreira da Conceição;
Volta para trás, Rua do Mosteiro, Rua Atlético Clube de Cucujães: Adelaide da Silva Correia e Manuel Silva;
Rua do Couto, Rua da Pedreira, Rua do Mosteiro, Rua D. Crisótomo de Aguiar, Rua Padre José Manuel Soares Albergaria, Rua Jornal Quinzena de Cucujães, Rua Dr. João Francisco: José Fernandes e Maria Fernanda Duarte,
segue para a Rua Jornal Quinzena de Cucujães: Dalila Ribeiro;
segue para a Rua Dr. Ângelo da Fonseca: Beatriz Costa;
segue pela Pica para as Cavadas para a Rua António Soares da Silva: Silvina Martins de Almeida;
volta para trás pela Pica, Gandarinha para a Rua Maestro António Pinto Godinho: Luísa Conceição Silva;
vai pela Rua do Mosteiro para o Largo da Igreja: Lar de Santa Teresinha.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
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Se tiveres fotografias da Visita da Imagem Peregrina e se quiseres, podes adiciona-las neste site. Clica abaixo e vê! Obrigada!
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Acolhe e acompanha a Imagem Peregrina nos dias 11 e 12 de Abril
A tua presença é indispensável no acolhimento da Imagem Peregrina da Nossa Senhora de Fátima na nossa Vigararia.
- Dia 11, às 10.00 horas, no Largo de S. Lázaro em S. Martinho da Gândara,
- Dia 11, às 10.00 horas, no Largo de S. Lázaro em S. Martinho da Gândara,
- Na Procissão de Velas em S. João da Madeira, às 21.00 h, na Capela de Nossa Senhora dos Milagres nas ruas da cidade.
No final da Procissão a Imagem segue para a nossa Paróquia com acompanhamento até à Igreja, passando por Casaldelo, Rua do Mosteiro, Avenida João Pinto Bessa, Rua do Município, Cruzeiro e Largo da Igreja.
(Quem não puder ir a S. João da Madeira é convidado a estar presente no Largo da Igreja, pelas 23.30 horas para a receção da Imagem Peregrina)
- Velada Mariana Noturna diante da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima na Igreja Jubilar
Programa:
Entre as 23.00-24.00 horas do dia 11: Receção Paroquial da Imagem Peregrina, vida de S. João da Madeira, no Largo da Igreja; 24.00: Início da cerimónia de Boas Vindas;
1.00: Secretariado Paroquial da Juventude/Jovens;
2.00: Irmandades de Nª Sª do Rosário, SSmo Sacramento e Sta. Luzia;
3.00: Paróquia de Loureiro;
4.00: Paróquia de Madail e Santiago de Riba-Ul;
5.00: Paróquia de S. Martinho da Gândara;
6.00: Movimentos e Associações Católicas de Cucujães. Anima Apostolado da Oração;
7.00: Presença das Famílias e das Crianças, antes da ida para a escola;
8.00: Presença Paroquial geral, com despedida final da Paróquia;
8.30: Partida para a Vigararia de Vale de Cambra/Arouca, passando pela Margonça, S. Roque, Nogueira do Cravo, Cesar e Fajões.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Programa da Visita da Imagem Peregrina - Vigararia Oliveira de Azemeis/S João da Madeira
Dia 11 de abril : Receção, às 10.00 horas no Largo de S. Lázaro, em S. Martinho da Gândara.
10.20 h - Partida para La Salette passando por Madaíl (10.30), Loureiro - Largo de Nossa Senhora da Alumieira (10.45), Igreja de Ul (11.20), Travanca. Estrada Nacional nº1 (11.50), Oliveira de Azeméis
(12.00), La Salette (12.20). Presença no Santuário das 12.30 às 18.15 horas, com Visita das Paróquias de Oliveira de Azeméis (12.30-13.30); Pinheiro da Bemposta (13.30-14.30); Palmaz e Travanca (14.30-15.30); Macinhata da Seixa e Ossela (15.30- 16.30); Ul (16.30-17.30; Movimentos, Crianças e Jovens de Oliveira de Azeméis com a cerimónia de despedida (das 17.30 às 18.00).
Às 18.00 partida para a Senhora dos Milagres em S. João da Madeira, passando por Santiago (Senhor da Campa – 18.15), Igreja de Santiago (18.25) - Salgueiro (18.35) Manta (18.33) Gandarinha e Mártir (18.40) Faria de Baixo (18.41) - Rua de Nossa Senhora da Conceição (18.43) Capela de Nossa Senhora da Conceição (18. 44) Rua Padre José Andrade (18.45) Rua Dr. Ângelo da Fonseca (18.46) - Rua de Cucujães (18.46) - 8ª Avenida (18.49), Continente (18.50) -
Capela de Nossa Senhora dos Milagres (19.00).
Às 19.00 h - Presenças das Paróquias de S. João da Madeira (19.00-19.30); S. Roque e Fajões (19.30-20.00); Cesar e Pindelo (20.00-20.30); S. João da Madeira - Movimentos, Crianças e jovens.
Oração antes da Procissão de Velas. Organiza Paróquia de S. João da Madeira com a presença de representantes de todas a as Paróquias com os seus Pendões ou Bandeiras.
Pelas 23.20 h –No fim da Procissão das Velas, entrega da Imagem à Paróquia de Cucujães, indo para a Igreja Jubilar, passando pela Rua do Brasil (+ou- 23.00), Casaldelo (+ou– 23.10) – Estrada de Ovar/Rua do Mosteiro (+ou- 23.12), Avenida do Bessa (+ou– 23.15), Rua do Clube Desportivo (+ou– 23.20)
Cruzeiro (+ou– 23.22), Largo da Igreja (+ou- 23.25). Cerimónia de boas vindas à Paróquia de Cucujães.
Dia 12 de abril: Pelas 24.00 horas, na Igreja de Cucujães, Igreja Jubilar, início da VELADA DE ORAÇÃO MARIANA até às 8.00 h para todas as Paróquias,
em especial para as de Cucujães (24.00 às 03.00), Loureiro (3.00-4.00) Madaíl, e Santiago de Riba Ul (4.00-5.00) e S. Martinho da Gândara (5.00-6.00), Cucujães (6.00-8.30), com cerimónia de despedida. Partida da Imagem às 8.40 h para a sua entrega à Vigararia de Vale de Cambra /Arouca, passando palas Cavadas (8.45), Zona Industrial de Cucujães e Santiago (8.47) pela Margonça, (8.49) Capela de Nª Srª de Fátima (8.50) Igreja de S. Roque com breve paragem (8.55) Escola S. Roque (9.10), (com breve paragem), Nogueira do Cravo (9.20) (breve paragem na Igreja) Cesar – (9.30) (Largo da Feira- breve paragem- ) e Fajões (9. 40) e Largo de Nossa Senhora da Ribeira, com cerimónia de despedida da Vigararia de Oliveira de Azeméis/S. João da Madeira). AQUI, às 10.00, entrega à Vigararia de Vale de Cambra/Arouca.
domingo, 3 de abril de 2016
Imagem Peregrina
"A Imagem que visita a nossa Diocese do Porto foi feita segundo as indicações da Irmã Lúcia e coroada pelo Arcebispo de Évora, no dia 13 de maio de 1947.
Segundo o Santuário de Fátima, naquele preciso dia teve início a primeira viagem, partindo da ideia do Pároco de Berlim (Alemanha), cidade em ruínas por causa da II Guerra Mundial, que queria que “Fátima” visitasse as Capitais Europeias até chegar às portas da Rússia. “Depois de mais de meio século de peregrinação, em que a Imagem visitou 64 países dos vários Continentes, alguns deles por diversas vezes, a Reitoria do Santuário de Fátima entendeu que ela não deveria sair mais, a não ser por alguma circunstância extraordinária”.
A circunstância extraordinária é o Centenário das Aparições. A Imagem voltou a sair no dia 12 de maio de 2014, primeiro para uma visita às Comunidades Religiosas Contemplativas existentes em Portugal, agora para visitar as Dioceses, até ao dia 13 de maio de 2016.
(Neste mês de abril estará na Diocese do Porto e nos dias 11 e 12 em Cucujães).
(Neste mês de abril estará na Diocese do Porto e nos dias 11 e 12 em Cucujães).
Para dar resposta a pedidos provenientes de todo o mundo, foram, entretanto, feitas treze réplicas desta primeira Imagem Peregrina."
Ler mais
segunda-feira, 28 de março de 2016
domingo, 27 de março de 2016
sábado, 26 de março de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Programa da Semana Santa 2016 Paróquia de Cucujães
Dia 22 – Reunião das Equipas da Visita Pascal, às 21.00 horas, no Seminário (preparação espiritual).
Dia 23 – Visita aos Doentes dos Lugares do Picoto, Venda Nova e Vila Nova, às 9.30 horas.
– Às 21.00 horas: Reunião Geral dos Catequistas, no Salão de Nossa Senhora da Conceição.
TRÍDUO PASCAL
Dia 24 – Quinta-feira Santa: Celebração da Ceia do Senhor, às 21.00 horas, na Igreja, com o rito do Lava-Pés a Procissão Eucarística e a Adoração, até às 23.15 horas.
Dia 25 – Sexta-feira Santa. Dia de jejum e abstinência.
– Às 9.00 horas: Oração de Laudes, na Igreja.
– Às 15.00 horas: Celebração da Paixão do Senhor.
– Às 21.00 horas: Evocação da Morte e Enterro de Jesus (Procissão).
Dia 26 – Sábado Santo: Oração de Laudes, às 9.00 horas, na Igreja. – Às 21.30 horas: Solene Vigília Pascal, na Igreja.
Dia 27 – PÁSCOA DO SENHOR. Eucaristias nas Capelas, às 8.00 horas.
Na Igreja, às 8.00 e às 18.30 horas. Após a Eucaristia das 8.00 horas, na Igreja, envio das Equipas da Visita Pascal.
– Às 18.30 horas: Entrada solene das Equipas da Visita Pascal para a
Eucaristia Paroquial da Páscoa.
Dia 23 – Visita aos Doentes dos Lugares do Picoto, Venda Nova e Vila Nova, às 9.30 horas.
– Às 21.00 horas: Reunião Geral dos Catequistas, no Salão de Nossa Senhora da Conceição.
TRÍDUO PASCAL
Dia 24 – Quinta-feira Santa: Celebração da Ceia do Senhor, às 21.00 horas, na Igreja, com o rito do Lava-Pés a Procissão Eucarística e a Adoração, até às 23.15 horas.
Dia 25 – Sexta-feira Santa. Dia de jejum e abstinência.
– Às 9.00 horas: Oração de Laudes, na Igreja.
– Às 15.00 horas: Celebração da Paixão do Senhor.
– Às 21.00 horas: Evocação da Morte e Enterro de Jesus (Procissão).
Dia 26 – Sábado Santo: Oração de Laudes, às 9.00 horas, na Igreja. – Às 21.30 horas: Solene Vigília Pascal, na Igreja.
Dia 27 – PÁSCOA DO SENHOR. Eucaristias nas Capelas, às 8.00 horas.
Na Igreja, às 8.00 e às 18.30 horas. Após a Eucaristia das 8.00 horas, na Igreja, envio das Equipas da Visita Pascal.
– Às 18.30 horas: Entrada solene das Equipas da Visita Pascal para a
Eucaristia Paroquial da Páscoa.
sábado, 19 de março de 2016
quarta-feira, 16 de março de 2016
sábado, 12 de março de 2016
V Domingo da Quaresma - Portal dos Dehonianos
A liturgia de hoje fala-nos (outra vez) de um Deus que ama e cujo amor nos desafia a ultrapassar as nossas escravidões para chegar à vida nova, à ressurreição.
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos. Portal dos Dehonianos
A primeira leitura apresenta-nos o Deus libertador, que acompanha com solicitude e amor a caminhada do seu Povo para a liberdade. Esse “caminho” é o paradigma dessa outra libertação que Deus nos convida a fazer neste tempo de Quaresma e que nos levará à Terra Prometida onde corre a vida nova.
A segunda leitura é um desafio a libertar-nos do “lixo” que impede a descoberta do fundamental: a comunhão com Cristo, a identificação com Cristo, princípio da nossa ressurreição.
O Evangelho diz-nos que, na perspectiva de Deus, não são o castigo e a intolerância que resolvem o problema do mal e do pecado; só o amor e a misericórdia geram activamente vida e fazem nascer o homem novo. É esta lógica – a lógica de Deus – que somos convidados a assumir na nossa relação com os irmãos. Portal dos Dehonianos
sexta-feira, 11 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
"24 horas com Jesus" - Adoração ao Santíssimo Sacramento 24horas
“Deus Rico em Misericórdia” Dias 4 e 5 de março na Igreja Jubilar de Cucujães
Escala:
19 às 20 h.: Eucaristia, anima o canto Grupo Rainha da Paz – Comunidade Paroquial.
20 às 21 h.: Acólitos, João Silva – Todos os Acólitos e suas Famílias.
21 às 22 h.: Esmeralda, Paróquia de Loureiro (Leiga consagrada, Franciscana,
Hospitaleira da Imaculada Conceição) – Irmandades e suasFamílias
22 às 23 h.: Grupo de Jovens “O Trilho” de Nogueira do Cravo – Jovens e Leigos da Boa Nova, suas Famílias e Conferências Vicentinas.
23 às 24 h.: Padre Zé Manel, Missionário da Boa Nova, Pároco de Vilar do Paraíso – Pastoral Familiar, Casais de Nª Sª, de Santa Maria, Casais
de Convívios Fraternos e suas Famílias.
24 às 01 h.: David Rocha da Comunidade Redentorista – Comunidade Paroquial.
01 às 02 h.: CNE, orienta: Chefe Paula Alves – CNE e suas Famílias.
02 às 03 h.: Gaudete – Jovens do Gaudete e suas Famílias.
03 às 04 h.: JUAC – Jovens do JUAC e suas Famílias.
04 às 05 h.: JMV – Jovens do JMV e suas Famílias.
05 às 06 h.: Ministros da Comunhão, orienta a Alzira Pinho – Ministros Extraordinários da Comunhão.
06 às 07 h.: Oficinas de Oração e Vida, orienta Sandra Pereira – Elementos das Oficinas de Oração e Vida e suas Famílias.
07 às 08 h.: Apostolado de Oração, orienta a Maria do Carmo – Todos os Associados do Apostolado da Oração e suas Famílias.
08 às 09 h.: Oblatos de S. Bento – Equipas Litúrgicas, Comissões Zeladoras, Sacristães e suas Famílias.
09 às 10 h.: Padre Pedro Jamba (Missionário de Nª Sª La-Salette) – Irmãs de São Vicente de Paulo, Comunidades Neo-Catecumenais e suas Famílias.
10 às 11 h.: Padre Eusébio (Missionário de Nª Sª La-Salette) – Auxiliares das Missões, Lar Santa Teresinha, Comunidades Familiares e suas Famílias.
11 às 12 h.: Crismandos, Sacramento da Reconciliação e Adoração ao Santíssimo –Todos os Crismandos e suas Famílias.
12 às 13 h.: Leitores, orienta o Resende – Leitores e suas Famílias.
13 às 14 h.: Sara Emília da Paróquia de Madail – Toda a Catequese do 1º ano e suas Famílias.
14 às 15 h.: Jovens da Paróquia de Oliveira de Azeméis, orienta a Ana Cândida – Toda a Catequese do 5º e 6º anos, suas Famílias e Catequistas.
15 às 16 h.: Grupo de Jovens “GPS” da Paróquia de São Roque, orienta o Prof. Miguel Costa – Toda a Catequese do 7º, 8º, 9º anos, suas Famílias e Catequistas.
16 às 17 h.: Equipa Coordenadora da Catequese Familiar – Catequese Familiar, toda a Catequese do 2º, 3º, 4º anos, suas Famílias e Catequistas.
17 às 18 h.: Missionários da Boa Nova, orienta o Padre Luís Vieira – Todos os Grupos do Secretariado da Juventude, Crismandos, toda a Catequese do 10º ano, suas Famílias e Catequistas, Jovens da Vigararia de Oliveira de Azeméis e São João da Madeira.
18 às 19 h.: MISSA JOVEM - Secretariado da Juventude, Crismandos, Equipa Vicarial da Vigararia de Oliveira de Azeméis e São João da Madeira e toda a Comunidade Paroquial.
(A ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO será orientada pela(s) pessoa(s) mencionada(s) na lista. Pretende ser um encontro pessoa com Deus, proporcionando, a partir da Palavra de Deus, momentos de reflexão, silêncio, canto e Oração pessoal.)
quarta-feira, 2 de março de 2016
VII parte "A Missa Caminho de Amor"
Já refletiste na oração feita pelo Celebrante após "Glória a Deus"?
"O Celebrante convida: Oremos - todos se conservam em silêncio por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar de ‘coleta’, a qual a assembleia dá o seu assentimento com o ‘Amém’ final” (IGMR 32).
Dentro da oração da coleta podemos perceber os seguintes elementos: invocação, pedido e finalidade.
A oração coleta fecha a fase de «primeira atitude de contacto», em jeito de síntese. É o que significa alias o nome dessa oração da coleta, isto é, oração-recolha. Na coleta «recolhe-se».
Como?
Trata-se antes de mais de cada um na sua igreja unificar o seu coração para Deus e em Deus;
Porque, para progredir no caminho do diálogo e do amor, devemos ser levados à unidade no interior de nós mesmos.
Depois de nos termos conhecido mutuamente, vem o confronto ou o face a face.
(Recorda: Aproximamos-nos hesitantes de Deus no ritos iniciais, pedimos perdão, demos Glória a Deus, colocamos sobre o Altar a nossa vida na Oração da Coleta, agora vamos sentar, pois vamos ficar face a face com Deus que nos vai falar)
"É dar mais um passo na verdade. Deus dá-Se a conhecer na Bíblia e o homem(nós) escuta. (escutamos)
Depois o homem responde com respeito e temor, através do SALMO.
O homem não encontra, de facto, outra resposta satisfatória à Palavra de Deus senão esta palavra do próprio Deus.
Primeiro vem a leitura, depois a resposta. E este ritmo é retomado várias vezes
Normalmente, a liturgia dominical inclui três leituras:
- Primeira leitura, extraída do Antigo Testamento,
- Segunda leitura, dos Atos dos Apóstolos, do Apocalipse ou das cartas….
- O Evangelho Novo Testamento.
A Igreja (nós) responde:
- À primeira leitura, com um salmo,
- À segunda leitura, com o cântico de aclamação «Aleluia»;
- Ao Evangelho a homilia.
Durante as duas primeiras leituras está-se sentado, pode parecer, à primeira vista, uma atitude banal.
Mas não!
Sentar-se para ouvir já não é uma atitude muito habitual na nossa cultura.
Quantas pessoas dedicam ainda algum tempo a sentar-se para ouvir o outro?
Na relação do casal fala-se de um «dever de se sentar» um com o outro.
- Reservar algum tempo para se tornar vulnerável ao que o outro diz, deixá-lo exprimir-se.
O facto de se sentar é também um exercício na verdade"
IN: Revista mensagem 420
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
V Parte: "A Missa Caminho de Amor"
Lembras-te?
"-Pelo sinal da cruz diálogo de abertura ! A Paz do Senhor....
MAS LOGO DE SEGUIDA!
«Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores». Que palavra desencorajadora para quem acaba de entrar na igreja!
Estará bem situada nesta fase dos primeiros contactos, de exploração hesitante do terreno?
Sem dúvida. Primeiro, porque não está isolada; É logo seguida de uma palavra de perdão e misericórdia.
O objetivo é, aliás, preparar-nos «para celebrarmos dignamente os santos mistérios».
Neste momento é nos, assegurado que Deus não nos vai deixar muito tempo no nosso pecado:
- Descobre-nos logo o horizonte na celebração dos seus mistérios.
Há uma saída do túnel da culpa para a luz dos «santos mistérios». Além disso, é uma questão de verdade:
Porque é verdade que somos pecadores e que Deus é santo.
Um diálogo de amor, deve sempre partir da verdade.
Estar ancorado na verdade é a atitude fundamental de toda a vida cristã.
É por isso que a missa começa assim com o abrir do coração para confessar a culpa, pedir perdão e receber o perdão!
MAS
De repente, a atmosfera de penitência dá lugar a uma alegria exuberante, com «Glória a Deus».
Tudo parece sofrer uma reviravolta.
Recordemos que no final de todas as parábolas da misericórdia de Lucas, aparece este refrão:
«Haverá mais alegria no Céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento»
O «Glória» da missa faz as vezes de «canto de reconciliação». Ele celebra a aproximação entre o céu e a terra («nas alturas [...] na terra »), entre Deus e o homem («Glória a Deus [...] paz aos homens»).
O hino começa com o motivo da «complacência de Deus», do seu amor terno e da sua misericórdia para com todos os homens.
No centro, há o hino a Cristo-Redentor: «Vós, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós, que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica
[…] Só Vós sois o Santo […]»."
IN: Revista mensagem 420
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
IV Parte: "A Missa Caminho de Amor"
À sua maneira, dizem que não somos nós que decidimos reunir-nos.
É Outro quem nos chama.
Vamos à missa porque somos convidados .
Porque não fomos nós que amámos Deus — foi Ele que nos amou primeiro quando não fazíamos a menor ideia disso (cf. 1 Jo 4, 10).
A regra dos mosteiros estipula que «quando o sino toca, abandona-se tudo e vai-se...».
Para chegar a tempo?
Certamente.
Mas ainda mais para se exercitar várias vezes ao dia naquilo que constitui o cerne de qualquer vocação: «Deixando logo as redes, seguiram-n’O» (Mc 1, 18).
A missa começa pelo sinal da cruz:
todos juntos, fazemo-lo sobre todo o nosso corpo. Da cabeça ao coração e de um ombro ao outro.
todos juntos, fazemo-lo sobre todo o nosso corpo. Da cabeça ao coração e de um ombro ao outro.
É significativo que a missa começa assim, sob o sinal da cruz, e consagramo-nos ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Isto quer dizer que a nossa reunião eucarística não é uma reunião amigável qualquer; nem tem por objetivo recarregar as nossas baterias.
Significa antes de mais, receber, deixar-nos revestir de Cristo: «Toda a nossa glória está na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. N’Ele está a nossa salvação, vida e ressurreição. Por Ele fomos salvos e livres»
Assim, o céu entreabre-se e nós movemo-nos na alegria e na ternura do Batismo de Jesus: «Tu és o meu Filho muito amado». O que o Pai dizia então a Jesus, di-lo também a cada um de nós.
CELEBRANTE não é um animador vulgar, um animador mais ou menos competente e talentoso.
É CRISTO que Se cinge com a toalha para circular entre nós e para nos servir, como Jesus na Última Ceia.
Assim, o tom é dado logo a partir do início da celebração.
Pelo sinal da cruz diálogo de abertura
- Trata-se do diálogo de amor entre Deus e o homem, diálogo que se enceta lentamente, mas com toda a clareza: Deus vem até nós para nos elevar até Si."
domingo, 21 de fevereiro de 2016
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Portal dos Dehonianos (II Domingo da Quaresma)
As leituras deste domingo convidam-nos a reflectir sobre a nossa “transfiguração”, a nossa conversão à vida nova de Deus; nesse sentido, são-nos apresentadas algumas pistas.
Portal dos Dehonianos
A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo do crente. Com Abraão, somos convidados a “acreditar”, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.
A segunda leitura convida-nos a renunciar a essa atitude de orgulho, de auto-suficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos; a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o signo da cruz, isto é, do amor e da entrega da vida.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Filho amado do Pai, cujo êxodo (a morte na cruz) concretiza a nossa libertação. O projecto libertador de Deus em Jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em Homens Novos.
Portal dos Dehonianos
III Parte "Só se pode conhecer a Missa com o coração"
"O que torna a missa cativante deve ser procurado mais deste lado do altar, nomeadamente no nosso coração, mais do que do outro lado da própria liturgia.
Não se produz nada de especial nalgumas celebrações que, no entanto, são entusiasmantes, intensas, cheias de calor. Isto tem a ver não com a estrutura externa das cerimónias, mas com a estrutura interna
da assembleia reunida.
Se há coisa evidente na Bíblia é que Deus não Se apressa a vir: Ele não Se precipita nem faz tudo ao mesmo tempo.
O tempo é o aliado fiel de Deus. Deus faz-se desejar, alias, é característica de todos os tipos de amor servirem-se do tempo como aliado e pedagogo.
O mesmo se passa com a missa, que prossegue calmamente até ao seu apogeu.
Poderíamos muito bem imaginar a priori que muito simplesmente nos reuníamos, consagrávamos
imediatamente o pão e o vinho, íamos comungar e acabávamos com uma breve ação de graças.
Teríamos o essencial, não é verdade?
É claro que sim, mas a missa não é um self-service para gente apressada deste género.
A celebração eucarística é uma ascensão paciente para a união com Deus no amor.
No caminho para o cume há quatro etapas a transpor:
A primeira é a do primeiro encontro:
O homem apresenta-se cheio de hesitações diante de Deus, tomando consciência de quem é e de quem é Deus.
É a liturgia de abertura, uma aproximação hesitante, uma troca de confiança «cativa-me!», dizia a raposa ao Principezinho:«Posso ir para o pé de ti?».
Vem então o momento do confronto e do face a face.
Na liturgia da Palavra, Deus interpela o homem através da sua palavra: expõe as suas exigências e dá a conhecer as suas promessas.
Pede também uma resposta. E a Igreja dá-Lhe essa resposta no:
salmo e na oração universal.
O terceiro momento é o da conversa coração a coração, a oração eucarística.
Aqui já não se prega, já não se ensina; aqui já não há palavra nem resposta. Já não há senão a linguagem de amor da oração, do coração a coração.
Já não há meditação; aqui uma única coisa: encontrar boa conexão e manter-se em sintonia."
O último momento é o auge do encontro:
A comunhão, poderia intitular-se «boca a boca» ou mesmo «corpo a corpo».
Porque aqui tocamos no próprio Corpo do Senhor e Ele próprio toca no nosso: comemos o seu Corpo
A missa segue simplesmente o caminho do amor:
- conhecer-se;
- confrontar-se;
- falar coração a coração, «tornar-se uma só carne».
IN Revista Mensagem
A comunhão, poderia intitular-se «boca a boca» ou mesmo «corpo a corpo».
Porque aqui tocamos no próprio Corpo do Senhor e Ele próprio toca no nosso: comemos o seu Corpo
A missa segue simplesmente o caminho do amor:
- conhecer-se;
- confrontar-se;
- falar coração a coração, «tornar-se uma só carne».
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
II parte -"Só se pode percebe a Missa com o coração"
"A abordagem da missa pode fazer-se pela inteligência; podemos fazer perguntas intelectuais:
- Como se desenrola a missa?
- Qual é a missa?
- Qual é a sua origem?
- Que significam os ritos e os textos da missa?
Estas são perguntas que se referem ao «como» da missa e, são perfeitamente justificadas.
Todavia, mesmo se todas as perguntas deste tipo tivessem tido uma resposta concludente, isso não seria garantia de que se tivesse percebido a missa.
Só se pode perceber a missa com o coração isto é quando se começa a ficar afeiçoado a ela.
A parte do «como», há o «porquê» da missa.
A resposta aqui é ao mesmo tempo simples e difícil:
A missa existe porque Deus nos ama e, por conseguinte, quer habitar entre nós, e encontrar-nos no Seu Filho crucificado, morto e ressuscitado.
A Eucaristia é o mistério do amor de Deus por nós, o mistério da sua Aliança ultima e definitiva
Esta Aliança de amor (e de perdão) começou há muito tempo entre Deus e os homens.
Deus já tinha concluído desde logo uma aliança com Noé; mais tarde, com Abraão; depois, com Moisés no Sinai.
Mas continuamente o homem voltava aos seus compromissos terrenos e tornava-se infiel, mas sonhavam com uma aliança que já não fosse inscrita em tábuas de pedra, mas sim no coração, uma aliança que não pudesse ser quebrada.
Na Última Ceia, Jesus declara que essa Aliança indissolúvel está doravante presente no seu Sangue derramado na cruz.
É o que ouvimos em todas as missas na consagração do vinho. Podemos reunir um grande número de informações sobre a Eucaristia, dissecar toda a liturgia da missa, preparar celebrações soberbas, torná-las transparentes, atender aos pormenores mais ínfimos que, ainda assim a verdadeira compreensão da missa não viria automaticamente, porque é do domínio do coração:
- só se percebe a missa se se a amar."
IN Revista Mensagem
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
"Só se pode perceber a Missa com o coração"
"Só se pode perceber a missa com o coração, isto é, quando se começa a ficar afeiçoado a ela.» «O afeto é o sentimento forte e persistente que liga pela confiança reconhecida e retribuída.»
Ouvimos dizer muitas vezes – sobretudo aos jovens: «Eu ia à missa, mas não percebo grande coisa do que lá se passa, para não dizer que não percebo nada». e é muitas vezes a tradução exata de algo muito preciso.
Sabe-se pouco no que se refere à missa.
E não admira.
Pensemos nos discípulos de Emaús:
Não tinham todos os requisitos necessários para reconhecer Jesus na fração do pão?
A sua memória ainda estava fresca pela recordação de tudo o que tinha acontecido a Jesus na semana anterior; tinham toda a sua cultura judaica; mas, sobretudo, eram grandes a sua fé, a sua esperança, a sua caridade.
E, contudo, também eles precisaram de tempo para perceber; tiveram de fazer perguntas ao estranho que encontraram no caminho; escutaram, hesitaram, ofereceram a hospitalidade insistiram e, só no fim, reconheceram."
Vamos refletir e amanha continuamos....
IN Revista Mensagem
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Sacramento da Reconciliação na Igreja Jubilar

"Na próxima sexta-feira, dia 19, principia o serviço de atendimento/Confissões na nossa Igreja por dois Sacerdotes Párocos que seguirão a escala de serviço afixada nos cartazes. É hora de aproveitarmos esta presença, que se vai prolongar até novembro 2016. Todas as sextas-feiras.
Para nós, Paróquia de Cucujães e para todas as Paróquias da Vigararia.
ANO DA MISERICÓRDIA / ANO DE CONVERSÃO." (Folha Paroquial Espírito e Vida)
Clica na Paroquia de S João da Madeira abaixo e vê o agendamento na Igreja Jubilar
Paróquia São João da Madeira
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Hoje conheci o Pedro!
Hoje na Igreja...
Dei por mim a observar um casal com um menino bem pequeno, os três não paravam de sorrir meigamente, entre si!
Dei por mim a observar um casal com um menino bem pequeno, os três não paravam de sorrir meigamente, entre si!
Participavam na Eucaristia com grande alegria.
O menino imitava o pai nos gestos e nas atitudes.
Os pais cantavam o refrão dos cânticos olhando o menino que os acompanhava no canto e foi muito especial no Aleluia e no Santo.
Ficou atento durante a homilia e ajoelhou e elevou as mãos durante a Consagração.
Certamente estão a pensar e tu como participaste????
Eu dei graças a Deus!!!
Claro que não resisti e no final da Eucaristia fui conhecer o menino…
Com um olá!
Parabéns cantas muito bem e és muito alegre…
Ele disse-me que tinha 5 anos e que tinha aprendido uma coisa Nova, hoje na Missa….
E falou-me da Páscoa e de Jesus…
Parabéns queridos pais do Pedro!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Retiro para catequistas Vigararia Oliveira de Azeméis/S João da Madeira
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Cucujães celebra a Festa da Apresentação do Senhor
Inicia-se com a Bênção das Velas / Procissão de Entrada / Eucaristia da
Apresentação do Senhor no Templo. Intenção da Santa Missa inclui:
Mães e bebés nascidos em 2015 e janeiro de 2016.
Anima o canto o Grupo Coral “Cantate Domino” de Santa Luzia.
"Como toda a oferta implica renúncia, a Apresentação do Senhor é já o começo do mistério do sofrimento redentor de Jesus" Vamos unir-nos à oferta de Jesus nosso Salvador.
Lê mais: Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
sábado, 30 de janeiro de 2016
Faz a Leitura e depois entra no "espírito"...

QUEM TE MANDOU MEXER NO QUE ESTAVA QUIETO?
4º Domingo do Tempo Comum
(Lc 4, 21-30)
A cena continua. A sina também, mas esse assunto fica para depois. Jesus entrou em Nazaré “levado pelo Espírito”, assim conta o evangelista. Jesus saiu de Nazaré “levado pela multidão” para um cimeiro qualquer de onde se queriam ver livres dele. É terrível este mistério das nossas rejeições a quem nos anuncie uma Liberdade tão radical: queremos ver-nos livres, sim, mas dele!
A leitura tinha sido recortada - à medida da fé de Jesus e seguindo o tracejado finíssimo da sua Esperança - do rolo do Profeta Isaías. A Boa Notícia aos últimos, a liberdade aos oprimidos e a alforria aos cativos. A meio, os amargurados que são como cegos a quem é preciso salvar pelos olhos. O pregão final era poderoso: “e proclamar o Ano da Graça do Senhor”, o Jubileu, tempo novo de regressos e ajustes solidários entre todos, tempo de perdão das dívidas e devolução dos bens arrestados ao longo dos cinquenta anos anteriores.
Grande leitura, apesar das linhas poucas.
Depois, aquele silêncio, antes da homilia.
Jesus sentou-se.
Todos à espera, fixos nele, cotovelos pousados no parapeito dos olhos.
E Jesus falou:
“Hoje mesmo começa a cumprir-se esta passagem da escritura para aqueles que a ouvem”
Silêncio.
Brilhante! Este Jesus é brilhante.
Homilia fantástica numa frase só.
O evangelista faz eco:
“Todos testemunhavam a favor dele
e estavam admirados com as palavras cheias de graça que saiam da boca dele”.
Na mouche.
Alguém diga “assim seja”, por favor,
haja alguém que diga “assim seja” para que isto fique por aqui!
Ninguém disse.
Jesus pegou na palavra outra vez.
Era preciso virá-la, passá-la bem do outro lado, onde estava ainda tão crua.
A homilia continuou e foi buscar histórias e passadas que só são boas de ter no passado mesmo. Ninguém as quer para agora! Há gente que só é santa quando morre. Histórias também. E Jesus vai buscar o que estava sossegado… Que Elias foi Profeta virado para fora, como tem para contar aquela viúva estrangeira lá de Sarepta, e Eliseu também andou a fazer favores dados pelo Deus “dos judeus” a um tal Naamã que, como se não bastasse ser estrangeiro, era da Síria e general de um exército que já tantas vezes tinha feito mal a Israel.
Quando as cabeças começam a inclinar-se com esta homilia, Jesus mete-se na fila destes profetas. “Eu também não fui enviado para aqui, para a minha casa, a minha terra, os meus parentes, os meus amigos, o meu povoado.” Em Cafarnaum, sim. Aqui, não. Porque até Cafarnaum já é além. Mas aqui é só aqui. E eu já não sou daqui.
Os seus parentes não gostam, apanham-lhe raiva. A doçura do filho da terra tornou-se amargo de boca. Os parentes mais próximos, imagino, ali num canto, cheios de vergonha e preocupação. Não o conhecem. “Ele nunca mais foi o mesmo depois que conheceu aquele João!” A mãe, coitada, a tentar fazer ainda o que conseguiu doutras vezes, “guardar estas coisas no seu íntimo e dar-lhes voltas no coração”. Mas agora, adulto assim, a expor-se assim, não está fácil. “Ele também abusa”… Para quê esta cena?! Porquê esta sina?!
E Jesus passa pelo meio deles. Não se lhe conta uma palavra mais. Nem um gesto. “Jesus passou pelo meio deles e foi embora”. Até me dói o gume desta frase. Saiu assim. Com sombra a dar-lhe pela cintura. Não são horas felizes, estas. São horas assim, pronto.
Nunca mais se diz que tenha voltado a Nazaré. O mais provável é que não tenha voltado mesmo. Ali tão perto. Jesus andava na Galileia, percorria as cidades em redor, mas de Nazaré já nada mais se conta. Os irmãos dele aparecem alguma vez por Cafarnaum, para o irem buscar porque ele “perdeu a cabeça” e era preciso ter mão nele! Não tiveram. A mãe estava lá e voltou para casa. Aparece no fim, na Hora do “nós bem te avisámos”, na Hora do “foi para isto?”, na Hora do “esperavas outra coisa depois de tudo o que fizeste?” Na Hora em que aqueles que o tinham acompanhado nestas aventuras também já não estavam lá, tragicamente desaparecidos num naufrágio dramático que tinha acontecido na noite anterior no Jardim das Oliveiras.
E pensar que tudo se tinha evitado com um “assim seja” na hora certa…"
Plano B Padre Rui Santiago
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