Sábado dia 30 de Julho das 21h às 23h, no Cineteatro Caracas em Oliveira de Azeméis mais um fantástico musical da Escola de Musica Girassol "A Bela e o Monstro"
NÃO PERCAS a oportunidade!!!!
quarta-feira, 20 de julho de 2016
"Belo, belo, Jesus é belo."
Belo, belo, Jesus é belo. O cântico do pós- comunhão da eucaristia das XII Jornadas de Verão para catequistas
segunda-feira, 18 de julho de 2016
A arte de cultivar o amor
"Deus Santo,
Vós sois amor e chamais-nos a alimentar o amor, a fim de vos podermos conhecer melhor (1 Jo 4, 7-8).
No ser humano, o amor não é uma realidade espontânea, pois não nascemos capacitados para começar logo a amar. Na verdade precisamos de ser amados para ficarmos capacitados para amar. É o amor dos outros que nos capacita para Amar e comungar com Deus e os irmãos.
O amor é uma dinâmica de bem-querer que tem como origem a pessoa e como meta a comunhão.
Amar é eleger o outro como alvo do nosso bem-querer, aceitá-lo assim como é e agir de modo a facilitar a sua realização.
Senhor Jesus,
Tu deixaste-nos o amor como o teu único mandamento, dando-nos a garantia de que é pelo nosso jeito de amar que nós seremos reconhecidos como teus discípulos: “Dou-vos um mandamento novo: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Todos saberão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros” (Jo 13, 34-35).
Ajuda-nos, Espírito Santo, a cultivar a arte de alimentar o amor, a qual implica uma série de atitudes livres e conscientes:
*Amar implica estar presente nas horas difíceis, pois o amor edifica na cooperação e tende sempre para a comunhão.
*Amar é ajudar o outro a gostar de si, valorizando as suas realizações e empenhamentos, mesmo quando estes não correspondam aos nossos interesses.
*Amar é ajudar o outro a superar a solidão e ajudá-lo a suportar os fardos com que a vida, por vezes, nos carrega.
*Amar é facilitar o amadurecimento do outro, dando-lhe oportunidades para que se realize com pessoa livre, consciente e responsável.
*Quem ama não substitui, mas ajuda sem se sobrepor. O amor ajuda a pessoa a compreender que é melhor dar do que receber.
*Amar é ajudar o outro a descobrir sentidos para viver de modo empenhado e feliz.
*Amar é ser capaz de ficar calado quando se está magoado, esperando a oportunidade certa para dialogar com serenidade.
*Amar é acreditar no outro e não pretender que a minha opinião é a única que vale.
*Amar é saber calar-se quando sentirmos que a nossa conversa está a cansar o outro.
*Amar implica reconhecer as qualidades do outro e não girar apenas em volta dos seus defeitos.
*Amar é ser capaz de partilhar não só o que tenho, mas também o que sei e, sobretudo o que sou.
*Amar é entender que a disponibilidade para escutar, acolher e aceitar as diferenças do outro vale mais do que dar muitos presentes.
*Ama mais e melhor quem dá o primeiro passo no sentido da reconciliação.
*Amar é estar atento e verificar se o outro está precisando de mim. Não basta pensar: “quando quiser que venha ter comigo”.
*Ama mais quem se antecipa, a fim de ser dom para o outro. Jesus levou o amor até à sua expressão máxima: “Dar a vida pelos amigos”.
*O nosso amor será tanto mais perfeito quanto mais nos aproximarmos desta meta.
*O amor modela o nosso coração para a comunhão e capacita-nos para sabermos edificar a nossa casa sobre a rocha firme.
*O amor é a veste indispensável para podermos participar no banquete do Reino de Deus.
*O amor é uma dinâmica de bem-querer que tem como origem a pessoa e como meta a comunhão.
*O amor acontece sempre como dinâmica que gera liberdade e criatividade.
*O amor modela e capacita o coração para o dom e a gratuidade.
*O amor tenta sempre aceitar os defeitos do outro, apesar disto exigir renúncia e sacrifício.
*Sublinha as qualidades do outro e congratula-se com os seus sucessos.
*O amor não está sempre a exigir disponibilidade da parte dos outros, mas procura estar disponível quando estes precisam de si.
*Quando dá uma opinião ou aconselha alguém, a pessoa que ama procura comunicar sempre o melhor da sua experiência e do seu saber.
*A pessoa que ama rejubila com os sucessos do outro como se de sucessos próprios se tratasse.
*A pessoa egoísta, pelo contrário, tende sempre a encarar o sucesso do outro como um mal para si.
*O jeito de se dar da pessoa que ama é discreto, ao ponto de o outro nem se aperceber do sacrifício que, está a ser feito em seu favor.
*A pessoa que ama não se afasta do outro por causa dos seus fracassos.
*O amor capacita a pessoa que ama para uma doação cada vez mais plena e gratuita.
*Pelo modo gratuito e atento de se dar, a pessoa que ama é sempre a primeira a ser recordada nos momentos de sofrimento e dificuldades.
*A pessoa que ama evita magoar, mas não deixa de dizer a verdade pelo simples facto de que o outro pode não gostar.
*São Paulo menciona algumas das principais qualidades do amor eis o que ele diz:
“O amor é paciente e prestável. O amor não é invejoso, nem é arrogante ou orgulhoso.
O amor não procura o seu próprio interesse e nada faz de inconveniente.
O amor não guarda ressentimento, sem se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.
O amor tudo desculpa. Acredita sempre. Tudo suporta e tudo espera.
O Amor jamais passará” (1 Cor 4-8).
Glória a Vós, Trindade Santa, pois sonhaste-nos para a festa do amor que é a calda da Vida Eterna.
Aleluia!"
"NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA
Em Comunhão Convosco,
Calmeiro Matias"
IN Derrotar Montanhas
Vós sois amor e chamais-nos a alimentar o amor, a fim de vos podermos conhecer melhor (1 Jo 4, 7-8).
No ser humano, o amor não é uma realidade espontânea, pois não nascemos capacitados para começar logo a amar. Na verdade precisamos de ser amados para ficarmos capacitados para amar. É o amor dos outros que nos capacita para Amar e comungar com Deus e os irmãos.
O amor é uma dinâmica de bem-querer que tem como origem a pessoa e como meta a comunhão.
Amar é eleger o outro como alvo do nosso bem-querer, aceitá-lo assim como é e agir de modo a facilitar a sua realização.
Senhor Jesus,
Tu deixaste-nos o amor como o teu único mandamento, dando-nos a garantia de que é pelo nosso jeito de amar que nós seremos reconhecidos como teus discípulos: “Dou-vos um mandamento novo: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Todos saberão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros” (Jo 13, 34-35).
Ajuda-nos, Espírito Santo, a cultivar a arte de alimentar o amor, a qual implica uma série de atitudes livres e conscientes:
*Amar implica estar presente nas horas difíceis, pois o amor edifica na cooperação e tende sempre para a comunhão.
*Amar é ajudar o outro a gostar de si, valorizando as suas realizações e empenhamentos, mesmo quando estes não correspondam aos nossos interesses.
*Amar é ajudar o outro a superar a solidão e ajudá-lo a suportar os fardos com que a vida, por vezes, nos carrega.
*Amar é facilitar o amadurecimento do outro, dando-lhe oportunidades para que se realize com pessoa livre, consciente e responsável.
*Quem ama não substitui, mas ajuda sem se sobrepor. O amor ajuda a pessoa a compreender que é melhor dar do que receber.
*Amar é ajudar o outro a descobrir sentidos para viver de modo empenhado e feliz.
*Amar é ser capaz de ficar calado quando se está magoado, esperando a oportunidade certa para dialogar com serenidade.
*Amar é acreditar no outro e não pretender que a minha opinião é a única que vale.
*Amar é saber calar-se quando sentirmos que a nossa conversa está a cansar o outro.
*Amar implica reconhecer as qualidades do outro e não girar apenas em volta dos seus defeitos.
*Amar é ser capaz de partilhar não só o que tenho, mas também o que sei e, sobretudo o que sou.
*Amar é entender que a disponibilidade para escutar, acolher e aceitar as diferenças do outro vale mais do que dar muitos presentes.
*Ama mais e melhor quem dá o primeiro passo no sentido da reconciliação.
*Amar é estar atento e verificar se o outro está precisando de mim. Não basta pensar: “quando quiser que venha ter comigo”.
*Ama mais quem se antecipa, a fim de ser dom para o outro. Jesus levou o amor até à sua expressão máxima: “Dar a vida pelos amigos”.
*O nosso amor será tanto mais perfeito quanto mais nos aproximarmos desta meta.
*O amor modela o nosso coração para a comunhão e capacita-nos para sabermos edificar a nossa casa sobre a rocha firme.
*O amor é a veste indispensável para podermos participar no banquete do Reino de Deus.
*O amor é uma dinâmica de bem-querer que tem como origem a pessoa e como meta a comunhão.
*O amor acontece sempre como dinâmica que gera liberdade e criatividade.
*O amor modela e capacita o coração para o dom e a gratuidade.
*O amor tenta sempre aceitar os defeitos do outro, apesar disto exigir renúncia e sacrifício.
*Sublinha as qualidades do outro e congratula-se com os seus sucessos.
*O amor não está sempre a exigir disponibilidade da parte dos outros, mas procura estar disponível quando estes precisam de si.
*Quando dá uma opinião ou aconselha alguém, a pessoa que ama procura comunicar sempre o melhor da sua experiência e do seu saber.
*A pessoa que ama rejubila com os sucessos do outro como se de sucessos próprios se tratasse.
*A pessoa egoísta, pelo contrário, tende sempre a encarar o sucesso do outro como um mal para si.
*O jeito de se dar da pessoa que ama é discreto, ao ponto de o outro nem se aperceber do sacrifício que, está a ser feito em seu favor.
*A pessoa que ama não se afasta do outro por causa dos seus fracassos.
*O amor capacita a pessoa que ama para uma doação cada vez mais plena e gratuita.
*Pelo modo gratuito e atento de se dar, a pessoa que ama é sempre a primeira a ser recordada nos momentos de sofrimento e dificuldades.
*A pessoa que ama evita magoar, mas não deixa de dizer a verdade pelo simples facto de que o outro pode não gostar.
*São Paulo menciona algumas das principais qualidades do amor eis o que ele diz:
“O amor é paciente e prestável. O amor não é invejoso, nem é arrogante ou orgulhoso.
O amor não procura o seu próprio interesse e nada faz de inconveniente.
O amor não guarda ressentimento, sem se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.
O amor tudo desculpa. Acredita sempre. Tudo suporta e tudo espera.
O Amor jamais passará” (1 Cor 4-8).
Glória a Vós, Trindade Santa, pois sonhaste-nos para a festa do amor que é a calda da Vida Eterna.
Aleluia!"
"NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA
Em Comunhão Convosco,
Calmeiro Matias"
IN Derrotar Montanhas
domingo, 17 de julho de 2016
Jubileu dos Catequistas
"Em sintonia de fé, de missão e de tempo, os catequistas da Diocese do Porto terão a possibilidade de viver, em simultâneo, o seu Jubileu com os catequistas de todo o mundo reunidos em Roma.
Assim, no domingo, 25 de setembro de 2016, (...)em comunhão diocesana e com a Igreja universal celebrar-se-á o Jubileu dos Catequistas, na Diocese do Porto. Seremos mais de 14 mil catequistas, reunidos, em simultâneo, nas respetivas paróquias ou vigararias num encontro em rede, a partir de um mesmo itinerário, que permitirá a todos celebrarmos o Jubileu, ouvirmos a mensagem do Papa Francisco e do nosso Bispo Dom António Francisco dos Santos." SDECPorto
A nossa Vigararia Oliveira de Azeméis/S João da Madeira tem já marcado o seu Jubileu de Catequistas para está data (folha Paroquial)
O SDECPorto partilha material de apoio
sábado, 16 de julho de 2016
XVI Domingo TC - Portal dos Dehonianos
As leituras deste domingo 17-07-2016, convidam-nos a reflectir o tema da hospitalidade e do acolhimento.
Sugerem, sobretudo, que a existência cristã é o acolhimento de Deus e das suas propostas; e que a acção (ainda que em favor dos irmãos) tem de partir de um verdadeiro encontro com Jesus e da escuta da Palavra de Jesus.
É isso que permite encontrar o sentido da nossa acção e da nossa missão.

A primeira leitura propõe-nos a figura patriarcal de Abraão. Nessa figura apresenta-se o modelo do homem que está atento a quem passa, que partilha tudo o que tem com o irmão que se atravessa no seu caminho e que encontra no hóspede que entra na sua tenda a figura do próprio Deus. Sugere-se, em consequência, que Deus não pode deixar de recompensar quem assim procede.
No Evangelho, apresenta-se um outro quadro de hospitalidade e de acolhimento de Deus. Mas sugere-se que, para o cristão, acolher Deus na sua casa não é tanto embarcar num activismo desenfreado, mas sentar-se aos pés de Jesus, escutar as propostas que, n’Ele, o Pai nos faz e acolher a sua Palavra.
A segunda leitura apresenta-nos a figura de um apóstolo (Paulo), para quem Cristo, as suas palavras e as suas propostas são a referência fundamental, o universo à volta do qual se constrói toda a vida. Para Paulo, o que é necessário é “acolher Cristo” e construir toda a vida à volta dos seus valores. É isso que é preponderante na experiência cristã.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
"Tornar-se criança"
“Aumenta a porta, Pai,
porque não posso passar.
Fizeste-a para as crianças,
e eu cresci, para meu pesar.
Se não me aumentas a porta,
torna-me pequeno, por piedade.
Volta-me a aquela idade
em que viver era sonhar”. (1)
Salvar-se, segundo Jesus, é tornar-se progressivamente criança. Para a sabedoria do mundo, isto é algo completamente estranho porque estabelece uma inversão de valores e juízos. Na vida humana, segundo as ciências psicológicas, o segredo da maturidade (salvação) está em afastar-se progressivamente da unidade materna e de qualquer tipo de simbiose, até chegar a uma completa independência e se manter de pé sem nenhum apoio.
Em troca, no programa de Jesus, dentro de uma verdadeira inversão copernicana, a salvação consiste em se tornar cada vez mais dependente, a não se manter de pé, mas sim apoiado no Outro, a não agir por sua própria iniciativa, mas sim por iniciativa do Outro e avançar progressivamente até a uma identificação quase simbiótica, até – se conseguir – deixar de ser eu mesmo e ser um com Deus porque o amor é unificante e identificante; numa palavra, viver de sua vida e de seu espírito. Esta dependência, é claro, é a suprema liberdade, como logo se ver
“Permanecer criança é reconhecer seu próprio nada, esperar
tudo de Deus como uma criança espera tudo de seu pai; não se inquietar
por coisa alguma, não pretender fortuna…
Ser pequeno significa não atribuir a si mesmo as virtudes
que pratica, crendo-se capaz de algo, mas reconhecer
que Deus põe esse tesouro da virtude na mão da criança; mas
é sempre tesouro de Deus”. (2)
Nós estamos no centro mesmo da Revelação trazida por Jesus, a revelação do Deus Pai (Abbá). Somente se dará o Reino aos que confiam, aos que esperam, aos que se abandonam nas mãos fortes do Pai. Tudo-é-Graça. Pura Gratuidade. Tudo se recebe. Para receber, há que se abandonar. Só se abandonam os que se sentem “pouca coisa”. É necessário tornar-se pequenino, criança, “menor”.
Por si só a criança não é forte, nem virtuosa, nem segura. Mas é como o girassol que se abre ao sol todas as manhãs; de lá espera tudo, de lá recebe tudo: calor, luz, força, vida…
Tornar-se criança, viver a experiência do Abbá (querido Papai) não só na oração, mas, sobretudo, nas eventualidades da vida, vivendo confiadamente abandonados ao que disponha o Pai, e tudo isso parece coisa simples e fácil. Mas na realidade trata-se da transformação mais fantástica, de uma verdadeira revolução no velho castelo arruinado da autossuficiência, do egocentrismo e das loucuras de grandezas.
Mas, uma vez que nós nos abandonamos e nos colocamos na órbita de Deus, então se anulam todas as fronteiras e participamos da potência infinita do Pai amado, de sua eternidade e imensidade.
aqui
Extraído do livro “Mostra-me teu Rosto” de Frei Ignacio Larrañaga.
(1) Miguel de Unamuno
(2) Santa Teresita de Lisieux Obras Completas 1405
segunda-feira, 11 de julho de 2016
"A misericórdia é a gramática de Deus"
(...)
Padre José Tolentino Mendonça, in aqui
"Nós podemos acreditar que alguém é portador de Deus quando os seus gestos são de misericórdia, quando os seus gestos são de compaixão.
Por isso, uma Igreja, uma comunidade onde a severidade, a intransigência, o rigor se sobrepõem à misericórdia, à ternura, à compaixão é uma Igreja pouco credível, é uma comunidade que não testemunha o amor de Deus. Porque a misericórdia é a gramática de Deus, é a língua materna de Deus, é aquela que melhor explica Deus. Por isso, este Ano Santo da Misericórdia é também um desafio a aprendermos a misericórdia como linguagem comunicativa, como lugar onde Deus Se torna credível, onde Deus se pode tocar, sobretudo nos gestos de misericórdia, nesta atenção compassiva à dor e à fragilidade dos outros.
Por isso, uma Igreja, uma comunidade onde a severidade, a intransigência, o rigor se sobrepõem à misericórdia, à ternura, à compaixão é uma Igreja pouco credível, é uma comunidade que não testemunha o amor de Deus. Porque a misericórdia é a gramática de Deus, é a língua materna de Deus, é aquela que melhor explica Deus. Por isso, este Ano Santo da Misericórdia é também um desafio a aprendermos a misericórdia como linguagem comunicativa, como lugar onde Deus Se torna credível, onde Deus se pode tocar, sobretudo nos gestos de misericórdia, nesta atenção compassiva à dor e à fragilidade dos outros.
(...)
Nós podemos dizer: “ Mas nós não fazemos milagres. Nós encontramos tanta dor, tantas lágrimas e não temos capacidade de fazer aquilo que Jesus fez.” Não, o importante não é o milagre, o importante é afirmar a possibilidade da vida, é dizer que a coisa não está acabada, que podemos sempre fazer alguma coisa.(...) É dizer: “Olha, eu estou atento ao teu sofrimento. Não te posso dar aquilo que o teu coração pede mas posso fazer alguma coisa por ti.” E isto é a misericórdia, isto é a compaixão: sermos capazes de oferecer ao outro um sorriso, um lenço para enxugar as lágrimas, não as podemos calar mas podemos oferecer um lenço, podemos estar ali ao lado, podemos ouvir mais uma vez o sofrimento, podemos manter a fidelidade de uma pequena luzinha acesa, uma manifestação de presença. E isso é a misericórdia, e tantas vezes isso é o ponto de apoio para que o milagre aconteça, para que a transformação aconteça.
A misericórdia perfura os irremediáveis da história, a misericórdia nunca cruza os braços, nunca descorçoa, a misericórdia insiste junto do outro. A misericórdia é sempre mais frágil do que o sofrimento. O sofrimento é uma onda, é uma coisa que destrói tudo, é uma devastação, é uma transformação, é uma crise para a qual nós não temos capacidade de resposta. O sofrimento é isso tudo. A misericórdia é uma arte pequenina, é uma arte humilde, é uma arte frágil. A compaixão é o quase nada. Mas em tantos momentos da nossa vida nós dependemos dessa coisa pequenina que é a compaixão, que é a misericórdia, que é o amor, que é a amizade, que é a caridade de estar próximo, que é um alívio das dores só com um olhar, só com um pequeno gesto, só com uma palavra. Isso é alguma coisa que todos nós temos, essa capacidade em nós.
Por isso, o grande desafio, queridos irmãs e irmãos, é acreditarmos nisso. O Ano Santo da Misericórdia é também um desafio a acreditarmos na misericórdia, na humilde, na pequenina misericórdia, na ínfima compaixão de todos os dias – que, no fundo, é uma grande força capaz de transformar o mundo e capaz de colocar o Divino na fragilidade do nosso humano."
Padre José Tolentino Mendonça, in aqui
sábado, 9 de julho de 2016
15º DOMINGO DO TEMPO COMUM- Portal dos Dehonianos
A liturgia deste domingo 10 de julho, procura definir o caminho para encontrar a vida eterna.
É no amor a Deus e aos outros – dizem os textos que nos são propostos – que encontramos a vida em plenitude.
O Evangelho sugere que essa vida plena não está no cumprimento de determinados ritos, mas no amor (a Deus e aos irmãos). Como exemplo, apresenta-se a figura de um samaritano – um herege, um infiel, segundo os padrões judaicos, mas que é capaz de deixar tudo para estender a mão a um irmão caído na berma da estrada. “Vai e faz o mesmo” – diz Jesus a cada um dos que o querem seguir no caminho da vida plena.
A primeira leitura reflecte, sobretudo, sobre a questão do amor a Deus. Convida os crentes a fazer de Deus o centro da sua vida e a amá-lo de todo o coração. Como? Escutando a sua voz no íntimo do coração e percorrendo o caminho dos seus mandamentos.
Na segunda leitura, Paulo apresenta-nos um hino que propõe Cristo como a referência fundamental, como o centro à volta do qual se constrói a história e a vida de cada crente. O texto foge, um tanto, à temática geral das outras duas leituras; no entanto, a catequese sobre a centralidade de Cristo leva-nos a pensar na importância do que Ele nos diz no Evangelho de hoje.
Se Cristo é o centro a partir do qual tudo se constrói, convém escutá-l’O atentamente e fazer do amor a Deus e aos outros uma exigência fundamental da nossa caminhada.
Portal dos Dehonianos
sexta-feira, 8 de julho de 2016
"O tempo e o ser..."
Entramos na Livraria Paulus e como é normal nos adolescentes tudo é motivo de risinhos e cochichos….
Reparei que os cartões de mensagens e os pequenos livros da coleçao “Segredos para ser mais feliz” interessou-os bastante!
No final, alguns livrinhos foram comprados e trocavam-nos entre si e fazendo comentários em voz alta!
Já no autocarro sentei-me junto de uma menina que leu e releu o seu pequeno segredo… ou grande talvez….
Escolheu o segredo com o titulo “O tempo e o ser” de Maria Rosa Guerrini
A certa altura ela diz-me:
- Sabes catequista hoje descobri com este livro, como é importante dar valor ao tempo!
Quando eu era pequenina os meus pais brincavam muito comigo, apesar de terem pouco tempo livre, mas lembro-me tão bem quando andava na pré, dois dias na semana a minha mãe ia buscar-me e depois íamos a casa da minha avó, que tem quintal,.
Lembro-me que um dia descobri um espaço onde tinham semeado alguma coisa, pois a terra era fofa e facilmente a amassava com as minhas mãos!
Lembro-me que um dia descobri um espaço onde tinham semeado alguma coisa, pois a terra era fofa e facilmente a amassava com as minhas mãos!
Depois rebolei na terra fresca e húmida, cada vez rebolava mais pois ouvia o riso da minha mãe, que se ajoelhou para me ver melhor e eu, aproveitei para saltar-lhe para o colo, seguiu-se um bom banho de mangueira!!!
Não fazes ideia das lembranças lindas que eu tenho desse tempo...
Não fazes ideia das lembranças lindas que eu tenho desse tempo...
O meu pai ia buscar-me à quinta feira e levava-me ao parque, não fazes ideia as vezes que eu perguntava já é quinta feira? Já é quinta feira?
Silencio e continua:
- Depois veio a escola…; a natação…. ; a catequese …
Ao domingo íamos (e vamos), muitas vezes a casa da minha avó, mas não dava para me sujar, porque era dia de sair….de visitas....
Depois tive o meu 1º telemóvel…
O computador….
E perdi tanto tempo…nem sei muito bem como foi…
Lá em casa todos temos tarefas domésticas a realizar, mas eu fujo delas sempre que posso, digo a minha mãe: - porquê perder tempo a fazer a cama, se logo já a vou desfazer novamente? - Para quê dobrar a roupa de estendal se depois a vais passar a ferro?
Silencio e continua:
- E a verdade é que perco a oportunidade de fazer a coisa certa!
- Conheço as tentações de que fala o livro, não gosto delas e, quando me deixo tentar, fico triste…
O meu pai quando me vê triste e sem quer falar com ninguém diz:
- “a princesa hoje tem o coração pesado! (parece que ele adivinha!!!) Não te esqueças que estamos sempre aqui, se quiseres deixar a carga e abrir o coração!"
- “a princesa hoje tem o coração pesado! (parece que ele adivinha!!!) Não te esqueças que estamos sempre aqui, se quiseres deixar a carga e abrir o coração!"
segunda-feira, 4 de julho de 2016
"O Prazer de ... Servir"
Serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.
Onde haja uma árvore que plantar, planta-a tu;
Onde haja um erro que emendar, emenda-o tu;
Onde haja um esforço que todos evitam, aceita-o tu.
Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
Existe a alegria de ser são, e a alegria de ser justo,
Mas existe sobretudo, a formosa a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já estivesse feito,
Se não houvesse um roseiral que plantar, uma empresa que iniciar!
Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.
É tão belo fazer a tarefa a que outros se esquivam!
Mas não caias no erro de que só se conquistam méritos
Com os grandes trabalhos;
Adornar a mesa, arrumar os bancos, espanar o pó.
Aquele é o que critica, este é o que destrói;
Sê tu o que serve.
O serviço não é tarefa só de seres inferiores.
Deus, que dá o fruto e a luz, serve.
Poder-se-ia chamá-lo assim: Aquele que serve.
E Ele, que tem os olhos em nossas mãos, nos pergunta todo dia:
“Serviste hoje? A quem? À árvore, a teu amigo, à tua mãe?”
(Gabriela Mistral foi foi uma grande poetisa, além de educadora, diplomata e feminista chilena. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1945.)
Leia mais:
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Papa Francisco: 'Misericordia sem obras está morta'
"Francisco convidou os crentes a estarem atentos "para não cair na indiferença, pois a verdadeira misericórdia tem olhos para ver, ouvidos para escutar e mãos para ajudar aqueles que precisam, sobretudo os mais pequeninos com quem Jesus se quis identificar. Hoje, com o multiplicar-se de novas formas de pobreza material e espiritual, é preciso dar espaço à criatividade da caridade para ir ao encontro daqueles que precisam", sustentou." "Quem não vive para servir, não serve para viver", concluiu o Papa
Papa Francisco: 'Misericordia sem obras está morta': Na manhã desta quinta-feira o Papa Francisco esteve na Praça de São Pedro onde presidiu a mais uma audiência Jubilar por ocasião do Ano Santo da Misericórdia. Na sua catequese, e perante milhares de peregrinos, o Papa abordou as obras de misericórdia e questionou:
terça-feira, 28 de junho de 2016
10.ª edição do Dia Metropolitano dos Avós
Para inscrições: Oliveira de Azeméis – Avenida António José de Almeida, 297, 1º piso. Até 8 de julho ou até a lotação esgotar (Folha Paroquial Espírito e Vida)
"No próximo dia 26 de Julho, o Pavilhão das Travessas será palco da 10.ª edição do Dia Metropolitano dos Avós, um evento que irá trazer até S. João da Madeira cerca de seis mil pessoas.
O evento irá reunir na cidade cerca de seis mil avós de 16 municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP), à excepção de Matosinhos, que mais uma vez não irá participar.
A iniciativa, que há muito é reconhecida como um sucesso, já vai na sua 10.ª edição e é promovida pelos municípios da AMP, pretendendo, assim, promover as redes de solidariedade e de convívio daquela geração, celebrando a experiência de vida dos avós, que vão chegar até à cidade distribuídos por mais de 100 autocarros.(...)
Todos os anos, este dia é assinalado com uma grande festa onde avós, vindos dos quatro cantos da Área Metropolitana, partilham uma grande festa comunitária. Este ano, e segundo fonte da AMP, a “festa” terá como cabeça de cartaz Maria Lisboa, uma das artistas portuguesas que mais espectáculos faz dentro e fora de Portugal(...)
Dilma Nates, vereadora do Município, reconhece a importância do evento junto da população idosa e promete “uma tarde bem animada” em S. João da Madeira."
IN Jornal RegionalA iniciativa, que há muito é reconhecida como um sucesso, já vai na sua 10.ª edição e é promovida pelos municípios da AMP, pretendendo, assim, promover as redes de solidariedade e de convívio daquela geração, celebrando a experiência de vida dos avós, que vão chegar até à cidade distribuídos por mais de 100 autocarros.(...)
Todos os anos, este dia é assinalado com uma grande festa onde avós, vindos dos quatro cantos da Área Metropolitana, partilham uma grande festa comunitária. Este ano, e segundo fonte da AMP, a “festa” terá como cabeça de cartaz Maria Lisboa, uma das artistas portuguesas que mais espectáculos faz dentro e fora de Portugal(...)
Dilma Nates, vereadora do Município, reconhece a importância do evento junto da população idosa e promete “uma tarde bem animada” em S. João da Madeira."
domingo, 26 de junho de 2016
Catequistas e educadores - Jornadas de Verão - SDEC Porto
Queridos catequistas as XII JORNADAS DE VERÃO / VI MINIJORNADAS FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS E OUTROS EDUCADORES são já nos dias 16 e 17 de julho 2016, na Casa Diocesana de Vilar organizem-se e não fiquem em casa!
ficha de inscrição, clica e inscreve-te
Mais informações no SDEC Porto
Aqui tens o programa
“O catequista é pessoa da memória de Deus, se tem uma relação constante, vital com Ele e com o próximo; se é pessoa de fé, que confia verdadeiramente em Deus e põe n’Ele a sua segurança; se é pessoa de caridade, de amor, que vê a todos como irmãos; (…) se é pessoa gentil, capaz de compreensão e de misericórdia” Papa Francisco
ficha de inscrição, clica e inscreve-te
Mais informações no SDEC Porto
Aqui tens o programa
Nunca estás só!
Mais uma semana de trabalho se aproxima....
Mas nós sabemos que Ele caminha connosco! Como outrora com os discípulos de Emaús!
Fortalecidos com a Sua Palavra, que ilumina e aquece os nossos corações;
Alimentados com a Sua presença de amor no dom da Eucaristia, que guia os nossos passos!
Jesus vem ao nosso encontro, para dar Vida à nossa vida.
Com esta certeza nos nossos corações vamos anunciar a Boa Noticia!!!
Boa semana!
sábado, 25 de junho de 2016
Peregrinações Jubilares da nossa Paróquia
PARTICIPA:
Peregrinações Jubilares da nossa Paróquia, com a presença especial, na Eucaristia das 12.00 horas, na Igreja:
- Dia 3 de julho: Comunidade de Santa Luzia.
- Dia 25 de setembro: Comunidade do Mártir S. Sebastião.
- Dia 9 de outubro: Comunidade de Nossa Senhora da Conceição.
- Dia 22 de outubro: Comunidade da Eucaristia dos sábados, da Igreja.
- Dia 23 de outubro, às 8.00 horas: Comunidade dominical da Igreja que participa na Eucaristia das 8.00 horas. Às 10.00 horas: Comunidade dominical da Eucaristia das 10.00 horas, da Igreja. Às 12.00 horas: Comunidade dominical da Eucaristia das 12.00 horas, da Igreja, e também Irmandades e demais Associações da Igreja Paroquial.
Marca na tua agenda e não fiques em casa!!!!!!!!!
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Catequista já pensaste nisto?
“Educar na fé é como percorrer um caminho. Partimos de um lugar ou seja: das condições de vida e de fé dos nossos catequizandos e a partir daí, tentamos chegar a um destino e esse é sempre Jesus, “o caminho de Cristo «leva à vida»“
Mas precisamos conhecer o itinerário que nos é fornecido pelos objectivos propostos pelos catecismos e guias e ou aqueles que o grupo define de acordo com o Pároco e ou coordenação.
Para fazer o caminho, usamos determinadas estradas, que são as actividades e métodos que utilizamos ao longo do ano.
Avaliar é uma actividade de catequese (como qualquer outra, exp: acolhimento) que deveríamos usar com frequência, para saber onde estamos, em relação ao itinerário previsto e se precisamos de fazer correcções ou mesmo pedir ajuda. Pois quando reconhecemos que não há progressão, quando as dificuldades do caminho não nos deixam avançar, apesar da oração e dos nossos esforços, é indispensável (obrigatório) colocar o problema à coordenação e ao Pároco. Porque se continuo a avançar deixando os problemas acumulados dificilmente encontra o caminho, perco o rumo, criando uma falsa caminhada que pode deixar marcas graves.
Ao avaliarmos, temos de fazer perguntas sobre nós mesmos. Isso ajuda-nos a ver com mais lucidez o que andámos a fazer. Torna-se mais claro o que fazemos, se estamos a fazer bem, ou se estamos a fazer menos bem, ou mal.
Ao avaliarmos damos significado à catequese.
Aprendemos a interpretar a realidade e a prever os possíveis efeitos para preparar melhor o futuro. Ao avaliar, estamos a promover a criatividade, evitando repetir os mesmos erros.
Ao avaliarmos tentamos melhorar a catequese
. Cada avaliação tem como fim último ajudar os catequistas e os catequizandos a ficarem mais próximos do Evangelho.
O tempo da avaliação é um convite à conversão. É um estímulo a uma maior coerência evangélica.
(continua)
Novos horários na Paróquia de Cucujães
O tempo de férias está aí e os horários mudam, na Folha Paroquial encontras todas as informações, mas para quem é mais distraído aqui ficam alguns avisos:
Alteração do horário das Missas na Paróquia:
- No próximo domingo, dia 26 e em julho, agosto e setembro (até 11 inclusive)
A partir do mês de julho até ao 2º domingo de setembro (inclusive), não haverá a Eucaristia das 10.00, na Igreja nem a das 10.30 na Nª Sª da Conceição. Recomeçam em 18 de setembro.
- Em agosto o horário das Eucaristias na Paróquia será o seguinte:
sábados: 18.00, na Igreja e 19.15 na Nª Sª da Conceição.
Domingos: 8.00 – Mártir; 9.15 – Sta. Luzia; 9.30 – Sto. António e 12.00 na Igreja.
Às quartas-feiras, em agosto, também não haverá a Eucaristia das 19.00 na Capela de Nª Sª da Conceição. Na Igreja e Capelas, o normal.
Horário do Cartório Paroquial:
Em julho: terças e sextas-feiras, exceto dia 8, das 16.00 às 18.30 horas.
Em agosto: sextas-feiras, das 16.00 às 18.30 horas.
A nossa FOLHA PAROQUIAL “ESPÌRITO E VIDA” só volta a sair no dia 11 de setembro.
Alteração do horário das Missas na Paróquia:
- No próximo domingo, dia 26 e em julho, agosto e setembro (até 11 inclusive)
A partir do mês de julho até ao 2º domingo de setembro (inclusive), não haverá a Eucaristia das 10.00, na Igreja nem a das 10.30 na Nª Sª da Conceição. Recomeçam em 18 de setembro.
- Em agosto o horário das Eucaristias na Paróquia será o seguinte:
sábados: 18.00, na Igreja e 19.15 na Nª Sª da Conceição.
Domingos: 8.00 – Mártir; 9.15 – Sta. Luzia; 9.30 – Sto. António e 12.00 na Igreja.
Às quartas-feiras, em agosto, também não haverá a Eucaristia das 19.00 na Capela de Nª Sª da Conceição. Na Igreja e Capelas, o normal.
Horário do Cartório Paroquial:
Em julho: terças e sextas-feiras, exceto dia 8, das 16.00 às 18.30 horas.
Em agosto: sextas-feiras, das 16.00 às 18.30 horas.
A nossa FOLHA PAROQUIAL “ESPÌRITO E VIDA” só volta a sair no dia 11 de setembro.
sábado, 18 de junho de 2016
"A minha alma tem sede de Vós, meu Deus"
Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus.
Senhor, sois o meu Deus: desde a autora Vos procuro.
A minha alma tem sede de Vós.
Por Vós suspiro,
como terra árida, sequiosa, sem água.
Quero contemplar-Vos no santuário,
para ver o vosso poder e a vossa glória.
A vossa graça vale mais que a vida:
por isso os meus lábios hão-de cantar-Vos louvores.
Assim Vos bendirei toda a minha vida
e em vosso louvor levantarei as mãos.
Serei saciado com saborosos manjares
e com vozes de júbilo Vos louvarei.
Porque Vos tornastes o meu refúgio,
exulto à sombra das vossas asas.
Unido a Vós estou, Senhor,
a vossa mão me serve de amparo.
SALMO RESPONSORIAL – Salmo 62 (63)
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Flores variadas
Hoje, Senhor, vi, contemplei flores tão variadas:na cor, na forma, no tamanho.
reflexos da beleza divina,
dons da tua bondade providente,
sinais do teu amor.
E lembrei-me, Senhor, daquele santo,
que chorava ao contemplar uma flor:
ela falava-lhe tanto de Ti!...
Que eu saiba ver-Te
na beleza das flores.
Que elas me ajudem a dizer-Te
um obrigada por tanto amor.
Que eu aprenda com as flores
a louvar sem cessar.
Que eu, como as flores,
alegre os outros
e seja paz e harmonia.
Que eu Senhor, saiba semear
a vida dos outros com flores.
E, sobretudo, Senhor,
que eu não me fixe nos espinhos,
mesmo que doam e sejam grandes...
As flores são belas é quando basta.
Dário Pedroso (Firmes na Fé, pag 103, 104)
x
quinta-feira, 16 de junho de 2016
"Somos todos filhos de Deus!"
No início de uma conferência, um famoso orador mostrou uma nota de vinte euros, e perguntou:
— Quem deseja esta nota?
A maior parte da assembleia ergueu as mãos.
O conferencista amarrotou-a e voltou a perguntar, enquanto a exibia:
— Quem está ainda interessado nela?
A maior parte da assembleia voltou a erguer as mãos.
Então, deixou-a cair no chão e pisou-a violentamente. Depois, pegou nela, suja e amarrotada, e perguntou de novo:
— E agora? Ainda há alguém que a queira?
E mais uma vez as mãos se ergueram.
— Meus amigos — continuou o conferencista —, seja o que for que eu faça com esta nota, a maior parte das pessoas permanecerá interessada nela, porque, apesar do seu aspecto, não perde valor. Limpa ou suja, amarrotada ou não, valerá sempre vinte euros. Mas, como podem calcular, não vim aqui para vos falar de questões financeiras.
Acontece muitas vezes, na vida pessoal, que somos amarrotados, humilhados e conspurcados por decisões que tomamos ou por circunstâncias que não dependem da nossa vontade. Quando tal sucede, sentimo-nos profundamente desvalorizados ou mesmo insignificantes. Mas, aconteça o que acontecer, seja qual for a forma como nos sentimos, nunca perderemos objectivamente o nosso valor nem a nossa dignidade.
Quer estejamos sujos ou limpos, diminuídos ou inteiros, nada nos pode roubar o que verdadeiramente somos. É que o valor das nossas vidas não reside fundamentalmente no que fazemos ou sabemos, reside sobretudo no que somos.
E todos somos especiais, porque únicos e irrepetíveis. No meio das adversidades da vida, não nos esqueçamos disto! Somos todos filhos de Deus!
Autor desconhecido
"O ROSTO DA MISERICÓRDIA"
Nas parábolas dedicadas à misericórdia, Jesus revela a natureza de Deus como a de um Pai que nunca se dá por vencido enquanto não tiver absolvido o pecado e superado a recusa com compaixão e misericórdia:
– Parábola da ovelha extraviada
– da moeda perdida
– “Pai com os seus dois filhos”
Nestas parábolas, Deus é apresentado sempre cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. Nelas encontramos o núcleo do Evangelho e da nossa fé, porque a misericórdia é apresentada como a força que tudo vence, enche o coração de amor e consola com o perdão (9)
Jesus declara que a misericórdia não é apenas o agir do Pai, mas torna-se critério para identificar quem são os seus verdadeiros filhos… O perdão das ofensas torna-se a expressão mais evidente do amor misericordioso e, para os cristãos, é um imperativo de que não podemos prescindir. Como parece difícil, tantas vezes perdoar! E, no entanto, o perdão é o instrumento colocado nas nossas frágeis mãos para alcançar a serenidade do coração. Deixar de lado o ressentimento, a raiva, a violência e a vingança são condições necessárias para se viver feliz.
“a palavra de Jesus que colocou a misericórdia como ideal de vida e como critério de credibilidade para a nossa fé: “felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”. (9)
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Quarta feira XI Semana TC - Portal dos Dehonianos
Oratio
S. João evangelista, ensinai-me a contemplar a Cristo no acto supremo do seu amor quando, ao morrer na cruz, o Pai o vem arrebatar para O introduzir na sua glória.
Já largara tudo o que possuía. Mas, no momento derradeiro, ainda «entregou o espírito». Pouco depois, confirmou esse dom, deixando jorrar do Lado aberto sangue e água.
Se o espírito de Elias transformou Eliseu num profeta corajoso e realizador de prodígios, quanto mais o Espírito de Jesus Cristo me pode transformar também a mim. Ajuda-me, discípulo amado do Senhor, a fixar o meu olhar no Crucificado, particularmente no seu Lado aberto e no seu Coração trespassado, para que me torne, cada vez mais, profeta do amor e servidor da reconciliação. Amen.
Repete frequentemente e vive hoje a palavra:
«Se me vires quando for arrebatado, terás o que pedes» (2 Rs 2, 10).
Portal dos Dehonianos
terça-feira, 14 de junho de 2016
A preparação para o caminho é muito importante....
Confissões na Igreja na próxima sexta-feira, preparando a Peregrinação Missionária e o Jubileu da Misericórdia de Santa Luzia
Das 9.30 às 11.30 horas haverá Confissões, na Igreja para o Jubileu da Misericórdia da Comunidade de Santa Luzia e também para a ida a Fátima na Peregrinação Missionária. Aproveitem também os Familiares dos Pré-Adolescentes do 6º ano que farão a sua Profissão de Fé no dia 26. NÃO HÁ CONFISSÕES À NOITE.
Dias 18 e 19: Peregrinação Missionária a Fátima da Família Boa Nova
Como de costume os Missionários da Boa Nova promovem todos os anos a Peregrinação Missionária a Fátima. Da nossa Paróquia, desde a primeira Peregrinação em 9 e 10 de julho de 1965, sempre estiveram presentes muitas pessoas. Este ano vai acontecer o mesmo, não só em autocarros, mas, agora, especialmente em carros particulares. A estes pede-se que se dirijam à Editorial Missões e peçam o dístico identificativo da Peregrinação para lhes facilitar o estacionamento em Fátima e dizerem que pertencem à Peregrinação Missionária e não se esqueçam de levar o Guião, com o programa da Peregrinação. Devem também pedi-lo na Editorial Missões.
Alteração das Eucaristias no próximo fim de semana na Paróquia devido à Peregrinação Missionária a Fátima da Família Boa Nova
O Pároco vai celebrar, no sábado, a Santo António, às 16.00 horas; na Igreja, às 18.00 horas e na Nª Sª da Conceição, às 19.15 horas.
No domingo, celebra, às 8.00 horas no Mártir; às 9.15 em Santa Luzia; às 11.15 Batismos; às 12.00 na Igreja.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
"sobre Orlando, sobre Fobias e um texto do Evangelho"
"Ontem aconteceu Orlando de outra maneira. Ontem, não foi notícia o Disneyworld. Não quero abusar das palavras, mas não consigo seguir como se nada tivesse acontecido. Choca-me a brutidade daquela matança. Choca-me todo o tipo de estupidez, mas aquela que procura fundamentação religiosa ainda me escandaliza mais. Choca-me o extremismo islâmico e todos os outros tipos de extremismo religioso, coisa que os EUA conhecem tão bem e alimentam também tão ferozmente. A desumanidade é um enigma que não decifro inteiramente.
Depois da brutidade e da matança, vem a imbecilidade, em onda, como réplicas daquele primeiro impacto, vergonhosas réplicas de ódio e maldade. E isto, confesso, acho que ainda me fere mais. Porque explico melhor a brutidade de uma pessoa que faz aquilo do que as reacções de milhares de pessoas nas redes sociais que confirmam o terror e batem palmas. É como uma onda imbecil, igualmente desumana.
Para uns, o inimigo é o islão; para outros, o inimigo são os gays. Quando perceberemos que o inimigo, afinal, está dentro de nós, e é um monstro mesquinho e preconceituoso, que alimentamos com doses generosas de ignorância e medo?
Às vezes faz-nos falta saber donde vêm as palavras. Fobia vem do grego "fobos", que significa medo, pânico. Islamofobia, Homofobia, e qualquer outra fobia, é uma criação do medo. É uma cedência ao medo. E poucas coisas nos fazem ser mais terríveis e impiedosos do que o medo diante do desconhecido. É às escuras que desferimos os nossos golpes mais mortais. Quando estamos às cegas, brandimos as espadas e as lanças com um vigor tão desordenado que nos torna perigosamente mortais.
É de medo que falamos. Dos medos que nos habitam, das fobias que nos dominam e nos levam à impiedade. E, acima de tudo, dos monstros - também dentro de nós! - que estes medos alimentam e que acabam por fazer tanto mal.
E, como resposta de um crente em Deus, o Misericordioso, ao homem que fez a matança naquela discoteca, e a todos os que conseguem arranjar argumentos para aplaudir um pecado tão grave, partilho de novo uma reflexão que fiz para a homilia há umas semanas. Um apontamento sobre a homofobia, e o que Jesus disse sobre isso. Publiquei na página "Plano B" no facebook, mas volto a pôr aqui o texto, comentário ao texto evangélico em que um centurião romano manda pedir a Jesus que lhe cure um servo com quem ele vivia em intimidade (Lc 7, 1-10).
O homem era pagão. Não só pagão, mas romano. Não só romano, mas centurião. Está o cenário todo montado para que um Profeta lhe mande dar uma volta. Um chefe militar do império colonizador, e parece que tinha "um servo a quem estimava muito". Quer dizer, se vamos a traduzir mesmo o que está no original, a coisa em português fica assim: "que vivia na intimidade dele". A palavra grega que está traduzida por "estimava muito" é "entímos", origem do vocábulo "íntimo", em português.
Ou seja: mais esta!
Entendamo-nos, então. Segundo a cultura militar romana, era proibido um centurião ser casado. Ter mulher e filhos seria uma dificuldade para o cargo militar que ocupava. Entretanto, tinha-se tornado comum e bem aceite que os centuriões tivessem junto de si jovens rapazes, como seus servos, com quem partilhavam a intimidade. Não podemos avaliar estas coisas segundo critérios da nossa cultura actual, evidentemente. Este costume era bem aceite, estava encaixado na estrutura militar, e em nada se assemelhava a predação sexual ou pederastia. Tempos.
O que interessa aqui é percebermos quem é este centurião e o motivo pelo qual ele não quer que Jesus vá lá a casa. Se entre os romanos as relações homossexuais não levantavam nenhum problema moral, não era assim entre os judeus. A lei judaica era muito explícita na condenação à morte que mereciam todos os que fossem acusados de relações homossexuais. Era uma imoralidade gravíssima.
Se parecia que a descrição daquele homem, a olhos judaicos, não podia piorar, fomos apanhados de surpresa. Pagão. Colono. Chefe militar. E imoral.
Bem vindo ao admirável mundo de Jesus!
Alguma coisa teria de muito especial este homem, porque os próprios anciãos de Cafarnaum intercedem por ele. Ou era muito generoso e sensível, ou era um diplomata hábil. Construir sinagoga para os judeus podia ser as duas coisas: generosidade ou técnica de colonização. Todos os impérios usam prendas para amansar quem têm pela rédea. Percebes porque se chamam "prendas"?...
O que é certo é que intercedem por ele, e Jesus sabia quem era e do que se tratava. E não encontramos na sua boca uma palavra de condenação, nem uma recusa. É admirável contemplarmos, nestas passadas dos evangelhos, o que não está lá. O que Jesus não disse. O que Jesus não fez. O que lá não está diz-nos muito do que Jesus é e da maneira como se posiciona diante das pessoas.
Não só não o condena nem rejeita o seu recado, não só não o ignora nem vulgariza o seu sofrimento, como lhe dá um louvor. "Nunca vi tão grande fé, nem em Israel!" Jesus diz isto de um pagão, chefe militar dos colonizadores, que lhe mandou recado movido pelo amor que tinha àquele servo com quem vivia em intimidade. Nós que somos de vez em quando tão dados a homo e outras fobias, talvez precisássemos de conhecer os evangelhos um bocadinho melhor.
Já agora: o louvor da Fé. A mim toca-me profundamente o motivo pelo qual Jesus louva a Fé daquele estrangeiro. Porque ele, o estrangeiro, intuiu qualquer coisa fundamental, e Jesus gostou disso. A Fé é Obediência. É por isso que a Fé daquele centurião é grande e boa e louvável, porque ele entende a Fé como Obediência: um diz, o outro faz; um manda, o outro obedece.
É este carácter obediencial da Fé que nos falta tantas vezes! Perdemo-nos em devoções sem motivo nem porquê, deixamo-nos enganar facilmente por causa da ignorância da nossa Tradição e do desconhecimento das Escrituras, pensamos que a Fé se reduz a um sentimento ou a uma referência teórica a determinados valores universais, e foge-nos o essencial: ter Fé é Obedecer a Jesus Cristo.
Ele diz, a gente faz.
Ele faz, a gente imita.
Ele pede, a gente alegra-se.
Ele gosta, a gente deseja.
A sua paixão foi o Reino de Deus.
Ainda é.
Por outras palavras: que Deus mande!
Que a gente viva como Deus manda!
Manda quem pode. Obedece quem deve.
Foi há pouquinho, apenas três versículos antes, neste evangelho de Lucas, que Jesus desabafou uma das suas queixas mais profundas: "Porque é que vocês me andam sempre a chamar 'Senhor, Senhor', mas não fazem o que eu mando?!"
Grande era a Fé daquele homem. Foi isso que Jesus viu. Foi disso que Jesus falou. Foi com isso que Jesus se interessou.
Indje
Rui Santiago cssr - Derrotar Montanhas
domingo, 12 de junho de 2016
"Plano B" - “OLHA-M’ESTA!”
“OLHA-M’ESTA!”
11º Domingo do Tempo Comum
(Lc 7, 36-50)
Rui Santiago Cssr
11º Domingo do Tempo Comum
(Lc 7, 36-50)
"Esta cena do evangelho de Lucas mexe comigo há muito. Porque aquela mulher é toda uma teologia, sem dizer uma palavra que se ouça. Escreveu uma teologia inteira, belíssima, com a caligrafia dos seus gestos. O que interessa é arriscar tudo para se pôr ao alcance de Jesus. Entrar em conTacto com ele, tocá-lo, adorá-lo, beijá-lo, deixar-se atrair a ele. Pôr-se aos pés de Jesus, como fazem os discípulos. Ou, como diz o texto do evangelista na exactidão do grego, pôr-se “atrás dos pés de Jesus”. Porque é isto que conta: seguir o trilho, pôr-se atrás, seguir. Tudo é discipulado. Vida dedicada a ele e atraída a ele. Tudo aqui me encanta. Mexe comigo esta cena e esta mulher.
.
É a única que não está sentada à mesa! Dá que pensar… A luz desta cena entra pela brecha, pela quebra, pela falta. Uns versos antes, quando o evangelista acaba de contar o que passou lá em Naim, ouvimos dizer que “Deus anda a visitar o Seu Povo!” E agora visita a casa de Simão, o fariseu, assim, com o perfume daquela mulher e rosto de má vida. O lugar da Graça, nesta cena, acontece na vida da única pessoa que não está sentada à mesa.
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O fariseu é todo um “não”. Que pena. O que Jesus tem para lhe dizer, em cheio, é este vazio: “Tu não… tu não… tu não…” Ao contrário daquela mulher. Tanto mal foi perdoado pelo bem que foi feito. É por aqui que Jesus fala. Muito lhe foi perdoado pelo tanto que amou!
Alguém explique aos fariseus, daquele e deste tempo, que não há redenção em não fazer o mal, se não fizermos o bem. “É o amor que cobre a multidão dos pecados”, aparece no capítulo quarto da primeira carta de Pedro, no Novo Testamento, quando se fala em cuidado fraterno e hospitalidade.
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E deixei para o fim o sapo mias difícil de engolir, que é aquilo que Jesus pergunta a Simão: “Vês esta mulher?” O sapo está no ESTA. Porque ele estava lá às voltas com “este tipo de mulher” que, pelos vistos, conhece bem. O tipo. A espécie. Aquela raça de gente. Todas iguais, bem se sabe. O milagre que Jesus propõe é ver ESTA mulher. ESTA pessoa. A pessoa. Passar da fama dessas mulheres à história dESTA mulher, daquele género de mulheres a ESTA mulher concreta.
A pergunta que Jesus faz é um roteiro de conversão: ganhar um novo olhar, capaz de ver para lá do rótulo com que nos defendemos uns dos outros. Vês ESTA mulher?
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Mexe muito comigo tudo isto. Sinto-me tão feliz de cada vez que, através dos evangelhos, ouço dizer por onde Jesus anda e ao que anda! Intuo que posso ir atrás, espreitar, aprender, seguir, imitar. Quem sabe, um dia ainda me converto a ele de vez e me torno de verdade seu discípulo."
11 Domingo Tempo Comum - Portal dos Dehonianos
A liturgia deste domingo apresenta-nos um Deus de bondade e de misericórdia, que detesta o pecado, mas ama o pecador; por isso, Ele multiplica “a fundo perdido” a oferta da salvação. Da descoberta de um Deus assim, brota o amor e a vontade de vivermos uma vida nova, integrados na sua família.
A primeira leitura apresenta-nos, através da história do pecador David, um Deus que não pactua com o pecado; mas que também não abandona esse pecador que reconhece a sua falta e aceita o dom da misericórdia.
Na segunda leitura, Paulo garante-nos que a salvação é um dom gratuito que Deus oferece, não uma conquista humana. Para ter acesso a esse dom, não é fundamental cumprir ritos e viver na observância escrupulosa das leis; mas é preciso aderir a Jesus e identificar-se com o Cristo do amor e da entrega: é isso que conduz à vida plena.
O Evangelho coloca diante dos nossos olhos a figura de uma “mulher da cidade que era pecadora” e que vem chorar aos pés de Jesus. Lucas dá a entender que o amor da mulher resulta de haver experimentado a misericórdia de Deus. O dom gratuito do perdão gera amor e vida nova. Deus sabe isso; é por isso que age assim.
Portal dos Dehonianos
quinta-feira, 9 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
X Domingo do TC - Portal dos Dehonianos
Tema do 10º Domingo do Tempo Comum
A dimensão profética percorre a liturgia da Palavra deste domingo, em Elias, o profeta da esperança e da vida, em Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus, e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.
" A primeira leitura apresenta-nos a figura da mulher de Sarepta, que significa a perda da esperança e o sentimento de derrota e de procura de um culpado, e a figura do profeta Elias, que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte, ressuscitando o filho da viúva.
No Evangelho, temos a revelação de Deus expressa na atitude de piedade e compaixão de Jesus no milagre da ressurreição do filho da viúva. Deus visita o seu povo em Jesus, “um grande profeta”, realizando o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida e dando-lhe pleno sentido.
Na segunda leitura, acolhemos a absoluta gratuidade da conversão de Paulo, para quem o Evangelho é uma força vital e criadora, que produz o que anuncia; a sua força é Deus. É uma força vital, uma dinâmica profética que ele recebeu diretamente de Deus."
Clica abaixo e preparar a Eucaristia
. Portal dos Dehonianos
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Santuário de Nossa Senhora das Preces
O Sr. Padre Artur Bastos, no encerramento do mês de Maria falou-nos da peregrinação que fez ao Santuário da nossa Senhora das Preces e das Necessidades.
As grandes maravilhas de Santuários Marianos que o nosso país tem!!!
Aqui encontras um folheto informativo se quiseres saber mais e/ou ir até lá!
As grandes maravilhas de Santuários Marianos que o nosso país tem!!!
Aqui encontras um folheto informativo se quiseres saber mais e/ou ir até lá!
Papa: "Sacerdote é pastor, não inspetor do rebanho"
"No dia em que se celebra o Sagrado Coração de Jesus, o Papa iniciou sua homilia convidando a uma reflexão sobre o coração da vida, centro da pessoa e mais precisamente, dois corações: o Coração do Bom Pastor e o coração de pastores
.
(...)
Cristo ama e conhece as suas ovelhas, dá a vida por elas e nenhuma Lhe é desconhecida. E assim é também o sacerdote de Cristo: inclui e, quando tem que corrigir, é sempre para aproximar; não despreza ninguém, está pronto a sujar as mãos por todos.
Não espera os cumprimentos e elogios dos outros, mas é o primeiro a dar uma mão, rejeitando as murmurações, os juízos e os venenos. Com paciência, escuta os problemas e acompanha os passos das pessoas, concedendo o perdão divino com generosa compaixão.
Não repreende quem deixa ou perde a estrada, mas está sempre pronto a reintegrar e a recompor as contendas.
Alegrar-se
Deus está ‘cheio de alegria’: a sua alegria nasce do perdão, da vida que ressurge, do filho que respira novamente o ar de casa.
Esta é também a alegria do sacerdote, transformado pela misericórdia que dá gratuitamente. Na oração, experimenta a força do amor de Deus e permanece sereno interiormente."
IN Papa: "Sacerdote é pastor, não inspetor do rebanho"
"Paulo feito num 8"
“ É esta a vontade de Deus: a vossa Santificação”
PRIMEIRA CARTA DE PAULO AOS TESSALONICENSES 4, 1-8
Não é outra a vontade de Deus: que sejamos santos. O que é ser santo?
Ser santo é viver em si o milagre de dizer não ao mundano e viver em fidelidade a Deus, à imagem de Jesus. Este é sem dúvida o grande milagre a que todos os cristãos estão chamados, os de ontem e os de hoje. E para estas palavras bonitas não ficarem só no “ar”, Paulo provoca-nos com algumas instruções (é que isto é mesmo coisa de fazer, não de dizer):
- “Afastar da luxúria”, dos movimentos que escravizam o Homem e o desumanizam;
- “Cada qual saiba tratar a própria esposa” ou marido, com respeito, com amor, “sem se deixar levar pelas paixões”, tão fugazes e passageiras, frente ao amor que é “mais forte que a morte”;
Curioso que, para ser santo, as primeiras coisas a cuidar são as nossas relações com os outros. É isto que nos dá Corpo. E de um modo resumido Paulo diz-nos que “ninguém lese o seu irmão”. Não somos coisas de usar, somos vidas entrelaçadas. Não somos apenas carne, mas somos “templos do Espírito”. Somos criaturas de Deus, e é a Ele que desprezamos quando desprezamos a mais bela da sua criação: o ser humano.
Não, Deus não nos chamou para a impureza, mas sim para sermos sua imagem e semelhança, para sermos Santos. Para isso fomos criados, para isso existimos, para isso caminhamos! Uns com os outros. Uns nos outros!
Hugo CravoAQUI
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Festa Missionária da Boa Nova 2016
Próximo domingo, dia 5 de junhoFESTA MISSIONÁRIA, na Quinta do Seminário
Na Paróquia não há as Eucaristias:
- das 10.30 horas, na Nª Sª da Conceição;
- das 10.00 e a das 12.00 horas, na Igreja.
São substituídas pela Eucaristia Campal, às 11.00 horas, no Carvalhal da Quinta do Seminário, como nos anos anteriores.
De tarde haverá a Festa/Convívio de toda a Família Boa Nova (e não esquecer que a Paróquia de Cucujães pertence à Família!).
Participem! Compareçam!
(Folha Paroquial)
terça-feira, 31 de maio de 2016
Visitação da Virgem Santa Maria - Portal dos Dehonianos
"A Festa de Visitação começou a ser celebrada no século XIII, pelos Franciscanos. Bonifácio IX (1389-1384) introduziu-a no calendário universal da Igreja. Tradicionalmente celebrada a 2 de Julho, a festa foi antecipada pelo novo calendário para o dia 31 de Maio, ficando assim entre a Solenidade da Anunciação (25 de Março) e o Nascimento de João Batista (24 de Junho). Depois da Anunciação, Maria foi visitar a prima Isabel, partilhando com ela a alegria que experimentava perante as “maravilhas” n´Ela operadas pelo Senhor. Impele-a também a essa visita a sua caridade feita disponibilidade e discrição. Para Lucas, Maria é a verdadeira Arca da Aliança, a morada de Deus entre os homens. Isabel reconhece esse fato e reverencia-o. Toda a visitação de Maria é um acontecimento de Jesus."
Portal dos Dehonianos
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Quatro Paroquias Celebraram o Crisma em conjunto
A nossa Paróquia em conjunto com as Paroquias de Madail; S Martinho da Gandara; Santiago de Riba-Ul, prepararam a celebração do Sacramento da Confirmação que aconteceu no passado domingo dia 29 de maio de 2016 com a presença de 94 confirmados, sendo:
- Madail- 7 confirmados;
- Santiago de Riba-Ul - 9 confirmados;
- S Martinho da Gandara - 25 confirmados;
- S Martinho de Cucujães - 53 confirmados.
A celebração foi presidida pelo Senhor Bispo Auxiliar do Porto D. António Augusto, que foi acolhido pelo Párocos: Padre Artur Bastos,Paróquia de Cucujães; Padre Adelino Fernandes Simões, Paroquias de Madail e Santiago de Riba-Ul; Padre Domingos Gomes de Almeida, Paróquia de S Martinho da Gandara e todos os crismandos, padrinhos, famíliares e comunidade que quis associar-se a esta importante celebração, e de uma forma muito especial a Filarmónica Cucujanense que presenteou todos os presentes com a sua musica!
Nos claustros uma banda de jovens de Cucujães animaram o acolhimento dos crismandos e na saída da Eucaristia!.
A celebração decorreu com muita serenidade e alegria e como referiu a Sr. Bispo na homilia;
"Esta celebração é para todos vós (e para mim) um momento especial. O Sacramento da Confirmação que celebramos inserido na Eucaristia, marca uma etapa nova na vossa vida cristã. Ides completar o processo de iniciação cristã, recebendo o grande dom do Espírito Santo.(...)
A enorme riqueza deste dom Sagrado, aconselha a que a nossa atitude seja a do centurião do Evangelho “não mereço que entres na minha morada” Esta expressão que rezamos em cada Eucarístia, antes da comunhão, deve significar o nosso cume humildade diante da grandeza de Deus. Aquilo que recebemos de Deus é sempre expressão da Sua grande misericórdia e quando o recebemos façamo-lo sempre com gratidão, alegria e disponibilidade para que as Suas maravilhas aconteçam em nós, e por nós mesmos."
(...)
Que o vosso rosto de cristãos a partir de hoje confirmados na fé; crismados (ungidos) para a missão seja a do - rosto alegre de bem com a vida, conscientes de que levais o tesouro importante (o Espírito de Deus) para anunciar a alegria da fé aos outros. (...)
Que o Espírito santo vos renove, por vós renove o rosto da Igreja e a face da terra."
No final, D. António Augusto conviveu com os Crismados e seus familiares, no Salão do Seminário da Boa Nova e, com grande paciência, disponibilidade e alegria de se deixar à disposição para quem teve o gosto e a alegria de com ele se fotografar!
sexta-feira, 27 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
Solenidade da Santissima Trindade - Portal dos Dehonianos
A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.
A primeira leitura sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é “sabedoria” de Deus e o grande revelador do amor do Pai).
A segunda leitura convida-nos a contemplar o Deus que nos ama e que, por isso, nos
“justifica”, de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de
Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude.
O Evangelho convoca-nos, outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.
Portal dos Dehonianos
Um estilo de Vida
O Guião da Semana de Vida propõem para hoje sábado "um estilo de Vida"
"A espiritualidade cristã propõe uma forma alternativa de entender a qualidade de vida, encorajando um estilo de vida profético e contemplativo, capaz de gerar profunda alegria sem estar obcecado pelo consumo. …
A acumulação constante de possibilidades para consumir distrai o coração e impede de dar o devido apreço a cada coisa e a cada momento. (222).
A sobriedade, vivida livre e conscientemente, é libertadora. …
É possível necessitar de pouco e viver muito, sobretudo quando se é capaz de dar espaço a outros prazeres, encontrando satisfação nos encontros fraternos, no serviço, na frutificação dos próprios carismas, na música e na arte, no contacto com a natureza, na oração.
A felicidade exige saber limitar algumas necessidades que nos entorpecem, permanecendo assim disponíveis para as múltiplas possibilidades que a vida oferece. (223).
Sugestão - Em família e com todos os que nos rodeiam, exercitar a gratidão e o perdão, dizendo obrigado ou pedindo desculpa se algo não correu bem.
Recitação do Rosário - Mistérios Gozosos
"A espiritualidade cristã propõe uma forma alternativa de entender a qualidade de vida, encorajando um estilo de vida profético e contemplativo, capaz de gerar profunda alegria sem estar obcecado pelo consumo. …
A acumulação constante de possibilidades para consumir distrai o coração e impede de dar o devido apreço a cada coisa e a cada momento. (222).
A sobriedade, vivida livre e conscientemente, é libertadora. …
É possível necessitar de pouco e viver muito, sobretudo quando se é capaz de dar espaço a outros prazeres, encontrando satisfação nos encontros fraternos, no serviço, na frutificação dos próprios carismas, na música e na arte, no contacto com a natureza, na oração.
A felicidade exige saber limitar algumas necessidades que nos entorpecem, permanecendo assim disponíveis para as múltiplas possibilidades que a vida oferece. (223).
Sugestão - Em família e com todos os que nos rodeiam, exercitar a gratidão e o perdão, dizendo obrigado ou pedindo desculpa se algo não correu bem.
Recitação do Rosário - Mistérios Gozosos
sexta-feira, 20 de maio de 2016
"Educação para uma Ecologia Integral"
Nesta sexta-feira o Guião da Semana da Vida propõe "educação para uma ecologia integral pois:
"A consciência da gravidade da crise cultural e ecológica precisa de traduzir-se em novos hábitos. Muitos estão cientes de que não basta o progresso atual e a mera acumulação de objetos ou prazeres para dar sentido e alegria ao coração humano. …
Os jovens têm uma nova sensibilidade ecológica e um espírito generoso ... mas cresceram num contexto de altíssimo consumo e bem-estar que torna difícil a maturação doutros hábitos. Por isso, estamos perante um desafio educativo. (209).
A educação ambiental ... tende a incluir uma crítica dos «mitos» da modernidade baseados na razão instrumental (individualismo, progresso ilimitado, concorrência, consumismo, mercado sem regras) e tende também a recuperar os distintos níveis de equilíbrio ecológico: o interior consigo mesmo, o solidário com os outros, o natural com todos os seres vivos, o espiritual com Deus. (210) … não basta falar apenas da integridade dos ecossistemas; é preciso ter a coragem de falar da integridade da vida humana, da necessidade de incentivar e conjugar
todos os grandes valores. (224)."
todos os grandes valores. (224)."
Sugestão - Rezar em Família
"A Oração Cristã com a Criação" (Oração do Papa Francisco in Laudate Si)
"A Oração Cristã com a Criação" (Oração do Papa Francisco in Laudate Si)
Nós Vos louvamos, Pai, com todas as vossas criaturas, que saíram da vossa mão poderosa. São vossas e estão repletas da vossa presença e da vossa ternura.
Louvado sejais!
Filho de Deus, Jesus, por Vós foram criadas todas as coisas.
Fostes formado no seio materno de Maria, fizestes-Vos parte desta terra, e contemplastes este mundo com olhos humanos.
Hoje estais vivo em cada criatura com a vossa glória de ressuscitado.
Louvado sejais!
Espírito Santo, que, com a vossa luz, guiais este mundo para o amor do Pai e acompanhais o gemido da criação, Vós viveis também nos nossos corações a fim de nos impelir para o bem.
Louvado sejais!
Senhor Deus, Uno e Trino, comunidade estupenda de amor infinito, ensinai-nos a contemplar-Vos na beleza do universo, onde tudo nos fala de Vós.
Despertai o nosso louvor e a nossa gratidão por cada ser que criastes.
Dai-nos a graça de nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe.
Deus de amor, mostrai-nos o nosso lugar neste mundo como instrumentos do vosso carinho por todos os seres desta terra, porque nem um deles sequer é esquecido
por Vós.
por Vós.
Iluminai os donos do poder e do dinheiro para que não caiam no pecado da indiferença, amem o bem comum, promovam os fracos, e cuidem deste mundo que habitamos.
Os pobres e a terra estão bradando: Senhor, tomai-nos sob o vosso poder e a vossa luz, para proteger cada vida, para preparar um futuro melhor, para que venha o vosso Reino de justiça, paz, amor e beleza. Louvado sejais!
Ámen.
Ámen.
Depois da oração procura contemplar a natureza; uma flor, um pássaro, o céu, o mar, as estrelas… Da graças a Deus
Recitação do Rosário - Mistérios Dolorosos
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