sábado, 31 de dezembro de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O XLV DIA MUNDIAL DA PAZ


MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI PARA A CELEBRAÇÃO DO XLV DIA MUNDIAL DA PAZ QUE SE CELEBRA NO DIA 1 DE JANEIRO DE 2012


Com título:
EDUCAR OS JOVENS PARA A JUSTIÇA E A PAZ

Pode ler a mensagem toda AQUI, escolhemos o ponto 5 "Educar para a paz" para publicar e sugerir a leitura completa.

"5. « A paz não é só ausência de guerra, nem se limita a assegurar o equilíbrio das forças adversas. A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade ».[8] A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser activos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos. « Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9).

A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente " (...)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus 1 de Janeiro 2012



EVANGELHO – Lc 2,16-21

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém
e encontraram Maria, José
e o Menino deitado na manjedoura.
Quando O viram, começaram a contar
o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino.
E todos os que ouviam
admiravam-se do que os pastores diziam.
Maria conservava todas estas palavras,
meditando-as em seu coração.
Os pastores regressaram, glorificando e louvando a Deus
por tudo o que tinham ouvido e visto,
como lhes tinha sido anunciado.
Quando se completaram os oito dias
para o Menino ser circuncidado,
deram-Lhe o nome de Jesus,
indicado pelo Anjo,
antes de ter sido concebido no seio materno.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Palavra se fez Carne


Evangelho (Jo 1, 1-18) Forma longa

«O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós»

No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.
No princípio, Ele estava com Deus. Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito.
N’Ele estava a vida e a vida era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam.
Apareceu o homem enviado por Deus, chamado João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
O Verbo era a luz verdadeira, que vindo ao mundo, ilumina todo o homem.
Estava no mundo e o mundo, que foi feito por Ele, não O conheceu.
Veio para o que era seu e os seus não O receberam.
Mas, àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Nós vimos a glória, glória que Lhe vem do Pai como Filho Unigénito, cheio de graça e de verdade.
João dá testemunho d’Ele, exclamando: «Era deste que eu dizia: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque existia antes de mim’».
Na verdade, foi da sua plenitude que todos nós recebemos graça sobre graça. Porque, se a Lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.
A Deus, nunca ninguém O viu.
O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Celebração Natalicia

No sábado dia 17 de Dezembro, este grupo de crianças do 3º ano da catequese da Igreja, participaram numa sala do Seminário na Celebraçao Natalicia.
Os pais prepararam as Leituras do Evangelho de S. Lucas: Lc1,8-25; 26-38;39-51; 2,1-14;
e de S Mateus: Mat1,18-22.
As crianças dramatizaram as 5 Leituras, veja as fotos clicando aqui


Momentos...


Acolher com Maria


Evangelho (Lc 1, 26-38)

«Conceberás e darás à luz um Filho»

Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré a uma Virgem desposada como um homem chamado José.
O nome da Virgem era Maria.
Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo:
«Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo; bendita és tu entre as mulheres».
Esta ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela.
Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo.
O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu Pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim».
Maria disse ao Anjo:
«Como será isto, se eu não conheço homem?».
O Anjo respondeu-lhe:
«O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.
Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamam estéril; porque a Deus nada é impossível».
Maria disse então:
«Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Em tempos de tristeza...



“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”


Santa Teresa de Ávila

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Flores variadas

Hoje, Senhor, vi, contemplei
flores tão variadas:
na cor, na forma, no tamanho.

reflexos da beleza divina,
dons da tua bondade providente,
sinais do teu amor.

E lembrei-me, Senhor, daquele santo,
que chorava ao contemplar uma flor:
ela falava-lhe tanto de Ti!...

Que eu saiba ver-Te
na beleza das flores.
Que elas me ajudem a dizer-Te
um obrigada por tanto amor.
Que eu aprenda com as flores
a louvar sem cessar.
Que eu, como as flores,
alegre os outros
e seja paz e harmonia.
Que eu Senhor, saiba semear
a vida dos outros com flores.
E, sobretudo, Senhor,
que eu não me fixe nos espinhos,
mesmo que doam e sejam grandes...
As flores são belas é quando basta.

Dário Pedroso (Firmes na Fé, pag 103, 104)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Buscai a Luz de Jesus

3 Domingo de Adviento (Ciclo B)



Evangelho (Jo 1, 6-8. 19-28)

«No meio de vós está Alguém que não conheceis»

Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João.
Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele.
Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
Foi este o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram, de Jerusalém, sacerdotes e levitas, para lhe perguntarem:
«Quem és tu?»
Ele confessou a verdade e não negou; ele confessou: «Eu não sou o Messias».
Eles perguntaram-lhe: «Então, quem és tu? És Elias?»
«Não sou», respondeu ele. «És o Profeta?». Ele respondeu: «Não».
Disseram-lhe então: «Quem és tu? Para podermos dar uma resposta àqueles que nos enviaram, que dizes de ti mesmo?»
Ele declarou: «Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Endireitai o caminho do Senhor?, como disse o profeta Isaías».
Entre os enviados havia fariseus que lhe perguntaram: «Então, porque baptizas, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?»
João respondeu-lhes: «Eu baptizo com água, mas no meio de vós está Alguém que não conheceis: Aquele que vem depois de mim, a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias».
Tudo isto se passou em Betânia, além Jordão, onde João estava a baptizar.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dia da Nossa Senhora da Conceição

Desejo-vos um feliz dia da Imaculada Conceição!




Reza comigo:
Virgem Santíssima,
que fostes concebida sem o pecado original
e por isto merecestes o título
de Nossa Senhora da Imaculada Conceição
e por terdes evitado todos os outros pecados,
o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras:
"Ave Maria, cheia de graça";
nós vos pedimos que nos alcanceis
do vosso divino Filho o auxílio necessário
para vencermos as tentações
e evitarmos os pecados e,
já que vós chamamos de Mãe,
atendei-nos com carinho maternal
e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Camunidade cristã: Origem, Lugar, e Meta da Catequese

Conferência «A COMUNIDADE CRISTÃ: ORIGEM, LUGAR E META DA CATEQUESE», realizada no dia Arquidiocesano do Catequista pelo P.e Manuel Queirós, Diretor do Secretariado Diocesano de Educação Cristã de Vila Real
Este documento completo está publicado
DECB

Deixo-vos aqui, apenas uma parte, na expectativa que queiram conhecer mais e aconteça uma reflexão contagiosa que nos leve a "descobrir e reconhecer o «novo» que já está a operar no mundo e despertá-lo através de uma «presença» que lhe vem de Jesus Cristo."


"Algumas pistas para aprofundar

A Catequese actual, como nos disse Enzo Biemmi, no 50º aniversário dos Encontros de responsáveis da catequese, tem necessidade de três conversões. Passamos a citar:

a) Conversão missionária

Vivemos num país onde mais de 80% se consideram católicos e a prática cristã permanece relativamente elevada. As pessoas conhecem o cristianismo e a Igreja, talvez em demasia e mal. Mas não está garantido que a fé tenha tocado coração das pessoas. Aí está o sentido da expressão "toda a acção pastoral deve estar "irradiada" de primeiro anúncio". Por isso propõe chamar a este desafio "segundo anúncio", bem mais complicado que o primeiro, uma vez que se trata do confronto com toda uma série de visões destorcidas, de preconceitos, de resistências. É preciso ajudar a desaprender antes de ajudar a aprender.

b) Conversão iniciática

O Directório Geral da Catequese convida-nos a recuperar a inspiração do processo catecumenal e pôr em prática uma catequese que seja uma “verdadeira escola da fé". Este processo é qualificado pela "intensidade e integridade da formação; pelo seu carácter gradual, com etapas definidas; pela ligação aos ritos, símbolos e sinais, especialmente bíblicos e litúrgicos; pela referência constante à comunidade cristã..." (DGC91)). Trata-se de um verdadeiro "banho eclesial" na vida cristã. E qual a razão desta escolha? Muito simples. Num contexto social de cristandade a iniciação na fé dava-se nos ambientes da vida: a família, a escola, a aldeia. Nesse contexto e durante muitos séculos a catequese sofreu duas simplificações, duas reduções: foi reservada às crianças (embora nascida para os adultos) e tornou-se uma "catequese de boa preparação para os sacramentos", tendo sido uma catequese de iniciação à vida cristã. Ora, numa cultura de secularização, de globalização, de comunicação planetária, nem a família, nem a escola, nem a aldeia levam a cabo a iniciação sociológica à fé cristã. O contexto exige então uma conversão missionária da comunidade (primeira conversão) mas para que ela tenha lugar é necessário que a comunidade se torne, ela própria, um lugar iniciático, um meio portador da fé. Daí a segunda conversão da catequese: de uma catequese que prepara para bem receber os sacramentos a uma catequese que inicia na fé "pelos sacramentos" (a mudança é de envergadura!); de uma catequese reservada às crianças para uma que torne o adulto no sujeito e destinatário principal da catequese, mesmo no caso da catequese das crianças.

c) Conversão secular

Trata-se de reaprender a anunciar o Evangelho nas situações de vida das pessoas, nas passagens das suas vidas, em tudo o que as faz viver, sofrer, ter esperança: a experiência de se apaixonar, a paternidade e maternidade, o trabalho e a festa, a paixão pelas causas humanitárias ou sociais, toda a experiência de fragilidade, as rupturas familiares, as separações, os divórcios; os lutos, como a morte de um filho ou do companheiro; a doença, o sofrimento, a solidão; a velhice e a proximidade da morte. Há que anunciar um evangelho do amor, um evangelho da paternidade e da maternidade, um evangelho da paixão e da compaixão, um evangelho da fragilidade afectiva e física, um evangelho da ressurreição no coração de qualquer experiência de morte.

Trata-se de um verdadeiro êxodo para a comunidade cristã: uma passagem da linguagem, da organização e da proposta intra-eclesial a uma linguagem laica, a uma desorganização da nossa pastoral auto-referencial com vista a uma reorganização sobre os tempos e os ritmos da vida humana, a uma proposta da fé que toque as necessidades da vida das pessoas.

Acrescentamos ainda:

e) A conversão comunitária

A importância do grupo como lugar de catequese e das pequenas comunidades.

O grupo é importante do ponto de vista pedagógico: gera-se um processo que facilita a dinâmica educativa que motiva e ajuda a interiorizar os valores; tem pertinência eclesiológica - «Ibi tres, ecclesia est» - pois expressões como comunhão, responsabilidade e presença, tornam-se experiências vividas. Tem ainda pertinência catequética tornando-se referência na educação e maturação da fé, ambiente ideal para interiorizar atitudes. Aprende-se a dizer «creio» com os outros.

As pequenas comunidades podem ser «laboratórios», ecclesiola, onde se partilha fraternalmente, se estimula a criatividade, a busca em comum, facilitam a experiência da comunhão. Com algumas condições: estejam ligadas à comunidade alargada, permanecerem abertas e aceitem questionar-se permanentemente.

A insistência comunitária, exercitada com competência, é um salto qualitativo importante.

Permitirá uma nova compreensão da mensagem cristã e o diálogo fé-cultura.

Necessita de um novo tipo de catequista que seja acompanhante, animador. Trata-se de uma mudança substancial: não pode centrar-se em si mesmo (a sua personalidade, convicções, decisões, «culto da personalidade» …) mas nos outros e na caminhada em conjunto (acolhimento, abertura aos outros, facilita o caminho e o seguimento do Mestre…). Episódio bíblico sugestivo: Act 8 (Diácono Filipe e o eunuco).

Conclusão
Quando lemos o livro dos Actos dos Apóstolos notamos que existe um grupo que se reúne, cerca de 120 pessoas, com os Onze, e algumas mulheres, entre as quais Maria e os irmãos de Jesus (Act 1, 13-15). Reuniam-se nas casas e no templo (2,46). Estas testemunhas apoiam-se em três referências fundamentais: as Escrituras (1,20), o modo de ser e actuar de Jesus Cristo Nazareno (3,6) e uma força (dynamis) que é a força do Espírito Santo (1,8). É assim que a Igreja nasce. Não existe um programa previamente definido. Desenvolve-se ao ritmo dos acontecimentos pessoais e colectivos que vão surgindo, pela capacidade de os interpretar a partir do que lhes foi deixado pelo Ressuscitado e pela actuação consequente. A Igreja («assembleia») vai ganhando corpo e , assistida pelo Espírito Santo cresce como um edifício (9,31). À volta de 5 pilares:

Esta breve referência aos Actos dos Apóstolos ajuda-nos a perceber não apenas que a Igreja do 3º milénio terá necessariamente uma forma cultural específica, mas sobretudo que a igreja está continuamente a nascer e a crescer intrinsecamente ligada aos acontecimentos individuais e colectivos da vida humana. Aliás ela não existe para si mesma. A sua razão de ser é transmitir em nome e à maneira de Cristo a Boa Nova (Evangelho) sempre radical. Não o faz a partir do exterior, mas despertando o que está «adormecido» em toda as buscas de sentido da humanidade. Ou seja, existe um duplo trabalho: descobrir e reconhecer o «novo» que já está a operar no mundo e despertá-lo através de uma «presença» que lhe vem de Jesus Cristo.

A catequese, através duma iniciação cristã autêntica, função maternal da Igreja, há-de suscitar cristãos com esta mentalidade."
Manuel Queirós

sábado, 3 de dezembro de 2011

«Endireitai os caminhos do Senhor»

Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
Está escrito no profeta Isaías:
«Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, que preparará o teu caminho».

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tudo Passa, Tudo Páscoa!

Quando li o que o Padre Rui Santiago escreveu no seu blog "derrotar montanhas" acreditei que era para mim!...
Decidi partilhar contigo, talvez como eu, estejas a passar um dia difícil, mas vais entrega-lo a Deus, e Dar Graças - tudo Passa, tudo Páscoa !

"Nada é mais criativo que o Amor e nada é mais decisivo que o Perdão. Tudo Passa...

Quem acredita na Páscoa de Jesus como um movimento do Espírito que transfigura toda a realidade, tem que aprender a acreditar que tudo Passa, tudo pode ser transfigurado nessa Força Pascal que Deus exerce em Jesus de Nazaré e dele transborda com uma abundância inesgotável. Para quem não está tão habituado a estas palavras, Páscoa significa Passagem: tudo Passa, tudo Páscoa. As nossas experiências são sempre curtas, passageiras, semifusas na grande Sinfonia da Vida que nos precede e nos transcende infinitamente.

Na liturgia cristã, há um diálogo comunitário sempre repetido:
- Demos graças ao Senhor que é nosso Deus!
- É nosso dever, é nossa Salvação... e é.
Porque o Louvor nos livra da nossa pequenez, dinamiza-nos para a grandeza da Vida que só em Deus se explica verdadeiramente e só nele culmina. Existir fechado em si mesmo é condenar-se, é pôr-se fora do Mistério da Vida, do Movimento do Espírito, da Direcção Pascal de todas as coisas. Orar, Louvar, Bendizer e Dar Graças é uma possibilidade extraordinária de aprender a ser Livre. E amar simplesmente, abdicando do desejo egoísta de querer mudar os outros, é semente de milagres. Optar por calar esta mania que quase todos levamos dentro de cobrar aos outros o que eles deviam ser é um caminho de cura interior. Porque a doença que nos mata não costuma estar fora de nós. Assim como a Palavra que nos salva também não está nunca fora do nosso alcance, mas nos habita com uma Mestria vezes demais silenciada e uma Eficácia da qual vezes demais duvidamos. Ruah, Espírito Santo de tantos nomes, BemDita sejas pela Tua enamorada ternura. Amen.
"

derrotar montanhas

domingo, 27 de novembro de 2011

sábado, 26 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mensagem de Natal do D. Manuel Clemente

Mensagem de Natal D Manuel Clemente

domingo, 20 de novembro de 2011

DIA DE CRISTO REI



"Hoje é dia de Cristo Rei. E a pergunta óbvia é a que ponto ele tem reinado em nossas vidas? Será que, em tempos de tanto antropocentrismo, consumismos, e outros “ismos” queremos ainda um Rei governando sobre nossas vidas? Damos total atenção às palavras d'Ele? Não só no âmbito privado, mas também no público, estamos sendo o povo do Rei? Em meio a tantas divisões, ainda conseguimos sustentar que servimos ao mesmo Rei, e que seu reino não está dividido? Em um mundo em que falar de santidade saiu de moda, podemos dizer que Cristo realmente é o nosso Rei?"

sábado, 19 de novembro de 2011

Celebrações

Hoje às 10h na Igreja Paroquial de S. Martinho em Cucujães, mais de uma centena de crianças do 4º ano celebraram a Festa da Palavra.

A Bíblia é um livro que permanece sempre aberto, pois fala do eternamente presente” (J Green)


Clique AQUI e veja algumas fotos da Celebração da Palavra do 4º ano da Catequese de Cucujães (depois clique nas fotos que elas aumentam de tamanho)

De tarde as crianças do 3º ano da catequese do Centro da Igreja celebraram a Festa da Luz.

Clique AQUI e veja algumas fotos da Celebraçao da Luz do 3º ano da catequese Centro da Igreja

Foi na Festa da Palavra ...

Hoje quero dar-vos um beijo e dizer-vos o que disse Sta Teresa de Lisieux :

“ Abrindo o Evangelho já sei em que direcção devo correr

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

D. Manuel Clemente hoje em Cucujães

Hoje Dia 11: Dia Litúrgico de S. Martinho.


Celebração no Pavilhão da Escola EB 2-3 Ferreira da Silva às 19.00 horas(nos 25 anos da Escola),


Celebração presidida pelo Sr. Bispo do Porto, D. Manuel Clemente

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Concerto "Pedacinhos desse céu"

Hoje Concerto do Padre João Carlos Vaz "um pedacinho desse céu", as 21h na Igreja Paroquial de Cucujaes. APARECE

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Livro do Advento 2011 Versão Online

Conheça o LIVRO DO ADVENTO 2011 em versão digital, proposta pela Vigararia da Educação Cristã da Diocese de Aveiro
Um livrinho muito apelativo de fácil consulta pela forma como foi organizado.
Parabéns aos autores

livro advento_2011 Diocese Aveiro

sábado, 5 de novembro de 2011

Atentos a nós, atentos aos outros, atentos à vida!

Foto

A palavra cristã “vigilância” é a atitude inteligente de quem se está constante- mente convertendo ao bem, ao belo, ao justo, ao santo. Sem esta vigilância é impossível ser-se cristão; é impossível ser-se homem, ser-se mulher. Viver a fé,
na esperança e na caridade é estar vigilante

IN. FP

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Gestos e atitudes corporais Na Sagrada Liturgia

42. Os gestos e atitudes corporais, tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo, visam conseguir que toda a celebração brilhe pela beleza e nobre simplicidade, que se compreenda a significação verdadeira e plena das suas diversas partes e que se facilite a participação de todos[1]. Para isso deve atender-se ao que está definido pelas leis litúrgicas e pela tradição do Rito Romano, e ao que concorre para o bem comum espiritual do povo de Deus, mais do que à inclinação e arbítrio de cada um.

A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebração devem observar, é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos presentes[2].


43. Os fiéis estão de pé: desde o início do cântico de entrada, ou enquanto o sacerdote se encaminha para o altar, até à oração colecta, inclusive; durante o cântico do Aleluia que precede o Evangelho; durante a proclamação do Evangelho; durante a profissão de fé e a oração universal; e desde o invitatório “Orai, irmãos”, antes da oração sobre as oblatas, até ao fim da Missa, excepto nos momentos adiante indicados.

Estão sentados: durante as leituras que precedem o Evangelho e durante o salmo responsorial; durante a homilia e durante a preparação dos dons ao ofertório; e, se for oportuno, durante o silêncio sagrado depois da Comunhão.

Estão de joelhos durante a consagração, excepto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração.

Compete, todavia, às Conferências Episcopais, segundo as normas do direito, adaptar à mentalidade e tradições razoáveis dos povos os gestos e atitudes indicados no Ordinário da Missa[3]. Atenda-se, porém, a que estejam de acordo com o sentido e o carácter de cada uma das partes da celebração. Onde for costume que o povo permaneça de joelhos desde o fim da aclamação do Sanctus até ao fim da Oração eucarística, é bom que este se mantenha.

Para se conseguir a uniformidade nos gestos e atitudes do corpo na celebração, os fiéis devem obedecer às indicações que, no decurso da mesma, lhes forem dadas pelo diácono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote, de acordo com o que está estabelecido nos livros litúrgicos.

44. Entre os gestos contam-se também: as acções e as procissões do sacerdote ao dirigir-se para o altar com o diácono e os ministros; do diácono, antes da proclamação do Evangelho, ao levar o Evangeliário ou Livro dos evangelhos para o ambão; dos fiéis ao levarem os dons e ao aproximarem-se para a Comunhão. Convém que estas acções e procissões se realizem com decoro, enquanto se executam os cânticos respectivos, segundo as normas estabelecidas para cada caso.

[1] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 34; cf. também Ibidem, 21.

[2] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 30.

[3] Cf. Ibidem, 40; Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, Instr. Varietates legitimae, 25 de Janeiro 1994, 41: AAS 87 (1995) 304.



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Todos os santos: Celebrar da vida! Halloween: Celebrar a morte!

Acabei de ler esta postagem nos "Jovens e Missão" não resisti em partilha-lo convosco!

"Europa trocou crucifixos por abóboras!"

O Cardeal Tarcisio Bertone lamentou que a Europa do terceiro milénio troque os seus “símbolos mais queridos” pelas “abóboras” do Halloween. O Secretário de Estado do Vaticano comentava assim, em 2009, a decisão do Tribunal Europeu de Direitos do Homem, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos e como contrária ao direito dos pais em educarem os filhos segundo as suas convicções.

Claro que, subjacente à expansão do Halloween, está o tentar ofuscar a celebração de “Todos os Santos”: o ofuscar da Luz, da Vida, da Ressurreição, de Deus! Celebrar o Halloween é celebrar a morte; Celebrar Todos os Santos é celebrar a Vida!

A Conferência Episcopal da França, já em 2003, publicou um comunicado para explicar o sentido da festa de "Todos os Santos" e do "Dia dos fiéis Defuntos".
Com a Festa de 1 de Novembro, dia de “Todos os Santos”, a Igreja deseja «honrar os santos “anónimos”, muito mais numerosos que os canonizados pela Igreja, que com frequência viveram na discrição ao serviço de Deus e de seus contemporâneos”, recorda o texto. Neste sentido, a Festa de "Todos os Santos" é a festa de «todos os baptizados, pois cada um está chamado por Deus à santidade». Constitui, portanto, um convite a «experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas».

A 2 de Novembro, é dia de oração pelos defuntos. A ideia é convocar uma jornada especial de oração pelos falecidos, continuação de "Todos os Santos",e surgiu no século X: "A 1 de Novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos; no dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram», afirma o documento.

Deste modo, a Igreja quer dar a entender que «a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado»". Isto explica as flores com que nestes dias se adornam os túmulos, «sinal de vida e de esperança», concluem os prelados.

E o Halloween? A festa de «Halloween» chegou dos Estados Unidos da América, assinalando-se a 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos povos Celtas, que habitava a Grã-Bretanha há mais de 2000 anos. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Então, os Celtas costumavam vestir-se com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas e outros povos da Ilha e a Igreja Católica transformou este ritual pagão numa festa religiosa, passando a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado honrava os santos.

A tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o "Dia de Todos os Santos", os não cristtãos celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”; abreviando-se, veio o Halloween.

Nós, cristãos, celebremos a Vida e não a Morte. Não nos deixemos enganar e seduzir pela cultura da morte.

sábado, 29 de outubro de 2011

"Não busquem no alto Aquele que está nos mais pequenos"

Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo. Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Caminhada do Advento 2011 Diocese de Aveiro

OBRIGADA PARÓQUIA DO BARRO POR PARTILHAR A CAMINHADA DA VOSSA DIOCESE tomamos a liberdade de a publicar aqui
Caminhada Advento Natal 2011 Diocese de Aveiro

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Plano de Acção SDEC 2011-2012

AQUI
Plano acção SDEC 2011 12


sábado, 22 de outubro de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

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"O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).
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A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os baptizados, os quais são «raça eleita... nação santa, povo adquirido» (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.

Estão envolvidas também todas as suas actividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas actividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada baptizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e reflectirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja."
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domingo, 9 de outubro de 2011

Catequese: Modelo baseado na família «realça importância da relação pessoal»

Lisboa, 08 out 2011 (Ecclesia) – Cerca de 800 catequistas de todo o país estão a acompanhar, em regime presencial ou através da Internet, as Jornadas Nacionais de Catequese, que decorrem até este domingo em Fátima, na Igreja da Santíssima Trindade.

De acordo com o site oficial do Secretariado Nacional da Educação Cristã, o primeiro dia do evento, esta sexta-feira, foi dedicado à apresentação do novo modelo de catequese, baseado na família.

Na conferência de abertura, o padre Vasco da Cruz Gonçalves explicou que este "novo modelo realça a importância da relação interpessoal”, numa altura em que há “uma grande sensação de ineficácia do processo de iniciação cristã”.

“Tradicionalmente e apesar das limitações de métodos e conteúdos, a catequese tinha um contexto, garantido pela família, pela comunidade, pela escola e também pelo próprio ambiente envolvente”, explicou o sacerdote.

“Hoje a descontextualização da catequese é, sem dúvida, um problema central e simultaneamente um desafio”, continuou.

Centrar a atenção nos adultos e sobretudo nas famílias é o caminho a seguir, para o atual vigário episcopal para a Doutrina da Fé e Catequese de Viana do Castelo.

“Não significa abandonar as crianças e adolescentes” mas sim entender que “o sujeito da catequese deixa de ser o catequista e passa a ser a comunidade”, concluiu o padre Vasco da Cruz Gonçalves.

As Jornadas Nacionais de Catequese têm este ano como tema “A Catequese e a Família”.

Catequese: Modelo baseado na família «realça importância da relação pessoal»

sábado, 10 de setembro de 2011

«Não te digo que perdoes até sete vezes,mas até setenta vezes sete»


A Palavra de Deus que a liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum nos propõe fala do perdão.

Apresenta-nos um Deus que ama sem cálculos, sem limites e sem medida; e convida-nos a assumir uma atitude semelhante para com os irmãos que, dia a dia, caminham ao nosso lado.

O Evangelho fala-nos de um Deus cheio de bondade e de misericórdia que derrama sobre os seus filhos – de forma total, ilimitada e absoluta – o seu perdão. Os crentes são convidados a descobrir a lógica de Deus e a deixarem que a mesma lógica de perdão e de misericórdia sem limites e sem medida marque a sua relação com os irmãos.

A primeira leitura deixa claro que a ira e o rancor são sentimentos maus, que não convêm à felicidade e à realização do homem. Mostra como é ilógico esperar o perdão de Deus e recusar-se a perdoar ao irmão; e avisa que a nossa vida nesta terra não pode ser estragada com sentimentos, que só geram infelicidade e sofrimento.

Na segunda leitura Paulo sugere aos cristãos de Roma que a comunidade cristã tem de ser o lugar do amor, do respeito pelo outro, da aceitação das diferenças, do perdão. Ninguém deve desprezar, julgar ou condenar os irmãos que têm perspectivas diferentes. Os seguidores de Jesus devem ter presente que há algo de fundamental que os une a todos: Jesus Cristo, o Senhor. Tudo o resto não tem grande importância.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ai está novamente a FOLHA PAROQUIAL!

Folha Paroquial 11 setembro

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Santa Maria Mãe de Deus, ensina-nos o silêncio

Santa Maria, Mãe de Deus, Tu que guardavas e ponderavas tudo no interior do Teu coração, ensina-nos esse profundo, esse íntimo silêncio que marcou toda a Tua vida.

O silêncio da Anunciação, de fé, missão e obediência;
O silêncio da Visitação, de humildade, serviço e louvor;
O silêncio de Belém, do nascimento, incarnação e maravilha;
O silêncio da fuga para o Egipto, de perseverança, esperança e confiança;
O silêncio do Calvário, de coragem, morte e abandono;
O silêncio da Páscoa, de ressurreição, júbilo e glória;
O silêncio da Ascensão, de fidelidade, transformação e renovação;
O silêncio do Pentecostes, de paz, poder e amor.

Maria, na Tua sabedoria, ensina-nos esse silêncio:
• que nos permite ouvir o pequenino, também ele voz de Deus;
• que nos impele a só a Deus adorar, em espírito e em verdade;
• que nos fortalece o conhecimento do nada que somos e nos faz exultar no nosso Salvador;
• que nos liberta numa eterna adoração ao Deus que é Amor Infinito.

Santa Maria, Mãe de Deus, intercede por nós agora e sempre, para que nós possamos entrar nesse Teu silêncio que nos une a Jesus, Teu Filho, no mistério do Seu silêncio perante o Pai, Senhor de Graça infinita.


Alice. C. Mainsfield

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Avaliação da catequese - como meio de crescimento

“Educar na fé é como percorrer um caminho. Partimos de um lugar ou seja: das condições de vida e de fé dos nossos catequizandos e a partir daí, tentamos chegar a um destino, esse é sempre Jesus, “o caminho de Cristo «leva à vida»“ mas precisamos conhecer o itinerário que nos é fornecido pelos objectivos propostos pelos catecismos e guias e ou aqueles que o grupo define de acordo com o Pároco e ou coordenação. Para fazer o caminho, usamos determinadas estradas, que são as actividades e métodos que utilizamos ao longo do ano."

domingo, 28 de agosto de 2011

Evangelho XXII Domingo TC 27 de Agosto



Evangelho (Mt 16, 21-27)

«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo»

Naquele tempo, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas; que tinha de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Pedro, tomando-O à parte, começou a contestá-l’O, dizendo:
«Deus Te livre de tal, Senhor! Isso não há-de acontecer!»
Jesus voltou-Se para Pedro e disse-lhe:
«Vai-te daqui, Satanás.
Tu és para mim uma ocasião de escândalo, pois não tens em vista as coisas de Deus, mas dos homens».
Jesus disse então aos seus discípulos:
«Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Porque, quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la.
Na verdade, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida?
Que poderá dar o homem em troca da sua vida?
O Filho do homem há-de vir na glória de seu Pai, com os seus Anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras».

sábado, 20 de agosto de 2011


No centro da reflexão que a liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum nos propõe, estão dois temas à volta dos quais se constrói e se estrutura toda a existência cristã: Cristo e a Igreja.

O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-n’O como “o Messias, Filho de Deus”. Dessa adesão, nasce a Igreja – a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves – isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.

A primeira leitura mostra como se deve concretizar o poder “das chaves”. Aquele que detém “as chaves” não pode usar a sua autoridade para concretizar interesses pessoais e para impedir aos seus irmãos o acesso aos bens eternos; mas deve exercer o seu serviço como um pai que procura o bem dos seus filhos, com solicitude, com amor e com justiça.

A segunda leitura é um convite a contemplar a riqueza, a sabedoria e a ciência de Deus que, de forma misteriosa e às vezes desconcertante, realiza os seus projectos de salvação do homem. Ao homem resta entregar-se confiadamente nas mãos de Deus e deixar que o seu espanto, reconhecimento e adoração se transformem num hino de amor e de louvor ao Deus salvador e libertador.

IN:AQUI

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Não custa nada, pois não pai?

Enquanto olhava o mar ouvi uma voz de criança dizendo:

- Desculpa pai… (pausa) pai! Desculpa!
Uma voz masculina responde:
- Esta bem.
- Vês pai não custou nada! (pausa) não custou nada, pois não pai?
-Não. Responde o pai!
- Não custa nada, pois não pai? Insistiu o menino enquanto com uma pá mexia na areia.
O pai sentado na toalha, com um livro aberto nas mãos respondeu:
- Não.
- Então pai (pausa) pede desculpa à mãe. (pausa)
- Pai! Pede desculpa à mãe, não custa nada! Insistia o menino!
Não houve resposta

Entretanto uma jovem mulher aproximava-se vindo do mar, com uma criança ainda de fralda pela mão.
Ao ve-la o menino gritou:
- Mãe, vamos fazer um castelo de areia?
A mãe respondeu:
- Sim!Um castelo de sonho!
E a brincadeira a três começou, enquanto o pai lia o seu livro...
(MF)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Magnificat


A minha alma glorifica o Senhor
*E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva:
*De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
*Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
*Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
*E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
*E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
*E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo,
*Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais,
*A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho
*E ao Espírito Santo,
Como era no princípio,
*Agora e sempre.

sábado, 13 de agosto de 2011

«Mulher, é grande a tua fé»


A liturgia do 20º Domingo do Tempo Comum reflecte sobre a universalidade da salvação. Deus ama cada um dos seus filhos e a todos convida para o banquete do Reino.

Na primeira leitura, Jahwéh garante ao seu Povo a chegada de uma nova era, na qual se vai revelar plenamente a salvação de Deus. No entanto, essa salvação não se destina apenas a Israel: destina-se a todos os homens e mulheres que aceitarem o convite para integrar a comunidade do Povo de Deus.

O Evangelho apresenta a realização da profecia do Trito-Isaías, apresentada na primeira leitura deste domingo. Jesus, depois de constatar como os fariseus e os doutores da Lei recusam a sua proposta do Reino, entra numa região pagã e demonstra como os pagãos são dignos de acolher o dom de Deus. Face à grandeza da fé da mulher cananeia, Jesus oferece-lhe essa salvação que Deus prometeu derramar sobre todos os homens e mulheres, sem excepção.

A segunda leitura sugere que a misericórdia de Deus se derrama sobre todos os seus filhos, mesmo sobre aqueles que, como Israel, rejeitam as suas propostas. Deus respeita sempre as opções dos homens; mas não desiste de propor, em todos os momentos e a todos os seus filhos, oportunidades novas de acolher essa salvação que Ele quer oferecer.

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sábado, 6 de agosto de 2011

«Tende confiança. Sou Eu. Não temais».



A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum tem como tema fundamental a revelação de Deus.

Fala-nos de um Deus apostado em percorrer, de braço dado com os homens, os caminhos da história.

A primeira leitura convida os crentes a regressarem às origens da sua fé e do seu compromisso, a fazerem uma peregrinação ao encontro do Deus da comunhão e da Aliança; e garante que o crente não encontra esse Deus nas manifestações espectaculares, mas na humildade, na simplicidade, na interioridade.

O Evangelho apresenta-nos uma reflexão sobre a caminhada histórica dos discípulos, enviados à “outra margem” a propor aos homens o banquete do Reino. Nessa “viagem”, a comunidade do Reino não está sozinha, à mercê das forças da morte: em Jesus, o Deus do amor e da comunhão vem ao encontro dos discípulos, estende-lhes a mão, dá-lhes a força para vencer a adversidade, a desilusão, a hostilidade do mundo. Os discípulos são convidados a reconhecê-l’O, a acolhê-l’O e a aceitá-l’O como “o Senhor”.

A segunda leitura sugere que esse Deus, apostado em vir ao encontro dos homens e em revelar-lhes o seu rosto de amor e de bondade, tem uma proposta de salvação que oferece a todos. Convida-nos a estarmos atentos às manifestações desse Deus e a não perdermos as oportunidades de salvação que Ele nos oferece.

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sábado, 30 de julho de 2011

Com o Teu Amor Senhor, tudo se multiplica



"• A narração que hoje nos é proposta tem um inegável contexto eucarístico (as palavras “ergueu os olhos ao céu e recitou a bênção, partiu os pães e deu-os aos discípulos” levam-nos à fórmula que usamos sempre que celebrámos a Eucaristia). Na verdade, sentar-se à mesa com Jesus e receber o pão que Ele oferece (Eucaristia) é comprometer-se com a dinâmica do Reino e é assumir a lógica da partilha, do amor, do serviço. Celebrar a Eucaristia obriga-nos a lutar contra as desigualdades, os sistemas de exploração, os esquemas de açambarcamento dos bens, os esbanjamentos, a procura de bens supérfluos… Quando celebramos a Eucaristia e nos comprometemos com uma lógica de partilha e de dom, estamos a tornar Jesus presente no mundo e a fazer com que o Reino seja uma realidade viva na história dos homens.

O problema da fome no mundo não se resolve recorrendo a programas de assistência social, de “rendimento mínimo garantido” ou de outros esquemas de “caridadezinha”; mas resolve-se recorrendo a uma verdadeira revolução das mentalidades, que leve os homens a interiorizar a lógica de partilha. Os bens que Deus colocou à disposição dos seus filhos não podem ser açambarcados por alguns; pertencem a todos os homens e devem ser postos ao serviço de todos. É preciso quebrar a lógica do capitalismo, a lógica egoísta do lucro (mesmo quando ela reparte alguns trocos pelos miseráveis para aliviar a consciência dos exploradores), e substitui-la pela lógica do dom, da partilha, do amor. Sem isto, nenhuma mudança social criará, de verdade, um mundo mais justo e mais fraterno."

Dois pequenos enxertos da reflexão do Enangelho deste domingo. Leia a reflexão completa aqui

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Descobre o Tesouro que é o Amor de Deus


Deus pode ser uma descoberta inesperada, uma grande surpresa, a maior maravilhosa da vida‼!

"Deixa Deus entrar na tua próprio vida deixa-te tocar pela sua Graça…”