sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Folha Paroquial- XXVII Domingo TC 02-10-2016

Devido a vários pedidos vamos começar a publicar aqui a Folha Paroquial,
Como sabem pode ler a folha clicando em dois lincks nas paginas acima, onde encontra a FP da semana e outro de todas as FP deste ano 2016 depois clicam no ano e escolhem o mês que desejam consultar.
Semanalmente a FP é lida por uma média de 250 visitantes, mas a 1º Folha de Setembro mostrou como estavam sedentos de noticias pois só no 1 dia ultrapassou a média e durante a semana ultrapassou os 1000 visitantes no conjunto.
Começa ler e refletir:
«Se tivésseis fé!»
A fé é um dom gratuito de Deus. Os Apóstolos assim pensavam já, pois pedem a Jesus que «lhes aumente a fé». Orar com fé não é, de forma alguma, impor a vontade pessoal Aquele que concede a dádiva da mesma fé.
É tão somente, aceitar a sua doutrina e a sua Pessoa conformando o próprio querer aos desígnios do Mestre e Senhor.
(Missal Popular)



quinta-feira, 29 de setembro de 2016

"Se há Deus porque existe tanto mal" - Derrotar Montanhas


Festa dos Anjos: S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael, Arcanjos/ Portal Dehonianos


No século V, já se celebrava em Roma, a 29 de Setembro, o aniversário da dedicação de uma basílica em honra do Arcanjo S. Miguel. Depois da reforma litúrgica recomendada pelo Concílio Vaticano II, acrescentou-se a memória de outros Arcanjos e de “todas as potências incorpóreas”.
Honrando os Arcanjos, exaltemos o poder de Deus, Criador do mundo visível e invisível, pois – como diz o Prefácio da Missa de hoje – “resulta em glória para Vós a honra que prestamos a eles como criaturas dignas de Vós; e a sua inefável beleza, Vós mostrais como sois grande e digno de ser amado sobre todas as coisas”. S. Miguel é um dos padroeiros da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, Dehonianos.
(...)
Oratio
Ó santo arcanjo Miguel, tão amigo do Coração de Jesus e tão amado por Ele, ajudai-me a fazê-lo reinar na sociedade e nas almas. Protegei particularmente os amigos e os apóstolos do Sagrado Coração. Terei gosto em vos invocar muitas vezes durante o dia, com Maria, José e S. João, para que me leveis ao Coração de Jesus. (Leão Dehon OSP 4, p. 298s.).
Anjo glorioso, S. Gabriel, ensinai-me a bem servir a Jesus e a Maria. O que amais, são oshomens de desejo, assim o dissestes a Daniel. Pedi por mim a Jesus e a Maria, para que eu seja um homem de desejo. Unir-me-ei particularmente a vós para dizer a Ave Maria, e saudar o Coração de Jesus na sua Incarnação. (Leão Dehon OSP 3, p. 303).
Arcanjo S. Rafael, vinde em nossa ajuda nas horas de medo e nas horas de doença. Tomai-nos pela mão e conduzi-nos pelo caminho certo e seguro da salvação.

Contemplatio
O anjo Gabriel veio a Nazaré e cumpriu o mistério que tomou o nome da Anunciação. Saudou Maria com estas palavras celestes que nós chamamos a saudação angélica: Eu vos saúdo, ó cheia de graça, o Senhor está convosco, bendita sois entre todas as mulheres.
S. Gabriel é o anjo de Jesus e de Maria, o seu mensageiro, o seu camareiro. É o anjo da redenção, o anjo do Sagrado Coração… Ensinou-nos a bela saudação a Maria, que repetimos tantas vezes por dia. Unamo-nos muitas vezes a ele. Digamos com ele a saudação angélica… Anunciando a incarnação, foi o primeiro a saudar o Sagrado Coração de Jesus no seio de Maria. (Leão Dehon, OSP 3, p. 302s.)
S. Miguel é o anjo de Jesus, o anjo da Igreja, e deve ser o anjo do Coração de Jesus, o porta-estandarte do Sagrado Coração… (Leão Dehon, OSP 4, p 298).

LÊ MAIS AQUI: Portal Dehonianos

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Homilia do Jubileu dos Catequistas - D António Bispo do Porto

(...) "Neste contexto, indico-vos, caros catequistas, alguns modos, caminhos e desafios, entre tantos outros, que nos ajudam a fazer esta experiência de encontro com Cristo:

. Importa, primeiramente, fazer esta experiência de encontrar Cristo no coração de cada pessoa. Mesmo aquelas crianças, jovens ou adultos que não trazem da família uma educação cristã têm muitas vezes uma vida interior profunda e aberta ao acolhimento da graça divina. Cristo actua neles pela autenticidade das suas vidas, pelo bem que realizam e pela “semente do Verbo” que neles germinam (cf. Bento XVI, audiência geral de 21.3.2007, sobre S. Justino).

. O segundo caminho consiste em conhecer e encontrar-se com Cristo através da Palavra de Deus. Se queremos conhecer Jesus caminhemos para o Evangelho e procuremos conhecer, ouvir, rezar e contemplar a Palavra de Deus, para a podermos viver com verdade e anunciar com alegria.

. Um terceiro caminho, igualmente necessário e imprescindível, para nos conduzir ao encontro com Cristo é o amor pela Igreja. Só na comunhão da Igreja a catequese se torna possível. Sem Igreja é impossível compreender a beleza, a fortaleza e o sentido da fé cristã e saborear o encanto de transmitir esta mesma fé.

. Um caminho essencial e convergente com os anteriores que nos conduzem a Cristo é a vivência e a experiência de vida sacramental. Conduzi, por isso, as crianças, os adolescentes, os jovens e os adultos das nossas catequeses ao coração da fé, ao coração do Evangelho, à vida da Comunidade e à vivência dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, onde se toca de perto o amor misericordioso de Deus por cada um de nós. Também aqui o testemunho e o exemplo dos catequistas são o melhor caminho.

.Peço-vos, igualmente, uma grande abertura à prioridade a dar à pastoral vocacional. A Igreja precisa de trabalhadores para a messe: no ministério ordenado, na vida consagrada, em ministérios instituídos e em serviços pastorais essenciais à missão. As catequeses são, bem o sabemos, momentos privilegiados para descobrir o sentido oblativo da vida dada a Deus e o encanto feliz da missão, vivida na comunhão da Igreja.

.É essencial, por fim, que saibamos dar nas palavras e na vida uma particular atenção aos pobres e aos que sofrem. O anúncio do Evangelho e a transmissão da fé são caminho da construção da paz, da misericórdia, da reconciliação e da justiça e devem levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a aprender os imperativos da caridade cristã e da solidariedade humana e a tocar de perto nas muitas periferias existenciais a “carne sofredora de Cristo” nos irmãos (cf. Papa Francisco, E. G. 24).
(...)
IN Diocese do Porto

domingo, 25 de setembro de 2016

VISITAS GUIADAS

HOJE DOMINGO:
Visitas guiadas ao Mosteiro / Igreja / Seminário, às 10.30 e às 14.30

A Paróquia de São Martinho de Cucujães associa-se, assim, às Jornadas Europeias do Património, subordinadas ao tema "Comunidades e Culturas"

sábado, 24 de setembro de 2016

Novo Ano Catequético 2016/2017

APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS CENTROS EM QUE FORAM INSCRITAS

Nos Centros de Sto. António, Sta. Luzia e Nª Senhora da Conceição:
- Dia 2 de outubro na Eucaristia: 2º, 3º, 4º, 5º e 6º anos (Eucaristia em Sto.
  António, às 9.30; Sta. Luzia, às 9.15; Sª da Conceição, às 10.30).
 Na Igreja:
- Dia 2 de outubro na Eucaristia das 10.00: 2º, 3º e 4º anos.
  Na das 12.00: 5º, 6º e 7º anos.
Na Senhora da Conceição:
- Dia 8 de outubro (sábado) na Eucaristia das 19.00:
  7º, 8º, 9º,  10º anos e 1º anos.
Em Sto. António e Sta. Luzia:
- Dia 9 de outubro nas Eucaristias: 7º, 8º, 9º, 10º e 1º anos.
  Na Igreja:
- Dia 9 de outubro na Eucaristia das 10.00: 8º, 9º e 10º anos.
Na Eucaristia das 12.00: 1º ano.

(Os mais adiantados fazem o acolhimento aos mais pequeninos do 1º ano).
No dia da apresentação, as Crianças, os Adolescentes e os pais saberão quais são os seus Catequistas, bem como o local, dia e hora da Catequese.

Os matriculados na Catequese Familiar apresentam-se, também, nos Centros que os Pais escolheram e lá estará alguém Catequista/Animador para os informar (às Crianças e aos Pais).                                         

26º Domingo do Tempo Comum- Portal Dehonianos

 A liturgia deste domingo propõe-nos, de novo, a reflexão sobre a nossa relação com os bens deste mundo… Convida-nos a vê-los, não como algo que nos pertence de forma exclusiva, mas como dons que Deus colocou nas nossas mãos, para que os administremos e partilhemos, com gratuidade e amor. 

Na primeira leitura, o profeta Amós denuncia violentamente uma classe dirigente ociosa, que vive no luxo à custa da exploração dos pobres e que não se preocupa minimamente com o sofrimento e a miséria dos humildes. O profeta anuncia que Deus não vai pactuar com esta situação, pois este sistema de egoísmo e injustiça não tem nada a ver com o projecto que Deus sonhou para os homens e para o mundo. 

O Evangelho apresenta-nos, através da parábola do rico e do pobre Lázaro, uma catequese sobre a posse dos bens… Na perspectiva de Lucas, a riqueza é sempre um pecado, pois supõe a apropriação, em benefício próprio, de dons de Deus que se destinam a todos os homens… Por isso, o rico é condenado e Lázaro recompensado. 

A segunda leitura não apresenta uma relação directa com o tema deste domingo… Traça o perfil do “homem de Deus”: deve ser alguém que ama os irmãos, que é paciente, que é brando, que é justo e que transmite fielmente a proposta de Jesus. Poderíamos, também, acrescentar que é alguém que não vive para si, mas que vive para partilhar tudo o que é e que tem com os irmãos? 

domingo, 18 de setembro de 2016

Programa da visita do Papa a Assis: Dia Mundial de Oração pela Paz

Na próxima terça feira dia 20 vamos unirmos em oração ao Santo Padre e ao mundo, em oração pela Paz
Porque:

Cidade do Vaticano (RV) – A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou, nesta quinta-feira (01/9), o Programa da Visita que o Papa vai fazer a Assis, no próximo dia 20 de setembro, por ocasião do Dia Mundial de Oração pela Paz, cujo tema será: “Sede de paz: religiões e culturas em diálogo”.

O Santo Padre vai deixar o Vaticano, de helicóptero, às 10h30, hora local (5h30 de Brasília). Após cerca de meia-hora chegará ao campo esportivo “Migaghelli”, em Santa Maria dos Anjos, onde será acolhido por Dom Domenico Sorrentino, Arcebispo de Assis, e autoridades civis e religiosas locais.

A seguir, se dirigirá ao Sacro Convento de Assis, onde encontrará o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeo I; um Representante Muçulmano; o Arcebispo de Cantuária, Justin Welby; Patriarca Siro-Ortodoxo de Antioquia, Efrém II; um Representante do Judaísmo; o Líder Supremo dos “Tendai”, Japão.

Todos juntos se dirigirão ao Claustro de Sisto IV, onde estarão reunidos os Representantes das Igrejas e Religiões Mundiais, e os Bispos da região italiana da Úmbria.

Depois da saudação a cada um dos Representantes religiosos, o Santo Padre se dirigirá ao refeitório do Sacro Convento de Assis para o almoço, do qual participarão algumas vítimas das guerras.

Durante o almoço, o Presidente da Comunidade romana de Santo Egídio, Marco Impagliazzo, vai recordar os 25 anos de governo de Bartolomeu I no Patriarcado de Constantinopla.

Na parte da tarde, o Papa manterá encontros pessoais com Bartolomeo I, o Representante Muçulmano, o Arcebispo de Cantuária, o Patriarca Efrém II e o Representante do Judaísmo.

Às 16h00 (11h00 de Brasília, haverá momentos de oração pela Paz, na Basílica Inferior de São Francisco: Oração Ecumênica dos Cristãos.

Depois da oração, todos os participantes saem da Basílica Inferior, se encontram com os Representantes das outras Confissões Religiosas, que rezaram pela Paz em outros lugares, tomam lugar no palco montado na Praça São Francisco, para a cerimônia conclusiva. Serão pronunciadas Mensagens de uma vítima da guerra e das principais autoridades Religiosas.

Depois da saudação de André Riccardi, Fundador da Comunidade romana de Santo Egídio, o Papa Francisco pronunciará seu discurso.

Por fim, será lido um Apelo de Paz, que será entregue a Crianças de várias Nações; haverá um momento de silêncio pelas vítimas das guerras; a assinatura do Apelo de Paz; a ascensão de dois candelabros e o intercâmbio da Paz.

O Santo Padre se despede dos presentes e regressa, de helicóptero, ao Vaticano, onde chegará pelas 19h35 (14h35 de Brasília). (MT)

sábado, 17 de setembro de 2016

25º Domingo do Tempo Comum – Ano C | Dehonianos

imagem Odres Nuevos
Dehonianos:
A liturgia deste domingo, sugere-nos, uma reflexão sobre o lugar que o dinheiro e os outros bens materiais devem assumir na nossa vida. De acordo com a Palavra de Deus que nos é proposta, os discípulos de Jesus devem evitar que a ganância ou o desejo imoderado do lucro manipulem as suas vidas e condicionem as suas opções; em contrapartida, são convidados a procurar os valores do “Reino”. 

Na primeira leitura, o profeta Amós denuncia os comerciantes sem escrúpulos, preocupados em ampliar sempre mais as suas riquezas, que apenas pensam em explorar a miséria e o sofrimento dos pobres. Amós avisa: Deus não está do lado de quem, por causa da obsessão do lucro, escraviza os irmãos. A exploração e a injustiça não passam em claro aos olhos de Deus. 

O Evangelho apresenta a parábola do administrador astuto. Nela, Jesus oferece aos discípulos o exemplo de um homem que percebeu como os bens deste mundo eram caducos e precários e que os usou para assegurar valores mais duradouros e consistentes… Jesus avisa os seus discípulos para fazerem o mesmo. 

Na segunda leitura, o autor da Primeira Carta a Timóteo convida os crentes a fazerem do seu diálogo com Deus uma oração universal, onde caibam as preocupações e as angústias de todos os nossos irmãos, sem excepção. O tema não se liga, directamente, com a questão da riqueza (que é o tema fundamental da liturgia deste domingo); mas o convite a não ficar fechado em si próprio e a preocupar-se com as dores e esperanças de todos os irmãos, situa-nos no mesmo campo: o discípulo é convidado a sair do seu egoísmo para assumir os valores duradouros do amor, da partilha, da fraternidade.

IN:   25º Domingo do Tempo Comum – Ano C | Dehonianos

Folha Paroquial depois de férias - atualiza a tua agenda!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Exaltação da Santa Cruz | Dehonianos

Hoje Celebra-se Exaltação da Santa Cruz | Dehonianos  14 Setembro 2016

"Foi na Cruz que Jesus consumou a sua oblação de amor para glória e alegria de Deus e nossa salvação. É, pois, justo que veneremos o sinal e o instrumento da Redenção.
Esta festa nasceu em Jerusalém e difundiu-se por todo o Médio Oriente, onde ainda hoje é celebrada, em paralelo com a Páscoa.
 A 13 de Setembro foi consagrada a Basílica da Ressurreição, em Jerusalém mandada construir por Santa Helena e Constantino. No dia seguinte, foi explicado ao povo o significado profundo da igreja, mostrando-lhe o que restava da Cruz do Salvador.
No século VI esta festa em honra da Santa Cruz já era conhecida em Roma. Em meados do século VII, começou a ser celebrada no dia 14 de Setembro, quando se expunham à veneração dos fiéis as relíquias da Santa Cruz."

Oratio
"Divino Coração de Jesus, Tu amaste e quiseste a cruz, como nos mostras nas chamas do teu amor; não tinhas modo mais forte de nos dizer que devemos amá-la. Abraço a tua cruz. Quero carregá-la hoje e todos os dias, praticando a regra, obedecendo, trabalhando e suportando as provações que vierem. (Pe. Dehon, OSP 4, p. 254)
 IN:Exaltação da Santa Cruz | Dehonianos

sábado, 10 de setembro de 2016

24º Domingo do Tempo Comum – Ano C | Dehonianos

A liturgia deste domingo centra a nossa reflexão na lógica do amor de Deus. Sugere que Deus ama o homem, infinita e incondicionalmente; e que nem o pecado nos afasta desse amor

A primeira leitura apresenta-nos a atitude misericordiosa de Jahwéh face à infidelidade do Povo. Neste episódio – situado no Sinai, no espaço geográfico da aliança – Deus assume uma atitude que se vai repetir vezes sem conta ao longo da história da salvação: deixa que o amor se sobreponha à vontade de punir o pecador.

 Na segunda leitura, Paulo recorda algo que nunca deixou de o espantar: o amor de Deus manifestado em Jesus Cristo. Esse amor derrama-se incondicionalmente sobre os pecadores, transforma-os e torna-os pessoas novas. Paulo é um exemplo concreto dessa lógica de Deus; por isso, não deixará de testemunhar o amor de Deus e de Lhe agradecer.

 O Evangelho apresenta-nos o Deus que ama todos os homens e que, de forma especial, Se preocupa com os pecadores, com os excluídos, com os marginalizados. A parábola do “filho pródigo”, em especial, apresenta Deus como um pai que espera ansiosamente o regresso do filho rebelde, que o abraça quando o avista, que o faz reentrar em sua casa e que faz uma grande festa para celebrar o reencontro.

24º Domingo do Tempo Comum – Ano C | Dehonianos

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Natividade da Virgem Santa Maria | Dehonianos

Hoje celebra-se a Natividade de Maria:

"A festa da Natividade de Maria, aurora da nossa salvação, oferece-nos importantes elementos de meditação. São os evangelhos apócrifos que narram o nascimento da Mãe do Salvador, com emocionantes e inverosímeis fantasias, que podem ser vistas como simbologias e interpretações. A Bíblia não nos dá informações sobre o nascimento de Maria. Mas ele foi uma realidade importante na prossecução do projeto divino da nossa salvação. Daí que valha a pena meditar sobre esse acontecimento à luz da fé em Deus que, na sua misericórdia, quis salvar os homens com a colaboração de Maria, nova criatura, cuja entrada no mundo hoje celebramos."

IN:   Natividade da Virgem Santa Maria | Dehonianos

domingo, 28 de agosto de 2016

Tempo de preparação!!!!!!!!

Para os mais distraídos, aqui fica a ultima FP, pois em breve os movimentos paroquiais retomam o seu serviço em pleno.
Tem em atenção o IV. Plano Diocesano de Pastoral 2016-2017 da Diocese do Porto onde o grande tema é:

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Portal dos Dehonianos - 22 Domingo do Tempo Comum

Tema do 22º Domingo do Tempo Comum

 A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado. 

O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu. O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”. A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”. 

Na primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para ter êxito e ser feliz. É a reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos apresenta. 

A segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido à caminhada do cristão.
 Aparentemente, esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.