quinta-feira, 16 de abril de 2026

Procissão do Senhor aos Enfermos no “Domingo do Bom Pastor".26 de abril 2026

 "Eu sou o Bom Pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e elas conhecem-Me".

Neste espírito de amor és convidado a participar na Procissão do Senhor aos Enfermos no “Domingo do Bom Pastor".26 de abril 2026 

Cucujães vive a Procissão do Senhor aos Enfermos desde 1935, completa este ano 91 anos


É uma das mais belas, serenas e comoventes  procissões, que mobiliza muitas pessoas, não só para participar da "peregrinação" mas para ornamentar as ruas com tapetes de flores, e outros materiais. 


As entradas das casas onde O SENHOR visita o doente, normalmente são decoradas pelos familiares e vizinhos. 

Para a realização da procissão há muito trabalho, que muitas vezes vai pela noite dentro e de manhã bem cedo completam-se as decorações!  


Será, pois, na forma do costume: a pé, cantando(voz masculinas) Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia,"

(vozes femininas)"Fruto do ventre Sagrado da  Virgem puríssima Santa Maria" 

E a Banda de Música. 

Segue-se o itinerário da procissão,


A festa do Senhor aos Enfermos é um momento de profunda ternura e proximidade, em que a comunidade cristã se reúne em torno dos doentes para lhes levar a presença viva de Cristo, médico das almas e dos corpos. Neste dia, a fragilidade humana torna-se lugar de graça, e o sofrimento é iluminado pela esperança pascal: Deus não abandona, mas visita, sustenta e consola. Na nossa paróquia, este ano a festa do Senhor aos Enfermos será no próximo dia 26 de abril.

O seu itinerário será o seguinte: Saída no Final da Eucaristia – que será ás 7:00horas a partir do Largo da Igreja, segue ligeiramente à esquerda para a Rua Clube Desportivo de Cucujães, na Rotunda junto aos Correios vira para a Rua do Município junto a Padaria Boa Nova, segue à esquerda na Rua S. Martinho para Filomena, volta para trás novamente para a Rua do Município vira para a esquerda e segue em frente para a Rua Egas Odoriz passa em frente ao restaurante Alentejano para Maria Fernanda, de seguida vira à esquerda Rua Travessa Camilo Castelo Branco para Alice, no largo vai seguir à direita na Rua Camilo Castelo Branco até ao cruzamento com Rua Prof. Dr. António Joaquim Ferreira da Silva, vira à esquerda segue a Rua Prof. Dr. António Joaquim Ferreira da Silva para Isaura (Torralta), volta para rua Prof. Dr. António Joaquim Ferreira da Silva em direção ao Paraíso junto á Capela dos Bem Casados vai a Rosalina Augusta da Conceição continua em frente para o lugar do Paraíso, a Joaquina, volta para trás segue em direção ao alto da Santa Luzia pela Rua Prof. Dr. António Joaquim Ferreira da Silva, entra na Rua Vasco da Gama e Rua Manuel Alves Soares, vira à esquerda para a Rua 5 de Outubro sair a antiga Beliape, vira novamente à esquerda para Rio D’Ossos na Rua Da Misericórdia segue até Virgínia de Jesus, e Manuel Moreira Andrade vem novamente para a Rua da Misericórdia e cortar à esquerda na Rua Padre Américo para Maria dos Prazeres e Ana Jesus Melo, segue novamente para a Rua da Misericórdia vira á esquerdapara Manuel Bastos Dias e Maria Rosa Oliveira Costa segue em frente para a Rua S. Tomé e Príncipe a Ana Batista, volta para trás segue a Rua da Misericórdia, em direção á Santa Luzia para Maria Duarte Costa continua em frente e corta á esquerda na Rua Fonte Escura ao Dtº. António Costa Resende e Esposa desce até ao fim da rua corta á direita para a Rua: Profº Leão segue em frente na Rua da Ínsua a Luís Jesus Ribeiro, volta novamente à Rua Prof. Leão e segue para a Rua D. Frei Vasco Miranda a Carminda Jesus Almeida Costa, volta para trás à Rua Profº Leão passa em frente à Capela de Santo António e vai em frente até ao cruzeiro, no cruzeiro vira á esquerda para a Rua da India a Margarida Silva Santos segue em frente para voltar á Rua Profº Leão ai vira esquerda segue até à Rua Do Mosteiro, vira à esquerda a Maria Margarida Dias Oliveira, segue em frente para Armindo Graça, volta para trás para a Rua D. Mauro da Silva no final da rua vira á direita para a rua Domingos José Soares Silva a Maria Odília Conceição Pinho Ribeiro e a Manuel Oliveira Pinho e esposa Maria de Lurdes S. Ferreira segue até ao largo do Areal vira á esquerda na Rua Ernesto Valente sair à Rua Manuel Ferreira Silva Brandão, volta à direita segue em frente para José Manuel Correia Sousa, Lurdes Correia Martins e Manuel Pereira Sousa, volta para trás à Rua Manuel Ferreira Silva Brandão e segue em direção à Fundação Manuel Brandão. (Pausa para o almoço) Sai da Fundação em direção ao depósito da água pela Rua Empresa Elétrica corta na Rua do Brasil até a Rua João V para Maria Madalena Oliveira Pinho e Marido, segue para baixo e vira à esquerda na Rua Prof. Ilídio Correia até a Rua de Moçambique a Maria Fernanda de Jesus Andrade, volta para trás á Rua Prof. Ilídio Correia e vai em direção a Rua Alfredo Fernandes Andrade para Maria Assunção Jesus segue em frente em direção a Faria de Cima pela Rua Bernardino de Almeida, no apeadeiro de Faria segue a Rua Jornal Quinzena de Cucujães a António Jesus Costa vira à direita para a Rua Manuel Magalhães depois corta á esquerda para a Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo a Maria da Rocha Gomes, seguidamente vira á direita para a Rua Faria de Cima para Márcia da silva Leite, segue novamente para a rua Irmãs de S. Vicente de Paulo vira direita, segue em frente, no final da rua vira à esquerda em direção à estrada nacional N1/IC2 pela Rua Conde de Penha Longa para Matilde da Silva Martins e Lídia Jesus Costa e Manuel T. Cardoso, Segue em frente para a estrada N1/IC2 para atravessar na ponte sobre a IC2 sair a Capelinha de Nossa Senhora de Fátima vira á esquerda na Rua Joaquim José António Silva para a Rua Manuel Tavares passa junto ao café Reis para virar novamente á direita na Rua José Maria da Silva até ao cruzamento com a Rua da Margonça e vai a Olivia Maria Ferreira, desce a rua da Margonça vira á esquerda na Rua Cabo Verde sair á Rua Joaquim José António Silva sair a estrada N1/ IC2 ai vira á esquerda seguidamente corta para a direita na Rua da Pica (antigo Lugar) segue depois á direita na Rua Via Militar Romana seguidamente corta á esquerda na Rua do Buraco passa em frente á capela do Mártir S. Sebastião vira para a Rua Condessa de Penha Longa até junto a fábrica dos moveis para Ludovina de Jesus S. Mateus, vem para trás e segue pela rua Condessa de Penha Longa, Rua Maestro António Pinto Godinho sair Rua do Mosteiro em direção ao largo da Igreja. Corta rua Francisco Cunha Silva, para o largo da Igreja, Lar de Santa Teresinha.


ESTE ITINERARIO PODE SOFRER ALTERAÇOES

quinta-feira, 5 de março de 2026

NÃO DEIXES DE PROCURAR E DESEJAR A RECONCILIAÇÃO COM DEUS E COM OS IRMÃOS

papa bento XVI
 RECONCILIAÇÃO
 Não é justo pensar que deveríamos viver de um modo em que o perdão não era necessário. 
Devemos aceitar a nossa fragilidade, mas permanecer a caminho, nunca se dar por vencido mas prosseguir e, mediante o Sacramento da Reconciliação, converter-nos sempre de novo a um recomeçar e desta forma crescer, amadurecer para o Senhor, na nossa comunhão com Ele.
Celebrações da Misericórdia 


 No Advento e na Quaresma, a Misericórdia é celebrada no contexto de uma celebração onde, partindo da escuta da Palavra e da da oração, num ambiente cuidado e acolhedor, fazemos a experiência do perdão, que nos mergulha na liberdade e na paz. 
Nestas celebrações, há vários sacerdotes disponíveis para escutar e celebrar o sacramento da reconciliação. Na catequese e grupos de jovens, são preparados momentos específicos, de acordo com as etapas e a preparação para receberem os sacramentos pela primeira vez, no sentido de poderem celebrar o sacramento de forma integrada e adequada à caminhada que aí fazem.

Passos para uma boa confissão

Para que o momento da confissão possa ser uma experiência bem vivida, libertadora, que vá fazendo parte da nossa vida espiritual como um recurso inestimável para o nosso crescimento, é importante cuidar de vários aspectos

.

DEUS NUNCA SE CANSA DE PERDOAR. NÓS É QUE NOS CANSAMOS DE PEDIR PERDÃO. 

Papa Francisco


TER CONSCIENCIA DO PECADO
Quanto mais vamos formando a nossa consciência, com maior limpidez nos vamos dando conta dos erros que cometemos e do impacto que têm na nossa vida, na relação com Deus e com os outros. É importante irmos desenvolvendo o nosso discernimento à luz da Palavra e da certeza do Amor de Deus. Além da revisão diária da nossa vida, que serve de preparação remota para a confissão, podemos fazer uma preparação imediata a que chamamos exame de consciência.

ESTAR ARREPENDIDO
Ao aproximarmo-nos da Reconciliação importa que estejamos arrependidos das nossas faltas e confiados de que, nessas condições, não há pecado que seja tão grande que Deus não possa superar com ainda maior misericórdia.

ESTAR DECIDIDO A MODAR
A consciência do pecado e o arrependimento verdadeiro levam a darmo-nos conta de que precisamos de mudar alguma coisa na nossa forma de viver. O desejo de não voltar a pecar expressa a nossa esperança de que o sacramento possa inaugurar uma etapa nova na vida. 

CONFESSAR TUDO
A parte central da celebração do sacramento, que até lhe pode dar o nome, é a confissão. Dizemos ao sacerdote – que é Cristo – aqueles actos de que nos sentimos culpados, para os quais queremos obter o perdão. Mesmo com alguma vergonha, é importante que aprendamos a dizer com clareza a totalidade dos pecados: pensamentos, palavras, actos e omissões (ou seja, o bem que eu podia ter feito e não fiz, omiti).

ACOLHER A ABSOLVIÇÃO
Embora não seja requerido, havendo tempo, o sacerdote pode dar algumas orientações que nos ajudem a crescer espiritualmente e a vencer determinadas dificuldades. Depois das etapas anteriores, é muito importante acreditarmos que Deus perdoa o nosso pecado e nos convida a seguir o caminho livres desse peso. 

CUMPRIR A PENITENCIA
Há muitos séculos, a penitência era pública, vivida durante algum tempo e era cumprida antes de receber a absolvição. Com a evolução da forma de celebrar o sacramento, a penitência cumpre-se depois da absolvição (que é dada sob condição de que seja cumprida) e constitui uma reaproximação a Deus e aos outros, como um retomar do caminho de que o pecado nos tinha afastado.

ATO DE CONTRIÇÃO
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido e, com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Ámen.
 Ato de contrição, normalmente rezado depois da confissão

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Na segunda etapa do caminho quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos a revitalizar a nossa fé, a escutar a voz de Deus

 Não te esqueças este Domingo a proposta é a visão. Como nos podemos focar na transfiguração e ver o que Jesus me quer dizer- olho e escuto.
 2.º Domingo da Quaresma  portal dehoniano

Na segunda etapa do caminho quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos a revitalizar a nossa fé, a escutar a voz de Deus, a pormo-nos a caminho, sem reticências nem prevenções, na direção que Ele nos indicar. Pode ser que, à luz da lógica humana, os caminhos que Deus nos aponta pareçam estranhos e ilógicos; mas eles conduzem, indubitavelmente, à vida verdadeira e eterna.

primeira leitura coloca diante dos nossos olhos aquele que a catequese de Israel considera o “modelo” do crente: Abraão. Depois de ouvir Deus dizer-lhe “põe-te a caminho”, Abraão deixa tudo, corta todas as amarras e avança rumo ao desconhecido, disposto a abraçar todos os desafios que Deus entender apresentar-lhe. A sua obediência é total, a sua confiança é inabalável. A forma como Abraão se entrega nas mãos de Deus interpela e desafia os crentes de todas as épocas.

No Evangelho Jesus pede aos discípulos que confiem n’Ele e que ousem segui-l’O no caminho de Jerusalém. Esse caminho, embora passe pela cruz, conduz à ressurreição, à vida nova e eterna. Aos discípulos, relutantes e assustados, Deus confirma a verdade da proposta de Jesus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O”. Ousaremos também nós seguir Jesus no caminho de Jerusalém?

Na segunda leitura, o autor da Carta a Timóteo recorda-nos que Deus conta connosco para sermos, no mundo, arautos da Boa Notícia da sua salvação. Talvez isso signifique correr riscos, enfrentar medos, suscitar oposições, viver em sobressalto; mas a proposta de Deus não pode ser riscada dos caminhos que a humanidade percorre: tem de ser proclamada de cima dos telhados e chegar ao coração de todos os homens.

REFLETIR 

Mas o elemento mais significativo é, sem dúvida, “a voz” que vem da “nuvem” (o espaço onde Deus se oculta). Essa “voz” dirige-se aos discípulos e declara solenemente: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O”. O próprio Deus “apresenta” Jesus e garante que Ele é “o Filho” que veio ao encontro dos homens com um mandato do Pai. E o testemunho de Deus sobre Jesus completa-se com um imperativo: “escutai-o”. Os discípulos ficam assim prevenidos de que devem escutar e acolher as indicações de Jesus, segui-l’O sem hesitações e sem medos pois o caminho que Ele propõe está de acordo com o projeto de Deus.

Por cima de todo o cenário, iluminando-o, paira a luz gloriosa da ressurreição. A glória de Deus que se manifesta em Jesus, as “vestes de uma brancura refulgente” (lembram as “túnicas brancas como a neve” do “anjo do Senhor que, na manhã de Páscoa, apareceu às mulheres que tinham ido procurar Jesus ao túmulo – cf. Mt 28,2-3) apontam nesse sentido. Os discípulos são, assim, convidados a olhar para lá da cruz e a descobrir que, no final do caminho de Jesus, não está o fracasso, mas está a ressurreição, a vida plena, a vitória sobre a morte.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Refletir esta 1ª semana da Quaresma com a ajuda da Caminhada Diocesana "Abre-te da Quaresma à Páscoa" (um caminho com sentido(s) )

1ª Domingo da Quaresma Sugestões para refletir e viver esta semana
 
A
BERTURA DO CORAÇÃO “Neste mundo líquido, é necessário voltar a falar do coração; indicar onde cada pessoa faz a própria síntese; onde os seres concretos encontram a raiz de todas as outras potências, convicções, paixões e escolhas” (Papa Francisco, Dilexit nos, 9).

Neste primeiro domingo, a partir desta semana, redescubramos, o valor do jejum, como facilitador da oração e despertador do desejo de Deus, que nenhum alimento terreno pode saciar.

 Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua Palavra. Por outro lado, o jejum só encontra sentido quando nos reaproxima dos outros (a privação de bens destina-se à partilha dos bens com os outros) e relança as nossas competências relacionais (mais abertos a Deus e aos outros).

Neste primeiro domingo, o jejum de Jesus no deserto pode oferecer pistas para a proposta dos diversos tipos de jejum, e literalmente, do jejum em vários sentidos: jejuar de ruídos e mensagens, para escutar melhor a Palavra (audição); jejuar de imagens (TV, telemóvel), para pôr os olhos no Senhor (visão); jejuar do comidas e bebidas (paladar), para despertar a fome e a sede de Deus e desenvolver o sentido da partilha solidária com quem jejua por necessidade; jejuar dos gestos violentos(tato).

O jejum deixa-nos indefesos, confrontados com a nossa nudez, libertando-nos da tirania das máscaras e expondo a pobreza radical que habita cada ser humano e, neste sentido, abre um fissura para Deus entrar na nossa vida.

Assumir um compromisso quaresmal pessoal e comunitário. (sugestões)

• Criar em casa o cantinho da oração, para a escuta da Palavra (uma das leituras do dia)

• Escolher uma frase do Evangelho das tentações e retomá-la ao longo da semana, especialmente nos momentos de decisão.

• Definir o objeto do jejum (de que devo jejuar…) e o destinatário (com quem vou partilhar o fruto da privação). Seguem-se algumas sugestões:

▪ Jejuar do excesso de consumo de comidas e bebidas.

▪ Jejuar do bullying, das palavras ofensivas e dos gestos violentos.

▪ Jejuar do consumo excessivo de água e de outros recursos naturais.

▪ Jejuar do excesso de uso do telemóvel e do consumo de internet, de ruídos e de imagens e do zapping contante (mudança constante de canal, de site, de App, de rede…).

▪ Abster-se do consumo da carne (sobretudo às sextas-feiras) ou de algum alimento preferido.

▪ Abster-se e proteger-se dos perigos da dark web (cyberbullying, fake news, pornografia, etc).

▪ Superar os hábitos de isolamento, acomodação, preguiça e indiferença.

▪ Renunciar a palavras ofensivas, atitudes de imposição ou reações impulsivas, promovendo relações mais fraternas e respeitadoras.

5. Perguntas para reflexão e exame de consciência: - Qual é o meu programa quaresmal de abertura dos sentidos? que ocupa hoje o meu coração e me impede de escolher Deus como essencial?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

" Quaresma é um caminho rumo a Jesus Ressuscitado" - prepara-te para o caminho

(...) A Quaresma foi instituída na Igreja como tempo de preparação para a Páscoa, e, portanto, todo o


sentido deste período de quarenta dias adquire luz do mistério pascal para o qual está orientado. 

Podemos imaginar o Senhor Ressuscitado que nos chama a sair das nossas trevas, e nós caminhamos rumo a Ele, que é a Luz. E a Quaresma é um caminho rumo a Jesus Ressuscitado, um período de penitência e até de mortificação, contudo não é um fim em si mes mo, mas visa levar-nos a ressuscitar em Cristo, a renovar a nossa identidade batismal, ou seja, a nascer novamente «do alto», do amor de Deus (cf. Jo 3, 3).

 Eis por que motivo, por sua natureza, a Quaresma é tempo de esperança” (Ib.). E acentuava então o Papa Francisco: “o êxodo quaresmal é o caminho em que a própria esperança se forma. O esforço de atravessar o deserto — todas as provas, as tentações, as ilusões, as miragens... — tudo isto serve para forjar uma esperança forte, firme, segundo o modelo da Virgem Maria que, no meio das trevas da paixão e da morte do seu Filho, continuou a acreditar e a esperar na sua Ressurreição, na vitória do amor de Deus” (Ib.). 

 Posteriormente, na sua Mensagem para a Quaresma de 2021, o Papa Francisco associava a virtude teologal da esperança à paciência de Deus, ao dom do perdão, à graça da reconciliação, temas tão caros aos três Evangelhos Dominicais, no coração da Quaresma (3.º, 4.º e 5.º Domingo). Como sabemos, a Quaresma do ciclo C desenvolve-se, em perspetiva eminentemente penitencial, mas sempre e simultaneamente um caminho pascal. 

 Continua atual a advertência do Papa Francisco: “Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa» (EG 6). Não deixemos que se extinga a esperança da Páscoa! Sem ela a vida torna-se árida, insuportável, sem sentido.

 Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança viva. “Não fiquemos à margem desta esperança viva” (cf. EG 278)!

IN livrete da caminhada do diocese porto

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

VI Domingo Tempo Comum 15-02-2026

 




pode ler a folha paroquial clicando aqui 

ou aqui

ESTE É O TEMPO FAVORAVEL DE CONVERSÃO À LUZ DA PALAVRA DE DEUS.

Das Cinzas à Páscoa" representa a Quaresma, um período de 40 dias de oração, jejum e conversão que prepara os cristãos para a ressurreição de Jesus. Iniciado na Quarta-feira de Cinzas, simboliza a fragilidade humana e o arrependimento, convidando à mudança de vida antes da celebração pascal

Com a bênção e a imposição das CINZAS, inicia-se o tempo Sagrado da Quaresma em preparação à Páscoa ...
É um apelo à conversão e a uma renovação interior.

Na nossa Paróquia celebram-se quarta feira dia 18 uma  Eucaristia com o rito da imposição das Cinzas
- Às 21.00 horas, na Igreja Paroquial.

"Neste dia, após a Liturgia da Palavra, em que se proclama o trecho do Evangelho em que Cristo recomenda a oração, o jejum e a esmola como exercícios de conversão (cf. Mt 6,1-18), realiza-se o rito da imposição das cinzas. 
Elas são sinal de penitência, no sentido de conversão. A conversão consiste, sobretudo, no reconhecimento de nossa condição de criaturas limitadas, mortais e pecadoras. No gesto de imposição das cinzas sobre a cabeça das pessoas, o sacerdote ou o ministro diz: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. A conversão consiste em crer no Evangelho. Crer é aderir a ele, viver segundo os ensinamentos do Senhor Jesus"

Na Mensagem para a Quaresma de 2026, o Papa  diz-nos:
Peçamos a força de um jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor. De coração, abençoo todos vocês e o seu caminho quaresmal.Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.”

mensagem completa aqui