quinta-feira, 5 de março de 2026

NÃO DEIXES DE PROCURAR E DESEJAR A RECONCILIAÇÃO COM DEUS E COM OS IRMÃOS

papa bento XVI
 RECONCILIAÇÃO
 Não é justo pensar que deveríamos viver de um modo em que o perdão não era necessário. 
Devemos aceitar a nossa fragilidade, mas permanecer a caminho, nunca se dar por vencido mas prosseguir e, mediante o Sacramento da Reconciliação, converter-nos sempre de novo a um recomeçar e desta forma crescer, amadurecer para o Senhor, na nossa comunhão com Ele.
Celebrações da Misericórdia 


 No Advento e na Quaresma, a Misericórdia é celebrada no contexto de uma celebração onde, partindo da escuta da Palavra e da da oração, num ambiente cuidado e acolhedor, fazemos a experiência do perdão, que nos mergulha na liberdade e na paz. 
Nestas celebrações, há vários sacerdotes disponíveis para escutar e celebrar o sacramento da reconciliação. Na catequese e grupos de jovens, são preparados momentos específicos, de acordo com as etapas e a preparação para receberem os sacramentos pela primeira vez, no sentido de poderem celebrar o sacramento de forma integrada e adequada à caminhada que aí fazem.

Passos para uma boa confissão

Para que o momento da confissão possa ser uma experiência bem vivida, libertadora, que vá fazendo parte da nossa vida espiritual como um recurso inestimável para o nosso crescimento, é importante cuidar de vários aspectos

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DEUS NUNCA SE CANSA DE PERDOAR. NÓS É QUE NOS CANSAMOS DE PEDIR PERDÃO. 

Papa Francisco


TER CONSCIENCIA DO PECADO
Quanto mais vamos formando a nossa consciência, com maior limpidez nos vamos dando conta dos erros que cometemos e do impacto que têm na nossa vida, na relação com Deus e com os outros. É importante irmos desenvolvendo o nosso discernimento à luz da Palavra e da certeza do Amor de Deus. Além da revisão diária da nossa vida, que serve de preparação remota para a confissão, podemos fazer uma preparação imediata a que chamamos exame de consciência.

ESTAR ARREPENDIDO
Ao aproximarmo-nos da Reconciliação importa que estejamos arrependidos das nossas faltas e confiados de que, nessas condições, não há pecado que seja tão grande que Deus não possa superar com ainda maior misericórdia.

ESTAR DECIDIDO A MODAR
A consciência do pecado e o arrependimento verdadeiro levam a darmo-nos conta de que precisamos de mudar alguma coisa na nossa forma de viver. O desejo de não voltar a pecar expressa a nossa esperança de que o sacramento possa inaugurar uma etapa nova na vida. 

CONFESSAR TUDO
A parte central da celebração do sacramento, que até lhe pode dar o nome, é a confissão. Dizemos ao sacerdote – que é Cristo – aqueles actos de que nos sentimos culpados, para os quais queremos obter o perdão. Mesmo com alguma vergonha, é importante que aprendamos a dizer com clareza a totalidade dos pecados: pensamentos, palavras, actos e omissões (ou seja, o bem que eu podia ter feito e não fiz, omiti).

ACOLHER A ABSOLVIÇÃO
Embora não seja requerido, havendo tempo, o sacerdote pode dar algumas orientações que nos ajudem a crescer espiritualmente e a vencer determinadas dificuldades. Depois das etapas anteriores, é muito importante acreditarmos que Deus perdoa o nosso pecado e nos convida a seguir o caminho livres desse peso. 

CUMPRIR A PENITENCIA
Há muitos séculos, a penitência era pública, vivida durante algum tempo e era cumprida antes de receber a absolvição. Com a evolução da forma de celebrar o sacramento, a penitência cumpre-se depois da absolvição (que é dada sob condição de que seja cumprida) e constitui uma reaproximação a Deus e aos outros, como um retomar do caminho de que o pecado nos tinha afastado.

ATO DE CONTRIÇÃO
Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido e, com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Ámen.
 Ato de contrição, normalmente rezado depois da confissão

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Na segunda etapa do caminho quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos a revitalizar a nossa fé, a escutar a voz de Deus

 Não te esqueças este Domingo a proposta é a visão. Como nos podemos focar na transfiguração e ver o que Jesus me quer dizer- olho e escuto.
 2.º Domingo da Quaresma  portal dehoniano

Na segunda etapa do caminho quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos a revitalizar a nossa fé, a escutar a voz de Deus, a pormo-nos a caminho, sem reticências nem prevenções, na direção que Ele nos indicar. Pode ser que, à luz da lógica humana, os caminhos que Deus nos aponta pareçam estranhos e ilógicos; mas eles conduzem, indubitavelmente, à vida verdadeira e eterna.

primeira leitura coloca diante dos nossos olhos aquele que a catequese de Israel considera o “modelo” do crente: Abraão. Depois de ouvir Deus dizer-lhe “põe-te a caminho”, Abraão deixa tudo, corta todas as amarras e avança rumo ao desconhecido, disposto a abraçar todos os desafios que Deus entender apresentar-lhe. A sua obediência é total, a sua confiança é inabalável. A forma como Abraão se entrega nas mãos de Deus interpela e desafia os crentes de todas as épocas.

No Evangelho Jesus pede aos discípulos que confiem n’Ele e que ousem segui-l’O no caminho de Jerusalém. Esse caminho, embora passe pela cruz, conduz à ressurreição, à vida nova e eterna. Aos discípulos, relutantes e assustados, Deus confirma a verdade da proposta de Jesus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O”. Ousaremos também nós seguir Jesus no caminho de Jerusalém?

Na segunda leitura, o autor da Carta a Timóteo recorda-nos que Deus conta connosco para sermos, no mundo, arautos da Boa Notícia da sua salvação. Talvez isso signifique correr riscos, enfrentar medos, suscitar oposições, viver em sobressalto; mas a proposta de Deus não pode ser riscada dos caminhos que a humanidade percorre: tem de ser proclamada de cima dos telhados e chegar ao coração de todos os homens.

REFLETIR 

Mas o elemento mais significativo é, sem dúvida, “a voz” que vem da “nuvem” (o espaço onde Deus se oculta). Essa “voz” dirige-se aos discípulos e declara solenemente: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O”. O próprio Deus “apresenta” Jesus e garante que Ele é “o Filho” que veio ao encontro dos homens com um mandato do Pai. E o testemunho de Deus sobre Jesus completa-se com um imperativo: “escutai-o”. Os discípulos ficam assim prevenidos de que devem escutar e acolher as indicações de Jesus, segui-l’O sem hesitações e sem medos pois o caminho que Ele propõe está de acordo com o projeto de Deus.

Por cima de todo o cenário, iluminando-o, paira a luz gloriosa da ressurreição. A glória de Deus que se manifesta em Jesus, as “vestes de uma brancura refulgente” (lembram as “túnicas brancas como a neve” do “anjo do Senhor que, na manhã de Páscoa, apareceu às mulheres que tinham ido procurar Jesus ao túmulo – cf. Mt 28,2-3) apontam nesse sentido. Os discípulos são, assim, convidados a olhar para lá da cruz e a descobrir que, no final do caminho de Jesus, não está o fracasso, mas está a ressurreição, a vida plena, a vitória sobre a morte.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Refletir esta 1ª semana da Quaresma com a ajuda da Caminhada Diocesana "Abre-te da Quaresma à Páscoa" (um caminho com sentido(s) )

1ª Domingo da Quaresma Sugestões para refletir e viver esta semana
 
A
BERTURA DO CORAÇÃO “Neste mundo líquido, é necessário voltar a falar do coração; indicar onde cada pessoa faz a própria síntese; onde os seres concretos encontram a raiz de todas as outras potências, convicções, paixões e escolhas” (Papa Francisco, Dilexit nos, 9).

Neste primeiro domingo, a partir desta semana, redescubramos, o valor do jejum, como facilitador da oração e despertador do desejo de Deus, que nenhum alimento terreno pode saciar.

 Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua Palavra. Por outro lado, o jejum só encontra sentido quando nos reaproxima dos outros (a privação de bens destina-se à partilha dos bens com os outros) e relança as nossas competências relacionais (mais abertos a Deus e aos outros).

Neste primeiro domingo, o jejum de Jesus no deserto pode oferecer pistas para a proposta dos diversos tipos de jejum, e literalmente, do jejum em vários sentidos: jejuar de ruídos e mensagens, para escutar melhor a Palavra (audição); jejuar de imagens (TV, telemóvel), para pôr os olhos no Senhor (visão); jejuar do comidas e bebidas (paladar), para despertar a fome e a sede de Deus e desenvolver o sentido da partilha solidária com quem jejua por necessidade; jejuar dos gestos violentos(tato).

O jejum deixa-nos indefesos, confrontados com a nossa nudez, libertando-nos da tirania das máscaras e expondo a pobreza radical que habita cada ser humano e, neste sentido, abre um fissura para Deus entrar na nossa vida.

Assumir um compromisso quaresmal pessoal e comunitário. (sugestões)

• Criar em casa o cantinho da oração, para a escuta da Palavra (uma das leituras do dia)

• Escolher uma frase do Evangelho das tentações e retomá-la ao longo da semana, especialmente nos momentos de decisão.

• Definir o objeto do jejum (de que devo jejuar…) e o destinatário (com quem vou partilhar o fruto da privação). Seguem-se algumas sugestões:

▪ Jejuar do excesso de consumo de comidas e bebidas.

▪ Jejuar do bullying, das palavras ofensivas e dos gestos violentos.

▪ Jejuar do consumo excessivo de água e de outros recursos naturais.

▪ Jejuar do excesso de uso do telemóvel e do consumo de internet, de ruídos e de imagens e do zapping contante (mudança constante de canal, de site, de App, de rede…).

▪ Abster-se do consumo da carne (sobretudo às sextas-feiras) ou de algum alimento preferido.

▪ Abster-se e proteger-se dos perigos da dark web (cyberbullying, fake news, pornografia, etc).

▪ Superar os hábitos de isolamento, acomodação, preguiça e indiferença.

▪ Renunciar a palavras ofensivas, atitudes de imposição ou reações impulsivas, promovendo relações mais fraternas e respeitadoras.

5. Perguntas para reflexão e exame de consciência: - Qual é o meu programa quaresmal de abertura dos sentidos? que ocupa hoje o meu coração e me impede de escolher Deus como essencial?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

" Quaresma é um caminho rumo a Jesus Ressuscitado" - prepara-te para o caminho

(...) A Quaresma foi instituída na Igreja como tempo de preparação para a Páscoa, e, portanto, todo o


sentido deste período de quarenta dias adquire luz do mistério pascal para o qual está orientado. 

Podemos imaginar o Senhor Ressuscitado que nos chama a sair das nossas trevas, e nós caminhamos rumo a Ele, que é a Luz. E a Quaresma é um caminho rumo a Jesus Ressuscitado, um período de penitência e até de mortificação, contudo não é um fim em si mes mo, mas visa levar-nos a ressuscitar em Cristo, a renovar a nossa identidade batismal, ou seja, a nascer novamente «do alto», do amor de Deus (cf. Jo 3, 3).

 Eis por que motivo, por sua natureza, a Quaresma é tempo de esperança” (Ib.). E acentuava então o Papa Francisco: “o êxodo quaresmal é o caminho em que a própria esperança se forma. O esforço de atravessar o deserto — todas as provas, as tentações, as ilusões, as miragens... — tudo isto serve para forjar uma esperança forte, firme, segundo o modelo da Virgem Maria que, no meio das trevas da paixão e da morte do seu Filho, continuou a acreditar e a esperar na sua Ressurreição, na vitória do amor de Deus” (Ib.). 

 Posteriormente, na sua Mensagem para a Quaresma de 2021, o Papa Francisco associava a virtude teologal da esperança à paciência de Deus, ao dom do perdão, à graça da reconciliação, temas tão caros aos três Evangelhos Dominicais, no coração da Quaresma (3.º, 4.º e 5.º Domingo). Como sabemos, a Quaresma do ciclo C desenvolve-se, em perspetiva eminentemente penitencial, mas sempre e simultaneamente um caminho pascal. 

 Continua atual a advertência do Papa Francisco: “Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa» (EG 6). Não deixemos que se extinga a esperança da Páscoa! Sem ela a vida torna-se árida, insuportável, sem sentido.

 Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança viva. “Não fiquemos à margem desta esperança viva” (cf. EG 278)!

IN livrete da caminhada do diocese porto

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

VI Domingo Tempo Comum 15-02-2026

 




pode ler a folha paroquial clicando aqui 

ou aqui

ESTE É O TEMPO FAVORAVEL DE CONVERSÃO À LUZ DA PALAVRA DE DEUS.

Das Cinzas à Páscoa" representa a Quaresma, um período de 40 dias de oração, jejum e conversão que prepara os cristãos para a ressurreição de Jesus. Iniciado na Quarta-feira de Cinzas, simboliza a fragilidade humana e o arrependimento, convidando à mudança de vida antes da celebração pascal

Com a bênção e a imposição das CINZAS, inicia-se o tempo Sagrado da Quaresma em preparação à Páscoa ...
É um apelo à conversão e a uma renovação interior.

Na nossa Paróquia celebram-se quarta feira dia 18 uma  Eucaristia com o rito da imposição das Cinzas
- Às 21.00 horas, na Igreja Paroquial.

"Neste dia, após a Liturgia da Palavra, em que se proclama o trecho do Evangelho em que Cristo recomenda a oração, o jejum e a esmola como exercícios de conversão (cf. Mt 6,1-18), realiza-se o rito da imposição das cinzas. 
Elas são sinal de penitência, no sentido de conversão. A conversão consiste, sobretudo, no reconhecimento de nossa condição de criaturas limitadas, mortais e pecadoras. No gesto de imposição das cinzas sobre a cabeça das pessoas, o sacerdote ou o ministro diz: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. A conversão consiste em crer no Evangelho. Crer é aderir a ele, viver segundo os ensinamentos do Senhor Jesus"

Na Mensagem para a Quaresma de 2026, o Papa  diz-nos:
Peçamos a força de um jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro. E comprometamo-nos a fazer das nossas comunidades lugares onde o clamor de quem sofre seja acolhido e a escuta abra caminhos de libertação, tornando-nos mais disponíveis e diligentes no contributo para construir a civilização do amor. De coração, abençoo todos vocês e o seu caminho quaresmal.Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.”

mensagem completa aqui

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

caminhada diocesana "ABRE-TE DA QUARESMA Á PÁSCOA" 2026

 


Sob o sinal da esperança no Senhor, “Todos esperam em Ti”, percorremos a caminhada do Advento ao Batismo do Senhor. E a súplica constante ao longo de tal caminhada foi esta: «Abre-nos caminhos de esperança». Em estreita ligação, gostaríamos de percorrer o caminho da Quaresma à Páscoa, acentuando agora o imperativo «abre-te» ao domínio dos cinco sentidos. Porque a atrofia dos sentidos, impede-nos, tantas vezes, de ver, de escutar, de tocar, de cheirar a realidade concreta da vida, pela qual Deus Se revela e nos interpela à conversão. Esta conversão implica a abertura a Deus e aos irmãos. E essa abertura começa necessariamente pelo esforço pessoal de abertura dos cinco sentidos ao conhecimento vital e à experiência de Deus, em nós e no meio de nós.

 Tradicionalmente, a catequese quaresmal de iniciação cristã assenta na abertura dos cincos sentidos. Pensemos, por exemplo, no «Effathá», isto é, «Abre-te», entre os ritos imediatamente preparatórios do Batismo. É através desta experiência sensível e relacional, pela brecha dos sentidos, que Ele abre caminhos de esperança e conduz à vida nova da Páscoa.

Num tempo marcado pela dispersão, pela aceleração e pela superficialidade, este percurso propõe uma verdadeira pedagogia dos sentidos. Educar os sentidos é aprender a escutar mais profundamente a Palavra, a reconhecer as sedes que nos habitam, a deixar-nos iluminar pela fé, a tocar a vida ferida com compaixão e, finalmente, a reconhecer, na manhã de Páscoa, o bom odor da vida nova que o Ressuscitado espalha no mundo. 

Convidamos, por isso, todas as paróquias, comunidades eclesiais, movimentos e serviços pastorais da Diocese a acolherem esta caminhada com liberdade e criatividade, adaptando-a às suas realidades concretas, de forma sinodal. Para isso, devemos grupos e conselhos pastorais encontrar-se e ajustar à sua realidade pastoral a proposta diocesana.

Que toda a nossa Igreja diocesana possa caminhar unida, como um Porto peregrino, com o coração aberto e os sentidos despertos, rumo à alegria pascal. Que este percurso ajude cada comunidade eclesial e cada fiel a reconhecer, na Páscoa de Cristo, o perfume da esperança da ressurreição que Deus deseja exalar sobre o mundo.

II. INTRODUÇÃO GERAL

1. Abrir os nossos sentidos

A fundamentação deste percurso pastoral de abertura dos sentidos inspira-se no pensamento do Cardeal D. José Tolentino Mendonça, particularmente na obra Mística do Instante, onde sublinha que a vida espiritual cristã não se vive à margem da experiência humana concreta, mas no interior do sensível, do quotidiano e do instante vivido com atenção. É aí, no que parece mais simples e imediato, que se abrem fissuras para transcendência, caminhos de transformação, a partir de dentro para fora.

Propomos, assim, viver os domingos da Quaresma como um despertar progressivo dos sentidos, uma abertura dos sentidos, culminando na Páscoa, onde a vida nova do Ressuscitado envolve toda a pessoa e faz da Páscoa a verdadeira Festa, em todos os sentidos e por meio deles. Os sentidos não são obstáculos à fé, mas verdadeiras portas de acesso ao mistério da vida e ao mistério de Deus, porque o próprio Deus, em Jesus Cristo, assumiu a carne humano e os sentidos.

 podes ler toda a caminhada clicando  aqui

domingo, 1 de fevereiro de 2026

BÊNÇÃO DE NAMORADOS E NOIVOS 14 DE FEVEREIRO, EUCARISTIA 18H, IGREJA MATRIZ

 


No dia 14 de fevereiro, a Igreja Matriz abre as suas portas para um momento especial de fé e amor: a Bênção de Namorados e Noivos, integrada na Eucaristia das 18h. 

Um convite a parar, agradecer e colocar o vosso caminho a dois nas mãos de Deus. No percurso rumo ao matrimónio — ou simplesmente na vivência do amor partilhado — a bênção de Deus fortalece, une e ilumina.

 Como casal, sois convidados a participar neste momento de ação de graças pelo Amor, fonte de entrega, compromisso e esperança. Venham celebrar o dom de amar e ser amados, num ambiente de oração, alegria e comunhão. Tragam o vosso amor, a vossa história e os vossos sonhos, e deixem que Deus os abençoe e acompanhe em cada passo do caminho.

CELEBRAÇÃO DA BÊNÇÃO DAS GRÁVIDAS 8 de fevereiro 2026

 


A Paróquia de Cucujães convida, com especial alegria, todas as mulheres grávidas a participarem na Celebração da Bênção das Grávidas, que terá lugar no próximo dia 8 de fevereiro, durante a Eucaristia das 10 horas.
 Este momento celebrativo insere-se na vida litúrgica da comunidade e constitui uma ocasião privilegiada de oração, ação de graças e confiança em Deus, pedindo a Sua proteção e bênção para as mães e para os filhos que trazem no seu seio.
 
Todas as grávidas que desejem receber esta bênção são convidadas a inscrever-se previamente, através do contacto 967 037 248
As inscrições também podem ser feitas no Centro Paroquial, no horário habitual de atendimento. Confiamos estas mães e os seus bebés ao cuidado amoroso de Deus, invocando a intercessão da Virgem Maria, exemplo de fé, disponibilidade e amor.