segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Dinâmica-pastoral-“Peregrinos de esperança. Rumo à Páscoa. No Caminho eu confio em Ti.” 2025

 


“Peregrinos de esperança. Rumo à Páscoa. No Caminho eu confio em Ti.”

Dinâmica Pastoral da Quaresma à Páscoa 2025

Este é o lema da Dinâmica Pastoral Diocesana, para os tempos litúrgicos da Quaresma à Páscoa, proposta pela Equipa de Apoio à Coordenação Diocesana da Pastoral.


Tal proposta parte da ideia da Quaresma, como caminho de esperança, que tem a Páscoa como meta no seu horizonte e desafia os fiéis à identificação e participação vital com Cristo, no seu mistério pascal.


"Esta dinâmica continua a desenvolver a temática jubilar da esperança, a partir da imagem da âncora, elemento simbólico da esperança e parte integrante do logótipo do Ano Jubilar.


Em cada domingo, na celebração dominical, são propostos à luz do Evangelho, lugares de «ancoragem», pontos firmes de apoio, para a vivência da esperança.


Sugere-se o uso da âncora ligada à Cruz, em que ambos os elementos associados integram a Procissão de entrada e a Procissão de saída. O texto propõe, em anexo, algumas monições para o lançar e para o recolher da âncora.


As propostas de vivência penitencial-pascal mais concretas são tipificadas, não a partir de cada domingo ou semana, mas a partir dos sinais fundamentais do Jubileu, que têm grande oportunidade de vivência neste tempo favorável da Quaresma à Páscoa.


Em anexos, disponibilizam-se meditações sobre a esperança, que, de algum modo, sintetizam a dimensão específica da esperança que se quer propor em cada celebração dominical ou do tríduo pascal. Os pontos de ligação entre os sinais do Jubileu e as referências bíblicas das leituras dominicais constam de um outro anexo.


São disponibilizadas, a seu tempo, imagens de cada domingo, marcando a diferença nas cores e nos lugares de ancoragem.


Como se escreve na conclusão, “a rota está traçada. Boa viagem”. Somos Igreja do Porto, peregrinos de esperança, a esperança, que não engana (Rm 5,5)."


IN Diocese Porto


Cópia da Proposta da caminhada

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Dia Mundial do Doente: Papa elogia «anjos de esperança» que acompanham quem sofre

Dia Mundial do Doente: Papa elogia «anjos de esperança» que acompanham quem sofre:

 “Todos juntos somos ‘anjos’ de esperança, mensageiros de Deus, uns para os outros: doentes, médicos, enfermeiros, familiares, amigos, sacerdotes, religiosos e religiosas. E isto, onde quer que estejamos: nas famílias, nos ambulatórios, nas unidades de cuidados, nos hospitais e nas clínicas”, escreve Francisco.


 O tema para este ano é inspirado numa passagem da carta de São Paulo aos Romanos: 
“«A esperança não engana» (Rm 5, 5) e fortalece-nos nas tribulações”.

 Francisco recorda a celebração, no contexto do Jubileu de 2025, como “peregrinos de esperança”. 

 “Como é que nos mantemos fortes quando somos feridos na carne por doenças graves, que nos incapacitam, que talvez exijam tratamentos cujos custos vão para além das nossas possibilidades? Como fazê-lo quando, não obstante o nosso próprio sofrimento, vemos o daqueles que nos amam e que, embora próximos de nós, se sentem impotentes para nos ajudar?”, assinala o texto. 

 O Papa aponta à “ajuda de Deus” e do seu Espírito, que “nunca” abandona quem sofre. “No momento da doença, se por um lado sentimos toda a nossa fragilidade – física, psíquica e espiritual – de criaturas, por outro lado experimentamos a proximidade e a compaixão de Deus”, pode ler-se. A doença torna-se então a oportunidade para um encontro que nos transforma, a descoberta de uma rocha firme na qual descobrimos que podemos ancorar-nos para enfrentar as tempestades da vida: uma experiência que, mesmo no sacrifício, nos torna mais fortes, porque mais conscientes de não estarmos sós”.

clica no titulo e lê mais

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Tempo Comum no calendário litúrgico...

 Reparou que entramos no Tempo Comum  Litúrgico neste Domingo dia 19 de janeiro?


Tempo Comum no calendário litúrgico

"Não se trata – longe disso – de um tempo  débil ou pouco importante, dado que nele se celebra todo o mistério de Cristo na sua globalidade. Em vez de se debruçar sobre um momento particular ou aspeto específico, procura favorecer a vivência comum e comunitária do «todo», do global, do impreterível mistério de Cristo.

Se virmos bem, este não é o «último» dos tempos litúrgicos, mas o primeiro. O Ano litúrgico nasceu com o Domingo, a festa primordial dos cristãos. No Domingo, a Eucaristia faz a Anamnese/memorial da morte e ressurreição do Senhor, Páscoa celebrada no ritmo de cada semana. A princípio não se sentia a necessidade de nada mais: o ano litúrgico mais não era do que «tempo per annum»: celebração sucessiva e ininterrupta do domingo ao longo de todo o ano e de ano para ano. Posteriormente, alguns domingos ganharam uma coloração especial em virtude de neles se celebrarem momentos ou aspetos particularmente importantes do Mistério de Cristo. E surgiram festas e «tempos especiais»: Tríduo Pascal, Tempo Pascal, Quaresma, Natal/Epifania, Advento… Todos eles se acrescentaram ao «Tempo Comum» que é, assim, tempo primeiro e, sem dúvida, principal."

Voz Portugalense

"O Tempo Comum é representado, liturgicamente, pela cor verde, pois é um tempo de esperança, de vida que se renova. A Liturgia Diária vai traçando um caminho onde o Deus da Aliança se revela, do Antigo ao Novo Testamento, apresentando o Cristo Vivo e ressuscitado como o centro de nossa fé.


 No Tempo Comum temos a oportunidade de caminhar lado a lado com o Senhor da Vida, tocando e nos deixando tocar por sua misericórdia. Na luta diária Jesus vai nos ensinando enquanto caminha conosco, como outrora ensinou os discípulos à caminho de Emaús. Como encontrava abrigo em Betânia, Ele também quer se abrigar em nossa casa, descansando do sol que castiga e nos ressuscitando dos sinais de morte que nos oprime."

 IN Schoenstatt

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Tomada de posse do novo pároco de Cucujães

 


Caríssimos Paroquianos.

A tomada de posse do novo pároco de Cucujães e seus Vigários paroquiais será no dia 2 de fevereiro às 15.30 h na Igreja de Cucujães .Data combinada com o Sr, Vigário da Vara P.Jose Manuel.
Todos os Paroquianos, Colegas sacerdotes diáconos estão naturalmente convidados.
A Paróquia convida e agradece.
P.Artur