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s. Nesta altura do percurso (supõe-se que encetámos uma subida espiritual: entenda-se no Espírito Santo e com o Espírito Santo), baptizados e catecúmenos devem estar já a ser Iluminados por essa luz, a ponto de se desfazerem das «obras das trevas» e de abraçarem as «obras da Luz», como verdadeiros discípulos que seguem o Mestre até ao fim, que é também o princípio, a Fonte da Vida verdadeira donde jorra o Espírito Santo (sempre Act 2,32-33; Jo 19,30 e 34; 7,37-39). Os catecúmenos têm neste Domingo V da Quaresma os seus terceiros «escrutínios»: última «chamada» para a Liberdade antes da Noite Pascal Baptismal.
de Moisés, que citam a propósito, para dizer que tais mulheres devem ser apedrejadas. Mas, roídos de malícia, querem saber o que, sobre o assunto, tem a dizer o MESTRE Jesus. Só isto: permanecendo SENTADO como MESTRE, inclinou-se, e, COM O DEDO, escrevia no chão. Os escribas e fariseus tinham compreendido mal a Lei, citando só metade, pois a Lei diz que, em caso de adultério, morrerão os dois: o homem e a mulher (Levítico 20,10; Deuteronómio 22,22). Tão-pouco estavam a compreender a resposta do MESTRE Jesus ao parecer jurídico que lhe pediram. E era clara a lição: na verdade, há apenas outra circunstância na Escritura Santa em que alguém escreve COMO O DEDO: as tábuas de pedra escritas pelo DEDO DE DEUS no Sinai (Êxodo 31,18; Deuteronómio 9,10). Claramente: o MESTRE que escrevia COM O DEDO era Deus! Conhecia a Lei e conhecia os homens por dentro (João 2,24-25). Permanecendo SENTADO, endireitou-se e disse-lhes: «Aquele que estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra!». Inclinou-se outra vez e continuava a escrever. Saíram todos, a começar pelos mais velhos. Acusaram a mulher, mas sentiram-se acusados, desvendados no seu pecado! A mulher era um objecto de que falavam. Nunca falaram para ela. É o MESTRE Jesus o primeiro na cena que fala para a mulher, colocando-a no caminho novo da liberdade: «Vai e não tornes a pecar».
uma coisa nova! Ela já desponta: não a compreendeis?» A nós compete entender a obra sempre nova e surpreendente de Deus, que ultrapassa sempre o nosso número de coração e a de compreensão! Pode o deserto florir, encher-se de água, e o mar de caminhos. Pode a semente germinar antes do tempo, e a espiga amadurar antes do campo!