terça-feira, 2 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
"O Amor Vence a morte...ALELUIA!"
PÁSCOA 2013
À Vítima pascal
ofereçam os cristãos
sacrifícios de louvor.
O Cordeiro resgatou as ovelhas:
Cristo, o Inocente,
reconciliou com o Pai os pecadores.
A morte e a vida
travaram um combate admirável:
Depois de morto,
vive e reina o Autor da vida.
Sabemos e acreditamos:
- Cristo ressuscitou dos mortos!
Ó Rei vitorioso
tende piedade de nós
IN: Folha Paroquial Domingo de Páscoa - Padre Artur
segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Domingo de Ramos na Paixão do Senhor
"o véu do templo rasgou... "Deus é para todos"
A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
sábado, 16 de março de 2013
"Vai e não tornes a pecar"
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».
Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».
Via Sacra para crianças
Meditemos no caminho que Jesus percorreu desde que foi preso, condenado e morto na cruz, sem ser culpado!
Esse caminho é aquele a que chamamos "Via Sacra" que quer dizer: Caminho Sagrado.
Deixo-te aqui um guião simples para percorreres com as crianças da catequese
Esse caminho é aquele a que chamamos "Via Sacra" que quer dizer: Caminho Sagrado.
Deixo-te aqui um guião simples para percorreres com as crianças da catequese
quinta-feira, 7 de março de 2013
Desenhos de Patxi Velasco nos Domingos da Quaresma
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa
Comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa a propósito da renúncia do Papa Bento XVI AQUI
sábado, 2 de fevereiro de 2013
IV Domingo TC - EVANGELHO – Lc 4,21-30
"Que faz o Carpinteiro esculpindo o meu coração?"
EVANGELHO – Lc 4,21-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
EVANGELHO – Lc 4,21-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
"O Espírito nos move e liberta..."
Imagem Odres Nuevos
"Tema do 3º Domingo do Tempo Comum
"Tema do 3º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo coloca no centro da nossa reflexão a Palavra de Deus: ela é, verdadeiramente, o centro à volta do qual se constrói a experiência cristã.
Essa Palavra não é uma doutrina abstracta, para deleite dos intelectuais; mas é, primordialmente, um anúncio libertador que Deus dirige a todos os homens e que incarna em Jesus e nos cristãos.
Na primeira leitura, exemplifica-se como a Palavra deve estar no centro da vida comunitária e como ela, uma vez proclamada, é geradora de alegria e de festa.
No Evangelho, apresenta-se Cristo como a Palavra que se faz pessoa no meio dos homens, a fim de levar a libertação e a esperança às vítimas da opressão, do sofrimento e da miséria. Sugere-se, também, que a comunidade de Jesus é a comunidade que anuncia ao mundo essa Palavra libertadora.
A segunda leitura apresenta a comunidade gerada e alimentada pela Palavra libertadora de Deus: é uma família de irmãos, onde os dons de Deus são repartidos e postos ao serviço do bem comum, numa verdadeira comunhão e solidariedade."
sábado, 19 de janeiro de 2013
"O amor de Deus..."
Tema do 2º Domingo do Tempo Comum
"A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa).
A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.
A primeira leitura define o amor de Deus como um amor inquebrável e eterno, que continuamente renova a relação e transforma a esposa, sejam quais forem as suas falhas passadas. Nesse amor nunca desmentido, reside a alegria de Deus.
O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas.
A segunda leitura fala dos “carismas” – dons, através dos quais continua a manifestar-se o amor de Deus. Como sinais do amor de Deus, eles destinam-se ao bem de todos; não podem servir para uso exclusivo de alguns, mas têm de ser postos ao serviço de todos com simplicidade. É essencial que na comunidade cristã se manifeste, apesar da diversidade de membros e de carismas, o amor que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo"
mais Portal dos Deonianos
"A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa).
A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.
A primeira leitura define o amor de Deus como um amor inquebrável e eterno, que continuamente renova a relação e transforma a esposa, sejam quais forem as suas falhas passadas. Nesse amor nunca desmentido, reside a alegria de Deus.
O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas.
A segunda leitura fala dos “carismas” – dons, através dos quais continua a manifestar-se o amor de Deus. Como sinais do amor de Deus, eles destinam-se ao bem de todos; não podem servir para uso exclusivo de alguns, mas têm de ser postos ao serviço de todos com simplicidade. É essencial que na comunidade cristã se manifeste, apesar da diversidade de membros e de carismas, o amor que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo"
mais Portal dos Deonianos
sábado, 12 de janeiro de 2013
"João com água... Jesus com Fogo..."
Imagem e titulo Odres Nuevos
Texto Portal Dehonianos
"A liturgia deste domingo tem como cenário de fundo o projecto salvador de Deus. No Baptismo de Jesus nas margens do Jordão, revela-se o Filho amado de Deus, que veio ao mundo enviado pelo Pai, com a missão de salvar e libertar os homens. Cumprindo o projecto do Pai, Jesus fez-Se um de nós, partilhou a nossa fragilidade e humanidade, libertou-nos do egoísmo e do pecado, empenhou-Se em promover-nos para que pudéssemos chegar à vida plena.
A primeira leitura anuncia um misterioso “Servo”, escolhido por Deus e enviado aos homens para instaurar um mundo de justiça e de paz sem fim… Animado pelo Espírito de Deus, Ele concretizará essa missão com humildade e simplicidade, sem recorrer ao poder, à imposição, à prepotência, pois esses esquemas não são os de Deus.
No Evangelho, aparece-nos a concretização da promessa profética veiculada pela primeira leitura: Jesus é o Filho/”Servo” enviado pelo Pai, sobre quem repousa o Espírito, e cuja missão é realizar a libertação dos homens. Obedecendo ao Pai, Ele tornou-se pessoa, identificou-Se com as fragilidades dos homens, caminhou ao lado deles, a fim de os promover e de os levar à reconciliação com Deus, à vida em plenitude.
A segunda leitura reafirma que Jesus é o Filho amado que o Pai enviou ao mundo para concretizar um projecto de salvação; por isso, Ele “passou pelo mundo fazendo o bem” e libertando todos os que eram oprimidos. É este o testemunho que os discípulos devem dar, para que a salvação que Deus oferece chegue a todos os povos da terra."
Lê mais no Portal Dehonianos
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
"Luz de Deus transforma a vida"
imagem Odres Nuevos
"Vivemos num mundo de luzes. Luzes aqui na terra em que vivemos, luzes que produzimos com a nossa ciência, como a luz elétrica. Luzes que foram criadas por Deus, como o sol, a lua, as estrelas, os brilhos imensos dos espaços do universo. Luzes intelectuais que tantas ciências boas desenvolveram para o bem da humanidade. Luzes morais e espirituais que Deus deu à porção mais querida da sua criação, a humanidade, e sem as quais os seres humanos caem nas trevas do erro, da discórdia, da insatisfação pessoal, da violência mesmo.
"Vivemos num mundo de luzes. Luzes aqui na terra em que vivemos, luzes que produzimos com a nossa ciência, como a luz elétrica. Luzes que foram criadas por Deus, como o sol, a lua, as estrelas, os brilhos imensos dos espaços do universo. Luzes intelectuais que tantas ciências boas desenvolveram para o bem da humanidade. Luzes morais e espirituais que Deus deu à porção mais querida da sua criação, a humanidade, e sem as quais os seres humanos caem nas trevas do erro, da discórdia, da insatisfação pessoal, da violência mesmo.
O que mais importa é fixarmos os olhos do nosso coração nas luzes que são guia certa e segura para nossa vida.
A Epifania é a festa da manifestação do Filho de Deus, Jesus Cristo, a todos os povos. Manifestação que começou com a contemplação, pelos magos, duma luz, duma estrela extraordinária que os conduziu à adoração do Deus nascido em Belém. E a luz não só se manifestou aos olhos físicos dos magos, mas especialmente aos olhos do espírito, pois viram um menino e nele adoraram um Deus: a luz da estrela transformou-se neles em luz de fé. E a gratidão nasceu-lhes no coração e levou-os a oferecerem presentes ao Menino. E quando voltaram às suas terras proclamaram o que tinham visto e sentido. Aceitar a luz que vem do alto produz a luz da fé que transforma a vida do indivíduo e lhe dá a capacidade de ver mais longe, de ver Deus nos acontecimentos da vida.
Como os pastores que foram ao presépio, também os magos se transformaram em missionários de Cristo nas suas terras. É algo que qualifica a vida dos verdadeiros crentes: tornam-se epifanias de Cristo para os que com eles contactam. Foi o que aconteceu na nossa terra através dos séculos: tornou-se num presépio em que tantos encontraram o mesmo Menino da salvação, uma terra de onde partiram tantas estrelas a indicarem mundos além o caminho do Evangelho. Os magos, a uma certa altura da viagem, perderam de vista a estrela. Mas não desanimaram: perguntaram, informaram-se até a encontrarem de novo. O mesmo na nossa terra: outras luzes brilharam e, para muitos, o presépio desapareceu do radar dos seus corações. Que bom comportarmo-nos como os magos: perguntarmos, informarmo-nos, trilharmos de novo o caminho que leva a Belém, matarmos a sede de infinito, a náusea que a falta de valores tantas vezes causa em nós.
No presépio da nossa vida, lá está ela, Maria, de braços estendidos para nos entregar o Menino. Mas o Menino, só as crianças o compreendem, o abarcam. Aos grandes falta o espaço. E o salmo 131 aguça a nossa curiosidade. Afinal, o Céu vai ser a terra das crianças, pois está escrito: «Se não vos tornardes como as crianças, não sereis do Reino», diz-nos o Livro (Mateus 18,3). Epifanias, apontadores – é isso que devemos ser. Aqui e pelo universo inteiro"
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Somos felizes na casa do Pai...
Domingo da Sagrada Família
As crianças na Eucaristia no dia de Natal
As crianças no IV Domingo do Advento
As crianças na Eucaristia no dia de Natal
As crianças no IV Domingo do Advento
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e também o Dia Mundial da Paz
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e também Dia da Paz
Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes.
Celebra-se, em primeiro lugar, a Solenidade da Mãe de Deus: somos convidados a olhar a figura de Maria, aquela que, com o seu sim ao projecto de Deus, nos ofereceu a figura de Jesus, o nosso libertador.
Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o Papa Paulo VI quis que, neste dia, os cristãos rezassem pela paz. Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nunca nos deixa, mas que em cada dia nos cumula da sua bênção e nos oferece a vida em plenitude.
As leituras de hoje exploram, portanto, diversas coordenadas. Elas têm a ver com esta multiplicidade de evocações.
Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada, como bênção que nos proporciona a vida em plenitude.
Na segunda leitura, a liturgia evoca outra vez o amor de Deus, que enviou o seu “Filho” ao nosso encontro, a fim de nos libertar da escravidão da Lei e nos tornar seus “filhos”. É nessa situação privilegiada de “filhos” livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-Lhe “papá”.
O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que veio ao nosso encontro em Jesus) provoca alegria e contentamento por parte daqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os débeis. Convida-nos, também, a louvar a Deus pelo seu cuidado e amor e a testemunhar a libertação de Deus aos homens.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível ao projecto de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível ao projecto de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.
IN: Dehonianos
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Festa da Sagrada Família
Imagem: Odres Nuevos
Festa da Sagrada Família
As leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
IN: Dehonianos
Festa da Sagrada Família
As leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.
IN: Dehonianos
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
"Como Maria: deixa-te conduzir pelo Espírito..."
EVANGELHO – Lc 1,39-47
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naqueles dias,
Maria pôs-se a caminho
e dirigiu-se apressadamente para a montanha,
em direcção a uma cidade de Judá.
Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria,
o menino exultou-lhe no seio.
Isabel ficou cheia do Espírito Santo
e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto do teu ventre.
Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?
Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação,
o menino exultou de alegria no meu seio.
Bem-aventurada aquela que acreditou
no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito
da parte do Senhor».
domingo, 16 de dezembro de 2012
Cameça hoje a Novena do Menino
Inicia hoje a novena.
"A novena é uma oração da tradição da Igreja inspirada na oração feita “num só coração”, pelos apóstolos, reunidos à volta de Maria, durante os nove dias que separam a Ascensão do Pentecostes.
"A novena é uma oração da tradição da Igreja inspirada na oração feita “num só coração”, pelos apóstolos, reunidos à volta de Maria, durante os nove dias que separam a Ascensão do Pentecostes.
Inspirada nesta dinâmica, a Novena do Menino é um tempo especial dentro do tempo da esperança e da espera que é o Advento que recorda a necessidade de viver em altitude de sentinela que aguarda gozosamente, em cada amanhecer, a manifestação do Verbo.
Neste ato de devoção, a Igreja exorta as comunidades a centrarem-se mais no Senhor e nos irmãos paraaprenderem, com Ele e nEle, a “abrir a vida” ao acontecer do Reino, à manifestação da Luz"
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
O Menino vem chegando...
Olha este desenho do Patxi V. Fano!
Vê a criança que está chegando...
O que faz?
- Torna-se pão que é esmagado pela fome, alimento que dá calor, alegria, força, vida nova.
- É ponte de união entre irmãos, justiça, amor.
Vamos anuncia a Boa Nova, com palavras de esperança em Cristo Jesus, com sinais de fraternidade e vida partilhada com aqueles que mais precisam.
Adaptado de Kamiono
Vê a criança que está chegando...
O que faz?
- Torna-se pão que é esmagado pela fome, alimento que dá calor, alegria, força, vida nova.
- É ponte de união entre irmãos, justiça, amor.
Vamos anuncia a Boa Nova, com palavras de esperança em Cristo Jesus, com sinais de fraternidade e vida partilhada com aqueles que mais precisam.
Adaptado de Kamiono
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
As crianças com Maria Santissima
Hoje as crianças do Centro de catequese da Igreja, participaram cheias de alegria na Salenidade Imaculada Conceição.
O 3º ano da catequese, animou a Celebração, encenou o Evangelho e antes do envio ofereceram uma pagela as outras crianças com uma oração a Maria Santissima.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
A nossa caminhada de Advento começou assim:
No Centro da Igreja (catequese) iniciamos a dinâmica de Advento “Emanuel, Ele próprio vem salvar-vos” do SDEC na semana passada.
Adaptamos um pouco à nossa realidade... Para a 1ª semana escolhemos 3 perguntas.
Em catequese no 4 ano por exemplo, pedimos para olhar com muita atenção a 1ª parte do desenho e dizer o que viam (algumas afirmações: "um peixe deitado numa mesa, uma quinta com animais; um presépio diferente…)
Depois foi uma descoberta em grupo, momentos de silêncio e de oração...
Entusiasmaram-se com o desafio de partilhar esta «Boa Nova» à família, mas primeiro, (recomendamos) ouvir o que cada um vê na imagem e só depois ensinar o que já descobriram... (a cada criança foi oferecida uma iluminura e as pergunta com a oração).
No 1º Domingo do Advento, as criança acolheram a comunidade na porta da Igreja, com muita alegria, desejando-lhes uma feliz celebração e ofereceram um postal com a iluminura que tem no verso um pequeno texto elucidativo da caminhada e as perguntas (conforme imagens)
As coroas do Advento são as tradicionais.
frente verso
Momento/inicio da Eucaristia e Envio Distribuído na catequese e na Eucaristia
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