terça-feira, 2 de julho de 2019

Setúbal: «Summer3Fest», um festival que pretende ser um «grande encontro missionário»

Setúbal: «Summer3Fest», um festival que pretende ser um «grande encontro missionário»: Projeto alia música à missão nos dias 12 a 14 de julho, na Costa da Caparica

Padre Luiz Carlos Junior e Padre Carlos Silva

Setúbal, 01 jul 2019 (Ecclesia) – O Secretariado Diocesano da Pastoral das Missões de Setúbal vai promover uma nova edição do ‘Summer3Fest’, nos próximos dias 12 a 14 de julho, na Costa da Caparica, e espera ser um “grande encontro missionário”.

“Esta segunda edição tendo a coordenação da pastoral das missões, pensamos ser interessante para os jovens da diocese fazer um grande encontro missionário. Quando pensamos em missão associamos um destino longínquo mas temos de ir onde estão os jovens e, se eles estão na praia e participam em festivais da juventude, pensámos que a Costa da Caparica, seria o espaço ideal para a missão e a música”, explica o padre Carlos Silva, diretor do secretariado diocesano da pastoral das missões, em declarações à Agência ECCLESIA.

O Summer3Fest tem este ano a parceria com a Pastoral da Juventude, num “biénio dedicado à juventude” que a Diocese de Setúbal está a viver, no qual o bispo local, D. José Ornelas, tem ido ao encontro dos mais novos.

“A pastoral da juventude tem este encargo de organizar a logística e visita do bispo aos jovens, quer em escolas, clubes e associações, e neste ano temos colaborado com  a pastoral da juventude para trazer os jovens à missão, como o tema desta edição diz “Partilha-te em missão”, indiciou o padre Carlos Silva.

Também o padre Luiz Carlos Junior, da Aliança da Misericórdia, é um dos mentores do festival que diz ser “de jovens para jovens” e onde destaca o programa muito vasto.;

“É de jovens para jovens, quem realiza a obra são os jovens; depois temos as bandas formadas pelos grupos de jovens da nossa diocese. A missão é coordenada com outros movimentos interdiocesanos como a Cáritas, a Pastoral da juventude, o Seminário diocesano, o CNE, uma missão que abrange toda vida diocesana e marca o fim do ano pastoral da diocese”, esclarece;

Três dias de festa no parque urbano da Costa da Caparica, com entrada livre, e um “programa muito vasto que tem o intuito de conquistar todos, porque Jesus é o sol da Caparica”, como destaca o sacerdote.

“Haverá diversão nesta festa do verão para estar com Deus, por isso o 3 no nome do festival, a Trindade, nesta técnica de marketing” que pretende cativar os jovens.

Quando se fala em dificuldades nesta organização, o padre Carlos Silva salienta a necessidade de união.

“Quando pensamos em lançar este projeto era a possibilidade de reunir esforços e vontades das forças de missão da nossa diocese mas ter a possibilidade de estar juntos fazer a missão e congregar as pessoas é uma dificuldade”, confessa.

O padre Carlos Silva aponta o Summer3fest como uma hipótese para fazer missão e festa, que conta com a participação do bispo diocesano, na Eucaristia do encerramento.

Uma das bandas participantes é a GJA – Grupo de Jovens da Arrentela, em que o coordenador André Joaquim destaca a alegria de participar no Summer3Fest.

“É uma alegria participar e a banda pretende evangelizar todo a gente na praia, com letras escritas por nós e originais feitos pelos grupo”, conta à Agência Ecclesia.

André Joaquim destaca que o grupo já tem “muitos anos de missão em povoações do interior do país, com a juventude doroteia” e que espera o sucesso desta edição onde a música é o “meio privilegiado para chegar aos jovens”;

Com músicas ao ar livre, jogos de praia, concertos e Cristoteca, Summer3Fest acontece no parque urbano da Costa da Caparica.

Estes testemunhos vão estar em destaque de segunda a sexta-feira, nos programas Ecclesia, na Antena 1, da rádio pública, pelas 22h45, ficando depois disponíveis em ecclesia.pt/rádio.

SN

sábado, 22 de junho de 2019

O NOSSO «LUGAR FELIZ» É CRISTO

Passamos pela Mesa da Palavra do Bispo António Couto e copiamos para si também o lugar da felicidade....

1. Este Domingo XII do Tempo Comum oferece-nos a imensa utopia messiânica que atravessa a profecia de Zacarias 9-14, um povo pobre, explorado, combatido e assassinado, mas que é a «pupila dos olhos do Senhor» (Zacarias 2,12), que tem nele colocados os seus olhos (Zacarias 9,1 e 8). Este povo pobre e mártir tem direito à sua esperança e ao seu rei diferente, que se apresenta pobre e pacífico, montado num jumento, animal de paz e não de guerra, e que porá fim aos instrumentos de guerra (Zacarias 9,9-10). Mundo novo.

 O texto deste Domingo (Zacarias 12,10-11; 13,1) faz-nos chorar este povo pobre e mártir personificado num filho único, num filho primogénito, martirizado, mas faz-nos ver também, e fixa o nosso olhar nesta figura desfigurada e transpassada, mas transfigurada, pois se tornará numa fonte de água pura, salvadora e salutar (Zacarias 13,1; 14,8). É, neste sentido, que «hão de olhar para aquele que transpassaram» (Zacarias 12,10). Cruzamento de olhares: olha Deus para ele, por ele; olhamos agora também nós para ele, por ele! É sabido que João, vendo Jesus e relendo este texto de Zacarias, fixa o nosso olhar em Jesus crucificado, transpassado, desfigurado, transfigurado (João 19,37).

Então o crucificado ressuscitado, que preside à nossa assembleia dominical e à nossa vida, deixa de ser uma u-topia [= «sem lugar»], para se transformar numa eu-topia [= «lugar feliz»]. Olhar fixo n’Ele! Mãos abertas em concha para Ele, para as encher nessa fonte de graça e de saúde! Sim, somos chamados a transformar o «deslugar» deste mundo em «lugar feliz»!
Mãos à obra! Ou, melhor ainda, corações à obra!

 2. Faz equilíbrio com este grande texto de Zacarias o Evangelho de Lucas 9,18-24. Começa por nos apresentar Jesus a rezar sozinho, o que acontece imensas vezes no Evangelho de Lucas, que é, por isso, também chamado «Evangelho da oração». E «orar» é, em sentido genuíno, etimológico, beijar, como lembrou o Papa Bento XVI aos jovens reunidos na XX Jornada Mundial da Juventude, realizada em Colónia, em 2005, referindo que a palavra latina para oração é oratio e a locução latina para adoração é ad oratio, contacto boca a boca, beijo, abraço, e portanto, no fundo, amor, ou seja, orientar a nossa vida toda para Deus, entregar a Deus a nossa vida toda, para que seja Ele a olhar para nós, por nós! É importante sabermos, informa-nos o narrador, que os seus discípulos estavam com Ele. Estar com Ele é o «lugar feliz» do discípulo de todos os tempos. Estar sem Ele é sempre um «deslugar». Se for este o caso, temos rapidamente de mudar de lugar!

 3. Também ficamos a saber, pela informação dos discípulos de então, que as multidões dizem Jesus com o passado, alinhando-o com as figuras do passado (João Batista, Elias, um antigo profeta redivivo) (Lucas 9,19), não contendo, portanto, nada de substancialmente novo. Em contraponto com as multidões, Pedro avança um dizer novo, diz que Jesus é o Cristo de Deus, sem, todavia, com este dizer, renovar a sua vida, sem fixar n’Ele os olhos e o coração, e sem encher as mãos em concha com a água viva que d’Ele vem.

 4. É Jesus, e só podia ser Jesus, que se autoapresenta aos seus discípulos de ontem e de hoje, como tendo de sofrer, ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia (Lucas 9,22). Aí está o transpassado, desfigurado, transfigurado, fonte única de água viva para nós, fonte da nossa vida. Dizemos, na verdade, muitas coisas. Mas é necessário ouvir Jesus dizer. Porque só Ele se diz e nos diz. Para o discípulo, escutar é deixar-se dizer! Para o discípulo, dizer é redizer o dito de Jesus. Eis o Mestre. Eis o discípulo.

 5. Ainda duas coisas únicas deste Evangelho, duas pérolas, portanto: «Dizia Ele a todos: “Se alguém quer vir atrás de mim, diga não a si mesmo, e tome a sua cruz todos os dias, e siga-me”» (Lucas 9,23). A primeira pérola está em que Jesus diz para todos. O dizer de Jesus, o seu ensinamento novo, não é para elites, para alguns iluminados. É para todos. Entenda-se que a escola de Jesus está aberta a todos, ricos e pobres, maus e bons, especialistas e ignorantes. Já se sabe que o ignorante é aquele que não sabe; de resto, também o dito especialista não sabe, mas não sabe, para usar o aforismo cortante do escritor italiano Leo Longanesi (1905-1957), com grande competência e autoridade! Ainda bem, portanto, que Jesus diz para todos, e todos devemos estar sentados e atentos na sua escola. A segunda pérola é que a vida cristã, que consiste em seguir Jesus, é coisa quotidiana, de todos os dias. Lucas é mesmo o único Evangelista que regista a necessidade de tomar a cruz todos os dias. Não é só para alguns dias de festa. Não pode ter pausas.

 6. Dizer não a si mesmo é pensar ao contrário do que estamos habituados a fazer. Pensamos sempre primeiro em nós, em salvar-nos a nós mesmos. E para nos salvarmos a nós mesmos, pensamos nós, temos de nos antecipar aos outros, ser mais espertos do que os outros, passar à frente dos outros. Exatamente o contrário de Jesus, que não quis salvar-se a si mesmo. Quis salvar-nos a nós, pôr-se ao nosso serviço, fazer-se fonte de água viva para nós. «Salva-te a ti mesmo, e desce da Cruz!» (Lucas 23,35-39), eis a tentação que cai sobre Jesus em três vagas sucessivas. Todavia, se se tivesse salvo a si mesmo, não nos salvava a nós! Estamos, portanto, perante a lógica nova do «quem perde, ganha», que é o jogo novo do cristianismo.

 7. Não se pode ser cristão, discípulo de Jesus, seguir Jesus, dizer Jesus, sem dar a vida. O discípulo de Jesus, à maneira de Jesus, tem de pôr em jogo a própria vida, e não simplesmente os adereços. Tudo, e não apenas o supérfluo. Dar o que sobra não tem a marca de Deus, não é fazer a verdadeira memória de Jesus, que se entregou a si mesmo por nós (Efésios 5,2), por mim (Gálatas 2,20). O supérfluo deixa a vida intacta. O dom de si mesmo transforma a vida para sempre.

 8. É esta novidade que São Paulo afirma outra vez na Carta aos Gálatas 3,26-29. Sim, Paulo já não se sabe dizer sem dizer Jesus Cristo. Por Ele foi alcançado, n’Ele foi batizado, está revestido d’Ele. Se vive, é porque está enxertado em Cristo, o «lugar feliz» da sua vida.

 9. O Salmo 63 é conhecido como «o cântico do amor místico», atravessado por uma apaixonada intensidade, bem expressa na primeira afirmação ou declaração de amor à boca do Salmo, mas que enche, de resto, o Salmo inteiro: «O meu Deus és Tu» (ʼelî ʼattah), a que responde e corresponde Deus em Isaías 43,1, declarando: «Para mim tu és» (lî ʼattah). Tudo o resto no Salmo 63 assenta sobre esta certeza. A minha vida recebida (naphshî), por quatro vezes referida (vv. 2.5.9.10) agarra-se amorosamente (dabaq) a Ti (v. 9), canta o teu amor, vive de Ti. A beleza, intensidade e espiritualidade que atravessam este Salmo ganham visibilidade na liturgia bizantina das manhãs de Domingo, e os vv. 3-6 entram no cânone eucarístico armeno. António Couto

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Folha Paroquial XII Domingo TC 23-06-2019





Igreja: Associações de Médicos Católicos promovem consagração ao Coração de Jesus

Igreja: Associações de Médicos Católicos promovem consagração ao Coração de Jesus:
 Lisboa, 19 jun 2019 (Ecclesia)
 – A Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos (FIAMC) vai promover esta sexta-feira uma consagração dos seus membros ao Coração de Jesus.

No sábado, um grupo de médicos de várias nacionalidades, que integra médicos portugueses, vai ser recebido em audiência pelo Papa Francisco.


Em Lisboa, a Associação de Médicos Católicos Portugueses

(AMCP) promove esta sexta-feira, pelas 19h00, uma Eucaristia na Igreja do Campo Grande
Bernard Ars, presidente da FIAMC, explica que a consagração dos médicos católicos ao Coração de Jesus que ser um sinal da necessidade de que a “profissão médica tenha raízes na profundidade do ser e construa em silêncio e serenidade, do coração, os fundamentos da vida”.

“O mundo da medicina está farto de um tempo cronometrado, sujeito à norma exclusiva de desempenho. A prática clínica é colocada num turbilhão de tarefas administrativas e mensagens ruidosas que não encorajam a reflexão ou a busca de significado”, adverte o responsável.
 OC

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo - 2019

Amanhã fica atento... ESCUTA... a MISSA começa assim....

ANTÍFONA DE ENTRADA
Bendito seja Deus Pai,
bendito o Filho Unigénito,
bendito o Espírito Santo,
pela sua infinita misericórdia.

Diz-se o Glória.

ORAÇÃO COLECTA
Deus Pai,
que revelastes aos homens o vosso admirável mistério,
enviando ao mundo a Palavra da verdade
e o Espírito da santidade,
concedei-nos que, na profissão da verdadeira fé,
reconheçamos a glória da eterna Trindade
e adoremos a Unidade na sua omnipotência.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

LEITURA I Prov 8, 22-31
Antes das origens da terra, já existia a Sabedoria

A Sabedoria não é só um bem muito desejável. É mais do que isso.
É uma pessoa viva, cuja origem é anterior à criação de todas as coisas. Intimamente unida a Deus, mas, ao mesmo tempo, distinta d’Ele, assiste-O na obra da criação, manifestando-se activamente criadora. Proveniente de Deus, pertence ao âmbito divino. Contudo, ela vem ao encontro dos homens, no desejo profundo de com eles estabelecer relações de amizade.
Nesta Sabedoria de Deus, assim descrita no Antigo Testamento (o qual, sem nos dar uma revelação precisa do mistério trinitário, nos vai introduzindo, pouco a pouco, nos segredos da vida íntima de Deus), vê a tradição patrística, a partir de S. Justino, o Verbo de Deus, Jesus Cristo, Sabedoria e Palavra criadora de Deus, pelo Qual «tudo foi criado» (Jo. 1, 3).

Leitura do Livro dos Provérbios
Eis o que diz a Sabedoria de Deus: «O Senhor me criou como primícias da sua actividade, antes das suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui formada, desde o princípio, antes das origens da terra. Antes de existirem os abismos e de brotarem as fontes das águas, já eu tinha sido concebida. Antes de se implantarem as montanhas e as colinas, já eu tinha nascido; ainda o Senhor não tinha feito a terra e os campos, nem os primeiros elementos do mundo. Quando Ele consolidava os céus, eu estava presente; quando traçava sobre o abismo a linha do horizonte, quando condensava as nuvens nas alturas, quando fortalecia as fontes dos abismos, quando impunha ao mar os seus limites para que as águas não ultrapassassem o seu termo, quando lançava os fundamentos da terra, eu estava a seu lado como arquitecto, cheia de júbilo, dia após dia, deleitando-me continuamente na sua presença. Deleitava-me sobre a face da terra e as minhas delícias eram estar com os filhos dos homens».
Palavra do Senhor.
Lê mais: Secretariado Nacional de Liturgia

Festa do “CORPO DE DEUS” em Cucujães


Próxima quinta-feira, dia 20 amanhã:

 Festa do “CORPO DE DEUS”

Feriado nacional e Dia Santo de Guarda.

Na nossa Paroquia haverá Eucaristias em todas as Capelas.
 Na Igreja, como aos domingos. mas a Eucaristia, na Igreja, às 12.00 horas, terá a presença especial dos Ministros Extraordinários da Comunhão, dos Acólitos e da Irmandade do Santíssimo Sacramento, com as opas.
À tarde, às 17.30 horas, na Igreja: Adoração Eucarística precedida da Apresentação dos Pré-Adolescentes do 6º ano da Catequese à Profissão de Fé. Tomarão parte na Adoração Eucarística e na Procissão.
Todas as Crianças da 1ª Comunhão, feita em 26 de maio, são convidadas a participar na Adoração e na Procissão

Como nos anos anteriores, os 4 Centros Pastorais encarregar-se-ão do tapete do percurso do Senhor

A Festa do “Corpo de Deus” é organizada pela Irmandade do Santíssimo Sacramento.

Corpo de Deus: Papa convida a dar «lugar central» à Eucaristia

Corpo de Deus: Papa convida a dar «lugar central» à Eucaristia: Cidade do Vaticano, 19 jun 2019 (Ecclesia)

 – O Papa Francisco pediu hoje no Vaticano que a solenidade litúrgica do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como Corpo de Deus, seja um momento de “reavivar” a fé na Eucaristia.

 “A celebração da Santa Missa, a adoração eucarística e as procissões pelas ruas das cidades e das aldeias são o testemunho da nossa veneração e adesão a Cristo, que nos dá o seu corpo e o seu sangue, para alimentar-nos com o seu amor e fazer-nos participar da sua vida, na glória do Pai”, assinalou, no final da audiência pública semanal. 
 Francisco sustentou que a celebração, assinalada em Portugal esta quinta-feira, desafia os católicos a “dar um lugar central à Eucaristia” na sua vida”. 
 “É a Eucaristia que nos faz viver a vida de Cristo e faz a Igreja”, acrescentou. 

 O Corpo de Deus, feriado nacional em Portugal, é uma celebração com raízes medievais; desde o século XII, muitas localidades assinalam uma solenidade que evoca o “triunfo do amor de Cristo pelo Santíssimo Sacramento da Eucaristia”. 
 A solenidade litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade de Liège, na atual Bélgica, tendo sido alargada à Igreja latina pelo Papa Urbano IV através da bula “Transiturus”, em 1264, dotando-a de missa e ofício próprios. 


 Na origem, a solenidade constituía uma resposta a heresias que colocavam em causa a presença real de Cristo na Eucaristia, tendo-se afirmado também como o coroamento de um movimento de devoção ao Santíssimo Sacramento; teria chegado a Portugal provavelmente nos finais do século XIII e tomou a denominação de festa de Corpo de Deus. 

 Esta exultação popular à Eucaristia é manifestada no 60.° dia após a Páscoa, uma quinta-feira, ligando-se assim à Última Ceia, de Quinta-feira Santa. 

Só durante a Idade Média se regista, no Ocidente, um culto dirigido mais deliberadamente à presença eucarística, dando maior relevo à adoração; no século XII é introduzido um novo rito na celebração da Missa: a elevação da hóstia consagrada, no momento da consagração. 


 No século XIII, a adoração da hóstia desenvolve-se fora da Missa e aumenta a afluência popular à procissão do Santíssimo Sacramento. A procissão do Corpo e Sangue de Cristo é, neste contexto, a última da série, mas com o passar dos anos tornou-se a mais importante. 


 Do desejo primitivo de “ver a hóstia” passou-se para uma festa da realeza de Cristo, na “Christianitas” medieval, em que a presença do Senhor bendiz a cidade e os homens. 

 A “comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa” (Urbano IV) recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo. Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tendo praticamente desaparecido a festa litúrgica do “Preciosíssimo Sangue”, a 1 de julho. 

 A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que “onde, a juízo do bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo” (cân 944, §1). OC

domingo, 16 de junho de 2019

Solenidade da Santíssima Trindade 2019

Foto Odres Nuevos

Textos: Prov 8, 22-31; Rom 5, 1-5; Jo 16, 12-15

Ideia principal: Quem é Deus?

Síntese da mensagem: Toda a nossa vida cristã gira- ou deveria girar- ao redor da Santíssima Trindade. Levantamo-nos e deitamos no nome da Trindade. Trabalhamos e sofremos no nome da Trindade. Celebramos e participamos nos sacramentos e fazemos oração no nome da Trindade. Comemos e compartilhamos o nosso pão no nome da Trindade Santa. Toda a nossa vida deveria ser um diálogo entre nós e o Pai, feito por meio de Jesus Cristo, à luz e com o sustento do Espírito Santo.

Pontos da ideia principal:

Em primeiro lugar, um pouco de história. Conta São Gregório de Nisa, que nos seus tempos do século IV era impossível ir à praça do mercado para comprar pão, às termas para tomar uma sauna, aos cambistas para falar de dinheiro, etc., sem agarrar-se uns e outros pelos cabelos ao tocar o tema do mistério da Trindade. Informam os historiados que Constantino tinha o seu império em dois partidos mal trilhados: os arianos, cujo chefe Arrio, clérigo sem mitra nem báculo, dizia que o Pai é Deus, mas o Filho não; e os atanásios, cujo chefe, Atanásio, clérigo também sem mitra nem báculo, dizia que o Filho é tão Deus como o Pai. E aquilo era “guerra civil” à vista. Conta a história da Igreja que o imperador Constantino, já suspeitoso e com um império desse jeito na boca da amargura, convocou o primeiro concílio ecumênico para que os bispos da Igreja se batessem o cobre pela Trindade e, para aproveitar, salvassem para ele o império. 20 de maio do ano 325 na cidade de Niceia, na Turquia asiática: o imperador Constantino- coroa imperial na cabeça, manto de rabo arrastando, como um paquete oriental- entrou na sala conciliar por entre as 318 mitras e báculos dos padres sinodais, subiu no estrado e parabenizou o legado do Papa Silvestre I, que era espanhol: o grande Ósio, bispo de Córdoba. Ali, por conta da Trindade, o Papa estava jogando a unidade da Igreja e Constantino a unidade do império. Niceia, 19 de junho de 325: o grande Ósio saiu com essa palavra mágica, luminosa e clave, e solucionou o problema: “homoúsious” (=consubstancial). O Filho, pois, e consubstancial ao Pai e vice-versa, isto é, o Filho é Deus igual que o Pai. Fim do Concílio. E diz que o historiador eclesiástico, Eusébio de Cesareia, que Constantino deu aos bispos um banquete imperial e aos seus súditos uma ordem imperial: ou aceitação do concilio ou desterro para a vida inteira.

Em segundo lugar, como se aproximam os teólogos deste mistério da Trindade? Observam pelas miragens que o Pai, em efeito, exerce autoridade sobre o Filho e sobre os homens. Autoridade que não é autoritarismo. Paternidade que não é paternalismo que mima, chateia e não faz crescer os filhos. E lhe diz ao Filho: essa é a situação dos homens e este é o meu plano de redenção, e o redentor és Tu. E nos diz: eu sou o Pai que os amo e quero a felicidade de todos vocês: mas cumpram os meus mandados para sejam felizes e assim me façam feliz. Continuam os teólogos e observam o Filho e a sua obediência, que è uma, grande e livre (mas sem jugo nem flechas, como no escudo espanhol). E escutam o Filho dizer: “Eu faço sempre a vontade do meu Pai” (Jo 8,29), “o Pai e eu somos um” (Jo 10,30), “… levo a tua lei no meu coração” (Heb 10,7 e Salmo 39,9). E não cansados de refletir e meditar, os teólogos ouvem o barulho das asas em movimento do Espírito, que no voo rasante sobrevoou o caos prévio à criação do mundo, que falou a mesma coisa aos patriarcas nas grandes teofanias e aos profetas e dirigentes de Israel, que desceu sobre Jesus e às águas do Jordao, que chegou aos apóstolos no borde do furacão. O Espírito é energia, vitalidade, atividade. É luz que nos guiará à verdade completa (evangelho).

Finalmente, nós, por sermos batizados, somos portadores da Trindade. Rápido se percebe quando uma pessoa está cheia desse Deus e valoriza o espiritual mais do que o material, a alma mais do que o corpo, o céu mais do que a terra, o próximo como a Deus e a Deus mais do que ninguém e sobre todas as coisas. Esse Deus Uno e Trino devemos adorar com toda a alma; amar com todo o coração; agradecer com todo o nosso ser e corresponder levando uma vida segundo o Espírito. Por ser portadores da Trindade até nos gloriamos dos sofrimentos, pois sabemos que o sofrimento gera a paciência, a paciência gera a virtude sólida, a virtude sólida gera a esperança, pois Deus nos infundiu o amor nos nossos corações por meio do Espírito (2 leitura). E vivemos felizes, pois as delícias desse Deus Uno e Trino são estar com os filhos dos homens (1 leitura).

Para refletir: Aceito Deus como mistério? Rezo a Deus em termos vagos, ou me relaciono de pessoa a pessoa com o Pai, ou com Jesus, ou com o Espírito Santo? Fasso tudo em nome da Santíssima Trindade: trabalho, estudo, descanso, sofrimento, êxito e fracasso?

Para rezar: Hino das primeiras Vésperas da Solenidade da Santíssima Trindade:

Meu Deus, Trindade a quem adoro!
A Igreja nos submerge no vosso mistério;
Confessamos-vos e vos bendizemos,
Senhor Deus nosso.


Como um rio no mar da vossa grandeza,
O tempo desemboca no hoje eterno,
O pequeno se anega no infinito,
Senhor, Deus nosso.


Ó, Palavra do Pai, vos escutamos;
Ó, Pai, olhai o rosto do vosso Verbo;
Ó, Espírito de amor, vinde a nós;
Senhor, Deus nosso.


Meu Deus, Trindade a quem adoro!
Fazei das nossas almas vosso céu,
Levai-nos ao lar onde Vós habitais,
Senhor, Deus nosso.

Glória ao Pai, e ao Filho, e ao Espírito:
Fonte de gozo pleno e verdadeiro,
Ao Criador do céu e da terra,
Senhor, Deus nosso.
 Amém.

sábado, 15 de junho de 2019

«O tempo está a esgotar-se», denuncia Francisco

«O tempo está a esgotar-se», denuncia Francisco
O encontro com responsáveis de empresas petrolíferas mundiais tem como tema ‘A transição energética e a proteção da casa comum’.

 “A crise ecológica de hoje, especialmente a mudança climática, ameaça o futuro da família humana”, denunciou o Papa. Francisco assinalou a importância de respeitar o limiar máximo de aumento da temperatura nos 1,5º C. “Em face de uma emergência climática, devemos tomar as medidas adequadas, a fim de evitar cometer uma grave injustiça em relação aos pobres e às gerações futuras”, sustentou o pontífice. 

 A reunião promovida pelo Vaticano debateu a transição energética e a transparência na notificação de riscos climáticos. 
 Após a audiência, representantes de “gigantes do petróleo” assinaram um compromisso para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus celsius, com previsto no Acordo de Paris (2015), reconhecendo a necessidade de “uma transição” para uma economia de “baixo carbono” Entre os CEO presentes no Vaticano estavam representantes da Eni, Exxon, Total, Repsol, BP, Shell, Sinopec, ConocoPhillips, Equinor e Chevron. 

 Os signatários assumem o objetivo de promover “mudanças radicais em todos os níveis” para realizar uma transição que envolva o “apoio dos mercados na adoção de combustíveis renováveis como fonte de energia”.
 OC

Lê Ecclesia

Folha Paroquial Domingo da Santíssima Trindade-16-06-2019





sábado, 8 de junho de 2019

Liturgia - Dehonianos Solenidade do Penfecostes

Odres Nuevos
Liturgia - Dehonianos: SOLENIDADE DO PENTECOSTES
Tema do Domingo de Pentecostes
O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.

O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.

Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.

Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.
Mais

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Folha Paroquial - Domingo de Pentecostes 09-06-2019

Clica e lê aqui a Folha Paroquial 


A Força da Oração

Intenção
Estilo de vida dos sacerdotes (Pela Evangelização)
Pelos sacerdotes, para que, com a sobriedade e humildade da sua vida, se empenhem numa solidariedade ativa para com os mais pobres.

Reflexão
Um coração pobre de pastor

O mês de junho, dedicado na tradição cristã à devoção ao Sagrado Coração de Jesus, tem também como proposta aos cristãos a oração pelos sacerdotes. Neste sentido, o Papa Francisco tem como intenção um apelo à sobriedade e humildade da sua vida, concretizando-se na proximidade com os pobres.

Nesta intenção, vemos dois movimentos: um para a vida pessoal dos sacerdotes, num convite a uma vida simples e despojada, à semelhança de Jesus; e outro voltado para fora, para os mais pobres, trabalhando ativamente com eles.

Sabemos que não se pode desligar o que se passa no nosso coração daquilo que fazemos. E, neste mês, é pedido aos sacerdotes um maior testemunho de Cristo pobre, que Se faz próximo dos pobres. Devemos agradecer tantos exemplos de sacerdotes, verdadeiros pastores à semelhança do Bom Pastor, que vivem abnegadamente a sua vocação e serviço às comunidades que lhes são confiadas. Tantos bons sacerdotes que, nas suas comunidades, realizam obras admiráveis de apoio aos mais necessitados! Damo-nos conta destas atitudes e apoiamos os sacerdotes nas suas missões?

Mas também é verdade que, como pessoas humanas sujeitas à contradição, encontramos exemplos de sacerdotes que não mostram uma coerência externa com a pobreza pedida aos discípulos de Jesus. Peçamos ao Senhor, neste mês, para que a relação pessoal com Cristo transforme os sacerdotes em exemplos vivos do Evangelho. E não nos esqueçamos de nos unirmos em oração a eles e estarmos disponíveis para colaborar na exigência da sua vocação, tantas vezes vivida em solidão e dificuldade.

Oração
Senhor Jesus, Bom Pastor,
Tu chamas os sacerdotes a serem no mundo e na Igreja
sinais da tua presença, da tua caridade e do teu perdão.
Nós Te pedimos que os sacerdotes se sintam apoiados
pela nossa amizade e oração.
Que cada sacerdote se sinta cada vez mais apaixonado por Ti
e pelo teu estilo de vida, pobre e ao serviço dos mais pequenos.
Ajuda os sacerdotes que vivem em maiores dificuldades
e que o seu coração seja cada vez mais semelhante ao teu Coração.
Pai-Nosso…

Desafios
- Estar disponível para, junto do pároco ou do sacerdote responsável
pela comunidade, prestar o apoio necessário à sua ação, sobretudo nas obras sociais que dinamiza.

- Na própria comunidade, promover um encontro de reflexão e formação sobre as exigências que hoje são postas ao ministério sacerdotal, com testemunhos de sacerdotes.

- Promover, na comunidade, um momento de oração centrado no Coração de Jesus, motivando os presentes a entusiasmar-se com o seguimento de Jesus, pobre e humilde.

IN Rede Mundial de Oração 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Recado de JESUS aos Corações amedrontados


"Se tu soubesses do que és capaz, nem imaginas as cores com que se pintariam os teus dias! Se percebesses de uma vez por todas o teu verdadeiro tamanho, assim como eu próprio te vejo, e o lugar que ocupas no Coração do meu Pai, aprenderias de novo a dançar e a cantar como nos tempos de criança. Mas não dançarias mais como criança… Dançarias como fazem os Sábios de todos os tempos, cantarias como eles, sentirias o teu íntimo em Festa num sereno baile de Alegria e Paz...

Se tu soubesses do que és capaz, deixarias de fechar-te em ti próprio, e eu daria largas ao teu Coração, far-te-ia levantar voo acima dos teus medos, das tuas tristezas e das tuas desistências…

Deixa-me mostrar-te do que és capaz…

Todos os que dão crédito às minhas palavras, lentamente vão percebendo que não lhes minto! Dentro deles o Espírito Santo começa a fazer maravilhas, e eles sentem… Pouco a pouco, vão até aprendendo a colaborar com Ele, vão-lhe aprendendo os ritmos e percebendo os sinais… E, até hoje, nunca nenhum se sentiu defraudado em relação àquilo que lhe prometi! Bem pelo contrário…

Deixa-me mostrar-te do que és capaz…

Sou capaz de ensinar-te como se olha verdadeiramente para a Vida, para a História, para as Pessoas, e para os Desafios que tudo isto traz consigo! Sou capaz de libertar-te das forças autodestrutivas que às vezes ainda te minam o Coração: o ressentimento, o medo, a frustração, a impaciência, a desistência, a vingança, o desânimo…

Se tu soubesses do que és capaz adorarias voltar a ver-te ao espelho, e perceberias que tinhas renascido. Estas coisas escrevem-se-nos no rosto e nos olhos…

Lembras-te da quantidade enorme de desafios complicados que já venceste? São tantos, não são?!

Lembras-te de quantas vezes já pensaste “Desta não saio! Isto é demais! Nunca vou ultrapassar isto!”? Lembras-te?

Eu lembro-me bem, porque estive sempre contigo! Já vencemos juntos tantas coisas… E tudo isto, em vez de te fazer forte, muitas vezes só tem servido para complicares a Vida ainda mais por causa do passado e te assustares diante do rosto feio de alguns dias.

Por isso é que hoje tinha que falar-te assim, e andei às voltas a tentar arranjar uma maneira de o fazer! Porque quero muito que aprendas a olhar para ti como eu próprio te vejo!

Se tu soubesses do que és capaz, nem imaginas como os teus pés se tornariam ligeiros, as tuas pernas fortes, os teus braços vigorosos, o teu peito invencível, a tua cabeça inquebrável, o teu rosto terno, os teus olhos atentos…

Deixa-me mostrar-te do que és capaz!

Não perceberás tudo hoje, nem amanhã ainda… Mas começa hoje! Deixa-me mostrar-te do que és capaz…

Dentro de ti, quero ensinar-te a ver cada coisa com o seu real tamanho e valor, porque às vezes vês grandes demais problemas pequenos, e não prestas atenção a grandes maravilhas… Como tu!

Quando aprenderás a olhar para ti como se contempla uma maravilha? Quando aprenderás a ver-te como eu te vejo?

Não te olho à procura de perfeições, não existe em mim qualquer moralismo, não te exijo que sejas diferente do que és para gostar de ti e para me encantar ao olhar-te. Basta-me que sejas assim como és. Não compliques...

Se tu soubesses do que és capaz, tirarias finalmente muitos projectos da gaveta do teu Coração e darias passos que antes julgavas maiores do que as pernas. Porque se tu soubesses do que és capaz, as tuas pernas cresceriam…"


Padre Rui Santiago- Derrotar Montanhas

Ambiente: Geógrafo Sven Johannsen destaca importância de «interagir» com responsabilidade nos «ecossistemas»

Ambiente: Geógrafo Sven Johannsen destaca importância de «interagir» com responsabilidade nos «ecossistemas»: «Sensibilidade ecológica é ainda insuficiente para mudar os hábitos nocivos de consumo» – Papa Francisco, «Laudato Si»

Montemor-o-Novo, 05 jul 2019 (Ecclesia) – O geógrafo Sven Johannsen afirmou, no contexto do Dia Mundial do Ambiente, que os produtores de alimentos têm “vários desafios” e que todas as pessoas quando “comem, bebem, respiram” estão “a interagir ativamente com os ecossistemas”. “Se estou a comer uma banana estou a interagir com o ecossistema no Equador, mas como viajou pelo mundo todo para chegar até aqui o meu consumo tem impacto em muitas mais coisas; temos de olhar para isto de uma forma holística porque estamos totalmente dependentes um do outro”, exemplificou o jovem alemão que trabalha na Herdade do Freixo do Meio.

Em declarações à Agência ECCLESIA, Sven Johannsen observa que nesta “interação com o ecossistema” e como estão “totalmente dependentes” sentem que fazem parte “deste reino da natureza, do reino animal”, por isso, não conseguem “olhar para a natureza como uma coisa à parte”.
O Papa Francisco na encíclica ‘Laudato Si’, que está a comemorar quatro anos, escreveu que “cresceu a sensibilidade ecológica das populações”, mas é ainda insuficiente para “mudar os hábitos nocivos de consumo” que parecem expandir-se e desenvolver-se.

sábado, 25 de maio de 2019

“O Espírito Santo nos ensinará”

Odres Nuevos
EVANGELHO – Jo 14,23-29

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará;
Nós viremos a ele
e faremos nele a nossa morada.
Quem Me não ama não guarda a minha palavra. Ora a palavra que ouvis não é minha,
mas do Pai que Me enviou.
Disse-vos estas coisas, estando ainda convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo,
que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas
e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo.
Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes o que Eu vos disse:
Vou partir, mas voltarei para junto de vós.
Se Me amásseis,
ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu.
Disse-vo-lo agora, antes de acontecer,
para que, quando acontecer, acrediteis».

AMBIENTE
Continuamos no contexto da “ceia de despedida”. Jesus, que acaba de fundar a sua comunidade, dando-lhe por estatuto o mandamento do amor (cf. Jo 13,1-17;13,33-35), vai agora explicar como é que essa comunidade manterá, após a sua partida, a relação com Ele e com o Pai.
Nos versículos anteriores ao texto que nos é proposto, Jesus apresentou-Se como “o caminho”(cf. Jo 14,6) e convidou os discípulos a percorrer esse mesmo “caminho” (cf. Jo 14,4-5). O que é que isso significa? (...)

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Folha Paroquial VI Domingo da Pascoa 26-05-2019

Lê a Folha Paroquial clicando aqui
ou AQUI




Festa da Família Missionária Boa Nova 2019 Cucujães

FESTA VICARIAL DAS MISSÕES
TODA A PARÓQUIA PRESENTE – no dia 2 de junho

Neste dia não haverá culto nas Capelas (nem Eucaristia nem Celebrações da Palavra). Está toda a Paróquia convocada para celebrar com o nosso Bispo do Porto e as outras 17 Paróquias da Vigararia a Festa Vicarial das Missões na Quinta do Seminário.
De manhã: Procissão de Nossa Senhora das Missões, às 10.00 horas, seguida da Eucaristia.
De tarde: Grande Convívio. Só haverá a Eucaristia do dia 1 de junho, às 18.00 horas, na Igreja, animada no canto pela Filarmónica Cucujanense e no domingo, dia 2, a Eucaristia das 8.00 horas, na Igreja.

TODA A CATEQUESE A DO 1º AO 10º ANOS DEVERÁ ESTAR PRESENTE, PORQUE O SR. BISPO DO PORTO, D. MANUEL LINDA QUER ESSA PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO. (Terão lugar reservado).

TAMBÉM OS JOVENS (com lugares reservados) DEVERÃO ESTAR PRESENTES COM OS SÍMBOLOS OU BANDEIRAS OU CAMISOLAS DOS SEU GRUPOS.
  (Folha Paroquial V Domingo da Páscoa)

terça-feira, 21 de maio de 2019

Ensino Superior: Reitora da UCP defende maior presença feminina nas lideranças mundiais

"Isabel Capeloa Gil discursou perante os graduados da classe de 2019 da Boston College, onde recebeu doutoramento «Honoris Causa»

 – A reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP) defendeu hoje nos Estados Unidos da América uma maior presença feminina nas lideranças mundiais, num discurso perante os graduados da classe de 2019 da Boston College.

 “As mulheres são grandes provocadoras de mudança e, nestes tempos interessantes, há uma necessidade inquestionável de lideranças humanas, competentes e solidárias. As mulheres cuidam, mas também estão prontas para assumir as funções e as responsabilidades que são agora confiadas aos outros 50% da população mundial”, declarou Isabel Capeloa Gil. 

 A responsável apelou a uma transformação “radical” no progresso das mulheres em posições de poder, realçando que, “apesar dos avanços das últimas décadas, as mulheres são apenas 5% dos líderes mundiais”.

 A também presidente da Federação Internacional das Universidades Católicas, cargo que ocupa, desde 2018, foi a oradora convidada da cerimónia de graduação dos diplomados Boston College, sendo a sétima mulher e a primeira não-americana a fazê-lo em 156 anos da universidade, refere uma nota de imprensa da UCP enviada à Agência ECCLESIA.

 “Assumam a vossa narrativa e façam coligações, como nos convida o Papa Francisco, com o espírito de uma cultura de encontro para construir uma sociedade mais respeitadora e inclusiva”, declarou a responsável.

 Isabel Capelo Gil observou que “muitas vezes, o desafio das fronteiras é um desafio de ignorância”. “Se quiserem mudança, ergam a vossa voz. Se a injustiça ameaça, defendam os vossos direitos”, pediu, num discurso que mereceu várias salvas de palmas. 

 A reitora da UCP foi agraciada em Boston com a atribuição do grau de doutora ‘Honoris Causa’. 

 OC

sábado, 18 de maio de 2019

"Há vida há futuro"

A Semana da Vida termina amanhã....

"Precisamos de voltar à beleza do que nos rodeia, para entendermos a Vida, para a defendermos com toda a alma, para nos empenharmos na construção do mundo que Deus nos entregou; capazes de tanto que somos, seremos também capazes de entender que a defesa da Vida passa claramente, pela defesa da Família e, de um modo tão atual e pertinente, pela atenção aos mais novos?..."

ORAÇÃO
“Maria, a mãe que cuidou de Jesus, agora cuida com carinho e preocupação materna deste mundo ferido.” (Ls, 241)  Unidos a Maria, rezemos:
Deus Omnipotente,
que estais presente em todo o universo
e na mais pequenina das vossas criaturas,
Vós que envolveis com a vossa ternura
tudo o que existe,
derramai em nós a força do vosso amor
para cuidarmos da vida e da beleza.
Inundai-nos de paz,
para que vivamos como irmãos e irmãs
sem prejudicar ninguém.
Ó Deus dos pobres,
ajudai-nos a resgatar
os abandonados e esquecidos desta terra
que valem tanto aos vossos olhos.
Curai a nossa vida,
para que protejamos o mundo
e não o depredemos,
para que semeemos beleza
e não poluição nem destruição.
Tocai os corações
daqueles que buscam apenas benefícios
à custa dos pobres e da terra.
Ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa,
a contemplar com encanto,
a reconhecer que estamos profundamente unidos
com todas as criaturas
no nosso caminho para a vossa luz infinita.
Obrigado porque estais connosco todos os dias.
Sustentai-nos, por favor, na nossa luta
pela justiça, o amor e a paz. (Ls)

Liturgia - Dehonianos 05º Domingo da Páscoa 2019

Liturgia - Dehonianos: 05º Domingo da Páscoa – Ano C
 TEMA
Odres Nuevos
O tema fundamental da liturgia deste domingo é o do amor: o que identifica os seguidores de Jesus é a capacidade de amar até ao dom total da vida.

No Evangelho, Jesus despede-Se dos seus discípulos e deixa-lhes em testamento o “mandamento novo”: “amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei”. É nessa entrega radical da vida que se cumpre a vocação cristã e que se dá testemunho no mundo do amor materno e paterno de Deus.

Na primeira leitura apresenta-se a vida dessas comunidades cristãs chamadas a viver no amor. No meio das vicissitudes e das crises, são comunidades fraternas, onde os irmãos se ajudam, se fortalecem uns aos outros nas dificuldades, se amam e dão testemunho do amor de Deus. É esse projecto que motiva Paulo e Barnabé e é essa proposta que eles levam, com a generosidade de quem ama, aos confins da Ásia Menor.

A segunda leitura apresenta-nos a meta final para onde caminhamos: o novo céu e a nova terra, a realização da utopia, o rosto final dessa comunidade de chamados a viver no amor.
Lê mais

sexta-feira, 17 de maio de 2019

O Primeiro: - Sacramento da Reconciliação - Sacramento da Eucaristia!

Queridos pais, padrinhos, avós e toda a família que ides acompanhar no próximo dia 25 as crianças que pela primeira vez vão ao Sacramento da Reconciliação estai atentos na é só o catequista e o Sr. Padre que orientam e educam na fé, mas principalmente os pais...

É verdade pais.
Acalmai um pouco...já está tudo marcado e organizado, agora dedicai estes dias  em   dialogo familiar  porque
 "Jesus caminha connosco,  ajuda-nos, guia.nos. E também nos dá a força para caminhar."
(...)
"Esta é a vida cristã, falar com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo. Jesus nos salvou, mas também caminha connosco na vida". (Papa Francisco)

Preocupação com o dia maior, o da Primeira Comunhão/ da primeira vez do Sacramento da Eucaristia, 
mas os dois Sacramentos estão ligados e a Grande Festa começa com a Reconciliação, depois vem o Banquete do Senhor, por isso é tão importante calma, harmonia, paz," para que a alegria seja plena e seja imensa essa alegria"!
 Clica na seta de 1 a 24 e talvez encontres aqui algo que procuras!


Domingo: Festa Diocesana das Missões . na Sé do Porto


Domingo dia 19, às 15.30 horas, na Sé Catedral do Porto

FESTA DIOCESANA DAS MISSÕES
15.30 horas – Acolhimento.
16.00 horas – Eucaristia presidida por D. Manuel Linda.
17.00 horas – Envio de Missionários.
17.30 horas – Animação e Convívio Missionário, no Seminário da Sé.
Todos os paroquianos, e especialmente os nossos jovens, estão convidados.
DIOCESE TODA UNIDA NA VONTADE DE SERMOS TODOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS (Folha Paroquial)

Folha Paroquial V Domingo da Páscoa 19-05-2019

Clica AQUI e lê a Folha Paroquial
ou



domingo, 12 de maio de 2019

"Bendito e louvado seja ,,,"

Pelas Ruas e Vielas de Cucujães continua-se a ouvir o cantico "Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia (vozes masculinas)
"Fruto do ventre Sagrado da Virgem Puríssima Santa Maria" (vozes femininas) que participam da Procissão do Senhor aos Enfermos




E tu que podes fazer?

A Semana de Oração pelas Vocações, termina hoje "Dia Mundial de Oração pelas vocações"
Refletir sobre a incontornável dimensão vocacional da vida de cada ser humana (matrimónio, sacerdócio, vida consagrada e vida laical).
Neste tempo da Páscoa, quando trazemos no coração e nos lábios,de modo particularmente mais intenso, o anúncio festivo da Ressurreição de Jesus, (...) recordar que as vocações na Igreja têm uma marca profundamente pascal, porque todas nos interpelam para o serviço aos outros, para o amor sem medida, para a entrega da vida, para o risco de procurarmos a alegria inédita e indiscritível que se ergue e se descobre na manhã perfumada e luminosa da Ressurreição.
Na verdade, a vocação joga-se, precisamente, neste binómio da ousadia e da alegria, da renúncia e da esperança, do risco e da promessa de que nos fala o Papa Francisco na Mensagem que publicou para esta semana, subordinada ao tema “A coragem de arriscar pela promessa de Deus”,

Oração:
Deus, nosso Pai,
ao enviares o Teu Filho Jesus,
quiseste vir ao nosso encontro.
Queremos agradecer-Te, hoje,
por continuares a chamar,
no barco da Igreja,
pescadores para o alto mar,
para a missão de chegar a todos.
Concede-nos,
pela graça do Batismo,
o dom da escuta da Tua voz
e da resposta generosa.
Desejamos abrir-nos ao “sonho maior”:
discernir a vocação
que nos torna servidores
da alegria do Evangelho.
Dá-nos a coragem de arriscar,
como a jovem Maria,
para sermos portadores da Tua promessa.
Ámen.

Este Guião  "o objetivo principal destes subsídios será sempre ajudar a promover uma pastoral testemunhal, do encontro, do chamamento e do acompanhamento, ao serviço da comunhão e de uma Igreja sinodal, ao jeito da pedagogia de Jesus Cristo, onde cada um é interpelado a percorrer um caminho de verdadeiro discernimento vocacional, para que a Pastoral Vocacional seja, efetivamente, (re)colocada no coração das comunidades e se possa implementar uma renovada e profícua cultura vocacional, transversal a todos os setores de pastoral, a todo o dinamismo da ação eclesial."

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Percurso da Procissão do Senhor aos Enfermos - 2019

VIDA PAROQUIAL
Próximo domingo: Senhor aos Enfermos 2019

(Missa às 7.00 horas)
Saída em Procissão do Santíssimo Sacramento na tradicional visita do Senhor aos Enfermos neste Domingo do Bom Pastor
-Saída do Largo da Igreja, vira à direita Junto à antiga casa Paroquial, Rua Francisco Cunha Silva, para a Rua do Mosteiro, segue para a Rua do Ferral corta na Travessa da Srª. Mestra: José Sá;
-volta para a Rua do Ferral, Rua Manuel José Carvalho, Rua Visconde de Carregoso: Isilda;
 segue para: Amélia Andrade; segue em frente para a Rua Profª. Emídia Assunção Gomes Silva, sai à Rua do Município, e segue para a Rua Camilo Castelo Branco: Adelaide; segue e passa à Casa Comunitária para a Rua António Joaquim Ferreira da Silva: Casal Maia; segue: Odília Costa; segue pela Rua dos Combatentes do Ultramar para a Rua Vale Grande: Alzira Reis de Pinho; vem para trás para a Rua Vasco da Gama, ao Alto da Santa Luzia, entra na Rua Manuel Alves Soares, até à Rua Joaquim Alves da Cruz: Augusto Ferreira Castro e Maria Conceição Manta; 
volta para a Rua Manuel Alves Soares, vira para a Rua 5 de Outubro, sai na antiga Beliape, vira para Rio D’Ossos na Rua da Misericórdia: José Nabais Fernandes e Maria Carmo Gomes Silva; dá a volta para a Travessa da Misericórdia a: Delfim Resende Pereira Lopes e Esposa; volta para a Rua da Misericórdia, vai para a Rua da Fonte Escura: Álvaro Jesus Gomes e Rosa Oliveira Ribeiro; segue para Rua Profº Leão, vira para a Rua D. Frei Vasco Miranda: Maria Rosa Almeida; volta para a Rua Profº Leão: Pedro Gomes Silva; passa à Capela de Santo António segue para a Rua do Fojo: Alzira Jesus Ferreira; depois Rua: Dª. Antoninha: José Maria Resende Castro; segue para a Travessa do Fojo, 
vira para a Rua do Mosteiro: Manuel Ferreira Andrade; sobe a Rua Brás Doze da Costa, (Tacomola) no largo do Areal vira para a Rua Domingos José Soares Silva para a Rua D. Mauro da Silva desce e vira para o Beco D. Mauro da Silva: José Agostinho Guimarães; volta à Rua D. Mauro da Silva para a Rua Manuel Ferreira da Silva Brandão segue para a rotunda do Ramadinha, vira para a Rua dos Chapeleiros: Helena Andrade; segue para: Marco Paulo Marques da Silva; volta para trás para a Rua Manuel Ferreira Silva Brandão, em direção à Fundação Manuel Brandão.

Sai da Fundação Manuel Brandão em direção a Faria de Cima pela Rua do Picoto, vai à Rua Dª Almira Brandão sobe e corta para a Rua da Angeja, segue para a Rua: Alfredo Fernandes Andrade: Maria Assunção Jesus; segue para a Rua: Bernardino de Almeida, Rua Jornal Quinzena de Cucujães, Rua D. João Francisco: José Fernandes e Maria Fernanda Duarte; segue para a Rua Profº Rufino José Correia, Rua 11de Junho de 1927, vira para a Rua Manuel Magalhães, segue para a Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, vira para a Rua Faria de Cima: Márcia da Silva Leite: 
volta à Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, Rua Domingos Terra e Rua Dr. Ângelo da Fonseca: Beatriz Costa; segue para a Rua João Ferreira Neto, Rua Domingos J. Ferreira, Rua Faria de Baixo, Vira para a Rua António Castro Alves Ferreira da Silva, Rua Dr. Egas Moniz para a Margonça, passa pela ponte junto à Capelinha de Nª Sª de Fátima para a Rua: Manuel Godinho “Levante”: José Gomes Ferreira; segue para a Rua Joaquim José António Silva Carvalho, Rua da Pica, Rua do Buraco, Largo do Mártir S. Sebastião, passa na capela do Mártir S. Sebastião vai para a Rua Condessa Penha Longa, Rua Maestro António Pinto Godinho: Luísa Conceição Silva; vai pela Rua do Mosteiro, corta na Rua Francisco Cunha Silva para o Largo da Igreja: Lar de Santa Teresinha.

"embarca nesta aventura" Senhor aos Enfermos 2019

"Cristo Porto de Misericórdia"

Embarca nesta aventura, pois como escreveu o Papa Francisco, na rede social twitter, no passado dia 30 de janeiro: "O segredo para navegar bem na vida é convidar Jesus, para entrar a bordo. O leme da vida deve ser posto nas suas mãos, para que seja Ele a guiar a rota"

Neste espírito és convidado embarcar na Procissão do Senhor aos Enfermos aqui na Paroquia de Cucujães no próximo domingo, ou seja no “Domingo do Bom Pastor"12 de maio 2019

Cucujães realiza, participa e vive a Procissão do Senhor aos Enfermos desde 1935, completa este ano 84 ano!

É uma das mais belas, serenas, comoventes e sentidos Procissões que mobiliza muitas pessoas, não só para participar "peregrinação" mas para ornamentar as ruas com tapetes de flores, e outros materiais.

As entradas das casas onde O SENHOR visita o doente, normalmente são decoradas pelos familiares e vizinhos.

Para a realização da procissão há muito trabalho, que muitas vezes vai pelo noite dentro e de manhã bem cedo completam-se as decorações!

E o seu planeamento começa muito tempo antes, para que todos os doentes da nossa grande Paróquia sejam visitados por Jesus Sacramentado!

É um dia de muita alegria, as pessoas que não podem acompanhar a pé, saem às ruas e vielas para saudar O Santíssimo Sacramento, genufletindo, atirando pétalas de flores e participam do cântico " Bendito e louvado seja ..."
Uma manifestações de fé no Santíssimo Sacramento da Eucaristia.

Depois da Missa das 7h na Igreja, sai a Procissão do Senhor aos Enfermos.
Há sempre muita gente da paroquia e de outras locais que durante todo o dia acompanham O SENHOR aos Enfermos, Jesus Sacramentado, pelas ruas de Cucujães!

"Por aqueles dias, Maria pôs-se a caminho"

sábado, 4 de maio de 2019

Semana de Oração pelas Vocações 2019

"A coragem de arriscar pela promessa de Deus, um tema baseado na Mensagem do Papa Francisco para o 56.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações."
Lê mais