sábado, 8 de agosto de 2020

Património: Santuário do Sagrado Coração de Jesus, onde «as pedras falam»

Património: Santuário do Sagrado Coração de Jesus, onde «as pedras falam»: Viana do Castelo, 08 ago 2020 (Ecclesia) – O Santuário do Sagrado Coração de Jesus, no Monte de Santa Luzia (Diocese de Viana do Castelo) é um ponto de referência para visitantes e peregrinos, unindo a exuberância da natureza às manifestações da fé.

O padre Armando Dias, Comissário da Confraria de Santa Luzia, refere à Agência ECCLESIA que neste templo “as pedras falam”, numa sinfonia de “amor” em granito que não é “uma pedra fácil”, mostrando a “beleza do trabalho do homem”.

O sacerdote recorda as pessoas que sobem ao Santuário diocesano, “com as suas tristezas, as suas angústias, com as suas alegrias”

José Rodrigues Lima, historiador, sublinha, por sua vez, a vista sobre o Lima, que entra no Oceano Atlântico, a cidade de Viana e as veigas da areosa

“Tudo isto mostra realmente que é um local maravilhoso, as pessoas deliciam-se com a natureza, com a arte construída, com a paisagem”, indica.

O templo-monumento da Serra de Santa Luzia é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e tem assinatura do arquiteto Ventura Terra, com inspiração no Sacré Coeur de Montmartre, Paris

José Rodrigues Lima fala numa “autêntica arte barroca, mas em granito”.

“A arte é a epifania do mistério”, acrescenta.

Em 1918, durante a pandemia pneumónica, a cidade do Alto Minho consagrou-se ao Sagrado Coração de Jesus, prometendo subir anualmente em peregrinação ao Monte de Santa Luzia, se mais nenhuma vida fosse tirada.

A peregrinação anual começou em 1920; 100 anos depois, o bispo de Viana do Castelo elevou a santuário diocesano o templo consagrado ao Sagrado Coração de Jesus.

Em junho, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) aprovou as candidaturas a Basílica menor da igreja de São Domingos, onde está sepultado São Bartolomeu dos Mártires, e da igreja do Sagrado Coração de Jesus, na Diocese de Viana do Castelo.

O templo-monumento está em destaque, neste domingo, no programa 70X7 (RTP2, 17h30).

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Fátima: Santuário lança itinerário espiritual online para preparar peregrinação de agosto

Fátima: Santuário lança itinerário espiritual online para preparar peregrinação de agosto:
Fátima, 06 ago 2020 (Ecclesia) 
– O Santuário de Fátima lançou hoje um itinerário de reflexão para a peregrinação internacional de agosto, convidando os católicos a preparar a celebração e a regressar à Cova da Iria.

“Peregrino pelo Coração” é o nome do percurso, em oito passos, oferecido diariamente pelo Santuário de Fátima, em formato podcast, até 13 de agosto, “visitando a narrativa que Lúcia faz daqueles dias de agosto de 1917, entre 13 e 19, quando a aparição de facto aconteceu, e a descobrir como Deus não falta aos seus filhos”.

“Somos convidados a regressar à Cova da Iria, correspondendo ao apelo de Nossa Senhora aos Pastorinhos para que aqui regressassem todos os dias 13, ainda que mantendo a prudência que este contexto de pandemia continua a exigir”, assinala um comunicado da instituição, enviado à Agência ECCLESIA.

O itinerário, disponível no site do Santuário de Fátima, no Itunes e no Spotify, bem como nas redes sociais do Santuário- Youtube e Facebook- , “assenta, uma vez mais, na convicção de que o caminho interior é o que pode levar mais longe, a partir do próprio interior de cada um, onde Deus está presente”.

Os materiais de oração e meditação de cada passo serão disponibilizados diariamente, de manhã.

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR (FESTA)

Rede Mundial de Oração do Papa

Dan 7, 9-10.13-14 / Slm 96 (97), 1-2.5-6.9.12 / 2 Pedro 1, 16-19 / Mt 17, 1-9

Levantai-vos e não temais. (Evangelho)

Disse Jesus aos apóstolos e diz-nos a nós. Ponde-vos de pé. Fazei-vos ao caminho. Quando alguém acabou de se instalar num sofá, levantar-se outra vez é um esforço muito grande. O que Jesus quer é que nos desinstalemos da nossa vida para amarmos mais, para a maior glória de Deus (2º e 1º mandamentos). Conheci um senhor que, de fazer tanto fora de casa, não dava atenção à família. Aqui a desinstalação seria a desinstalação da rotina da hiperatividade. Outros terão de produzir mais. Cada um sabe de si. O que interessa é «levantarmo-nos» por amor do Reino.

OFERECIMENTO DAS OBRAS DO DIA

Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o santíssimo Coração de Jesus
e por meio do Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos, as alegrias e os sofrimentos deste dia,
em reparação de todas as ofensas e por todas as intenções
pelas quais o mesmo divino Coração está continuamente intercedendo
e sacrificando-se nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço, de modo particular,
pelas intenções do Apostolado da Oração neste mês e neste dia.

terça-feira, 4 de agosto de 2020

O que é amar um país – Cardeal D. José Tolentino Mendonça (c/ vídeo)

Clicar e ler e reler este texto, refletir e dar graças a Deus todos os dias porque nos fez Portugueses!

  O que é amar um país – Cardeal D. José Tolentino Mendonça (c/ vídeo)

Se é verdade, como escreveu Wittgenstein, que «os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo», Camões desconfinou Portugal. 
A quem tivesse dúvidas sobre o papel central da cultura, das artes ou do pensamento na construção de um país bastaria recordar isso. 
Camões desconfinou Portugal no século XVI e continua a ser para a nossa época um preclaro mestre da arte do desconfinamento. 
Porque desconfinar não é simplesmente voltar a ocupar o espaço comunitário, mas é poder, sim, habitá-lo plenamente; poder modelá-lo de forma criativa, com forças e intensidades novas, como um exercício deliberado e comprometido de cidadania.

Desconfinar é sentir-se protagonista e participante de um projeto mais amplo e em construção, que a todos diz respeito.
É não conformar-se com os limites da linguagem, das ideias, dos modelos e do próprio tempo. 
Numa estação de tetos baixos, Camões é uma inspiração para ousar sonhos grandes. E isso é tanto mais decisivo numa época que não apenas nos confronta com múltiplas mudanças, mas sobretudo nos coloca no interior turbulento de uma mudança de época.

Igreja: Jesuítas lançam terceira edição da iniciativa «Férias com Deus»

Igreja: Jesuítas lançam terceira edição da iniciativa «Férias com Deus»:
Lisboa, 04 ago 2020 (Ecclesia)
– O portal dos Jesuítas em Portugal, ‘Ponto SJ’, vai lançar esta quinta-feira a terceira edição das ‘Férias com Deus’, uma proposta semanal de oração de 10 minutos, em tempo de descanso. 

“Este ano, os jovens serão os protagonistas desta iniciativa, uma vez que serão eles a fazer as propostas para este tempo com Deus”, refere um comunicado da com O Ponto SJ convidou “rapazes e raparigas de diferentes sensibilidades dentro da Igreja”, como por exemplo,

 o movimento das Equipas de Jovens de Nossa Senhora, o Centro Académico de Braga, a Casa Velha (Ecologia e Espiritualidade), a pastoral juvenil diocesana, bem como um jesuíta em formação.

«Conversas aGOSTO»: Os lugares de infinito do padre Adelino Ascenso (c/vídeo)

«Conversas aGOSTO»: Os lugares de infinito do padre Adelino Ascenso (c/vídeo)
“Há um termo japonês, ‘Ichi-go-ichi-e’, que significa ‘um tempo, um encontro’, um termo que se usa em especial na cerimónia do chá, que significa que este encontro é único, não se repete, mesmo que nos encontremos amanhã, à mesma hora… E, por isso, deve ser valorizado ao máximo. 

Se fizermos este exercício, esse momento vai acompanhar-nos até ao final da nossa vida. 
Quando o recordamos, esse momento torna-se presente na nossa vida”, explica à Agência ECCLESIA o sacerdote, com 66 anos de idade. O padre Adelino Ascenso viveu 12 anos no Japão e fez duas grandes viagens, antes de entrar no seminário para ser ordenado, ao continente asiático e à América do Sul, afirmando-se “ávido de vida”.

domingo, 2 de agosto de 2020

"dai-lhes vós de comer"

dai-lhes vós de comer" estas Palavras de Jesus, não param de me martelar...vós quem?
 Eu? 
Tu? 
Nós cristãos? 
"Jesus ensina-nos - com uma lição concreta - que tudo é um dom que deve ser agradecido ao amor de Deus; e  ensinar-nos também que os dons de Deus são para ser partilhados, colocados ao serviço dos irmãos"
QUERES REFLETIR?  
A liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos o convite que Deus nos faz para nos sentarmos à mesa que Ele próprio preparou, e onde nos oferece gratuitamente o alimento que sacia a nossa fome de vida, de felicidade, de eternidade. 

Na primeira leitura,( Is 55,1-3) Deus convida o seu Povo a deixar a terra da escravidão e a dirigir-se ao encontro da terra da liberdade - a Jerusalém nova da justiça, do amor e da paz. Aí, Deus saciará definitivamente a fome do seu Povo e oferecer-lhe-á gratuitamente a vida em abundância, a felicidade sem fim. 

O Evangelho ( Mt 14,

13-21
) apresenta-nos Jesus, o novo Moisés, cuja missão é realizar a libertação do seu Povo. No contexto de uma refeição, Jesus mostra aos seus discípulos que é preciso acolher o pão que Deus oferece e reparti-lo com todos os homens. É dessa forma que os membros da comunidade do Reino fugirão da escravidão do egoísmo e alcançarão a liberdade do amor. 

A segunda leitura (Rom 8,35.37-39) é um hino ao amor de Deus pelos homens. É esse amor - do qual nenhum poder hostil nos pode afastar - que explica porque é que Deus enviou ao mundo o seu próprio Filho, a fim de nos convidar para o banquete da vida eterna.

domingo, 26 de julho de 2020

Portugal: Igreja Católica assinala Dia dos avós

Portugal: Igreja Católica assinala Dia dos avós: Lisboa, 25 jul 2020 (Ecclesia)

 – A Igreja Católica vai promover celebrações e iniciativas culturais para assinalar o Dia dos Avós, na festa litúrgica de São Joaquim e de Santa Ana, os avós de Jesus, este domingo, destacando a importância de respeitar os mais velhos. “Uma sociedade que não protege, não cuida, não admira os mais velhos, está condenada ao fracasso”, afirma a Comissão Episcopal do Laicado e da Família, da Conferência Episcopal Portuguesa, na mensagem para o Dia dos Avós 2020.

 Os bispos católicos salientam que o Dia dos Avós “é uma oportunidade para dar graças, abraçar e celebrar a presença dos avós no passado e no presente, ir às próprias raízes e descobrir neles a ternura e o amor de Deus”. A Comissão Episcopal do Laicado e Família (CELF) convida a sociedade a celebrar o “tesouro” que os avós representam, em particular perante a atual pandemia. “Neste tempo que vivemos, precisamos de o dizer de forma clara, de o defender de forma assertiva. 

E os tesouros são protegidos, tocados com cuidado e admiração. Uma sociedade que não protege, não cuida, não admira os mais velhos, está condenada ao fracasso”, refere o organismo episcopal. 

A CELF destaca a importância do “testemunho concreto e real de outros tempos, tantas vezes marcados por dificuldades, lutas e carências”. “Talvez sintamos a vontade de correr para os braços de um avô velhinho, de uma avó sozinha. Ou de rezar por quem já partiu. Ou de contar a um filho, a uma neta, a história dos avós, dos bisavós, de todos os que nos deram a vida”, acrescenta a mensagem. 
 O dia dos avós é uma oportunidade para dar graças, abraçar e celebrar a presença dos avós no passado e no presente, ir às próprias raízes e descobrir neles a ternura e o amor de Deus”. 
(...)
 O Santuário de Fátima convida todos os avós a “consagrarem-se a Nossa Senhora”, este domingo, no final da Missa das 11h00, no Recinto de Oração na Cova da Iria.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Igreja: Vaticano lança guia com 124 pontos para paroquias «missionárias»

Cidade do Vaticano, 20 jul 2020 (Ecclesia)
– A Congregação para o Clero (Santa Sé) publicou hoje a Instrução “A conversão pastoral da comunidade paroquial a serviço da missão evangelizadora da Igreja”, propondo paróquias centradas na sua ação missionária.

“Um tal projeto missionário comum poderia ser elaborado e realizado em relação a contextos territoriais e sociais contíguos, isto é, em comunidades confinantes ou unidas pelas mesmas condições socioculturais ou em referência a âmbitos pastorais afins, por exemplo, no quadro duma necessária coordenação entre pastoral juvenil, universitária e vocacional, como já acontece em várias dioceses”, refere o documento, divulgado hoje pelo Vaticano.

O texto leva em consideração a tradicional ligação das paróquias a um território específico, sublinhando que em muitos lugares as mesmas têm hoje “contextos sociais e culturais profundamente mudados”.

A instrução defende que a paróquia seja um “lugar” que favorece “o estar juntos e o crescimento das relações pessoais duradoiras”, desenvolvendo a “arte da proximidade”.

As comunidades paroquiais, “casas no meio das casas”, são desafiadas à “criatividade” para que se tornem “centro propulsor da evangelização”.

“A ação pastoral tem necessidade de ir além somente da delimitação territorial da paróquia, de fazer transparecer mais claramente a comunhão eclesial através da sinergia entre ministérios e carismas diversos e, não menos, de estruturar-se como uma ‘pastoral orgânica’ a serviço da diocese e da sua missão”, indica o Vaticano.

Trata-se dum agir pastoral que, através de uma efetiva e vital colaboração entre presbíteros, diáconos, consagrados e leigos e entre diversas comunidades paroquiais de uma mesma área ou região, preocupa-se de individuar junto as questões, as dificuldades e os desafios relativos à evangelização”.

O guia para as paróquias, em 124 pontos, aborda a pastoral das comunidades paroquiais e os vários ministérios clericais e leigos, procurando maior corresponsabilidade, sem deixar de destacar o papel central do pároco como “pastor adequado” da comunidade.

“O ofício de pároco não pode ser confiado a um grupo de pessoas, constituído por clérigos e leigos. Por consequência, devem-se evitar denominações como, ‘equipa guia’ ou outras semelhantes, que pareçam expressar um governo colegial da paróquia”, adverte a Santa Sé.

O documento rejeita que leigos ou diáconos possam “presidir à comunidade paroquial”, por considerar que essa missão compete ao pároco.

“Parece ser mais apropriada, por exemplo, a denominação de ‘diácono cooperador’ e, para os consagrados e os leigos, de ‘coordenador pastoral’”, indica a instrução.

Em circunstâncias excepcionais, os leigos podem celebrar a Liturgia da Palavra e o rito das exéquias, administrar o Batismo ou auxiliar nos matrimónios, com a permissão prévia da Santa Sé, e pregar na igreja ou no oratório, em caso de necessidade, mas “não podem em nenhum caso proferir a homilia durante a celebração da Eucaristia”.

O texto recomenda a criação de um Conselho Pastoral Paroquial, com o objetivo de “pesquisar e estudar propostas práticas em ordem às iniciativas pastorais e caritativas que dizem respeito à paróquia, em sintonia com o caminho da diocese”.

O organismo da Santa Sé toma em consideração vários projetos de reforma das comunidades paroquiais e reestruturação diocesana, que decorrem em vários países do mundo, incluindo Portugal, dedicando particular atenção à questão da “unidade e áreas pastorais”.

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sábado, 18 de julho de 2020

16º Domingo do Tempo Comum 19-07-2020

foto Odres Nuevos
A liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum convida-nos a descobrir o Deus paciente e cheio de misericórdia, a quem não interessa a marginalização do pecador, mas a sua integração na comunidade do "Reino"; e convida-nos, sobretudo, a interiorizar essa "lógica" de Deus, deixando que ela marque o olhar que lançamos sobre o mundo e sobre os homens.

A primeira leitura (Sab 12,13.16-19) fala-nos de um Deus que, apesar da sua força e omnipotência, é indulgente e misericordioso para com os homens - mesmo quando eles praticam o mal. Agindo dessa forma, Deus convida os seus filhos a serem "humanos", isto é, a terem um coração tão misericordioso e tão indulgente como o coração de Deus.

O Evangelho(Mt 13,24-43) garante a presença irreversível no mundo do "Reino de Deus". Esse "Reino" não é um clube exclusivo de "bons" e de "santos": nele todos os homens - bons e maus - encontram a possibilidade de crescer, de amadurecer as suas escolhas, de serem tocados pela graça, até ao momento final da opção definitiva.

A segunda leitura( Rom 8,26-27) sublinha, doutra forma, a bondade e a misericórdia de Deus. Afirma que o Espírito Santo - dom de Deus - vem em auxílio da nossa fragilidade, guiando-nos no caminho para a vida plena.

"Portugal procura alternativas e soluções equilibradas" Catequese

Portugal: Igreja Católica procura alternativas e soluções «equilibradas», com novas orientações para a Catequese em tempo de pandemia: O diretor do Secretariado de Educação Cristã da Diocese de Leria-Fátima destaca que o “envolvimento das famílias” e as possibilidades de “ter catequeses familiares, escola paroquial de pais ou outras soluções que possam envolver as famílias”.

“Esta poderá ser uma oportunidade para perceber o papel dos adultos na catequese e na vivência das comunidades cristãs e na transmissão da fé”, acrescentou.

O sacerdote salienta o “papel fundamental” dos adultos na caminhada “de fé dos seus educandos, dos seus filhos”, referindo que são aqueles que “em primeiro lugar podem ajudar as crianças e os adolescentes a fazer o seu caminho de fé, mesmo com as sua dificuldades, mesmo com as suas incertezas”.

A organização do ano catequético 2020/2021 tem três capítulos principais: indicações gerais para a catequese; a celebração da fé – preparação e celebração da Primeira Comunhão, da Profissão de Fé e da Confirmação (Crisma); e indicações fundamentais de logística.

“Temos todas as restrições relativas às celebrações, portanto, todas celebrações catequéticas têm de ser inseridas nesse contexto”, explica o padre José Henrique.

O especialista salienta que a parte celebrativa e de festa também está “algo condicionada”, mas traz a questão de “uma vivência mais pessoal e mais personalizada”.

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

"Orientações para catequese em tempos de pandemia" 2020/2021

Caros catequistas.
O Secretariado Nacional da Educação Cristã - Departamento da Catequese publica documento com orientações preciosas para nos ajudar a na missão catequética
A Diocese do Porto diz:

"O SNEC disponibiliza um conjunto de sugestões/orientações para ajudar as paróquias na tarefa de organizar e acompanhar a missão catequética neste tempo de pandemia.

As decisões deverão ter – SEMPRE – em conta as indicações gerais determinadas pelas autoridades de saúde e a realidade de cada comunidade.

Neste momento especial, adquirem especial relevo as palavras do Diretório para a Catequese, recentemente divulgado pela Santa Sé: “A Igreja encontra-se diante de uma «nova etapa evangelizadora» porque também nesta mudança de época o Senhor ressuscitado continua a fazer novas todas as coisas (cf. Ap 21,5). O nosso tempo é complexo, atravessado por alterações profundas e, nas Igrejas de antiga tradição, fica muitas vezes marcado por fenómenos de afastamento da experiência de fé e da experiência eclesial. O próprio caminho eclesial fica marcado por dificuldades e por exigências de renovação espiritual, moral, pastoral. Ainda assim, o Espírito Santo continua a suscitar nos homens a sede de Deus e, na Igreja, um novo fervor, novos métodos e novas expressões para o anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo.” (DC 38)"
Diocese do Porto

Documento aqui

sábado, 4 de julho de 2020

14* Domingo Tempo Comum -5-07-2020

A liturgia deste domingo ensina-nos onde encontrar Deus.
Garante-nos que Deus não Se revela na arrogância, no orgulho, na prepotência, mas sim na simplicidade, na humildade, na pobreza, na pequenez.

A primeira leitura (Zac 9,9-10), apresenta-nos um enviado de Deus que vem ao encontro dos homens na pobreza, na humildade, na simplicidade; e é dessa forma que elimina os instrumentos de guerra e de morte e instaura a paz definitiva.

No Evangelho (Mt 11,25-30), Jesus louva o Pai porque a proposta de salvação que Deus faz aos homens (e que foi rejeitada pelos "sábios e inteligentes") encontrou acolhimento no coração dos "pequeninos". Os "grandes", instalados no seu orgulho e auto-suficiência, não têm tempo nem disponibilidade para os desafios de Deus; mas os "pequenos", na sua pobreza e simplicidade, estão sempre disponíveis para acolher a novidade libertadora de Deus.

Na segunda leitura ( Rom 8,9.11-13), Paulo convida os crentes - comprometidos com Jesus desde o dia do Baptismo - a viverem "segundo o Espírito" e não "segundo a carne". A vida "segundo a carne" é a vida daqueles que se instalam no egoísmo, orgulho e auto-suficiência; a vida "segundo o Espírito" é a vida daqueles que aceitam acolher as propostas de Deus.

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

«Vídeo do Papa»: Francisco pede que os Estados protejam as famílias

«Vídeo do Papa»: Francisco pede que os Estados protejam as famílias: Cidade do Vaticano, 02 jul 2020 (Ecclesia) – O Papa lançou hoje, através das plataformas digitais, a sua intenção de oração para o mês de julho, na qual apela à proteção das famílias, por parte dos Estados.



“Rezemos para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho. E, de modo especial, que sejam protegidas pelos Estados”, refere Francisco, na mais recente edição de ‘O Vídeo do Papa’.

A mensagem sublinha que “a família tem de ser protegida”.

“São muitos os perigos enfrentados por ela: o ritmo de vida, o stress… Às vezes, os pais esquecem-se de brincar com os filhos. A Igreja tem de animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades”, acrescenta o pontífice.

A intenção mensal é confiada à Rede Mundial de Oração do Papa (RMOP), ligada aos Jesuítas.

Em comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, a RMOP destaca que “a realidade das famílias hoje é diferente do passado”.

“Imersas numa cultura em que o tempo parece escasso, onde o excesso de trabalho às vezes impede o espaço de convivência e onde a conexão digital fragiliza, nalguns casos, os laços emocionais, muitas famílias sentem-se sozinhas e sofrem em silêncio”, adverte a nota.

O padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, sublinha que os efeitos da pandemia continuam a ser sentidos em muitas partes do mundo.

“Existem muitas famílias necessitadas e inseguras sobre o seu presente e futuro no trabalho. Diante das dificuldades e enfermidades do mundo, como podem ser acompanhadas essas famílias?”, questiona.

O religioso jesuíta deixa ainda um desafio: “Durante este mês de julho, dediquemos todos os dias um tempo livre à nossa família; cada um saberá concretamente o que isso significa”.

Realizado pela Rede Mundial de Oração do Papa, ‘O Vídeo do Papa’ pode ser visto na página oficial de O Vídeo do Papa, através do canal do Youtube e na página do Facebook.

OC

domingo, 28 de junho de 2020

13º Domingo do Tempo Comum -28-06-2020

Nas leituras deste 13º Domingo do Tempo Comum, cruzam-se vários temas. No geral, os três textos que nos são propostos apresentam uma reflexão sobre alguns aspectos do discipulado. Fundamentalmente, diz-se quem é o discípulo (é todo aquele que, pelo baptismo, se identifica com Jesus, faz de Jesus a sua referência e O segue) e define-se a missão do discípulo (tornar presente na história e no tempo o projecto de salvação que Deus tem para os homens).

O Evangelho (Mt 10,37-42) é uma catequese sobre o discipulado, com vários passos. Num primeiro passo, define o caminho do discípulo: o discípulo tem de ser capaz de fazer de Jesus a sua opção fundamental e seguir o seu mestre no caminho do amor e da entrega da vida. Num segundo passo, sugere que toda a comunidade é chamada a dar testemunho da Boa Nova de Jesus. No terceiro passo, promete uma recompensa àqueles que acolherem, com generosidade e amor, os missionários do "Reino".

Na primeira leitura(2 Re 4,8-11.14-16a) mostra-se como todos podem colaborar na realização do projecto salvador de Deus. De uma forma directa (Eliseu) ou de uma forma indirecta (a mulher sunamita), todos têm um papel a desempenhar para que Deus se torne presente no mundo e interpele os homens.

Na segunda leitura (Rom 6,3-4. 8-11) recorda que o cristão é alguém que, pelo Baptismo, se identificou com Jesus. A partir daí, o cristão deve seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida e renunciar definitivamente ao pecado.

sábado, 27 de junho de 2020

Plano Diocesano Pastoral 2021/21 - Diocese do Porto

O Senhor Bispo do Porto, D. Manuel Linda, apresentou o plano pastoral para 2020-2021, com o lema “Todos família. Todos irmãos”

"Caros fiéis em Cristo desta nossa Diocese do Porto:

 Aquando da avaliação do anterior projeto pastoral, há mais de um ano, várias pessoas chamaram a atenção para a necessidade de os planos não se circunscreverem a apenas um ano, mas abrangerem um espaço de tempo mais longo. Curiosamente, a situação de pandemia que vivemos acabou por confirmar a sensatez desta visão: não só não permitiu que o ano pastoral se desenrolasse como previsto, como possibilitou um enriquecimento de proximidade de comunicação e uma evangelização de tal modo «personalizada» que seria mal-empregado não prosseguir.

Então, não podemos perder esta dinâmica que as circunstâncias potenciaram. Se a elas acrescentarmos uma verdadeira reequação da dimensão «doméstica» da Igreja e o facto de se modificarem alguns pressupostos que ditaram a idealização do nosso plano pastoral – alteração das datas da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e mesmo do Congresso Eucarístico Internacional e do Encontro Mundial de Famílias – parece oportuno insistir, durante mais tempo, na nossa condição cristã, a partir de Deus Pai que nos chama a fazer parte da sua família, por intermédio do Batismo.

Decidiu-se, pois, prolongar, em 2020/21, a mesma temática iniciada em 2019/20. Continua válido tudo o que então se referiu e se projetou. Não obstante, acrescentam-se novas tonalidades, nascidas das avaliações que, entretanto, se fizeram e das gratificantes descobertas que este tempo nos proporcionou.

Seja-me permitido acentuar a necessidade de não esquecermos a Pessoa divina do Pai. No princípio de tudo não está o Batismo. Está o Pai, que nos chama a tomar parte na plenitude da sua vida e nos convida a entrar na sua família, como filhos adotivos. E esta temática interliga-se perfeitamente com a dimensão «doméstica» da Igreja: da mesma forma que a família constitui o «porto de abrigo», o lugar da corresponsabilidade e da partilha, assim a Igreja, família de famílias, é a grande casa comum onde os filhos de Deus experimentam a alegria do encontro de todos os seus membros e a preocupação de uns pelos outros, pois todos se alimentam da mesma seiva da graça, “como os ramos na videira”."

domingo, 21 de junho de 2020

DOMINGO XII DO TEMPO COMUM -21-06-2020

foto Odres Nuevos
EVANGELHO Mt 10, 26-33
«Não temais os que matam o corpo»

O Senhor, ao enviar os seus discípulos a anunciar a Boa Nova, previne-os de que irão encontrar oposições e contradições, mas também de que não devem, por isso, perder a confiança. Ele próprio será o seu apoio junto do Pai, pois que a obra de que são ministros junto dos homens é a mesma obra que Ele, o Enviado do Pai, veio realizar e continua a realizar através deles, seus ministros, continuadores da sua obra.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Não tenhais medo dos homens, pois nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nada há oculto que não venha a conhecer-se. O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido proclamai-o sobre os telhados. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temei antes Aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo. Não se vendem dois passarinhos por uma moeda? E nem um deles cairá por terra sem consentimento do vosso Pai. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Portanto, não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos. A todo aquele que se tiver declarado por Mim diante dos homens, também Eu Me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus. Mas àquele que Me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante do meu Pai que está nos Céus».
Palavra da salvação.

sábado, 20 de junho de 2020

Dia do Imaculado Coração da Virgem Santa Maria -20-06-2020

Hoje  Sábado -Dia do Imaculado Coração da Virgem Santa Maria

A devoção ao Imaculado Coração de Maria é conhecida desde o século XVII, juntamente com a devoção ao Coração de Jesus. Depois das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, teve grande incremento. Os dois Corações, de Jesus e de Maria, são inseparáveis: onde está Um também está o Outro. Jesus é o Redentor da Humanidade e Maria, a Mãe Corredentora. No dia 13 de Outubro de 1942, em plena Segunda Guerra mundial, o papa Pio XII, correspondendo ao desejo da Senhora manifestado em Fátima, consagrou o mundo ao seu Imaculado Coração.

Oratio

Ó minha celeste Rainha, ó minha divina Mãe, 
vivei e reinai no meu coração,
 para aí fazerdes viver e reinar o Coração de Jesus. 
Aniquilai no meu coração tudo o que pode desagradar
ao vosso divino Filho.
 Estabelecei nele o soberano império do seu Coração e do vosso, para que estes dois corações, tão estreitamente unidos, nele reinem soberana e eternamente para o puro amor de Deus e para a sua maior glória. 
Ámen.

 EVANGELHO Lc 2, 41-51
 «Guardava todas estes acontecimentos em seu coração»

 Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-l’O entre os parentes e conhecidos. Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. Passados três dias, encontraram-n’O no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados; e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todas estes acontecimentos em seu coração. 

Palavra da salvação.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – 19-06-2020

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – SOLENIDADE

ORAÇÃO COLECTA
Concedei, Deus todo-poderoso,
que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as  maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

EVANGELHO Mt 11, 25-30
«Sou manso e humilde de coração»

"À semelhança do que acontecia no Seu tempo, em que cada sábio reunia discípulos à sua volta, também Jesus escolhe os Seus. Mas, ao contrário do modo de proceder estabelecido, não é entre os influentes pela cultura, pelo poder, pela riqueza que Jesus recruta os seus discípulos. Os Seus privilegiados são os humildes, que esperam o Reino. A esses, que, com tanta disponibilidade aceitam o jugo do Seu mandamento de amor, é que são abertos os segredos do Pai por Aquele que é o único a conhecê-los (Dn. 7, 14; Is. 42, 1). A esses Jesus os introduz na compreensão do Mistério de Deus, descobrindo assim o segredo da alegria e da verdadeira felicidade."

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
Palavra da salvação.

Secretariado da Liturgia

terça-feira, 16 de junho de 2020

APELO URGENTE À PARTICIPAÇÃO NA CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ OU OBLATA

APELO URGENTE À PARTICIPAÇÃO NA CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ OU OBLATA

 Pede-se aos paroquianos que não esqueçam o dever e a honra da pertença à comunidade paroquial contribuindo anualmente com a sua oblata.

A Paróquia passa por tempos difíceis, sem nenhuma ajuda do Estado ou da Segurança social.
DEPENDE SÓ DOS SEUS FIÉIS.
SEJA FIEL!

- Pode dar a sua contribuição ou nas sacristias da Igreja ou Capelas (estarão lá os boletins para o RECIBO).

- No Cartório Paroquial (aberto das 16 às 18.30 de terça a sexta a partir do dia 2 de junho;

- Por transferência bancária para o IBAN PT50001000002237554000173-BPI ou PT50001800034664580002061-Santander e envie, depois, uma mensagem para o 936400716 (Tlm do Pároco) com o seu nome e morada e nº de contribuinte para lhe ser enviado o RECIBO pelo correio.

IN: Folha Paroquial 30 de maio

 "A contribuição para a Igreja deve ser vista como um ato do culto que prestamos a Deus. Dar para a Igreja não é a mesma coisa que pagar uma conta, uma mensalidade da escola ou uma prestação do carro. Por este motivo, muitas igrejas separam um momento específico durante o culto em que os seus membros podem deixar seus dízimos e ofertas diante do Senhor.
No Antigo Testamento o povo de Deus entregava suas contribuições em meio a cerimônias cuidadosamente planejadas, para destacar a soberania de Deus sobre todas as coisas e o dever de Seu povo de servi-Lo com os bens.

6) Nossas contribuições para a Igreja não compram benefícios da parte de Deus.
É verdade que Deus prometeu abençoar e recompensar os que contribuem de coração alegre (2Co 9.7), mas esta bênção é gratuita e não deve ser vista como “comprada” pela oferta dada. Isto seria uma grave ofensa diante de Deus.
Simão Mago pensou que poderia comprar com dinheiro o dom do Espírito Santo e foi radicalmente rejeitado pelo apóstolo Pedro, que o advertiu do perigo da condenação (At 8.18-24).

 Sejamos constantes nos dízimos e generosos nas ofertas que entregamos para a obra de Deus, sem nada querer em troca, a não ser o gozo de dar, que é sempre mais bem aventurado do que receber
 (At 20.35).

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sábado, 13 de junho de 2020

11º Domingo do Tempo Comum -14-06-2020

Neste domingo, a Palavra que vamos reflectir recorda-nos a presença constante de Deus no mundo e a vontade que Ele tem de oferecer aos homens, a cada passo, a sua vida e a sua salvação. No entanto, a intervenção de Deus na história humana concretiza-se através daqueles que Ele chama e envia, para serem sinais vivos do seu amor e testemunhas da sua bondade.

A primeira leitura (Ex 19,2-6a) apresenta-nos o Deus da "aliança", que elege um Povo para com ele estabelecer laços de comunhão e de familiaridade; a esse Povo, Jahwéh confia uma missão sacerdotal: Israel deve ser o Povo reservado para o serviço de Jahwéh, isto é, para ser um sinal de Deus no meio das outras nações.

O Evangelho (Mt 9,36-10,8) traz-nos o "discurso da missão". Nele, Mateus apresenta uma catequese sobre a escolha, o chamamento e o envio de "doze" discípulos (que representam a totalidade do Povo de Deus) a anunciar o "Reino". Esses "doze" serão os continuadores da missão de Jesus e deverão levar a proposta de salvação e de libertação que Deus fez aos homens em Jesus, a toda a terra.

A segunda leitura (Rom 5,6-11) sugere que a comunidade dos discípulos é fundamentalmente uma comunidade de pessoas a quem Deus ama. A sua missão no mundo é dar testemunho do amor de Deus pelos homens - um amor eterno, inquebrável, gratuito e absolutamente único.

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"Fazer o bem não é algo improvisado" - Papa Francisco

"Nestes meses, em que o mundo inteiro foi dominado por um vírus que trouxe dor e morte, pudemos ver tantas mãos estendidas! A mão estendida do médico, do enfermeiro, do farmacêutico, do sacerdote... “E poderíamos enumerar ainda outras mãos estendidas, até compor uma ladainha de obras de bem. Todas estas mãos desafiaram o contágio e o medo, a fim de dar apoio e consolação.”

Fazer o bem não é algo improvisado, adverte Francisco. “Não nos improvisamos instrumentos de misericórdia. Requer-se um treino diário.”

E neste período amadureceu em nós a exigência de uma nova fraternidade. “As graves crises econômicas, financeiras e políticas não cessarão enquanto permitirmos que permaneça em letargo a responsabilidade que cada um deve sentir para com o próximo e toda a pessoa.”

Responsabilidade: o objetivo é o amor!
«Estende a mão ao pobre» é, pois, um convite à responsabilidade. Não se trata de uma exortação facultativa, mas de uma condição da autenticidade da fé que professamos.

Enquanto alguns estendem a mão, outros a conservam nos bolsos e não se deixam comover pela pobreza. A indiferença e o cinismo são o seu alimento diário. E aqui o Pontífice não usa meias palavras para condenar quem usa as mãos para especular, acumular dinheiro com a venda de armas, quem troca favores ilegais para um lucro fácil e corrupto.

“Não poderemos ser felizes enquanto estas mãos que semeiam morte não forem transformadas em instrumentos de justiça e paz para o mundo inteiro.”

O objetivo de cada ação humana, recorda por fim o Papa, só pode ser o amor: tal é o objetivo para onde caminhamos, e nada deve distrair-nos dele.

Este amor é partilha, dedicação e serviço: “Possa então a mão estendida enriquecer-se sempre com o sorriso de quem não faz pesar a sua presença nem a ajuda que presta, mas alegra-se apenas em viver o estilo dos discípulos de Cristo”.

Os pobres estão e sempre estarão connosco
O Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Papa Francisco em 2016, na conclusão do Jubileu da Misericórdia. A data é celebrada no penúltimo domingo do ano litúrgico.

A proposta da data é recordar aos fiéis esta “realidade fundamental para a vida da Igreja, porque os pobres estão e sempre estarão connosco (cf. Jo 12, 8) para nos ajudar a acolher a companhia de Cristo na existência do dia a dia”.

Mensagem do Papa aqui

"Missa com crianças" 14-06-2020

Amanhã XI Domingo do Tempo Comum a nossa Paróquia  dá inicio  à Eucaristia com crianças às 10h,

O grupo "CorJesu PequenosCantores Cucujães" vão animar a Eucaristia.
"Seguindo as recomendações da DGS, e face ao grupo numeroso que somos, vamos animar as missas com as salmistas no sentido de preservar a saúde de todos." (Prof Agostinho pagina facebook)

Recordemos aos Missas na nossa Paroquia ao Domingo:
Capela do Mártir - 9.00;
Capela de Santa Luzia - 9.15;
Capela de Santo António 9.30;
Capela de Nª Sª da Conceição -10.30 horas.
 Igreja Paroquial - 8.00 - 10.00 - 12.00

 Graças a Deus por tão grande dádiva!






sexta-feira, 12 de junho de 2020

"Coração de Jesus na Eucaristia"

(...)

"15 O Rei de Israel, o Senhor, está no meio de ti; tu já não verás mal algum. 16 Naquele dia, se dirá a Jerusalém: Não temas, ó Sião, não se afrouxem os teus braços. 17 O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo (Sof 3, 15-17).

Primeiro Prelúdio. O profeta Sofonias predisse a habitação de Nosso Senhor entre nós e entreviu a sua vida de silêncio, cheia do seu amor por nós e pelo seu reconhecimento pelo seu Pai.

Segundo Prelúdio. Como gostaria também eu de saber calar-me frente às criaturas e viver na adoração e no amor do meu Deus!

PRIMEIRO PONTO: A solidão do Coração de Jesus no tabernáculo. – Não saberíamos descrever melhor a vida eucarística do Coração de Jesus, do que o fez a irmã Maria Verónica, a santa fundadora das religiosas vítimas do Coração de Jesus. Tomar-lhe-emos alguns pensamentos nesta meditação e nas três que seguem (Ver a Sua Vida pelo P. Prévost).
Há uma dupla solidão de Nosso Senhor no tabernáculo, a que lhe impõem os homens, e aquela que ele escolheu.
Entrai nos santuários: muitas vezes, infelizmente, a indiferença e a ingratidão dos homens fazem deles um deserto. Aqui está uma solidão que custa a Nosso Senhor. Aceitou-a pela nossa salvação.
Mas mesmo que uma multidão piedosa se comprimisse nos nossos templos, não pode aí interromper a solidão do tabernáculo. O Verbo de Deus condenou-se na Eucaristia a um eterno silêncio. Que lição para nós! Quer significar-nos que é bom calar-se muitas vezes, subtrair-se à agitação e ao barulho para cultivar a vida interior. Devemos esquecer as criaturas, se o dever não nos obriga a delas nos ocuparmos. Se devemos tratar com elas, que seja unicamente para a glória e o amor do Coração de Jesus. «A nossa conversa deve estar nos céus» (Fil 8, 7).

SEGUNDO PONTO: A vida interior do Coração de Jesus no tabernáculo. – O divino Mestre na Eucaristia está inteiramente desprendido da vida exterior. «Contempla, ama, adora as perfeições de Deus; imola-se à glória de seu Pai, fora de todo o criado, como numa vasta solidão onde os objectos da terra não o podem atingir.
«É preciso tudo perder de vista, tudo esquecer e esquecer-se de si mesmo para imitar esta vida divina.
Peçamos ao Sagrado Coração como um favor sermos por vezes retirados nesta solidão perfeita, somente sob o olhar de Deus, na companhia do nosso bem-amado Jesus, não tendo liberdade nem acção senão para amar e adorar o nosso Deus, para nos sacrificarmos e perdermos nele.
Do seu tabernáculo, Jesus não fala a nenhuma criatura. Nenhum barulho, nenhum movimento não se faz aí ouvir, mas, diante do seu Pai, o seu silêncio é bem mais profundo e mais sublime. Dir-se-ia que toda a sua ocupação seja calar-se. É todo amor, aniquilamento, imolação, prece; mas tudo se passa no silêncio, nas profundidades de si mesmo e da sua divindade. Como este silêncio é uma linguagem poderosa e forte! Presta homenagem à grandeza de Deus, às suas perfeições infinitas, ao seu domínio soberano, a todos os seus atributos que Jesus louva com um hino eterno e sem fim e num misterioso silêncio».
Quereria nas minhas adorações fazer calar em mim as criaturas para me unir à adoração de Jesus para com o seu Pai.

TERCEIRO PONTO: A solidão e o silêncio preparam-nos para a conversa com Nosso Senhor. – «Uma alma que quer dispor-se a uma conversa íntima com Nosso Senhor deve amar a solidão e o silêncio. Isto deve ser um ponto essencial do seu regulamento de vida. Deve encontrar aí a sua felicidade, o seu repouso e a sua vida. Deve ser então para ela uma pena quando é obrigada a entregar-se a ocupações profanas. Sem o silêncio, de facto, não há recolhimento, união com Deus, correspondência aos seus desejos.
«O silêncio exterior estende-se ainda às mágoas, às contradições, às observações que nos são feitas. Ó meu Deus, comunicai às almas devotadas ao divino Coração de Jesus o gosto deste silêncio divino e a prática do silêncio exterior!
Jesus no santo tabernáculo expia pelo seu silêncio tantas conversas frívolas, palavras inúteis e más de que as suas criaturas se tornam culpadas. É vítima pelos pecados da língua. Sofre particularmente pelas faltas das almas que lhe são consagradas e pelas quais tem uma ternura especial.
Depois disto, será que posso hesitar em amar o silêncio? Não devo ser vítima com Jesus e como Jesus?».
Nas minhas adorações e na minha acção de graças sobretudo farei calar em mim as criaturas para me unir a Nosso Senhor. Não posso escutar Jesus senão no silêncio do meu coração.
Resoluções. – Renovo todas as minhas resoluções de silêncio e de recolhimento. Compreendo que a união com Jesus é a este preço. Vinde, ó meu bem-amado, o vosso servo escuta-vos. Falai ao meu coração, tenho sede de escutar as vossas doces conversas."

Colóquio com o coração eucarístico de Jesus. (Portal Dehonianos)

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Faz da tua casa "Casa de Oração" -11-06-2020

A Solenidade do Corpo de Deus será celebrada com muito Fé Alegria e Esperança,  muitos em sua casa, em família, participando da Eucaristia através da TV ou online através da pagina do facebook e/ou radio Ad|gentes,

Façamos da nossos Casa, "Casa de Oração"



terça-feira, 9 de junho de 2020

Porto: Solenidade do Corpo de Deus celebrada sem procissão

Porto: Solenidade do Corpo de Deus celebrada sem procissão:

Porto, 08 jun 2020 (Ecclesia)
 – O bispo do Porto vai presidir à Missa da solenidade do Corpo de Deus, esta quinta-feira, na catedral diocesana, pelas 11h00, este ano sem a tradicional procissão, por causa da pandemia de Covid-19.

 “No seguimento dos recentes acontecimentos e limitações impostas pelo Covid-19, este ano e a título excecional, não será celebrada a festividade do Corpo de Deus com a tradicional procissão”, refere uma nota divulgada pelo Cabido Portucalense.

Após a Missa presidida por D. Manuel Linda, decorre um momento de oração, com exposição do Santíssimo Sacramento, para adoração dos fiéis, até às 16h00, altura em que se recitam as Vésperas, seguidas da bênção final.

Os responsáveis diocesanos pedem a colaboração de todos para que “as medidas de prevenção e/ou contenção sejam respeitadas”

sábado, 6 de junho de 2020

Solenidade da Santissima Trindade -7-06-2020

foto: Odres Nuevos
 Domingo da Santíssima Trindade
A Solenidade que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de "um Deus em três pessoas"; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

Na primeira leitura, ( Ex 34,4b-6.8-9) o Deus da comunhão e da aliança, apostado em estabelecer laços familiares com o homem, auto-apresenta-Se: Ele é clemente e compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia.

Na segunda leitura, ( 2 Cor 13,11-13)Paulo expressa - através da fórmula litúrgica "a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco" - a realidade de um Deus que é comunhão, que é família e que pretende atrair os homens para essa dinâmica de amor.

No Evangelho, (Jo 3,16-18) João convida-nos a contemplar um Deus cujo amor pelos homens é tão grande, a ponto de enviar ao mundo o seu Filho único; e Jesus, o Filho, cumprindo o plano do Pai, fez da sua vida um dom total, até à morte na cruz, a fim de oferecer aos homens a vida definitiva. Nesta fantástica história de amor (que vai até ao dom da vida do Filho único e amado), plasma-se a grandeza do coração de Deus.

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sexta-feira, 5 de junho de 2020

MISSAS NA PARÓQUIA EM MAIO, JUNHO E JULHO 2020

"Não havendo indicações em contrário, e continuando as atuais restrições, ao culto, as Missas na nossa paróquia serão à semana, como de costume, tal como vem indicado na Folha Paroquial de 30 de Maio.
ASSIM
Aos domingos e Dias Santos, nas Capelas serão, a partir de 31 de maio:
- Mártir 9.00;
- Santa Luzia 9.15;
- Santo António 9.30;
- Nª Sª da Conceição 10.30 horas.
Na Igreja ao Domingo:

- 7 de junho 8.00 horas na Igreja e 11.oo horas na Quinta do Seminário;
- 11 de junho « Festa do Corpo de Deus» 8.00 e 11.00 horas.
-  A partir de 14 de junho: 8.00, 10.00 e 12.00 horas."

Folha Paroquial

quinta-feira, 4 de junho de 2020

"Jesus Eucaristia " Oração -04-06-2020

Jesus Eucaristia, Pão Vivo,
descido do céu, qual divino maná,
que vem saciar a nossa fome,
divinizar o nosso interior,
santificar os nossos seres;

Jesus Eucaristia, Pão Vivo,que no interior do crente,
és semente de vida,
de ressurreição e de graça,
de plenitude de amor;

Jesus Eucaristia, Pão Vivo,
Hóstia Santa para ser alimento,
para fortificar os débeis,
animar os tristes,
ser fonte de alegria e paz;

Jesus Eucaristia, Pão Vivo,
trigo doirado Verbo do Pai,
que nos dá a Tua carne,
para ser nosso alimento,
Teu sangue divino,
para ser bebida santa
que inebria, redime e salva

Dário Pedroso

terça-feira, 2 de junho de 2020

Festa Missionária da Boa Nova - Cucujães . 07-06-2020

No próximo dia 7 de junho (domingo), a Festa Missionária será transmitida, através da Página do Facebook da Sociedade Missionária da Boa Nova, e também através da Azeméis TV e da
Rádio ad Gentes.

Programa: 
11.00 - Concelebração no Carvalhal, os padres da casa
14.30 - Sessão Missionária - Tempo Musical
- Painel com Missionários que estiveram no início das missões da SMBN em Angola e no Brasil há 50 anos.
 - Sorteio Missionário
- Tempo musical

Todos estão convidados a participar das suas casas.
Vai ser festa para alimentar a nossa chama missionária.
Convida outros a participar!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Porto: D. Manuel Linda pede Igreja “de sobreaviso” em tempo de desconfinamento

Porto:  D. Manuel Linda pede Igreja “de sobreaviso” em tempo de desconfinamento:

Porto, 01 Jun 2020 (ECCLESIA) – No regresso das celebrações comunitárias à Sé do Porto, D. Manuel Linda referiu que “o domingo relaciona-se mais com a casa de Deus, do que com o centro comercial”, um tipo de “estrutura impingidora de sonhos de uma felicidade obtida a partir do que está fora de nós”.

Na homilia da Solenidade de Pentecostes, o bispo do Porto diz que a Igreja deve “estar continuamente de sobreaviso” para não se deixar cair e continuar a ser “família de famílias mais unidas” que faz suas “as preocupações das outras famílias: seja o sofrimento da doença, da pobreza, da violência doméstica, da desunião ou da falta de esperança”.

Uma família que “sabe que o domingo se relaciona mais com o templo, com a casa de Deus, do que com o centro comercial”, que, nas palavras do bispo, é uma “estrutura impingidora de sonhos de uma felicidade obtida a partir do que está fora de nós”, lê-se no site do jornal «Voz Portucalense».

“Sim, a felicidade é um segredo e a Igreja é chamada a desfazê-lo, a desvendá-lo sob pretexto de essa felicidade passar ao lado de tantos”, destacou.

No regresso das celebrações comunitárias, numa catedral com a capacidade de lotação substancialmente reduzida por força da necessidade de se manter o distanciamento social, D. Manuel Linda pediu para que agora “não se regrida” e para que a Igreja mantenha o sentido solidário na defesa do bem comum.

Antes de terminar a sua homília, D. Manuel Linda sublinhou que
 “o dia de hoje marca o regresso a uma certa normalidade, a um certo refazer de vida” e é também “o dia de encerramento do mês de Maria, a mãe de Jesus que estava presente no cenáculo aquando da descida do Espirito Santo”.

1 de junho Memória Litúrgica de Maria Mãe da Igreja.

"hoje è dia 1 de junho Memória Litúrgica de Maria Mãe da Igreja.
 Maria Mãe de Jesus aceita ser a Mãe de todos os homens e mulheres junto da Cruz. 
No Dia de Pentecostes é constituída Mãe da Igreja, dá nos á Luz a nós Cristãos irmãos de Jesus, Batizados em Nome do Pai do Filho e do Espirito Santo 
A nova família de Jesus congregada em torno da Mãe, reza unida, partilha  na alegria do Pão da Palavra e da Eucaristia. Nossa Senhora integra a Igreja como um sinal iminente da sua Fecundidade, e como Saude dos Enfermos, Aquela que Cuida do irmão e da irmã mais fragilizados. Vives como Maria a Missão do Ressuscitado"

 https://soundcloud.com/passo-a-rezar/1-junho-2020-segunda-feira-memoria-liturgica-de-maria-mae-da-igreja-at-1-12-14

domingo, 31 de maio de 2020

Solenidade do Pentecoste 31-05-2020

"A Solenidade do Pentecostes celebra o momento extraordinário na vida da pequena comunidade dos discípulos de Jesus fortalecidos pelo Espírito Santo deixam de se esconder e começam a Anunciar publicamente o Senhor Jesus ressuscitado.

 Hoje deixa o Senhor Ressuscitado libertar o teu dia Ele traz as marcas da morte transfiguradas pelo poder do Ressurreição e tu, pela fé, participas nesta Vida transfigurada, que faz Novas todas as coisas.


Dá graças a Deus Pai pelo Dom do Seu Filho Ressuscitado e na alegria do Espirito Santo deixa a alegria transformar-se num cântico de louvor.


desde então até hoje, tem sido sempre assim, apesar dos extravios, das crises, das perseguições, a Igreja fortalecida pelo Espirito Santo, Anuncia o Senhor Jesus Ressuscitado e dá testemunho do seu evangelho."

"O Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.


O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências."


Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.


Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.

Vinde Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso Amor.
Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.

sábado, 23 de maio de 2020

A Festa da Ascensão de Jesus - 24-05-2020

"A Festa da Ascensão de Jesus, que este Domingo celebramos, sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projecto libertador de Deus para os homens e para o mundo.

O Evangelho ( Mt 28,16-20) apresenta o encontro final de Jesus ressuscitado com os seus discípulos, num monte da Galileia. A comunidade dos discípulos, reunida à volta de Jesus ressuscitado, reconhece-O como o seu Senhor, adora-O e recebe d'Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do "Reino".

Na primeira leitura,(Actos 1,1-11) repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projecto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus - a mesma vida que espera todos os que percorrem o mesmo "caminho" que Jesus percorreu. Quanto aos discípulos: eles não podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante; mas têm de ir para o meio dos homens, continuar o projecto de Jesus.

A segunda leitura (Ef 1,17-23) convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro dessa "esperança" de mãos dadas com os irmãos - membros do mesmo "corpo" - e em comunhão com Cristo, a "cabeça" desse "corpo". Cristo reside no seu "corpo" que é a Igreja; e é nela que Se torna, hoje, presente no meio dos homens."
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As Edições Salesiana partilham recursos para celebrar, meditar e aprofundar, em casa e em família, o Domingo da Ascensão do Senhor.

"São Mateus diz-nos que, mesmo vendo Jesus ressuscitado, «alguns ainda duvidaram»
A presença de Jesus na nossa vida revela-se de muitos modos. Mas, em muitas ocasiões, também nós duvidamos da sua presença e proximidade, e duvidamos que Ele esteja Vivo no meio de nós. Vou esforçar-me para O reconhecer."

sábado, 16 de maio de 2020

Preparar a Eucaristia VI Domingo da Páscia 17-05-2020

Amanhã Missa às 11h na nossa Igreja com transmissão direta pelo Radio Ad|agentes na pagina do Facebook da Paroquia.

 Vamos preparar-nos?

"A liturgia do 6º Domingo da Páscoa convida-nos a descobrir a presença - discreta, mas eficaz e tranquilizadora - de Deus na caminhada histórica da Igreja. A promessa de Jesus - "não vos deixarei órfãos" - pode ser uma boa síntese do tema.


 O Evangelho (João 14,15-2) apresenta-nos parte do "testamento" de Jesus, na ceia de despedida, em Quinta-feira Santa. Aos discípulos, inquietos e assustados, Jesus promete o "Paráclito": Ele conduzirá a comunidade cristã em direcção à verdade; e levá-la-á a uma comunhão cada vez mais íntima com Jesus e com o Pai. Dessa forma, a comunidade será a "morada de Deus" no mundo e dará testemunho da salvação que Deus quer oferecer aos homens.


A primeira leitura ( Actos 8,5-8.14-17 ) mostra exactamente a comunidade cristã a dar testemunho da Boa Nova de Jesus e a ser uma presença libertadora e salvadora na vida dos homens. Avisa, no entanto, que o Espírito só se manifestará e só actuará quando a comunidade aceitar viver a sua fé integrada numa família universal de irmãos, reunidos à volta do Pai e de Jesus.


A segunda leitura (1 Pedro 3,15-18) exorta os crentes - confrontados com a hostilidade do mundo - a terem confiança, a darem um testemunho sereno da sua fé, a mostrarem o seu amor a todos os homens, mesmo aos perseguidores. Cristo, que fez da sua vida um dom de amor a todos, deve ser o modelo que os cristãos têm sempre diante dos olhos.