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13, 33-37: «Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa»
“A missão da família é guardar, revelar e transmitir amor” (João Paulo II).
No início do Advento, quando começamos a preparar-nos para acolher Jesus, o Filho de Deus que quer nascer numa família humana, pensa na tua família e reza para que ela seja um lugar de amor, no acolhimento, na ajuda e no perdão de uns aos outros
.
Tarefas pais e filhos:
Construir uma cabana para acolher Jesus com a ajudo dos pais (pode ser apenas um
espaço decorado para O acolher ...)
Decorar a coroa do Advento Contar aos amigos e familiares que estás a preparar a tua casa e o teu coração para acolher Jesus
Oração em família, para rezar durante esta 1ª semana:
Nesta semana celebramos também a Solenidade da Imaculada Conceição
Abençoa, ó Jesus, a nossa família para que guarde,
revele e transmita sempre o Teu amor.
Ajuda-nos a estar atentos, a respeitar
e a perdoar-nos uns aos outros.
Ámen.
- Obrigado, ó Jesus, pela Mãe que me deste,
com toda a sua dedicação e carinho, que me
orientações e corrige E, como Maria, também
ela seja sempre um “sim” à tua Palavra.
Amén
Avé Maria cheia de graça....
O circulo: não tem princípio, nem fim.
Simboliza a Aliança o “elo”, de união entre Deus e as pessoas, e aqueles que se amam.
Os verdes sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.
As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo,
«Nunca afastes de algum pobre o teu olhar» (Tb 4, 7)

1. O Dia Mundial dos Pobres, sinal fecundo da misericórdia do Pai, vem pela sétima vez alentar o caminho das nossas comunidades. Trata-se duma ocorrência que se está a radicar progressivamente na pastoral da Igreja, fazendo-a descobrir cada vez mais o conteúdo central do Evangelho. Empenhamo-nos todos os dias no acolhimento dos pobres, mas não basta; a pobreza permeia as nossas cidades como um rio que engrossa sempre mais até extravasar; e parece submergir-nos, pois o grito dos irmãos e irmãs que pedem ajuda, apoio e solidariedade ergue-se cada vez mais forte. Por isso, no domingo que antecede a festa de Jesus Cristo, Rei do Universo, reunimo-nos ao redor da sua Mesa para voltar a receber d’Ele o dom e o compromisso de viver a pobreza e servir os pobres.
Dia 11 (sábado): Às 18.00 horas – Eucaristia solenizada de S. Martinho (anima o canto o Grupo Coral Litúrgico de S. Martinho).
Durante o dia de hoje e de amanhã (12) há a “feirinha de S. Martinho”, que inclui “comes e bebes”.
Às 12.00 h. – Abertura das barraquinhas dos comes e bebes, com almoços por encomenda e para levar para casa, o café, os doces, as farturas, as flores e outras surpresas.
Às 18.00 h. – Eucaristia solenizada em honra do nosso Padroeiro S. Martinho.
Às 19.00 h. – Jantar na barraquinha dos comes e bebes. Às 20.00 h. – Noite de Karaoke. Vem conviver em paróquia, esperamos por ti.
Dia 12 (domingo): Festa Paroquial de S. Martinho, com a presença das crianças, dos adolescentes e dos jovens na Eucaristia das 10.30 horas, na Igreja.
Nas Capelas: Missas como aos domingos com o Ofertório da “Capa de S. Martinho”.
Na Igreja: Eucaristia, às 8.00 horas também com o Ofertório da “Capa de S. Martinho”.
10.30 horas: Eucaristia Solene de Festa: Presença de todas as crianças e os adolescentes do Centro da Igreja e outros que o desejarem e também a presença dos “Casais de S. Martinho”, bem como das três Irmandades e Representantes dos Centros, do Mártir e de Nossa Senhora de Fátima, das Associações e Movimentos.
Procissão do nosso Padroeiro no fim da Eucaristia, pelas 11.45 horas.
No fim da Procissão, Bênção final. Às 12.15 horas – Acolhimento especial com Bênção Jubilar aos “Casais de S. Martinho” que fazem neste ano 25, 50 e 60 anos de casamento.
Durante todo o dia funciona, com um programa de variedades e comes e bebes, a “Feirinha de S. Martinho”, onde podem saborear os nossos deliciosos manjares na barraquinha dos comes e bebes e
para animar a festa contamos com o Karaoke por volta das 15.00 h.
Para encerrarmos a festa como é habitual a Irmandade do Santíssimo vai oferecer as castanhas por volta das 17.00 h.
O secretariado Diocesano da Educação Cristã (SDEC), da Diocese do Porto, vai promover, durante o presente ano catequético, uma formação semanal para catequistas em formato online.
“Queremos que seja um espaço para aprofundar o estudo acerca do «Itinerário de iniciação à vida cristã das crianças e dos adolescentes com as famílias», procurando ajudar os catequistas a descobrir e trabalhar os novos materiais disponíveis para a catequese e ser lugar de partilha de experiências, ideias, dificuldades e êxitos na catequese”, explica Isabel Oliveira, diretor do SDEC em comunicado.
Todas as terças-feiras, com início no próximo dia 3 de outubro, e sempre entre as 21h00 e as 23h00 os participantes vão poder, ainda, aprofundar e aprender a “implementar o «projeto de Jericó a Jerusalém»” que é um “projeto que quer ajudar a iniciar à vida cristã” a partir do “paradigma do serviço”, completa.
Os interessados podem inscrever-se AQUI
No primeiro bloco deste 1º Catecismo, do início do ano pastoral até ao Natal, as crianças serão levadas a descobrir que são chamadas por Jesus para a catequese.
Assim as primeiras catequeses são essencialmente de descoberta:
• da existência de Jesus e, por meio dele, de Deus como Amigo e Criador, que cuida de nós e nos faz crescer, nos fala através dos sacerdotes, das leituras da Bíblia e dos catequistas;
• dos vários espaços em que vive e se movimenta, do grupo dos seus amigos, da comunidade cristã que as acolhe e na qual são convidadas a integrar-se.
Nas últimas catequeses deste bloco, as crianças descobrem Maria como a escolhida por Deus para ser Mãe de Jesus.
Ela acolhe, na Anunciação, o dom de Deus: ser Mãe do seu Filho Jesus.
No seguimento disto, as crianças são iniciadas na descoberta do verdadeiro sentido do Natal.
OS PAIS EM CASA PREPARAM com a ajuda das crianças UM CANTINHO DE ORAÇÃO
O cantinho da oração será um local escolhido em casa onde a família se reúne para fazer a catequese e rezar.
Sugerimos que nesse espaço (mesa, mesa de cabeceira, aparador etc) coloque se possível, uma cruz, ou uma imagem de Jesus, uma vela, uma imagem de Nossa Senhora e a Bíblia.
E por que somos filhos de Deus iniciamos sempre a catequese ou oração benzendo:
Em nome do Pai, (†) do Filho e do Espírito Santo.
Na nossa catequese familiar, vamos descobrir que Deus tem um projeto do qual nós fazemos parte. Cada um de nós tem um papel a desempenhar nesse extraordinário projeto de Deus. E, tal como nós, seres humanos, quando queremos executar um projeto (como, por exemplo, construir uma casa), temos de nos sentar e calcular objetivos, materiais, custos, todas as coisas necessárias, as pessoas a quem vamos pedir ajuda e o tempo que precisamos, assim também o projeto de Deus requer pessoas, tempos e lugares próprios.
CATEQUESE 1 JÁ VOU À CATEQUESE
Este primeiro tema é uma introdução e procura apenas motivar a criança para a frequência da catequese.
A tónica deve estar no acolhimento que o catequista faz, tanto aos pais como às crianças do grupo, assim como no acolhimento que crianças e pais já receberam, ou irão receber na comunidade paroquial.
Uma oportunidade para apresentar a catequese como um encontro com Jesus, numa primeira descoberta, ou na continuidade com o que a criança já tenha recebido na família
Aqui, Jesus é apresentado como um grande Amigo que vão aprender a conhecer (ou conhecer melhor) na catequese.
CATEQUESE 2 TENHO MAIS AMIGOS
Esta segunda catequese apresenta a importância que os amigos têm na nossa vida, levando as crianças à descoberta de duas realidades: a importância da amizade na nossa vida e o conhecimento de Jesus como o maior amigo que temos.
Para os pais também é importante entenderem (ou talvez descobrirem) que toda a inclinação humana para a amizade tem a sua origem em Deus, que nos criou à sua imagem e que é fonte de todo o amor e de toda a amizade.
Talvez também seja para os pais uma descoberta (ou redescoberta) de que Jesus é o maior amigo que podemos ter.
(A CATEQUESE 3 É A FESTA DO ACOLHIMENTO não se faz)
CATEQUESE 4 VISITAMOS A CASA DE DEUS
Esta catequese tem muita importância para a criança, porque vai permitir-lhe familiarizar-se com a igreja, a casa onde nos reunimos como filhos de Deus.
Para muitos pais pode ser a ocasião de entenderem a razão de ser de espaços e objetos e de despertar o seu interesse para os conhecerem melhor.
Muitas pessoas dizem-se cristãs com base num conceito de fé mais ou menos vago, já que nasceram e cresceram numa sociedade que está cheia de influências e símbolos cristãos e cuja cultura é fortemente marcada pelo cristianismo.
Para muitos pais nessa situação será uma oportunidade de se interrogarem acerca da sua relação com Deus e com a comunidade que se reúne na igreja paroquial.
Nesta visita à igreja, além de conhecerem o espaço físico, as crianças terão de compreender, mais pela atitude dos adultos do que pelas palavras que possam ouvir, que a igreja é um lugar especial, onde se está com respeito, mas também um lugar acolhedor, onde nos sentimos “em casa”, porque é onde nos encontramos com Jesus e muitos amigos.
Recordar o dia do Batismo junto ao batistério. O Sacramento do Batismo é como uma semente introduzida no coração do homem – se essa semente nunca for cuidada, como poderá nascer uma árvore frondosa? Como poderá dar frutos?
Na Igreja aprendemos a escutar o Evangelho e a realizá-lo na nossa vida, para garantia de que o baptismo dará muito fruto e nos proporcionará a vida eterna, esse dom de Deus marcado com o selo da sua misericórdia e bondade.
CATEQUESE 5- DEUS CRIA TUDO PARA NÓS
Esta catequese incide no reconhecimento de Deus como origem de toda a existência e de toda a vida.
Atualmente não é um tema fácil de abordar com adultos, tendo em conta as diversas teorias que a ciência tem vindo a desenvolver.
O que diz o Catecismo da Igreja Católica: «Não se trata de saber quando e como surgiu materialmente o cosmos, nem quando é que apareceu o homem; mas, sobretudo, de descobrir qual o sentido de tal origem, se foi determinado pelo acaso, por um destino cego ou uma fatalidade anónima, ou, antes, por um Ser transcendente, inteligente e bom, chamado Deus.» (nº284)
No que respeita às crianças, é bastante mais fácil esta apresentação de Deus como autor de tudo o que existe, assim como a admiração e o louvor que surgem diante da grandeza e da beleza do mundo criado por Deus.
CATEQUESE 6 - DEUS FAZ-NOS CRESCER
Esta catequese centra-se na realidade do crescimento que é inerente a todos os seres vivos e assume na humanidade características muito especiais, já que não só devemos crescer durante toda a vida, como somos também chamados a fazer crescer aquilo que nos rodeia e os outros.
Os pais têm aí um papel muito próprio a desempenhar: compete- -lhes a eles ajudar os filhos a crescer, em todas as dimensões; mas também o facto de os “deixarem” crescer, desenvolvendo as suas personalidades e ganhando progressivamente autonomia.
Para as crianças, desejosas de crescer, será importante perceberem que essa força de crescimento vem de Deus e que também elas podem contribuir para preservar o crescimento à sua volta.
CATEQUESE 7 - CHAMA-SE MARIA
Aproximando-se já o Natal, vamos dar a conhecer às crianças a Mãe do grande Amigo Jesus, cujo nascimento estamos quase a celebrar.
O relato da Anunciação, tal como São Lucas o descreve, tem todos os ingredientes para reter a atenção da criança e a fazer contemplar a maravilha do amor de Deus que vem ter connosco e se faz um de nós.
Mas também para a levar a compreender que a Mãe de Jesus também nos ama como seus filhos e que pode falar com ela com as mesmas palavras do anjo, já que se começa a ensinar a Ave-Maria.
Para os pais será ainda uma oportunidade de encontrarem (ou reencontrarem) a familiaridade com a mulher mais extraordinária e, ao mesmo tempo mais simples, da história da humanidade, totalmente entregue à vontade de Deus, que trouxe dentro de si Deus feito Homem e contribuiu para o seu crescimento humano.
Podes ver melhor o video clicando aqui e o poster clica aqui
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| foto salesianos |
À Virgem santa Maria foi atribuído o título de «Mãe da Igreja», porque deu à luz a Cabeça da Igreja e se tornou a Mãe dos redimidos, quando seu Filho ia morrer na cruz. O papa são Paulo VI confirmou solenemente a mesma designação, na alocução aos Padres do Concílio Vaticano II, no dia 21 de novembro de 1964, e decidiu que todo o povo cristão honrasse, agora ainda mais, com este santíssimo nome, a Mãe de Deus. No dia 11 de fevereiro de 2018 o papa Francisco inscreveu esta memória no Calendário Romano geral na segunda-feira depois de Pentecostes. (secretariado Liturgia)
Oração coleta (hoje)
Deus, Pai das misericórdias,