terça-feira, 25 de março de 2025

Hoje celebra-se a solenidade litúrgica da Anunciação do Senhor!

Hoje celebra-se a solenidade litúrgica da Anunciação do Senhor


 
"Neste dia tão especial em que Deus dá a conhecer por meio de um anjo a Encarnação do Seu Filho..."

REZA DANDO GRAÇAS A DEUS POR NOS TER ENVIADO JESUS

 E AO SIM DE MARIA SANTISSIMA.

PASSO A REZAR DIA 25 DE MARÇO

CONFISSÕES QUARESMAIS 2025


Confissões para a catequese

Sábado, 5 de abril: Centro de Santa Luzia, às 10 horas; Igreja e Mártir (Inclui catequese

da Adolescência), às 14.30

Sábado, 12 de abril: Centro de Nossa Senhora da Conceição, às 11 horas


Confissões para toda a paróquia

Quinta-feira, 10 de abril, nos seguintes horários: 10, 15 e 21 horas

Sexta-feira Santa, depois das laudes e até às 11.30

Confissões para os doentes que vão receber a visita do Senhor aos enfermos

O pároco e os vigários irão deslocar-se aos vários lugares para confessar os doentes. Os

dias previstos para esta visita são os seguintes:

Segunda-feira, 17 de março, às 9.30

Segunda-feira, 24 de março, às 15 horas

Segunda-feira, 31 de março, às 9.30

Segunda-feira, 7 de abril, às 9.30

Pede-se aos Ministros Extraordinários da Comunhão o favor de falar com o pároco,

urgentemente, para se organizar as visitas aos lugares.

Havendo necessidade, o pároco poderá agendar mais dias para confissões.

IN Folha Paroquial

segunda-feira, 24 de março de 2025

24 HORAS COM O SENHOR -28 e 29 de março, na Igreja Matriz “TU ÉS A MINHA ESPERANÇA"

24 HORAS COM O SENHOR -28 e 29 de março, na Igreja Matriz
“TU ÉS A MINHA ESPERANÇA”
Das 19 às 20 h: Eucaristia
Das 20 às 21 h: Irmandade do Santíssimo Sacramento e suas famílias
Das 21 às 22 h: Ministros Extraordinários da Comunhão e suas famílias
Das 22 às 23 h: Crismandos e suas famílias
Das 23 às 00 h: Pastoral Familiar da Paróquia (Casais de Nossa Senhora, Santa Maria, Cursilhistas e suas famílias)
Das 00 às 01 h: Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos e suas famílias
Das 01 às 02 h: Oficinas de oração e vida e suas famílias
Das 02 às 03 h: Gaudete e suas famílias
Das 03 às 04 h: JMV e suas famílias
Das 04 às 05 h: CNE e suas famílias
Das 05 às 06 h: JUAC e suas famílias
Das 06 às 07 h: Equipas litúrgicas (Acólitos, leitores, grupos corais, comissões zeladoras de culto e sacristão)
Das 07 às 08 h: Apostolado de oração e Oblatos de São Bento
Das 08 às 09 h: Irmandade de Nossa Senhora do Rosário
Das 09 às 10 h: 4º, 5º e 6º ano de todos os centros de catequese da paróquia, catequistas e suas famílias
Das 10 às 11 h: Catequese familiar do Centro de Santa Luzia, Catequistas e suas famílias
Das 11 às 12 h: Irmãs de S. Vicente Paulo, Conferências Vicentinas e suas famílias
Das 12 às 13 h: Missionários da Boa Nova, Leigos Boa Nova, Auxiliares das missões, Lar de Santa Teresinha e seus familiares
Das 13 às 14 h: Caminho Neocatecumenal
Das 14 às 15 h: Catequese familiar do Centro da Igreja/Gandarinha, catequistas e suas famílias
Das 15 às 16 h: Catequese familiar do Centro de Santo António, cat catequistas e suas família
Das 16 às 17 h: Catequese familiar do Centro de Nossa Senhora da Conceição, catequistas e suas famílias
Das 17 às 18 h: Catequese da adolescência, catequistas e suas famílias
Das 18 às 19 h: Eucaristia
 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Dinâmica-pastoral-“Peregrinos de esperança. Rumo à Páscoa. No Caminho eu confio em Ti.” 2025

 


“Peregrinos de esperança. Rumo à Páscoa. No Caminho eu confio em Ti.”

Dinâmica Pastoral da Quaresma à Páscoa 2025

Este é o lema da Dinâmica Pastoral Diocesana, para os tempos litúrgicos da Quaresma à Páscoa, proposta pela Equipa de Apoio à Coordenação Diocesana da Pastoral.


Tal proposta parte da ideia da Quaresma, como caminho de esperança, que tem a Páscoa como meta no seu horizonte e desafia os fiéis à identificação e participação vital com Cristo, no seu mistério pascal.


"Esta dinâmica continua a desenvolver a temática jubilar da esperança, a partir da imagem da âncora, elemento simbólico da esperança e parte integrante do logótipo do Ano Jubilar.


Em cada domingo, na celebração dominical, são propostos à luz do Evangelho, lugares de «ancoragem», pontos firmes de apoio, para a vivência da esperança.


Sugere-se o uso da âncora ligada à Cruz, em que ambos os elementos associados integram a Procissão de entrada e a Procissão de saída. O texto propõe, em anexo, algumas monições para o lançar e para o recolher da âncora.


As propostas de vivência penitencial-pascal mais concretas são tipificadas, não a partir de cada domingo ou semana, mas a partir dos sinais fundamentais do Jubileu, que têm grande oportunidade de vivência neste tempo favorável da Quaresma à Páscoa.


Em anexos, disponibilizam-se meditações sobre a esperança, que, de algum modo, sintetizam a dimensão específica da esperança que se quer propor em cada celebração dominical ou do tríduo pascal. Os pontos de ligação entre os sinais do Jubileu e as referências bíblicas das leituras dominicais constam de um outro anexo.


São disponibilizadas, a seu tempo, imagens de cada domingo, marcando a diferença nas cores e nos lugares de ancoragem.


Como se escreve na conclusão, “a rota está traçada. Boa viagem”. Somos Igreja do Porto, peregrinos de esperança, a esperança, que não engana (Rm 5,5)."


IN Diocese Porto


Cópia da Proposta da caminhada

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Dia Mundial do Doente: Papa elogia «anjos de esperança» que acompanham quem sofre

Dia Mundial do Doente: Papa elogia «anjos de esperança» que acompanham quem sofre:

 “Todos juntos somos ‘anjos’ de esperança, mensageiros de Deus, uns para os outros: doentes, médicos, enfermeiros, familiares, amigos, sacerdotes, religiosos e religiosas. E isto, onde quer que estejamos: nas famílias, nos ambulatórios, nas unidades de cuidados, nos hospitais e nas clínicas”, escreve Francisco.


 O tema para este ano é inspirado numa passagem da carta de São Paulo aos Romanos: 
“«A esperança não engana» (Rm 5, 5) e fortalece-nos nas tribulações”.

 Francisco recorda a celebração, no contexto do Jubileu de 2025, como “peregrinos de esperança”. 

 “Como é que nos mantemos fortes quando somos feridos na carne por doenças graves, que nos incapacitam, que talvez exijam tratamentos cujos custos vão para além das nossas possibilidades? Como fazê-lo quando, não obstante o nosso próprio sofrimento, vemos o daqueles que nos amam e que, embora próximos de nós, se sentem impotentes para nos ajudar?”, assinala o texto. 

 O Papa aponta à “ajuda de Deus” e do seu Espírito, que “nunca” abandona quem sofre. “No momento da doença, se por um lado sentimos toda a nossa fragilidade – física, psíquica e espiritual – de criaturas, por outro lado experimentamos a proximidade e a compaixão de Deus”, pode ler-se. A doença torna-se então a oportunidade para um encontro que nos transforma, a descoberta de uma rocha firme na qual descobrimos que podemos ancorar-nos para enfrentar as tempestades da vida: uma experiência que, mesmo no sacrifício, nos torna mais fortes, porque mais conscientes de não estarmos sós”.

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