sábado, 14 de abril de 2018

"Só se pode perceber a missa com o coração"

"Só se pode perceber a missa com o coração, isto é, quando se começa a ficar afeiçoado a ela.» «O afeto é o sentimento forte e persistente que liga pela confiança reconhecida e retribuída.»

Ouvimos dizer muitas vezes – sobretudo aos jovens: «Eu ia à missa, mas não percebo grande coisa do que lá se passa, para não dizer que não percebo nada». e é muitas vezes a tradução exata de algo muito preciso.
Sabe-se pouco no que se refere à missa.
E não admira.

Pensemos nos discípulos de Emaús:
Não tinham todos os requisitos necessários para reconhecer Jesus na fração do pão?
A sua memória ainda estava fresca pela recordação de tudo o que tinha acontecido a Jesus na semana anterior; tinham toda a sua cultura judaica; mas, sobretudo, eram grandes a sua fé, a sua esperança, a sua caridade.
E, contudo, também eles precisaram de tempo para perceber; tiveram de fazer perguntas ao estranho que encontraram no caminho; escutaram, hesitaram, ofereceram a hospitalidade insistiram e, só no fim, reconheceram."

Os Ritos Iniciais da Missa
Começa com a assembleia, de pé, saudando a chegada da Cruz de Cristo, do Livro da Palavra, do celebrante, dos ministros e acólitos,  com o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos tradicionais são o Senhor e o Glória).

Chegando ao presbitério, o celebrante e os ministros saúdam o altar fazem uma inclinação profunda, e o celebrante beija o altar em sinal de veneração e todos fazem o sinal da Cruz.

É importante notar que a assembleia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz significa dizer “Nós nos reunimos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. A missa começa pelo sinal da cruz: que todos juntos, fazemos sobre todo o nosso corpo. Da cabeça ao coração e de um ombro ao outro.

É significativo que a missa começa assim, sob o sinal da Cruz, e consagramo-nos ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

É importante que sintas que a nossa reunião Eucarística não é uma reunião amigável qualquer; nem tem por objetivo recarregar as nossas baterias.

Significa antes de mais, receber, deixar-nos revestir de Cristo: «Toda a nossa glória está na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. N’Ele está a nossa salvação, vida e ressurreição. Por Ele fomos salvos e livres»

Assim, o céu entreabre-se e nós movemo-nos na alegria e na ternura do Batismo de Jesus: «Tu és o meu Filho muito amado». O que o Pai dizia então a Jesus, di-lo também a cada um de nós.

- Trata-se do diálogo de amor entre Deus e o homem, diálogo que se enceta lentamente, mas com toda a clareza: Deus vem até nós para nos elevar até Si."

Em seguida, o celebrante convida os fiéis a uma confissão geral e conclui com a absolvição. . Na medida em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição de pecador, Deus pode vir ao seu encontro com Sua graça.

Este reconhecimento pode ser feito por uma oração (“eu pecador, me confesso…”) pela leitura de versículos bíblicos (“Tende compaixão de nós, Senhor”) ou por uma ladainha.

Não esqueças que os pecados graves não perdoados neste momento e que a absolvição dada pelo padre não libera ninguém do sacramento da reconciliação - confissão.

O Glória é uma espécie de salmo composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor ao Pai e ao Filho.

Oração da Coleta
O celebrante diz “Oremos” e faz um minuto de silêncio para que todos sintam bem a presença de Deus e formulem interiormente seus pedidos.
O rito de entrada ou iniciais encerram com a Oração do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo.

A Oração do Dia tem sempre três elementos: a invocação dirigida a Deus, um pedido que se faz e a finalidade do pedido.

Este III Domingo de Páscoa a Oração da Coleta é assim:
Exulte sempre o vosso povo, Senhor, com a renovada juventude da alma, de modo que, alegrando-se agora por se ver restituído à glória da adopção divina, aguarde o dia da ressurreição na esperança da felicidade eterna.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Amén (respondemos todos, todos em oração )

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Folha Paroquial - III Domingo de Páscoa 15-04-2018




Facilitando o acesso a documentos catequese


55ª Semana de Oração pelas vocações.: "A CHAMADA DO SENHOR"

55ª Semana de Oração pelas vocações de 15 de abril a 22 de abril com o tema central
"A CHAMADA DO SENHOR"


" Deus não cessa jamais de vir ao nosso encontro:

é Deus connosco, acompanha-nos ao longo das estradas por vezes poeirentas da nossa vida e, sabendo da nossa nostalgia de amor e felicidade, chama-nos à alegria. Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, trata-se de escutar, discernir e viver esta Palavra que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo que nos permite pôr a render os nossos talentos, faz de nós também instrumentos de salvação no mundo e orienta-nos para a plenitude da felicidade
(...)
O Senhor continua hoje a chamar para O seguir. Não temos de esperar que sejamos perfeitos para dar como resposta o nosso generoso «eis-me aqui», nem assustar-nos com as nossas limitações e pecados, mas acolher a voz do Senhor com coração aberto. Escutá-la, discernir a nossa missão pessoal na Igreja e no mundo e, finalmente, vivê-la no «hoje» que Deus nos concede.

Maria Santíssima, a jovem menina de periferia que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre acompanhe no nosso caminho."
(Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial de Oração pelas Vocações)

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
Jesus Cristo,
amor do Pai, que nos chamas, hoje,
 a escutar a voz do Espírito Santo, na experiência quotidiana; 
ensina-nos a discernir
a própria vocação, fruto da graça do baptismo,
 para vivermos o dom da fé,
 imensamente amados por Deus, 
e responder com confiança
ao chamamento, para servir a alegria do evangelho,
 como a jovem Maria,
Tua e nossa mãe.
 Amén.
GUIÃO VOCAÇÕES 2018

"Em cada Santa Missa temos o Céu e a Terra unidos!" (3ª parte)

(...)
Porque é que na Santa Missa se torna presente o Sacrifício da Cruz oferecido a Deus
Vejamos a parte final da oração de São Francisco de Assis:
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

É esta a lógica da Caridade: dai e recebereis. Da mesma forma, para recebermos de Deus as Suas graças devemos nos oferecer a Deus.
Por isso a Santa Missa é sobretudo sobre Deus e sobre o que Deus fez por nós. Não é sobre nós nem sobre a comunidade. Esquecermo-nos de Deus é o maior perigo do nosso Tempo.
O que acontece a cada um de nós e com a comunidade é o resultado da nossa oferta a Deus. Da mesma forma que quem para encher um recipiente de água concentra-se a abrir a torneira e colocar o recipiente de modo a poder receber a água também na Santa Missa nos devemos concentrar em Deus que é a fonte e em colocar a alma pronta a receber as graças divinas.

Desta forma, a Santa Missa é oferecida a Deus para 4 fins:
· Adoração e louvor -> (,,,)  E assim como o Amor a Deus além de ser o maior mandamento é a fonte de todo o amor, por isso a adoração e louvor é o primeiro acto que devemos ter para com Deus como quem se encaminha para a fonte.
· Acção de graças -> em agradecimento em primeiro lugar pela salvação e por Nosso Senhor Jesus Cristo, Cordeiro de Deus. De seguida por todas as graças que recebemos de Deus.
· Reparação dos pecados -> para pedirmos perdão pelos nossos pecados e ajuda para não tornar a pecar.

· Súplica e petição -> para pedirmos as graças de Deus, pelas nossas intenções e para pedirmos a Deus que receba aqueles que já partiram deste mundo, dando-lhes o alívio e purificação que possam necessitar.

(...)
Na oração do Pai-Nosso também encontramos os mesmos 4 fins da Santa Missa em oferta a Deus:
· Adoração, louvor e acção de graças -> santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
· Reparação dos pecados -> perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
· Súplica e petição -> O pão nosso de cada dia nos dai hoje, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal.

Assim, este oferecimento na Santa Missa está conforme a forma de rezar que Nosso Senhor nos ensinou. E este oferecimento tem um valor infinito porque quem oferece não somos nós, é Cristo no Seu Sacrifício. O limite que pode ter depende de nós próprios e de quanto nos conseguimos unir neste oferecimento.
Nós devemos unir-nos e entregar-nos neste mesmo Sacrifício, levando a nossa cruz e intenções para Por Cristo, com Cristo e em Cristo oferecermos a Deus Pai todo-poderoso na unidade do Espírito Santo toda a honra e toda a glória agora e para sempre.


Meditemos um pouco neste magnífico dom do nosso Divino Salvador:
Em vez de estarmos apenas numa Ceia temos Nosso Senhor que vem do Céu até ao Altar, torna presente o Seu Sacrifício da Cruz para dele recebermos os Seus méritos. Nesse Sacrifício os Anjos levam até Deus as nossas ofertas, intenções e orações, as almas do purgatório recebem os alívios e purificações que necessitam e Deus infunde em nós a Sua Graça santificante. Ainda no Altar Nosso Senhor torna-se presente em Corpo e Alma na Hóstia Sagrada e no Cálice para comungarmos e nos unirmos a Ele e assim, crescendo na nossa santificação vamo-nos tornando semelhantes a Cristo e templos dignos de Deus.
Em cada Santa Missa temos o Céu e a Terra unidos!

Temos assim a resposta à questão: Porque é que na Santa Missa se torna presente o Sacrifício da Cruz oferecido a Deus?
Para nos ajudar a percorrer o caminho de salvação. É oferecendo a Deus que recebemos de Deus as suas graças. O oferecimento da Santa Missa tem infinito valor porque quem oferece é Nosso Senhor e é desse Sacrifício da Cruz que recebemos os méritos da redenção e salvação."

Continua a ler aqui: Enxertados na Cruz de Cristo

quinta-feira, 12 de abril de 2018

ATENÇÃO PAIS, CATEQUISTAS...

ATENÇÃO PAIS, CATEQUISTAS, CRIANÇAS E PRÉ-ADOLESCENTES


Caminhada preparatória das crianças do 3º ano da Catequese para a 1ª Comunhão

A partir do próximo domingo dia 15 de abril na Eucaristia das 10.00 horas na Igreja e nos domingos 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio  até à Festa da Eucaristia (1ª Comunhão), dia 27 de maio, às 10.15 h.


Os Pré-Adolescentes do 6º ano da Catequese começam a sua preparação para a Profissão de Fé na Eucaristia das 12.00 horas na Igreja nos domingos de maio: 6, 13, 20, 27 de maio ;
No domingo 10 de junho  será no Pavilhão das Travessas  S. João da Madeira,(sujeito a confirmação) às 15.30 horas, no encerramento das Visitas Pastorais.
.Profissão de Fé, dia 24 de junho, às 10.15 h.
(No dia anterior, dia 23 de junho: Retiro).

quarta-feira, 11 de abril de 2018

«Gaudete et Exsultate»: O Diabo é «mais do que um mito», escreve Francisco

«Gaudete et Exsultate»: O Diabo é «mais do que um mito», escreve Francisco: A ‘Gaudete et Exsultate’ convida ao “discernimento” para saber distinguir o que vem do Espírito Santo do que “deriva do espírito do mundo e do espírito maligno”.

2ª parte "A Santa Missa"

Continuamos com a Santa Missa:
(...)
"O Beato Papa Paulo VI explicava solenemente assim a Santa Missa:Cremos que a Missa, celebrada pelo sacerdote, que representa a pessoa de Cristo, em virtude do poder recebido no sacramento da Ordem, e oferecida por ele em nome de Cristo e dos membros do seu Corpo Místico, é realmente o Sacrifício do Calvário, que se torna sacramentalmente presente em nossos altares. Cremos que, como o Pão e o Vinho consagrados pelo Senhor, na última ceia, se converteram no seu Corpo e Sangue, que logo iam ser oferecidos por nós na Cruz; assim também o Pão e o Vinho consagrados pelo sacerdote se convertem no Corpo e Sangue de Cristo que assiste gloriosamente no céu. Cremos ainda que a misteriosa presença do Senhor, debaixo daquelas espécies que continuam aparecendo aos nossos sentidos do mesmo modo que antes, é uma presença verdadeira, real e substancial.”.

Vejamos o que disse Nosso Senhor aos Apóstolos: “Tomai todos e comei, este é o meu Corpo que será entregue por vós” Tomai todos e bebei, este é o Cálice do meu Sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por muitos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim”.
·         A memória que Nosso Senhor pediu para fazermos é o Seu Corpo entregue e o Seu Sangue derramado por nós para remissão dos pecados, isto é, o Seu Sacrifício.
·         No Altar em todas as missas está Nosso Senhor na Cruz oferecendo o Seu Sacrifício a Deus Pai para a nossa salvação e santificação.

          O testamento que Nosso Senhor nos deixou é o Seu Sacrifício, é o Seu Sangue, é a Sua Cruz e esse é o fermento de toda a civilização cristã e o alimento de todos os que partiram para o Céu.
o   Guardemos o testamento de Nosso Senhor Jesus Cristo

Na Santa Missa estamos no Calvário, com Jesus na Cruz, com Maria nossa Mãe a seu lado, e João aos pés da Cruz, e os anjos em adoração.
O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes, seus ministros, sobre os nossos altares.
Na Santa Missa os frutos do Sacrifício da Cruz são aplicados nas almas dos fiéis. E é a Igreja Católica, pelo ministério dos seus sacerdotes, que oferece até ao fim dos tempos, em todos os lugares, o Sacrifício da Cruz, perpetuado pelo santo Sacrifício da Missa."

Continua a ler aqui: Enxertados na Cruz de Cristo


"A Santa Missa"

É fundamental para nós cristãos entender bem o valor e o significado da Santa Missa para viver cada vez melhor a nossa relação com Deus”, dizia o Papa Francisco na sua catequese sobre a Santa Missa.
As primeiras comunidades cristãs enfrentaram perseguições e martírio mas mesmo assim não dispensavam a celebração do Domingo e da Eucaristia. Para estas comunidades a Eucaristia era um alimento de vida eterna, mesmo colocando em risco a própria vida, e em muitos casos dando mesmo a vida por ela, não deixavam de celebrar a Eucaristia.

Actualmente na nossa sociedade existe o perigo de nos esquecermos de Deus, em muitos casos vive-se como se Deus não existisse e não se vê a necessidade de participar na Santa Missa.
Em muitos casos a Santa Missa é considerada como uma ceia ou repetição da Última Ceia em que na oração Eucarística o sacerdote faz a descrição do que se passou na Última Ceia e o pão e o vinho simbolizam o Corpo e o Sangue que se tornam alimento espiritual. Esta forma de ver a Santa Missa reduz muito o seu significado e valor, encontrando-se bastante longe do sentido que lhes davam as primeiras comunidades cristãs. 

As primeiras comunidades cristãs viam a Eucaristia como alimento de vida eterna e o encontro com Cristo e o anúncio do Evangelho era um encontro e anúncio da Verdade revelada por Deus. O horizonte das suas vidas era o Céu.
Na consideração da Santa Missa ser apenas uma ceia o alimento reduz-se a um alimento que nos ajuda para a nossa vida terrena e Deus apenas a um complemento e melhoramento da nossa vida. O horizonte das nossas vidas é apenas a Terra.

O testemunho das primeiras comunidades diz o Papa Francisco: “é um testemunho que nos interpela a todos e pede de nós uma resposta sobre o que significa para cada um de nós participar do Sacrifício da Missa e aproximar-se da Mesa do Senhor.

Estamos à procura da fonte que "jorra água viva" para a vida eterna? Que faz da nossa vida um sacrifício espiritual de louvor e acção de graças e nos torna um só Corpo com Cristo?”.

E resume assim o Papa Francisco o que é participar na Santa Missa: “Participar na Missa é viver novamente a paixão e a morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor torna-se presente no Altar para ser oferecido ao Pai pela salvação do mundo. O Senhor está ali connosco, presente.”. É esta participação e significado que vamos tentar compreender melhor. (...)"

Continua a ler: Enxertados na Cruz de Cristo

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Força Juventude! Bragança-Miranda dá pontapé de saída...

"Bragança, 09 abr 2018 (Ecclesia) – A Igreja Católica em Portugal vai viver, de 15 a 22 de abril, a Semana de Oração pelas Vocações, este ano com propostas da Diocese de Bragança-Miranda, incluindo um vídeo com jovens

O guião nacional para iniciativa inclui a mensagem do Papa Francisco, uma proposta de rosário vocacional e Lectio Divina, uma vigília de oração e catequeses para crianças e para jovens.

A 55.ª Semana de Oração pelas Vocações tem como tema ‘Escutar, discernir, viver a chamada do Senhor’.
(...)
O Papa Francisco convida os jovens católicos a superar as “tentações da ideologia e do fatalismo”.

“Hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, de superar as tentações da ideologia e do fatalismo e de descobrir, no relacionamento com o Senhor, os lugares, instrumentos e situações através dos quais Ele nos chama”, escreveu o pontífice, no documento publicado pelo Vaticano."

Já pensaste nisto?

Avó o que é a Missa?
Foi uma história que nos deixou com vontade de saber mais e no final da Missa de (um) domingo perguntamos a crianças, a jovens, a adultos e também aos mais velhos;

. O que é a missa?
- Porque vai à missa?
- O que sentiu na Missa deste Domingo?
- Lembra-se de alguma palavra ou frase desta Missa?

De notar que a grande maioria das pessoas mais velhas a que perguntamos vai á missa ao domingo, quase todas respondem;
- Sempre, só falto por doença;

E na pergunto - Vai porquê?
- Vou cumprir o meu dever, Deus assim manda; "cumprir o dever de assistir á missa aos domingos e festas de guarda"


- O que é que sentiu na Missa deste domingo?

 Nesta pergunta as respostas são muito variadas assim;
- Foi bonito o padre falou tão  bem...e os cânticos...

outra resposta:
-Foi como das outras vezes, são sempre os mesmos, já sei tudo decore;

Mais uma resposta:
- A Missa para mim é sempre uma Festa é um Banquete... peço sempre perdão dos meus pecados, lembro-me sempre daquele cântico quem entrará no santuário para te louvar....

Na pergunta lembra-se de alguma palavra ou frase ...
resposta:
- Olha minha menina eu quando acaba a missa só penso naquilo que tenho que fazer, que não é pouco,  mas peço a Deus que me ajude e à minha família e ajude todas as pessoas que precisam;

outra resposta;
- Não me lembro. mas gostei muito, dou graças a Deus;

Outra resposta;
- Perguntaram a Jesus onde morava e Ele respondeu "vinde ver"...

E tu o que respondes?

sábado, 7 de abril de 2018

Próximo Domingo da Divina Misericórdia

Na nossa Paroquia haverá um momento Solene de Oração das 17 h às 18 h na Igreja Paroquial com a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento

"A Festa da Divina Misericórdia foi instituída por São João Paulo II, com o decreto emitido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em 23 de maio de 2000. Seu nome oficial é “Segundo Domingo da Páscoa ou Divina Misericórdia”.

O então Papa João Paulo II havia anunciado durante a canonização da polonesa Irmã Faustina Kowalska, no dia 30 de abril daquele mesmo ano: “Em todo o mundo, o segundo domingo de Páscoa receberá o nome de domingo da Divina Misericórdia. Um convite perene para o mundo cristão enfrentar, com confiança na benevolência divina, as dificuldades e as provas que esperam o gênero humano nos anos que virão”.

Santa Faustina, que é conhecido como a mensageira da Divina Misericórdia, recebeu revelações místicas nas quais Jesus mostrou o seu coração, a fonte de misericórdia, e expressou seu desejo de que fosse estabelecida esta festa. O Papa dedicou uma de suas encíclicas à Divina Misericórdia – Dives in Misericordia.

Os apóstolos da Divina Misericordia estão integrados por sacerdotes, religiosos e leigos, unidos pelo compromisso de viver a misericórdia com relação aos irmãos, tornar conhecido o mistério da divina misericórdia, e invocar a misericórdia de Deus para os pecadores. Esta família espiritual, aprovada em 1996 pela Arquidiocese de Cracóvia, Polônia, está hoje presente em 29 países do mundo.

O decreto vaticano esclarece que a liturgia do segundo domingo de Páscoa e leituras do breviário permanecem sendo as que já contemplava o missal e o rito romano."

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Folha Paroquial no próximo dia 15-04-2018

AVISO:
No próximo domingo não sairá a Folha Paroquial.
O itinerário da PROCISSÃO DO SENHOR AOS ENFERMOS sairá na folha de 15 de abril. Pede-se aos responsáveis que o tenham pronto até 10 de abril.

Clica e lê a ultima Folha Paroquial

"Hoje é o dia que o Senhor fez..."


Hoje é dia seis de abril, sexta-feira da Oitava da Páscoa.

«Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria».

"Este é o convite expresso pelo salmo 117,
que a liturgia de hoje nos propõe na aclamação ao Evangelho.
É de facto o dia sem ocaso,
o dia pleno, o dia em que a Criação inteira
reconhece a sua vocação em Cristo.
É o tempo no seio do teu tempo,
o mistério no interior da tua vida.
Deixa que a tua oração se converta
num canto de alegria."

Continua a ler aqui

quinta-feira, 5 de abril de 2018

A Via Lucis com Maria

A Via Lucis (Caminho da Luz) é uma proposta de oração que, paralelamente à Via Crucis, nos introduz na contemplação do Ressuscitado, através de 14 estações inspiradas nos textos dos Evangelhos, dos Atos dos Apóstolos e das Cartas de São Paulo.

Via Lucis com Maria é a proposta do Passo-a-Rezar para viveres e aprofundares o Tempo Pascal. Na companhia da Mãe de Jesus, também tu poderás saborear a beleza e o encanto deste Caminho de Luz. Podes adquirir o livro com os textos na página da Editorial AO.

Um proposta que muitas paróquias estão a acolher e a realizar 
Aqui fica a desafia aos nossos catequistas e a toda a nossa Paróquia! Encanta-te com este Caminho feito com Maria nossa Mãe Santissima!

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A Oitava da Páscoa -Tempo Pascal

Durante todos os dias desta semana, até o próximo domingo, a Igreja comemora com alegria a Ressurreição de Jesus. Este é o acontecimento mais importante da história para os cristãos, pois, Jesus, morreu, ressuscitou e continua entre nós

"No domingo de Ressurreição começam os cinquenta dias do tempo pascal e termina com a Solenidade de Pentecostes.

A Oitava de Páscoa é a primeira semana destes cinquenta dias; é considerada como se fosse um só dia, ou seja, o júbilo do Domingo de Páscoa é prolongado durante oito dias.

As leituras evangélicas estão centralizadas nos relatos das aparições de Cristo Ressuscitado e nas experiências que os apóstolos tiveram com Ele.
Neste tempo litúrgico, a primeira leitura, normalmente tirada do Antigo Testamento, é trocada por uma leitura dos Atos dos Apóstolos.

O segundo Domingo de Páscoa também é chamado Domingo da Divina Misericórdia, segundo a disposição de São João Paulo II durante seu pontificado, depois da canonização da sua compatriota Faustina Kowalska.

O decreto foi emitido no dia 23 de maio do 2000 pela Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, detalhando que esta seria comemorada no segundo domingo de Páscoa. A denominação oficial deste dia litúrgico será “segundo domingo de Páscoa ou Domingo da Divina Misericórdia”.

Dentro desse riquíssimo tempo litúrgico, é celebrada no sétimo domingo de Páscoa a festa da Ascensão do Senhor
 – não mais necessariamente aos quarenta dias após a Ressurreição, porque o sentido da celebração é mais teológico do que cronológico.
O período se encerra com a vinda do Espírito Santo, em Pentecostes.

A unidade desta Cinquentena é destacada pelo Círio Pascal, que permanece aceso em todas as celebrações até o Domingo de Pentecostes para expressar o mistério pascal comunicado aos discípulos de Jesus.

É com esta mesma intenção que se organizam as leituras da Palavra de Deus nos oito domingos do Tempo Pascal: a primeira leitura é sempre dos Atos dos Apóstolos, o livro que conta a história da Igreja primitiva e da sua difusão da Páscoa do Senhor.

A segunda leitura muda conforme os ciclos, podendo ser da primeira Carta de São Pedro, da primeira Carta de São João e do livro do Apocalipse."

Nestes dias da oitava da Páscoa recorda....e dá graças a Deus!






segunda-feira, 2 de abril de 2018

"O que é a missa avó"


A avó conta como a neta que anda no 1º ano da catequese, insiste com os pais para ir a missa, por causa da catequista.
Diz-se católica mas, lá em casa não há o hábito de ir á missa...

Mas a neta  está sempre a dizer que tem que ir á missa.
- Mãe tens que me levar à missa, a catequista pergunta sempre quem foi á missa no domingo e eu nunca levanto o braço… até fico triste...

No domingo seguinte os pais lá foram levar a menina  á missa, a catequista até estava lá e acolheu-a com muita alegria, segundo a menina!

Depois foram almoçar a casa da avó que perguntou;
- Então querida gostaste da missa?
- Sabes avó não percebi nada, pareci um teatro, mas não era teatro, parecia uma festa, mas não era festa, estavam todos tristes, também não cantaram nenhuma canção que a catequista ensinou, Depois deram beijos e abraços, nem sei porque, mas gostei! Depois todos comeram menos nós os mais pequenos!... Não achas que deviam ter qualquer coisa para nós as crianças?

-  O que é a missa avó?


Video de pequenos momentos da "Grande Noite" 2018

se clicares aqui podes ver MOMENTOS DA GRANDE NOITE 2017

quinta-feira, 29 de março de 2018

Tríduo Pascal na Paroquia de Cucujães

TRÍDUO PASCAL



- Quinta-feira Santa: Às 21.00 h. – Eucaristia da Ceia do
                                        Senhor, com a cerimónia do Lava-pés,
                                        Procissão Eucarística e Adoração.
- Sexta-feira  Santa:  Às 15.00 h. – Celebração da Paixão e
                                      Morte do Senhor.
                         – Às 21.00 h. – Evocação e Procissão do
                            Enterro do Senhor.
- Sábado  Santo:         Tempo de silêncio e de reconciliação.
                                     Ainda  tempo de se confessar bem para a
                                     Páscoa do Senhor.
                                  – Às 21.30 h. – Solene Vigília Pascal, com a Bênção do Lume, canto do Precónio Pascal, Leituras da História da Salvação, canto do Glória e descida dos Panos que tapam as Imagens, Ladainha de todos os Santos, Renovação das Promessas Batismais, Procissão Batismal e Eucaristia.

terça-feira, 27 de março de 2018

"Será que vale tanto como uma moeda"

Na catequese (ele só tem 7 anos e vive só com a mãe)

- Sabes catequista estou muito preocupado, ainda não consegui guardar uma moeda de renuncia...

Ninguém me dá moedas, ninguém me ofereceu um bolo, ninguém me quis dar nada para eu poder dizer-lhe que preferia a moeda para oferecer como ensinaste!

Disse á minha mãe que precisava de uma moeda para partilhar nas renuncias da catequese, ela respondeu que  até ela precisava de uma moeda
Sabes fiquei a pensar... há poucas moedas..

Mas eu queria muito fazer uma renúncia para as crianças que precisam...

Quando a minha mãe lavava a roupa no tanque e eu jogava a bola, voltei a dizer-lhe:
- Mãe  tenho que fazer uma renuncia pelos meninos que precisam.
Então ela disse-me:
- Até ao Domingo de Páscoa renuncia a jogar a bola e a ver televisão
Mas quantos dias seriam perguntei-lhe ela disse-me 3
- Não pode ser só um?
- Tu é que decides o quanto podes dar.
- Eu pensei será que vale tanto como a moeda, o que achas catequista?

"Mensagem do Cardeal Sean O'Malley - Passo-a-Rezar"

O Cardeal Sean O'Malley, Arcebispo de Boston, é o autor das meditações do Tríduo Pascal. Ouve aqui a mensagem exclusiva para os utilizadores do Passo-a-Rezar!
Uma Santa Páscoa!

É Já amanhã Catequese Cucujães...


Atenção pais, crianças e adolescentes da Catequese
Na próxima quarta-feira, dia 28: CONFISSÕES
- Em Santa Luzia, às 10.30 h., para as crianças e adolescentes do Centro de
  Santo António e de Santa Luzia.
- Na Igreja, às 15.30 h., para as crianças e adolescentes da  Igreja.
- Na Nossa Senhora da Conceição, às 17.30 h., para as crianças
  e adolescentes do Centro de Nossa Senhora da Conceição.
Atenção aos Idosos que têm dificuldade em vir à Igreja:
No fim das Confissões das crianças haverá espaço para eles. Os Idosos de Santo António terão ocasião de se confessar na próxima terça-feira, a partir das 16.00 h. de tarde na Capela.
(folha paroquial)

segunda-feira, 26 de março de 2018

A Semana Maior - Semana Santa

A semana santa é para os cristãos a Semana maior. E diz-se assim não porque seja cronologicamente maior do que as outras, como se tivesse mais dias, mas porque nela os cristãos celebram com intensidade o mistério mais profundo e mais importante a partir do qual toda a realidade adquire sentido. Mais ainda: cada dia da semana santa, e muito especialmente o tríduo pascal, tem uma tal densidade que concentra em si todo o sentido da história.

1. Quinta-feira santa: a última Ceia
e a agonia de Jesus no jardim da Oliveiras

Na quinta-feira santa, na celebração da Ceia do Senhor, Jesus interpreta o sentido da sua vida e da sua morte, como Corpo entregue e sangue derramado, donde surgem dois grandes sacramentos que serão um o memorial e o outro o serviço deste memorial, a Eucaristia e a Ordem: Estes dois sacramentos constituem a síntese de todos os dons que Deus jamais podia fazer ao homem, porque são o sinal do amor como entrega e como serviço até ao fim. Depois à noite, na vigília de oração, a Igreja contempla a agonia de Jesus no jardim das oliveiras e a prisão, com o sinal tremendo do beijo de Judas. O que se celebra na quinta-feira santa é o que há de mais profundo na existência humana…

2. Sexta-feira santa: amou-nos e entregou-se por nós, morrendo de amor

Na sexta-feira santa, é a condenação de Jesus pelo tribunal judaico, o Sinédrio, e pelos romanos, na pessoa do Procurador Romano, Pôncio Pilatos. A multidão prefere Barrabás e Pilatos lava as mãos, entregando o inocente. A Paixão de Jesus é para nós cristãos o centro e o ponto final para onde tende todo o sentido da história da humanidade, a hora que Deus pensou desde toda a eternidade, na qual manifestou a sua glória, que é o seu amor, que quer que o pecador se converta e viva; a glória de Deus que é que o homem viva, sendo que a vida do homem está na contemplação desta hora, de que tanto fala o Evangelho de S. João: Deus amou de tal modo o homem… levou até ao fim o seu amor por eles… Chegou a hora! Glorifica, Pai, o teu Nome!… São expressões que encontramos em S. João…

3. Sábado Santo: o silêncio de Deus no sepulcro

No Sábado Santo, o dia do repouso de Deus, no qual o Senhor crucificado repousa no sepulcro. Que mistério este envolvido no silêncio de Deus. O Sábado Santo é da semana santa e do tríduo pascal o dia talvez menos meditado. Nesse dia a Igreja está em silêncio junto ao túmulo de Jesus meditando, contemplando o mistério do que aconteceu à alma de Jesus, ao Verbo incarnado durante o tempo, que está já para além do tempo, entre a morte e a ressurreição.
(...)



4. Domingo de Páscoa: a vida venceu a morte

E o Domingo de Páscoa, o Dia da ressurreição, da vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, do perdão sobre o pecado… O dia da Igreja, da liberdade dos filhos de Deus, o sinal sagrado colocado no meio da banalidade do tempo, para nos despertar para o tempo de Deus para nós e para os outros…

5. Tudo isto aconteceu por nós, por mim, por cada um de nós

Semana Maior, porque nela se concentra tudo o que é importante na vida, no tempo e na eternidade, onde tudo começa e tudo termina, em que o primeiro dia (o domingo) é também o último (oitavo dia), sinal distintivo dos cristãos
S. Paulo sintetiza o sentido de tudo isto quando escreve numa das suas cartas, profundamente emocionado: Ele amou-me e entregou-se por mim. Tudo o que se celebra na Semana Maior aconteceu por mim. Por um lado, percebemos a grandeza do pecado, porque Ele deu a vida na cruz por causa do pecado, para a remissão dos pecados; mas por outro manifesta a divina paixão de Deus pela humanidade, pelo homem, por cada ser humano em particular, porque cada um pode e deve fazer suas as palavras de S. Paulo, e assim o valor de cada homem mede-se a partir do sangue de Cristo, porque foi por cada um que Ele derramou o seu
sangue. Lembra-te, ó homem da tua dignidade e procura viver de acordo com ela, correspondendo ao amor de Deus por ti, pois que o que celebra nesta Semana Santa, nesta Semana Maior, aconteceu e continua a acontecer, na Igreja e nos sacramentos, por ti, mesmo por aqueles que não acreditam.

Quem entende estas coisas? Quem acredita, porque quem acredita vê melhor, porque vê com o olhar do coração.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Domingo de Ramos em Cucujães

A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.

Domingo de Ramos
Como grande família que somos  unidos e presentes neste Domingo de Ramos nas Eucaristias da nossa Paroquia de Cucujães 
Em Santa Luzia, às 9.15 h. – pais e filhos do Centro de Santa Luzia.
Em Santo António, às 9.30 h. – pais e filhos do Centro de Santo António.
Na Sª da Conceição, às 10.30 h. – pais e filhos do Centro de Nossa Senhora da Conceição.
No Mártir S. Sebastião, às 9.00 h.
Na Igreja, às 10.30 h. – No Cruzeiro – pais e filhos do Centro da Igreja

ANTÍFONA DE ENTRADA

Seis dias antes da Páscoa,
o Senhor entrou em Jerusalém
e as crianças vieram ao seu encontro,
com ramos de palmeira, cantando com alegria:
* Hossana nas alturas.
Bendito sejais, Senhor,
que vindes trazer ao mundo a misericórdia de Deus.
Levantai, ó portas, os vossos umbrais, Salmo 23, 9-10
alteai-vos, pórticos antigos,
e entrará o Rei da glória.
Quem é esse Rei da glória?
O Senhor dos Exércitos,
é Ele o Rei da glória.
* Hossana nas alturas.
Bendito sejais, Senhor,
que vindes ao mundo trazer a misericórdia de Deus.

AVISO IMPORTANTE ; Dia Diocesano da Juventude

Publicamos este aviso importante a propósito do Dia Diocesano da Juventude, que nos foi enviado pelo Secretariado Diocesano da Pastoral da Juventude:

Como já deves ter visto no nosso cartaz, cada Região Pastoral da Diocese do Porto terá um local específico para onde se dirigir ("check in") de forma a realizares a tua peregrinação. Devido às condições meteorológicas, o plano original sofreu algumas alterações.

Assim, o nosso Dia Diocesano da Juventude 2018 terá lugar na ESCOLA SECUNDÁRIA SOARES DE BASTO, mantendo-se a peregrinação desde os locais de check-in, passando pelo Santuário de Nossa Senhora de La Salette e terminando na escola, onde decorrerão as restantes actividades. Nesse sentido:

1. Se pertences às REGIÕES PASTORAIS NORTE ou SUL, deves estar pelas 9h00 na Igreja Matriz de São Roque;

2. Se pertences às REGIÕES PASTORAIS NASCENTEou GRANDE PORTO, deves estar pelas 9h00 na Igreja de Santiago, em Santiago de Riba-Ul

O check-in para as caminhadas decorrerá das 09h até às 10h. No entanto, para quem não conseguir estar a essa hora, poderão fazer o check-in mais tarde na Escola, na banca do SDPJ-Porto.

Por último, duas notas relativas ao vosso transporte:

Para quem se deslocar de autocarro, após a descarga do grupo no local de check-in, este deverá dirigir-se para a Escola Secundária Soares de Basto 

Para aqueles que vão em carros particulares, estes devem permanecer próximos do local de check-in. Após a actividade, a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis irá proporcionar um transbordo para que os condutores possam ir buscar os carros e trazê-los até à Escola. O autocarro passará pelos locais de check-in tendo em conta a distância de cada jovem à sua Região Pastoral. Assim sendo, a ordem será a seguinte: Nascente e Grande Porto (Santiago de Riba-Ul); Norte e Sul (São Roque).

Confere no teu e-mail (ou pergunta ao Animador/Responsável do teu Grupo) por estas e outras informações que acabámos de te enviar!
IN Diocese Porto