Pelas Ruas e Vielas de Cucujães continua-se a ouvir o cantico "Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia (vozes masculinas)
"Fruto do ventre Sagrado da Virgem Puríssima Santa Maria" (vozes femininas) que participam da Procissão do Senhor aos Enfermos
domingo, 12 de maio de 2019
E tu que podes fazer?
A Semana de Oração pelas Vocações, termina hoje "Dia Mundial de Oração pelas vocações"
Este Guião "o objetivo principal destes subsídios será sempre ajudar a promover uma pastoral testemunhal, do encontro, do chamamento e do acompanhamento, ao serviço da comunhão e de uma Igreja sinodal, ao jeito da pedagogia de Jesus Cristo, onde cada um é interpelado a percorrer um caminho de verdadeiro discernimento vocacional, para que a Pastoral Vocacional seja, efetivamente, (re)colocada no coração das comunidades e se possa implementar uma renovada e profícua cultura vocacional, transversal a todos os setores de pastoral, a todo o dinamismo da ação eclesial."
Refletir sobre a incontornável dimensão vocacional da vida de cada ser humana (matrimónio, sacerdócio, vida consagrada e vida laical).
Neste tempo da Páscoa, quando trazemos no coração e nos lábios,de modo particularmente mais intenso, o anúncio festivo da Ressurreição de Jesus, (...) recordar que as vocações na Igreja têm uma marca profundamente pascal, porque todas nos interpelam para o serviço aos outros, para o amor sem medida, para a entrega da vida, para o risco de procurarmos a alegria inédita e indiscritível que se ergue e se descobre na manhã perfumada e luminosa da Ressurreição.
Na verdade, a vocação joga-se, precisamente, neste binómio da ousadia e da alegria, da renúncia e da esperança, do risco e da promessa de que nos fala o Papa Francisco na Mensagem que publicou para esta semana, subordinada ao tema “A coragem de arriscar pela promessa de Deus”,
Oração:
Deus, nosso Pai,
ao enviares o Teu Filho Jesus,
quiseste vir ao nosso encontro.
Queremos agradecer-Te, hoje,
por continuares a chamar,
no barco da Igreja,
pescadores para o alto mar,
para a missão de chegar a todos.
Concede-nos,
pela graça do Batismo,
o dom da escuta da Tua voz
e da resposta generosa.
Desejamos abrir-nos ao “sonho maior”:
discernir a vocação
que nos torna servidores
da alegria do Evangelho.
Dá-nos a coragem de arriscar,
como a jovem Maria,
para sermos portadores da Tua promessa.
Ámen.
Este Guião "o objetivo principal destes subsídios será sempre ajudar a promover uma pastoral testemunhal, do encontro, do chamamento e do acompanhamento, ao serviço da comunhão e de uma Igreja sinodal, ao jeito da pedagogia de Jesus Cristo, onde cada um é interpelado a percorrer um caminho de verdadeiro discernimento vocacional, para que a Pastoral Vocacional seja, efetivamente, (re)colocada no coração das comunidades e se possa implementar uma renovada e profícua cultura vocacional, transversal a todos os setores de pastoral, a todo o dinamismo da ação eclesial."
sexta-feira, 10 de maio de 2019
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Percurso da Procissão do Senhor aos Enfermos - 2019
Próximo domingo: Senhor aos Enfermos 2019
(Missa às 7.00 horas)
Saída em Procissão do Santíssimo Sacramento na tradicional visita do Senhor aos Enfermos neste Domingo do Bom Pastor
-Saída do Largo da Igreja, vira à direita Junto à antiga casa Paroquial, Rua Francisco Cunha Silva, para a Rua do Mosteiro, segue para a Rua do Ferral corta na Travessa da Srª. Mestra: José Sá;
-volta para a Rua do Ferral, Rua Manuel José Carvalho, Rua Visconde de Carregoso: Isilda;
segue para: Amélia Andrade; segue em frente para a Rua Profª. Emídia Assunção Gomes Silva, sai à Rua do Município, e segue para a Rua Camilo Castelo Branco: Adelaide; segue e passa à Casa Comunitária para a Rua António Joaquim Ferreira da Silva: Casal Maia; segue: Odília Costa; segue pela Rua dos Combatentes do Ultramar para a Rua Vale Grande: Alzira Reis de Pinho; vem para trás para a Rua Vasco da Gama, ao Alto da Santa Luzia, entra na Rua Manuel Alves Soares, até à Rua Joaquim Alves da Cruz: Augusto Ferreira Castro e Maria Conceição Manta;
volta para a Rua Manuel Alves Soares, vira para a Rua 5 de Outubro, sai na antiga Beliape, vira para Rio D’Ossos na Rua da Misericórdia: José Nabais Fernandes e Maria Carmo Gomes Silva; dá a volta para a Travessa da Misericórdia a: Delfim Resende Pereira Lopes e Esposa; volta para a Rua da Misericórdia, vai para a Rua da Fonte Escura: Álvaro Jesus Gomes e Rosa Oliveira Ribeiro; segue para Rua Profº Leão, vira para a Rua D. Frei Vasco Miranda: Maria Rosa Almeida; volta para a Rua Profº Leão: Pedro Gomes Silva; passa à Capela de Santo António segue para a Rua do Fojo: Alzira Jesus Ferreira; depois Rua: Dª. Antoninha: José Maria Resende Castro; segue para a Travessa do Fojo,
vira para a Rua do Mosteiro: Manuel Ferreira Andrade; sobe a Rua Brás Doze da Costa, (Tacomola) no largo do Areal vira para a Rua Domingos José Soares Silva para a Rua D. Mauro da Silva desce e vira para o Beco D. Mauro da Silva: José Agostinho Guimarães; volta à Rua D. Mauro da Silva para a Rua Manuel Ferreira da Silva Brandão segue para a rotunda do Ramadinha, vira para a Rua dos Chapeleiros: Helena Andrade; segue para: Marco Paulo Marques da Silva; volta para trás para a Rua Manuel Ferreira Silva Brandão, em direção à Fundação Manuel Brandão.
Sai da Fundação Manuel Brandão em direção a Faria de Cima pela Rua do Picoto, vai à Rua Dª Almira Brandão sobe e corta para a Rua da Angeja, segue para a Rua: Alfredo Fernandes Andrade: Maria Assunção Jesus; segue para a Rua: Bernardino de Almeida, Rua Jornal Quinzena de Cucujães, Rua D. João Francisco: José Fernandes e Maria Fernanda Duarte; segue para a Rua Profº Rufino José Correia, Rua 11de Junho de 1927, vira para a Rua Manuel Magalhães, segue para a Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, vira para a Rua Faria de Cima: Márcia da Silva Leite:
volta à Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, Rua Domingos Terra e Rua Dr. Ângelo da Fonseca: Beatriz Costa; segue para a Rua João Ferreira Neto, Rua Domingos J. Ferreira, Rua Faria de Baixo, Vira para a Rua António Castro Alves Ferreira da Silva, Rua Dr. Egas Moniz para a Margonça, passa pela ponte junto à Capelinha de Nª Sª de Fátima para a Rua: Manuel Godinho “Levante”: José Gomes Ferreira; segue para a Rua Joaquim José António Silva Carvalho, Rua da Pica, Rua do Buraco, Largo do Mártir S. Sebastião, passa na capela do Mártir S. Sebastião vai para a Rua Condessa Penha Longa, Rua Maestro António Pinto Godinho: Luísa Conceição Silva; vai pela Rua do Mosteiro, corta na Rua Francisco Cunha Silva para o Largo da Igreja: Lar de Santa Teresinha.
"embarca nesta aventura" Senhor aos Enfermos 2019
"Cristo Porto de Misericórdia"
Embarca nesta aventura, pois como escreveu o Papa Francisco, na rede social twitter, no passado dia 30 de janeiro: "O segredo para navegar bem na vida é convidar Jesus, para entrar a bordo. O leme da vida deve ser posto nas suas mãos, para que seja Ele a guiar a rota"
Neste espírito és convidado embarcar na Procissão do Senhor aos Enfermos aqui na Paroquia de Cucujães no próximo domingo, ou seja no “Domingo do Bom Pastor"12 de maio 2019
Cucujães realiza, participa e vive a Procissão do Senhor aos Enfermos desde 1935, completa este ano 84 ano!
É uma das mais belas, serenas, comoventes e sentidos Procissões que mobiliza muitas pessoas, não só para participar "peregrinação" mas para ornamentar as ruas com tapetes de flores, e outros materiais.
As entradas das casas onde O SENHOR visita o doente, normalmente são decoradas pelos familiares e vizinhos.
Para a realização da procissão há muito trabalho, que muitas vezes vai pelo noite dentro e de manhã bem cedo completam-se as decorações!
E o seu planeamento começa muito tempo antes, para que todos os doentes da nossa grande Paróquia sejam visitados por Jesus Sacramentado!
É um dia de muita alegria, as pessoas que não podem acompanhar a pé, saem às ruas e vielas para saudar O Santíssimo Sacramento, genufletindo, atirando pétalas de flores e participam do cântico " Bendito e louvado seja ..."
Uma manifestações de fé no Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
Depois da Missa das 7h na Igreja, sai a Procissão do Senhor aos Enfermos.
Há sempre muita gente da paroquia e de outras locais que durante todo o dia acompanham O SENHOR aos Enfermos, Jesus Sacramentado, pelas ruas de Cucujães!
"Por aqueles dias, Maria pôs-se a caminho"
Embarca nesta aventura, pois como escreveu o Papa Francisco, na rede social twitter, no passado dia 30 de janeiro: "O segredo para navegar bem na vida é convidar Jesus, para entrar a bordo. O leme da vida deve ser posto nas suas mãos, para que seja Ele a guiar a rota"
Neste espírito és convidado embarcar na Procissão do Senhor aos Enfermos aqui na Paroquia de Cucujães no próximo domingo, ou seja no “Domingo do Bom Pastor"12 de maio 2019
Cucujães realiza, participa e vive a Procissão do Senhor aos Enfermos desde 1935, completa este ano 84 ano!
É uma das mais belas, serenas, comoventes e sentidos Procissões que mobiliza muitas pessoas, não só para participar "peregrinação" mas para ornamentar as ruas com tapetes de flores, e outros materiais.
As entradas das casas onde O SENHOR visita o doente, normalmente são decoradas pelos familiares e vizinhos.
Para a realização da procissão há muito trabalho, que muitas vezes vai pelo noite dentro e de manhã bem cedo completam-se as decorações!
E o seu planeamento começa muito tempo antes, para que todos os doentes da nossa grande Paróquia sejam visitados por Jesus Sacramentado!
É um dia de muita alegria, as pessoas que não podem acompanhar a pé, saem às ruas e vielas para saudar O Santíssimo Sacramento, genufletindo, atirando pétalas de flores e participam do cântico " Bendito e louvado seja ..."
Uma manifestações de fé no Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
Depois da Missa das 7h na Igreja, sai a Procissão do Senhor aos Enfermos.
Há sempre muita gente da paroquia e de outras locais que durante todo o dia acompanham O SENHOR aos Enfermos, Jesus Sacramentado, pelas ruas de Cucujães!
"Por aqueles dias, Maria pôs-se a caminho"
sábado, 4 de maio de 2019
Semana de Oração pelas Vocações 2019
"A coragem de arriscar pela promessa de Deus, um tema baseado na Mensagem do Papa Francisco para o 56.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações."
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Liturgia - Dehonianos "Amas-me"
Liturgia - Dehonianos: Tema do 3º Domingo do Tempo Pascal
A liturgia deste 3º Domingo do Tempo Pascal recorda-nos que a comunidade cristã tem por missão testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou; e que Jesus, vivo e ressuscitado, acompanhará sempre a sua Igreja em missão, vivificando-a com a sua presença e orientando-a com a sua Palavra.
A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.
A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.
O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.
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A liturgia deste 3º Domingo do Tempo Pascal recorda-nos que a comunidade cristã tem por missão testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou; e que Jesus, vivo e ressuscitado, acompanhará sempre a sua Igreja em missão, vivificando-a com a sua presença e orientando-a com a sua Palavra.
A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.
O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.
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sexta-feira, 3 de maio de 2019
sexta-feira, 26 de abril de 2019
Não te esqueças - Atividades na Paróquia
Clica e liga-te 80 anos do CNE
Dia 26 de abril: Vigília.
Dia 27 de abril: Eucaristia, às 18.00 horas, seguida das Promessas.
Anima o canto o grupo do CNE.
Próximo domingo, dia 28: Domingo da Divina Misericórdia
Eucaristias
De tarde na Igreja:
- Às 17.00 horas: Exposição e Adoração do Santíssimo Sacramento. Ação de Graças pela Misericórdia com que Deus nos ama e perdoa.
- Às 18.00 horas: Bênção do Santíssimo Sacramento.
Anima o APOSTOLADO DA ORAÇÃO.
Os ofertórios das Missas, por vontade do Sr. Bispo do Porto, serão destinados às vítimas das inundações em Moçambique.
Dia 26 de abril: Vigília.
Dia 27 de abril: Eucaristia, às 18.00 horas, seguida das Promessas.
Anima o canto o grupo do CNE.
Próximo domingo, dia 28: Domingo da Divina Misericórdia
Eucaristias
De tarde na Igreja:
- Às 17.00 horas: Exposição e Adoração do Santíssimo Sacramento. Ação de Graças pela Misericórdia com que Deus nos ama e perdoa.
- Às 18.00 horas: Bênção do Santíssimo Sacramento.
Anima o APOSTOLADO DA ORAÇÃO.
Os ofertórios das Missas, por vontade do Sr. Bispo do Porto, serão destinados às vítimas das inundações em Moçambique.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Publicações: Edições Salesianas propõem itinerário para «Rezar na Páscoa» e «crescer na fé»
Publicações: Edições Salesianas propõem itinerário para «Rezar na Páscoa» e «crescer na fé»:
(...)
Para o padre Rui Alberto, é preciso “destapar as máscaras” e “abrir” à esperança que Jesus apresenta. “A nossa existência vai andando nesse binómio, dimensão crítica, negativa, de busca de mais lucidez, mas também de otimismo, que só consegue ser fundado na esperança da ressurreição”, acrescentou. Em ‘Rezar na Páscoa’, as Edições Salesianas apresentam diariamente um pequeno versículo, a partir da liturgia, uma meditação, “uma releitura atualizada” com os desafios que as pessoas enfrentam e uma proposta de oração com “uma estética mais contemporânea”, dando “forma visual a estes sentimentos, estas experiências interiores”.
O padre Rui Alberto assinala que a Igreja Católica, com os seus tempos litúrgicos, tem “um manancial, um potencial, uma pedagogia muito bem desenhada”.
‘Rezar na Páscoa’ é publicado em formato papel e um clipe desses conteúdos é partilhado online, no Facebook, com a “vantagem” que as redes sociais estendem “a comunicação para lá do ato comunicativo inicial”. “Nas redes sociais funciona muito na partilha, no ‘gosto’, gente que mais do que partilhar no geral partilha com amigos concretos. Há também quem agradeça por escrito. As pessoas utilizam muitas vezes o livro e o suporte digital como pretexto para a sua oração, as palavras que querem dizer, experiências que querem partilhar”, desenvolveu o sacerdote, doutorado em Teologia com especialidade em Pastoral Juvenil e Catequética.
IN Ecclesia
(...)
Para o padre Rui Alberto, é preciso “destapar as máscaras” e “abrir” à esperança que Jesus apresenta. “A nossa existência vai andando nesse binómio, dimensão crítica, negativa, de busca de mais lucidez, mas também de otimismo, que só consegue ser fundado na esperança da ressurreição”, acrescentou. Em ‘Rezar na Páscoa’, as Edições Salesianas apresentam diariamente um pequeno versículo, a partir da liturgia, uma meditação, “uma releitura atualizada” com os desafios que as pessoas enfrentam e uma proposta de oração com “uma estética mais contemporânea”, dando “forma visual a estes sentimentos, estas experiências interiores”.
O padre Rui Alberto assinala que a Igreja Católica, com os seus tempos litúrgicos, tem “um manancial, um potencial, uma pedagogia muito bem desenhada”.
‘Rezar na Páscoa’ é publicado em formato papel e um clipe desses conteúdos é partilhado online, no Facebook, com a “vantagem” que as redes sociais estendem “a comunicação para lá do ato comunicativo inicial”. “Nas redes sociais funciona muito na partilha, no ‘gosto’, gente que mais do que partilhar no geral partilha com amigos concretos. Há também quem agradeça por escrito. As pessoas utilizam muitas vezes o livro e o suporte digital como pretexto para a sua oração, as palavras que querem dizer, experiências que querem partilhar”, desenvolveu o sacerdote, doutorado em Teologia com especialidade em Pastoral Juvenil e Catequética.
IN Ecclesia
segunda-feira, 22 de abril de 2019
“Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim?”
A maior verdade em que és chamado a acreditar é esta: a ressurreição de Jesus.
Ela é a maior, a mais desvairada, a mais inacreditável das pretensões cristãs.
Há um homem na história que ressuscitou e que Deus constituiu como princípio de um novo destino para a nossa humanidade.
De facto, Aquele que contemplaste na cruz está vivo e caminha à frente dos seus.
Aquele que viste esmagado pelo sofrimento, testemunha um amor capaz de vencer a morte.
Aquele que viste ser depositado no sepulcro deixou vazio o seu sepulcro.
Esta é a notícia que o teu coração esperava como nenhuma outra, mas na qual nem ousavas pensar.
Este é o dia, o primeiro dia da tua recriação em Cristo. Alegra-te, por isso. Que imensamente te possas alegrar.
Veste o teu coração de festa. Compreende que na Ressurreição de Cristo é toda a vida que se amplia, que se desfataliza e ilumina.
Compreende que é a tua própria vida que ganha outra forma. Sente-te atraído, puxado, projetado para dentro do Mistério Pascal.
IN: Passo a rezar Domingo de Páscoa)
Hoje:“Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim?”
“Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim?” Esta é a interrogação jubilosa do salmista diante das maravilhas de Deus, que o salva dos seus inimigos.
Hoje, segunda-feira de Páscoa, não podes senão repetir maravilhado estas palavras do salmista: “Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim? Entregou-Se até à morte e morte de cruz... e ressuscitou ... e ressuscitou-me como Ele!”
Agradece ao Senhor Jesus o amor que te salva do pecado e da morte... e começa assim a tua oração...
Clica Passo a rezar
Ela é a maior, a mais desvairada, a mais inacreditável das pretensões cristãs.
Há um homem na história que ressuscitou e que Deus constituiu como princípio de um novo destino para a nossa humanidade.
De facto, Aquele que contemplaste na cruz está vivo e caminha à frente dos seus.
Aquele que viste esmagado pelo sofrimento, testemunha um amor capaz de vencer a morte.
Aquele que viste ser depositado no sepulcro deixou vazio o seu sepulcro.
Esta é a notícia que o teu coração esperava como nenhuma outra, mas na qual nem ousavas pensar.
Este é o dia, o primeiro dia da tua recriação em Cristo. Alegra-te, por isso. Que imensamente te possas alegrar.
Veste o teu coração de festa. Compreende que na Ressurreição de Cristo é toda a vida que se amplia, que se desfataliza e ilumina.
Compreende que é a tua própria vida que ganha outra forma. Sente-te atraído, puxado, projetado para dentro do Mistério Pascal.
IN: Passo a rezar Domingo de Páscoa)
Hoje:“Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim?”
“Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim?” Esta é a interrogação jubilosa do salmista diante das maravilhas de Deus, que o salva dos seus inimigos.
Hoje, segunda-feira de Páscoa, não podes senão repetir maravilhado estas palavras do salmista: “Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele fez por mim? Entregou-Se até à morte e morte de cruz... e ressuscitou ... e ressuscitou-me como Ele!”
Agradece ao Senhor Jesus o amor que te salva do pecado e da morte... e começa assim a tua oração...
Clica Passo a rezar
sexta-feira, 19 de abril de 2019
Porto: Bispo denuncia «sadismo» da sociedade atual que «sente prazer em gerar vítimas»
Porto: Bispo denuncia «sadismo» da sociedade atual que «sente prazer em gerar vítimas»: Porto, 19 abr 2019 (Ecclesia) – O bispo do Porto criticou hoje o “sadismo” e a atração pela propagação do sofrimento que marca boa parte da sociedade atual, em contraponto com o sacrifício de Cristo, que na cruz quis “carregar” das dores da humanidade. Na homilia da celebração da Paixão e Morte do Senhor, esta tarde na Catedral do Porto, D. Manuel Linda classificou como “anti-humano, animalesco, diabólico” aquilo que está a acontecer em várias partes do mundo, onde se “sente prazer em gerar vítimas, em espezinhar o outro na sua dignidade”. O responsável católico apontou para um cenário que, a par dos conflitos e guerras que seguem em várias partes do mundo, se faz notar também no ambiente digital, onde as pessoas também muitas vezes são destruídas e “mortas” no seu bom nome. “Seja pelas fake news intencionais, notícias falsas e persistentes que encontram no escondimento das «redes sociais» o terreno propício para o germinar de tudo o que é torpe”
(…)
(…)
quinta-feira, 18 de abril de 2019
"Hoje és convidado para estar à Mesa de Jesus" Escuta...
"...Hoje é importante que saibas, Jesus convida-te para estares a Sua Mesa (...)
À Mesa podes sentir que és amado... Fundamentalmente alimentamos-nos uns dos outros, somos alimento uns para os outros e sentados à volta de um mesa nutrimos-nos dessa presença, da palavra, dos silencios, dos gestos, dos olhares ....
e se fizeres memoria daquilo que te sustenta do que recordaras primeiro é da vida dos outros e de como a partilharam contigo, a vida é um pão que se parte e se reparte
esta Mesa de Quinta-feira Santa é um momento primordial acontece isto- jesus faz da sua vida dom e diz: eu entrega_Me inteiramente a ti e por ti e para ti empenho tudo o que sou tudo as minhas forças todas as minhas palavras, tudo, a minha carne e o meu sangue
é um dádiva incomensurável que és chamado a integrar e a digerir,
por agora contempla essa dádiva que jesus te faz, toma consciência dela, sem pressas, deixa-te invadir pela gratidão, por agora procura habitar simplesmente dentro do Dom....
OUVE
À Mesa podes sentir que és amado... Fundamentalmente alimentamos-nos uns dos outros, somos alimento uns para os outros e sentados à volta de um mesa nutrimos-nos dessa presença, da palavra, dos silencios, dos gestos, dos olhares ....
e se fizeres memoria daquilo que te sustenta do que recordaras primeiro é da vida dos outros e de como a partilharam contigo, a vida é um pão que se parte e se reparte
esta Mesa de Quinta-feira Santa é um momento primordial acontece isto- jesus faz da sua vida dom e diz: eu entrega_Me inteiramente a ti e por ti e para ti empenho tudo o que sou tudo as minhas forças todas as minhas palavras, tudo, a minha carne e o meu sangue
é um dádiva incomensurável que és chamado a integrar e a digerir,
por agora contempla essa dádiva que jesus te faz, toma consciência dela, sem pressas, deixa-te invadir pela gratidão, por agora procura habitar simplesmente dentro do Dom....
OUVE
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Semana Santa 2019 na Paroquia de Cucujães
«O sagrado Tríduo da Paixão e Ressurreição do Senhor é o ponto culminante de todo ano litúrgico, porque a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus foi realizada por Cristo especialmente no seu Mistério Pascal […]. A proeminência que na semana tem o domingo tem-na, no ano litúrgico, a solenidade da Páscoa » (NG 18; EDREL 648-651). (...)
(Secretariado N Liturgia)
Programa desta Semana Santa 2019 (Folha Paroquial)
Dia 17 (quarta-feira): Encontro de oração e de leitura da vida de S. Pedro Claver, que se fez escravo para salvar os escravos. Em todas as Capelas e na Igreja, às 21.00 horas.
Dia 18 (quinta-feira Santa): Às 10.00 horas: Missa Crismal na Sé do Porto.
Às 21.00 horas, na Igreja Paroquial, celebração da CEIA DO SENHOR, com o rito do LAVA-PÉS, Procissão Eucarística, na Igreja e Adoração até às 23.15 horas. Presença especial dos grupos de jovens organizados, a saber Gaudete, JUAC, JMV, Acólitos e CNE. Anima o canto o grupo Gaudete e também das crianças da Catequese.
Dia 19 (sexta-feira Santa): Feriado Nacional. Dia de jejum e abstinência. Às 9.00 horas, na Igreja: Laudes cantadas.
Às 15.00 horas, na Igreja: Paixão do Senhor: Leituras, Leitura da Paixão, Homilia, Oração Universal, Procissão de Cristo Crucificado. Adoração à Cruz (em fila de um), Comunhão e Bênção final.
É feriado. Não há desculpa para faltar a esta celebração da Paixão Morte do Senhor: crianças e pais. Mesmo as crianças mais pequenas podem e devem vir beijar a Cruz de Jesus.
Anima o canto o grupo COR JESU/PEQUENOS CANTORES.
Às 21.00 horas: Procissão do Enterro do Senhor, até ao Largo do Cruzeiro. Anima o canto o Grupo Coral Rainha da Paz.
Dia 20 (sábado Santo): Às 9.00 horas: Laudes cantadas na Igreja – Confissões.
Às 21.30 horas: Solene Vigília Pascal: Bênção do Lume Novo. Canto do Precónio. História da Salvação em Leituras. Canto do Glória. Canto do Aleluia. Ladainha de todos os Santos. Bênção da Água Batismal. Profissão de Fé/Festa da Luz Aspersão. Procissão até ao Batistério. Ofertório. Eucaristia (tragam as velas para a renovação das promessas batismais). Vigília Pascal é a Festa da Luz a grande celebração dos Cristãos. Anima o canto o Grupo Coral Litúrgico de S. Martinho de Cucujães.
Dia 21 (Páscoa do Senhor): Eucaristias nas Capela e na Igreja, às 8.00 horas. Saída do Compasso/Visita Pascal, às 9.30 horas Bênção das casas novas (ou por benzer) pelo Pároco.
Às 18.30 horas: Eucaristia Paroquial da Páscoa com a presença das 23 equipas da Visita Pascal. Anima o canto o Grupo Coral Litúrgico de S. Martinho de Cucujães.
Santa Páscoa para todos
(Secretariado N Liturgia)
Programa desta Semana Santa 2019 (Folha Paroquial)Dia 17 (quarta-feira): Encontro de oração e de leitura da vida de S. Pedro Claver, que se fez escravo para salvar os escravos. Em todas as Capelas e na Igreja, às 21.00 horas.
Dia 18 (quinta-feira Santa): Às 10.00 horas: Missa Crismal na Sé do Porto.
Às 21.00 horas, na Igreja Paroquial, celebração da CEIA DO SENHOR, com o rito do LAVA-PÉS, Procissão Eucarística, na Igreja e Adoração até às 23.15 horas. Presença especial dos grupos de jovens organizados, a saber Gaudete, JUAC, JMV, Acólitos e CNE. Anima o canto o grupo Gaudete e também das crianças da Catequese.
Dia 19 (sexta-feira Santa): Feriado Nacional. Dia de jejum e abstinência. Às 9.00 horas, na Igreja: Laudes cantadas.
Às 15.00 horas, na Igreja: Paixão do Senhor: Leituras, Leitura da Paixão, Homilia, Oração Universal, Procissão de Cristo Crucificado. Adoração à Cruz (em fila de um), Comunhão e Bênção final.
É feriado. Não há desculpa para faltar a esta celebração da Paixão Morte do Senhor: crianças e pais. Mesmo as crianças mais pequenas podem e devem vir beijar a Cruz de Jesus.
Anima o canto o grupo COR JESU/PEQUENOS CANTORES.
Às 21.00 horas: Procissão do Enterro do Senhor, até ao Largo do Cruzeiro. Anima o canto o Grupo Coral Rainha da Paz.
Dia 20 (sábado Santo): Às 9.00 horas: Laudes cantadas na Igreja – Confissões.
Às 21.30 horas: Solene Vigília Pascal: Bênção do Lume Novo. Canto do Precónio. História da Salvação em Leituras. Canto do Glória. Canto do Aleluia. Ladainha de todos os Santos. Bênção da Água Batismal. Profissão de Fé/Festa da Luz Aspersão. Procissão até ao Batistério. Ofertório. Eucaristia (tragam as velas para a renovação das promessas batismais). Vigília Pascal é a Festa da Luz a grande celebração dos Cristãos. Anima o canto o Grupo Coral Litúrgico de S. Martinho de Cucujães.
Dia 21 (Páscoa do Senhor): Eucaristias nas Capela e na Igreja, às 8.00 horas. Saída do Compasso/Visita Pascal, às 9.30 horas Bênção das casas novas (ou por benzer) pelo Pároco.
Às 18.30 horas: Eucaristia Paroquial da Páscoa com a presença das 23 equipas da Visita Pascal. Anima o canto o Grupo Coral Litúrgico de S. Martinho de Cucujães.
Santa Páscoa para todos
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Vaticano: Papa quer que a Páscoa seja uma festa do perdão
Vaticano: Papa quer que a Páscoa seja uma festa do perdão:
(...)
(...)
Na véspera do início do Tríduo Pascal, o ciclo celebrativo que assinala os momentos centrais da fé católica, ligados à morte e ressurreição de Jesus Cristo, Francisco deixou outro desafio aos peregrinos e visitantes: “Peçamos ao Pai para tirar os véus dos nossos olhos e para que, nestes dias, olhando para o Crucifixo, possamos compreender que Deus é amor”.
Quantas vezes o imaginamos como patrão e não Pai, como um juiz severo em vez de Salvador misericordioso! Mas Deus na Páscoa elimina as distâncias, mostrando-se na humildade de um amor que pede o nosso amor”.
O Papa assinalou que as celebrações da Semana Santa apontam para um novo conceito de “glória”, que é a “do amor, porque é a única que dá vida ao mundo”, e não a glória mundana, “feita de aclamação e audiências”.
Francisco destacou ainda a importância da oração para superar momentos de dor e solidão, criando “relação, entrega”.
No final do encontro, o pontífice deixou uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis da paróquia de Cristo-Rei, no Porto: “Deixai-vos iluminar e transformar pela força da Ressurreição de Cristo, para que as vossas existências se tornem um testemunho da vida que é mais forte do que o pecado e a morte. Um Santo Tríduo Pascal para todos!”.
Ainda no final da audiência geral desta semana, o Papa cumprimentou Greta Thunberg, jovem ativista pelo clima.
OC
terça-feira, 16 de abril de 2019
LUSOFONIAS – Páscoa, depois da paixão e morte…
LUSOFONIAS – Páscoa, depois da paixão e morte…: Tony Neves Vivi a última Páscoa em Moçambique.
Os últimos e trágicos acontecimentos, provocados pelo ciclone Idai, sobretudo na Beira, têm-me feito sofrer muito. Celebrei nas periferias desta cidade o Domingo de Ramos e a Quinta-Feira Santa.
Um ano depois, a intempérie não poupou esta pobre gente.
O P. Albert Wulfu, missionário espiritano na Beira, partilhou o drama que se viveu na região nos dias 14 e 15 de março… e que se continua a viver.
Ninguém se lembra de nada parecido na história do país. Pessoas morreram, muitíssimas estão desalojadas e com fome. Escreveu: ‘Foi uma noite barulhenta, tensa e longa. O vento começou por volta das 9 horas de quinta-feira, 14 de março. Quando o vento aumentou, pelas 19 horas, já estava tudo na escuridão e sem meios de comunicação. As pessoas cujas casas começaram a desabar correram para um local seguro, algumas das quais com ferimentos. À meia-noite, o tempo acalmou, mas por pouco tempo. Ouviam-se os gritos daqueles que pensavam que era o fim. Pela uma hora da manhã, o vento atingiu o máximo, com velocidade de 220 km/h, de acordo com os meteorologistas. Neste ponto, casas foram abaladas, árvores caíram e vidros quebraram, as telhas voaram e edifícios ruíram. Na minha vida, foi a primeira vez que tive uma catástrofe natural de tal magnitude, e foi de fato desastrosa’. Dias depois, o P. Tchindemba, Responsável máximo dos Espiritanos em Moçambique, a residir em Nampula, conseguiu chegar à Beira com apoio financeiro. E escreveu: ‘Os colegas padres estão vivos e passam horas a fio a identificar e alistar as pessoas que precisam urgentemente de assistência (...)
(...)
Mas…a esta paixão e morte estão a abrir-se caminhos de Páscoa. A onda de solidariedade está a ultrapassar todas as expectativas e a esperança está a ganhar, outra vez, os corações das populações arrasadas por esta catástrofe natural. Sim, quando os corações se abrem e as pessoas se sentem irmãs, a partilha acontece e o futuro volta a desenhar-se com esperança e vida.
É assim a Páscoa de Cristo. Assim tem de ser a nossa Páscoa!
Feliz Páscoa!
sábado, 13 de abril de 2019
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Domingo de Ramos – Ano C
Domingo de Ramos – Ano C: Tema do Domingo de Ramos
A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Dehonianos
A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz revela-se o amor de Deus, esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz dom total.
Dehonianos
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Catequese: Nova formação “substitui” curso com 25 anos – Maria Luísa Paiva Boléo
O anúncio foi feito esta quinta-feira no Encontro Nacional de Catequese Viana do Castelo, 11 abr 2019 (Ecclesia)
– O presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF), D. António Moiteiro, pretende que curso fundamental dos catequistas esteja a funcionar em todo o país durante o mês de outubro
A novidade foi apresentada esta quinta-feira no decurso do Encontro Nacional de Catequese (ENC) que decorre em Viana do Castelo e reúne cerca de 70 responsáveis diocesanos de catequese.
“A nova «formação inicial – Ser Catequista», que substituiu o curso de iniciação catequético com mais de 25 anos vai chegar às dioceses em outubro próximo”, revelou. O presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) afirmou que “esta formação resulta do trabalho de uma equipa de especialistas que durante mais de um ano trabalharam o documento de acordo com a Carta Pastoral «Catequese: A Alegria do Encontro com Jesus Cristo»”.
A versão do documento, já aprovada “pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) está em fase de análise pela CEECDF para poder ser disponibilizada, ainda em versão experimental”. A CEECDF espera que durante um ano “os catequistas de todo o país participem no melhoramento da proposta formativa com comentários e propostas que serão posteriormente analisadas”.
A apresentação do documento preliminar esteve a cargo de Maria Luísa Paiva Boléo, do setor da Catequese de Lisboa, que explicou aos responsáveis a “metodologia aplicada à formação”. “Dividimos a formação em quatro módulos num total de oitenta horas formativas.
Tivemos a preocupação de redigir os temas como verdadeira catequese de adultos”. O novo itinerário de formação para catequistas “segue o mesmo formato presente nos guias de catequese da infância” e pretende “levar os formandos a refletir sobre a sua vida e a confrontarem-se com a Palavra de Deus, interiorizando-a e vivendo-a”.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Dia Paroquial do doente 2019
dia 7 domingo, às 15.00 horas, na Igreja
DIA PAROQUIAL DO DOENTE
Eucaristia com o Sacramento da Santa Unção.
No fim da Eucaristia lanche comum
no refeitório do Seminário
Participa!.
quinta-feira, 4 de abril de 2019
Abre o teu coração - RECONCILIA-TE
Nem sabemos como somos abençoados, ontem no "nosso" Seminário pelas 15h já muitas pessoas aguardavam para se confessar...
Mas há confissões na Paroquia porquê vêm aqui?...
Muitas das pessoas passam dos 70 e 80 anos, sem transporte para virem as 21h de sexta-feira...
Mas como recordou a colaboradora de serviço, os Sr. Padres também estão com idade avançada...
Mas entretanto chega um Sacerdote de cabelos brancos com um sorriso bondoso, que iluminou quem esperava.
Mas há confissões na Paroquia porquê vêm aqui?...
Muitas das pessoas passam dos 70 e 80 anos, sem transporte para virem as 21h de sexta-feira...
Mas como recordou a colaboradora de serviço, os Sr. Padres também estão com idade avançada...
Mas entretanto chega um Sacerdote de cabelos brancos com um sorriso bondoso, que iluminou quem esperava.
Pai Santo cuida destes Teus Filhos!
"Via Sacra em tom missionário"- Ruas de Cucujães
"VIA SACRA NA RUA em tom missionário
Próximo sábado, dia 6, às 21.00 horas. Principia na Arribada e segue por: Rua Agostinho Lopes da Costa Manuel Ferreira / Rua Profº Leão / Rua Banda de Musica de Cucujães / Avenida João Pinto Bessa / Rua Profº Dr. António Joaquim Ferreira da Silva / Rua de Rebordões / Rua Camilo Castelo Branco / Rua D. Egaz Odoriz / Rua do Município / Rua CDC / Largo da Igreja".
(Folha Paroquial)

Aleteia
Próximo sábado, dia 6, às 21.00 horas. Principia na Arribada e segue por: Rua Agostinho Lopes da Costa Manuel Ferreira / Rua Profº Leão / Rua Banda de Musica de Cucujães / Avenida João Pinto Bessa / Rua Profº Dr. António Joaquim Ferreira da Silva / Rua de Rebordões / Rua Camilo Castelo Branco / Rua D. Egaz Odoriz / Rua do Município / Rua CDC / Largo da Igreja".
(Folha Paroquial)
Participa porque como muitas das nossas tradições católicas, a Via-Sacra pode ser rica, profunda e repleta de sentido, mas, ao mesmo tempo, pode perder-se a visão do que ela significa e de como relacioná-la com a nossa vida cotidiana.
Recordamos os 8 motivos pelos quais o Papa Francisco nos diz porquê, devemos rezar a Via-Sacra:
1. A Via-Sacra nos ajuda a colocar nossa confiança em Deus
“Na Cruz de Cristo, está todo o amor de Deus, está a sua imensa misericórdia. E este é um amor em que podemos confiar, em que podemos crer. Confiemos em Jesus, abandonemo-nos a Ele, porque nunca desilude ninguém! Só em Cristo morto e ressuscitado encontramos a salvação e a redenção.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
2. A Via-Sacra nos mostra nosso lugar na história
“E você qual destes quer ser? Como Pilatos, como o Cireneu, como Maria? Agora Jesus está olhando para você e lhe diz: Quer ajudar-me a carregar a Cruz? Irmãos e irmãs, com toda a sua força jovem, que lhe respondem?” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
3. A Via-Sacra nos recorda que Jesus sofre conosco
“Na Cruz de Cristo, está o sofrimento, o pecado do homem, o nosso também, e Ele acolhe tudo com seus braços abertos, carrega nas suas costas as nossas cruzes e nos diz: Coragem! Você não está sozinho a levá-la! Eu a levo com você. Eu venci a morte e vim para lhe dar esperança, dar-lhe vida." (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
4. A Via-Sacra nos convida à ação
“Mas a Cruz de Cristo convida também a deixar-nos contagiar por este amor; ensina-nos, pois, a olhar sempre para o outro com misericórdia e amor, sobretudo quem sofre, quem tem necessidade de ajuda, quem espera uma palavra, um gesto; a Cruz nos convida a sair de nós mesmos para ir ao encontro destas pessoas e lhes estender a mão.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
5. A Via-Sacra nos ajuda a tomar uma decisão a favor de (ou contra) Jesus
“[A Cruz] revela um julgamento: Deus, ao nos julgar, nos ama. Lembremos disso: Deus nos julga amando-nos. Se eu aceito seu amor, então sou salvo; se o rejeito, então me condeno. Não é Ele que me condena, sou eu mesmo, porque Deus nunca condena, Ele só ama e salva.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
6. A Via-Sacra revela a resposta de Deus ao mal no mundo
“A Cruz é a palavra por meio da qual Deus respondeu ao mal no mundo. Algumas vezes, parece que Deus não reage diante do mal, parece que fica em silêncio. No entanto, Deus falou, respondeu, e sua resposta é a Cruz de Cristo: uma palavra que é amor, misericórdia, perdão.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
7. A Via-Sacra nos dá a certeza do amor de Deus por nós
“O que a Cruz deu aos que olharam para ela, aos que a tocaram? O que a Cruz deixou em cada um de nós? Ela nos dá um tesouro que ninguém mais pode dar: a certeza do amor fiel que Deus tem por nós.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
8. A Via-Sacra nos guia da cruz à Ressurreição
“Ó Jesus, guiai-nos da Cruz à Ressurreição, e ensinai-nos que o mal não tem a última palavra, mas sim o amor, a misericórdia e o perdão. Ó Cristo, ajudai-nos a exclamar outra vez: ‘Ontem fui crucificado com Cristo, hoje sou glorificado com Ele. Ontem morri com Ele, hoje vivo com Ele. Ontem fui enterrado com Ele, hoje ressuscito com Ele’.” (Discurso na Via-Sacra da JMJ 2013)
Aleteia
sábado, 30 de março de 2019
sexta-feira, 22 de março de 2019
Moçambique: «Não há espaço para o desespero» – Arcebispo da Beira destaca a «força» de uma população jovem
Moçambique: «Não há espaço para o desespero» – Arcebispo da Beira destaca a «força» de uma população jovem: Beira, Moçambique, 22 mar 2019 (Ecclesia)
– O arcebispo da Beira, em Moçambique, afirmou hoje que a falta “de água e comida são os elementos mais graves”, que é preciso também dar “abrigo às pessoas” e realça a existência de uma população jovem como “sinal de esperança” para o futuro. “No último senso de 2017, 45% da população tem menos de 14 anos, é gente jovem, então, há uma vitalidade, uma esperança, um desejo de futuro, de abrir-se caminhos que vão ser uma força”, disse D. Cláudio Dalla Zuanna em declarações à Agência ECCLESIA.

O arcebispo da Beira realçou que “há uma base positiva” para acreditar num contexto melhor e se as preocupações agora estão centradas nos bens mais essenciais, nos próximos dias o olhar estará colocado na “reconstrução” de tudo o que ficou devastado com a passagem do ciclone Idai, desde há cerca de uma semana.
“Penso que a boa vontade e a positividade seja fundamental nesta obra de reconstrução que é necessária”, disse o bispo argentino, responsável desde 2012 da arquidiocese moçambicana. D. Cláudio Dalla Zuanna disse que esta manhã os sacerdotes da diocese reuniram-se com a Cáritas, que vai dar os “kits alimentares”, que recebeu de outras Cáritas, e através da rede paroquial, os párocos com a Comissão da Caridade, vão “identificar famílias, as situações mais graves”, que vão receber essas ajudas.
“Podemos não ter produtos nossos, mas esta rede de Caridade, esta presença no território que a Igreja Católica tem, é um recurso muito grande que queremos por à disposição. Mais do que recursos económicos podemos dar o recurso de proximidade que temos com as pessoas”, salientou. Neste contexto, referiu que se cerca de “130 mil pessoas” estão nos centros de acomodação, “muita gente ficou nos bairros”, apoiou-se na casa dos vizinhos e “a presença de uma paróquia, de uma comunidade cristã” no território pode ajudar.
domingo, 17 de março de 2019
"Um abraço à Guiné" - Encontro/Tertúlia Missionária
"A propósito de uma viagem de solidariedade à Guiné Bissau, a Diocese do Porto promove este Encontro/Tertúlia."
Dia 25 de março às 21h30 na Biblioteca do Seminário da Sé Porto
"Vamos partilhar o que foi vivido e sentido. Testemunhar a urgência da solidariedade. Pensar formas de chegar mais longe"
PARTICIPA
Dia 25 de março às 21h30 na Biblioteca do Seminário da Sé Porto
"Vamos partilhar o que foi vivido e sentido. Testemunhar a urgência da solidariedade. Pensar formas de chegar mais longe"
PARTICIPA
sábado, 16 de março de 2019
Ano C – 2º Domingo da Quaresma 2019
Como é bom estar aqui!
Só pode ser em Deus!
O Evangelho do segundo domingo da Quaresma coloca-nos no monte da Transfiguração, onde a voz vinda da nuvem pede-nos para escutar Jesus: «Este é o meu Filho, o meu Eleito; escutai-O».
Prestar atenção ao que o outro diz nem sempre é fácil. É necessário estar interiormente disponível, fazer um tempo de paragem interior e de silêncio para poder dar ao outro espaço para que se possa exprimir. Sem quaisquer preconceitos ou filtros…
Todo o diálogo verdadeiro implica tal escuta, exige uma lenta e paciente aprendizagem do silêncio exterior, mas sobretudo, o que é ainda mais exigente, do silêncio interior.
Hoje, trata-se de escutar o Filho que Deus escolheu. Jesus nada diz aos três discípulos. Entretém-se com Moisés e Elias, que simbolizam a Lei e os Profetas, toda a Escritura, toda a Palavra que Deus dirigiu ao seu Povo. Eles manifestam que toda a Revelação tem pleno cumprimento em Jesus.
É preciso, pois, escutar o Filho, porque n’Ele encontramos tudo o que nos quer dizer, hoje.
Não precisamos de procurar novas luzes em visões obscuras ou em revelações mal discernidas. Tudo nos é dado em Jesus, basta-nos Jesus. É essencial colocarmo-nos na escuta da Palavra que é Jesus, se queremos ser verdadeiramente seus discípulos.
Uma das grandes graças do Concílio Vaticano II foi ter dado todo o relevo à Palavra de Deus, na liturgia e na vida dos cristãos, uma Palavra a receber pessoalmente e a escutar em família, em comunidade, em Igreja.
Estamos em Quaresma, tempo favorável para nos colocarmos cada vez mais nessa escuta da Palavra. Oxalá possamos aproveitar para aprofundar o nosso silêncio interior, tornando-nos mais atentos ao que Jesus nos quer dizer, a cada uma e a cada um de nós, e à nossa comunidade. Em ambiente de profundo encontro orante com Deus, Pedro, João e Tiago, testemunhas da transfiguração no monte Tabor, dizem o que sentem: como é bom estarmos aqui!
E parece que não têm muita vontade de descer à terra e enfrentar o mundo e os problemas dos homens. Mas a experiência do Tabor transfigura-os, obrigando-os a continuar a obra que Jesus começou e a regressar ao mundo para fazer da vida um dom e uma entrega aos irmãos.
Como é bom estarmos aqui! Deve ser esse o mesmo sentir nos andamentos da nossa vida de cristãos. Como é bom estarmos em Deus, infinitamente misericordioso, ao mesmo tempo que estamos com os próximos que exigem o nosso testemunho de fé e caridade, de proximidade e misericórdia.
Lê Ecclesias
Lê Ecclesias
sexta-feira, 15 de março de 2019
HOJE: - 24 horas com Jesus Igreja de Cucujães

“Não era apenas estar ali por um momento
ou determinado horário,
mas confiar todas as 24 horas
de cada dia em Deus.
É N’ele que devemos depositar
tudo aquilo que temos e somos.”
Neste tempo de conversão, olhar para àquele que nos ama, e total amor, foi capaz
de se entregar na Cruz,
nos faz desejar estar com Ele e Viver N’ele.
Sem dúvida, este dia motivado pela santa igreja, ecoará em toda a nossa vida e já nos faz desejar ainda mais ser todo de Deus.
“Desejo que inclusive neste ano o momento privilegiado de graça, do caminho quaresmal, seja vivido em tantas igrejas para que possam experimentar o encontro alegre com a misericórdia do Pai, que todos acolhe e perdoa”, ( Papa Francisco 2018)
Sexta feira dia 19 (hoje)
Às 19 h às 20 h – EUCARISTIA. Orienta o canto: Grupo coral “Rainha da Paz”.
ADORAÇÃO
20 h às 21 h – Irmandade do Santíssimo e suas famílias – Filipe Pina.
21 h às 22 h – Crismandos e suas famílias – Grupo musical: Padre Luís Vieira.
22 h às 23 h – 9º e 10º anos da Catequese, Catequistas e suas famílias – Pedro Soares de SMFeira
23 h às 24 h – Pastoral Familiar da Paróquia (Casais de Nª Senhora, Santa Maria, Cursilhistas) e suas famílias – Moutinho, S. Cosme de Gondomar.
00 h às 01 h – Ministros Extraordinários da Comunhão, Comissão Fabriqueira e suas famílias – Padre Álvaro de S. João da Madeira.
01 h às 02 h – Comunidade Paroquial de S. Martinho de Cucujães – Miguel Simão da Diocese de Coimbra.
02 h às 03 h – J.M.V. e suas famílias – J.M.V.
03 h às 04 h – GAUDETE e suas famílias – Gaudete
04 h às 05 h – J.U.A.C. e suas famílias – J.U.A.C.
05 h às 06 h – Comunidade Paroquial de S. Martinho de Cucujães – Seminarista José Henrique.
06 h às 07 h – Convívios Fraternos e suas famílias – Abílio Bastos e Mariana
07 h às 08 h – Irmandade de Nª Sª do Rosário e suas famílias – Freitas
08 h às 09 h – Oficinas de Oração e Vida e suas famílias – Sandra Pereira
09 h às 10 h – Equipas Litúrgicas dos Centros (Acólitos, Leitores, Comissões de Culto,Sacristães e Zeladoras) – Irmã Salomé, Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição.
10 h às 11 h – Catequese Familiar do 1º, 2º e 3º anos, Animadores e sua famílias – Irmã Célia, Discípulas do Divino Mestre.
11 h às 12 h – Irmãs de S. Vicente de Paulo, conferências Vicentinas, Irmã Márcia e Salvador
12 h às 13 h – Missionários, Leigos Boa Nova, Auxiliares das Missões, Lar Santa Teresinha e suas famílias – Padre Augusto Farias
13 h às 14 h – Representantes de todos os lugares da Paróquia e suas famílias – Fátima Santos, Fajões.
14 h às 15 h –5º e 6º anos da catequese, catequistas e suas famílias – Hélder, Grupo de jovens “Contra a Corrente” Anta, Espinho.
15 h às 16 h – 3º e 4º anos da catequese, catequistas e suas famílias – Luís Jesus.
16 h às 17 h – 7º e 8º anos da catequese, catequistas e suas famílias – Irmão Leal, Comunidade Marista de Vouzela.
17 h às 18h – Secretariado da Juventude de Cucujães – Hugo.
18 h às 19 h – MISSA JOVEM. Orienta o canto Grupo Coral da Missa das 10 dos Passionistas de Santa Maria da Feira.
quarta-feira, 13 de março de 2019
"Onde está o teu irmão"

"18.02-2019 Papa exortou a que responda pessoalmente, mas não com respostas de circunstância, de forma a fugir do problema.
Francisco recordou que se trata do irmão doente, encarcerado, faminto...
Francisco recordou que se trata do irmão doente, encarcerado, faminto...
“Onde está o teu irmão?”
– “Não sei” – “Mas o teu irmão tem fome!” – “Sim, sim, certamente está almoçando na Caritas da paróquia, sim certamente lhe darão de comer”, e com esta resposta, de circunstância, salvo a minha pele.
“Não, o outro, o doente...” – “Certamente está no hospital!” – “Mas não tem lugar no hospital! E os remédios?”
– “Mas é uma coisa que diz respeito a ele, eu não posso me intrometer na vida dos outros... terá parentes que lhe darão remédios”, e lavo as mãos.
- “Onde está o teu irmão, o encarcerado?” – “Ah, está pagando aquilo que merece. Ele cometeu, que pague. Nós estamos cansados de tantos delinquentes na rua: pague”.
Mas talvez você nunca vai ouvir esta resposta da boca do Senhor. Onde está o teu irmão? Onde está o teu irmão explorado, que trabalha no mercado informal nove meses por ano para retomar, depois de três meses, outro ano? E assim não existe segurança, não existem férias … “Eh, hoje não existe emprego e se faz aquilo que aparece …”: outra resposta de circunstância ."
“Não, o outro, o doente...” – “Certamente está no hospital!” – “Mas não tem lugar no hospital! E os remédios?”
– “Mas é uma coisa que diz respeito a ele, eu não posso me intrometer na vida dos outros... terá parentes que lhe darão remédios”, e lavo as mãos.
- “Onde está o teu irmão, o encarcerado?” – “Ah, está pagando aquilo que merece. Ele cometeu, que pague. Nós estamos cansados de tantos delinquentes na rua: pague”.
Mas talvez você nunca vai ouvir esta resposta da boca do Senhor. Onde está o teu irmão? Onde está o teu irmão explorado, que trabalha no mercado informal nove meses por ano para retomar, depois de três meses, outro ano? E assim não existe segurança, não existem férias … “Eh, hoje não existe emprego e se faz aquilo que aparece …”: outra resposta de circunstância ."
Com estes exemplos concretos, o Papa pede para que cada um tome esta Palavra do Senhor como se fosse dirigida a cada um de nós pessoalmente:
“O Senhor me pergunta: “onde está o seu irmão?”, e põe o nome dos irmãos que o Senhor nomeia no capítulo 25 de Mateus: o doente, o faminto, o sedento, aquele que não tem roupas, aquele irmão pequenino que não pode ir à escola, o usuário de droga, o encarcerado ... onde está? Onde está o seu irmão em seu coração? Existe espaço para essas pessoas em nosso coração? Ou falamos sim das pessoas e descarregamos a consciência dando uma esmola.”
Onde está o seu irmão?... Onde você está? Não se esconda da realidade. Responda abertamente, com lealdade e com alegria a estas duas perguntas do Senhor.”(...)
sexta-feira, 8 de março de 2019
sábado, 2 de março de 2019
"Fidelidade ao Mestre"
"O tema central da liturgia deste domingo convida-nos a refletir sobre esta questão: aquilo que nos enche o coração e que nós testemunhamos é a verdade de Jesus, ou são os nossos interesses e os nossos critérios egoístas?
O Evangelho dá-nos os critérios para discernir o verdadeiro do falso “mestre”: o verdadeiro “mestre” é aquele que apenas apresenta a proposta de Jesus gerando, com o seu testemunho, comunhão, união, fraternidade, amor; o falso “mestre”, ao contrário, é aquele que manifesta intolerância, hipocrisia, autoritarismo e cujo testemunho gera divisões e confusões: o seu anúncio não tem nada a ver com o de Jesus.
A primeira leitura, na mesma linha, dá um conselho muito prático, mas muito útil: não julguemos as pessoas pela primeira impressão ou por atitudes mais ou menos teatrais: deixemo-las falar, pois as palavras revelam a verdade ou a mentira que há em cada coração.
A segunda leitura não tem, aparentemente, muito a ver com esta temática: é a conclusão da catequese de Paulo aos coríntios sobre a ressurreição. No entanto, podemos dizer que viver e testemunhar com verdade, sinceridade e coerência a proposta de Jesus é o caminho necessário para essa vida plena que Deus nos reserva. Do nosso anúncio sincero de Jesus, nasce essa comunidade de Homens Novos que é anúncio do tempo escatológico e da vida que nos espera."
IN: Portal Dehonianos
sábado, 23 de fevereiro de 2019
Folha Paroquial VII Domingo TC 24-02-2019
Caríssimos leiam com atenção a Folha das atividades Paroquiais AQUI
O Tempo forte da Quaresma está próximo "Quarenta dias para chegar ao BOM PORTO: CRISTO, PORTO DE MISERICORDIA E PAZ"
O Tempo forte da Quaresma está próximo "Quarenta dias para chegar ao BOM PORTO: CRISTO, PORTO DE MISERICORDIA E PAZ"
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