quarta-feira, 3 de agosto de 2022

PLANO DIOCESANO DE PASTORAL 2022/2023 Porto

Olá
Ás vezes ficamos na nossa zona de conforto e nem ler o plano Pastoral do nossa Diocese tentamos, depois resmungamos "eles não dizem nada, a igreja é só para alguns, que lhes faça bom proveito...."

 Jonas foi  um profeta teimoso, um profeta em fuga, que não acredita na conversão dos outros nem está disposto à sua própria conversão ao Deus vivo e verdadeiro, rico em misericórdia. Partindo desta figura, o Papa Francisco desafia-nos a vencer a síndrome de Jonas, a tentação de fugirmos às missões “impossíveis” 
Vá levanta-te e vem dar-me um abraço

PÓRTICO: PARA UM NOVO ESTILO PASTORAL

Aqui tens  o que nos dizem os nossos Bispos

"A nível pastoral, a nossa Diocese do Porto está a viver um triénio sob a designação genérica: “Juntos por um caminho novo”. Cada uma destas palavras constitui, por si, um verdadeiro programa: “juntos” exige escuta e partilha capazes de gerar a unidade e fazer de nós uma Diocese coesa na dinâmica evangelizadora; a noção do “caminho”, possibilidade sempre em aberto, remete para um percurso sinodal, lado a lado, com quem é dotado de «boas pernas» para andar, mas também com aqueles que se cansaram ou até desistiram da caminhada e que nos merecem o maior respeito e uma enorme solicitude; enfim, a criatividade implícita no adjetivo “novo” alerta-nos para a certeza de que os caminhos de ontem já não servem para conduzir uma enorme multidão que obriga a novos critérios de percurso, muitas vezes desconhecidos para nós, mas que temos de descobrir, ainda que tateando na noite.
 
Neste segundo ano, as grandes coordenadas do nosso Plano andarão à volta do tema da escuta e da hospitalidade. Sabemos bem quais os motivos diretos: o Sínodo em curso e o acolhimento hospitaleiro de milhares de jovens que por aqui passarão rumo à Jornada Mundial da Juventude (JMJ), bem como os símbolos da mesma, durante o mês de outubro de 2022. O que nos vai empenhar muito. Motiva-nos o exemplo da Santíssima Virgem Maria que, ao saber da gravidez da sua prima, partiu, saudou, abraçou e fez morada na família de Santa Isabel e Zacarias. Porém, ainda que estas razões não existissem, a escuta e o acolhimento já se imporiam por si, como imagens de marca da Igreja de Jesus Cristo. 

Não é aqui o lugar para fazer um longo discurso sobre isto. Mas, de facto, sabemos que o passado próximo eclesial, o que nos restava do regime de cristandade, se caracterizava por uma forte dimensão coletiva: o centro repousava na noção genérica do “povo” e não da pessoa na sua individualidade. A pastoral consistia numa «condução» do povo, mas sem se preocupar muito com as necessidades específicas de cada um. Entretanto, as coisas mudaram: a nossa cultura contemporânea ancorou-se nos direitos humanos, de base fortemente individualista, e as pessoas começaram mesmo a valorizar a sua «diferença» específica, critério de identidade. E a reclamar atenção, escuta, acolhimento, simpatia, disponibilidade. 

Este era o modelo de Jesus. Embora fosse especialista na liderança com multidões, o que mais nos chama a atenção é o tempo disponibilizado em favor dos «proscritos», o acolhimento dos «infiéis» e estrangeiros, a palavra individualizada dirigida aos «pecadores», os gestos de cura feitos em benefício de pessoas em situação dramática que Ele Se esforçava por conhecer. A única exceção era para com os autossuficientes fariseus e doutores da lei: porque esses, em nome da religião, desprezavam a pessoa, a única “imagem e semelhança” de Deus à face da Terra."

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Ministério de Catequista: uma necessidade urgente para a evangelização no mundo contemporâneo (Salesianos)


«Toda a história da evangelização destes dois milénios manifesta, com grande evidência, como foi eficaz a missão dos catequistas. Bispos, sacerdotes e diáconos, juntamente com muitos homens e mulheres de vida consagrada, dedicaram a sua vida à instrução catequética, para que a fé fosse um válido sustentáculo para a existência pessoal de cada ser humano». 

O Papa Francisco instituiu recentemente o Ministério de Catequista. Na Carta Apostólica sob forma de «Motu Proprio» Antiquum Ministerium, assinada a 10 de maio, o Papa sublinhou o papel insubstituível dos catequistas na transmissão e aprofundamento da fé e a urgência da sua missão para a evangelização no mundo contemporâneo.

O reconhecimento da necessidade de envolvimento direto dos fiéis leigos para o crescimento da comunidade cristã surge na Igreja depois do Concílio Ecuménico Vaticano II. 

A instituição do ministério laical como o de Catequista deverá imprimir “uma acentuação maior ao compromisso missionário típico de cada um dos batizados que, no entanto, deve ser desempenhado de forma plenamente secular, sem cair em qualquer tentativa de clericalização”, defende Francisco, não se dispensando para tal o “devido discernimento por parte do Bispo”. Francisco sublinha ainda que ao Ministério de Catequista devem ser chamados homens e mulheres “de fé profunda e maturidade humana”, que “recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica” e que tenham já “experiência de catequese”. 

O Catequista deve prestar o serviço pastoral da transmissão da fé nas suas diferentes etapas: desde o primeiro anúncio, à preparação para os sacramentos, até à formação permanente. Esse serviço, recorda, exige oração, estudo e participação na vida da comunidade. 

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos irá em breve publicar o Rito de Instituição do ministério laical de Catequista. Por fim, o Papa pede às Conferências Episcopais que tornem “realidade o ministério de Catequista, estabelecendo o iter formativo necessário e os critérios normativos para o acesso ao mesmo”.

domingo, 31 de julho de 2022

Itinerário de iniciação à vida cristã das crianças e dos adolescentes com as famílias». "o novo referencial para a catequese em Portugal"

Aprovação tinha sido dada pela Conferência Episcopal Portuguesa no passado mês de abril de 2022


A Revista Lumen, publicação oficial da CEP, acaba de publicar o «Itinerário de iniciação à vida cristã das crianças e dos adolescentes com as famílias». O novo documento passa a ser "o novo referencial para a catequese em Portugal" , num processo de "mudança de paradigma para este setor da Igreja Católica".

Para o presidente da CEECDF, D. António Moiteiro, a “mudança” vai acontecer pelo modo como se entende o próprio ato catequético e os seus intervenientes.

“O próprio título «Itinerário de Iniciação à Vida Cristã das Crianças e dos Adolescentes com as Famílias» já nos deixa antever esta mudança. Queremos que as famílias tenham um papel ativo na formação dos filhos uma vez que são elas a primeira comunidade cristã”, explicitou na ocasião da aprovação do documento pela CEP.

Considerando que o novo modo de apresentar o ato catequético se dirige “a todas as famílias”, o prelado pediu às comunidades cristãs, e em particular aos catequistas, uma “atitude de acolhimento para com todos”.

“Este itinerário é para todas as famílias e não apenas para as que já tem prática eclesial. Queremos gerar dinâmicas que permitam, também aos pais e parentes chegados, no acompanhamento aos mais novos, fazer caminho no encontro com Cristo Ressuscitado”, afirmou na ocasião

O novo itinerário vai ser aplicado em “três momentos distintos e progressivos. Do Despertar da Fé, passando pelo Catecumenado, e terminando com a Mistagogia”, precisou.

Em anexo encontra, em formato PDF, o «Itinerário de iniciação à vida cristã das crianças e dos adolescentes com as famílias»

IN. Educris.com

Podes ler cópia do itinerário  aqui

sábado, 30 de julho de 2022

Catequese: Balanço e novidades para o próximo ano pastoral (Educris.com)

(...)
 Em tempos de incerteza D. António Moiteiro, bispo de Aveiro e Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) considerou fundamental o papel dos pais na formação cristã dos seus filhos e deixou alguns desafios e linhas de atuação para o novo ano catequético. 
 “Não sabemos com vai ser o futuro. Sabemos que o papel dos pais vai ser fundamental na formação da fé dos filhos”
. (...) 
 «Ser Catequista»: mais do que um curso, um percurso Durante a tarde foi apresentado o curso «Ser Catequista» que substitui o curso de iniciação catequética e que faz parte da estratégia da catequese em Portugal para a formação dos catequistas e que vem substituir o curso de iniciação. 

 A nova formação propõe um “percurso de fé para os próprios catequistas para que possam ser para outros testemunhas do encontro com Jesus Cristo” como explicou ao EDUCRIS o padre José Henrique Pedrosa. “Mais do que um curso trata-se de um percurso de fé que se pretende fazer com s catequistas. Tendo em conta a sua identidade que assumem a sua missão neste campo da catequese”. 

 D. António Moiteiro explicou que a implementação do curso passa pela sua realização em pequenos grupos de diferentes dioceses ao longo do próximo ano pastoral. “Vamos dar prioridade às zonas. Dioceses agrupadas em que através de pequenos grupos, possa ser feita a experiência desta nova formação”. A reunião apresentou, ainda, a reformulação do projeto Sayes para o próximo ano catequético e anunciou, para o final do mês de setembro, a edição portuguesa do novo diretório para a catequese.

«Este Itinerário muda o paradigma de atuação da Catequese», D. António Moiteiro

«Este Itinerário muda o paradigma de atuação da Catequese», D. António Moiteiro

quarta-feira, 20 de julho de 2022

A Lei do Amor

 1. Não terás outros deuses além de Mim.

2. Não invocarás em vão o Nome do Senhor teu Deus.
3. Recorda-te do dia do Sábado para o santificar.
4. Honra pai e mãe.
5. Não matarás.
6. Não cometerás adultério.
7. Não roubarás.
8. Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.
9. Não desejarás a mulher do teu próximo
10. Não cobiçarás a casa, nem as coisas do teu próximo.
Estas foram as Dez Palavras de Amor, que Deus deixou a Moisés, como regra de vida, para poderem avançar no caminho da Liberdade.

Estes mandamentos continuam a fazer sentido, mesmo para aquele que descobriu o amor e aprendeu a amar!

Não são um pacote de proibições, de "nãos". Na realidade apresentam uma grande visão de vida.

Por isso, Jesus veio ao mundo e transformou todos estes «nãos», num verdadeiro «sim».

1. Sim ao Deus único e libertador
2. Sim ao Deus da Aliança e do Amor
3. Sim ao Dia do Senhor!
4. Sim à Família
5. Sim à Vida
6. Sim ao Amor fiel
7. Sim à Solidariedade
8. Sim à Verdade
9. Sim a um coração puro
10. Sim ao bem do próximo

Enfim, todas estas palavras são um «sim» ao amor! Por isso, se diz com razão: «quem ama, já cumpriu toda a Lei» (Rom.13,10)!

Cf. Pe. Amaro

terça-feira, 19 de julho de 2022

acolher e deixar-se acolher, assim como Jesus nos ensinou

Jesus revela uma capacidade enorme para acolher e deixar que O acolham. Mostra que sabe discernir os graus e formas de acolhimento. 
Ele aprecia o serviço atento e acolhedor de Marta, mas exorta-a delicadamente a rever a forma como o faz e por que o faz. 
Não tira “a melhor parte” a Maria e nem a nega a Marta. Ele sente-se entre amigos e, como Amigo, ajuda-os a crescer, desde dentro. 

 Sabemos como, por vezes, acolher se torna uma tarefa difícil. 

Acolher e deixar-se acolher implica que duas vontades se unam: a do coração (afeto) e a da razão (inteligência). São dois dinamismos que precisam de se colocar em interação, a fim de permitir o crescimento e a liberdade mútuas. 

Quem acolhe revela-se e permite que o outro se revele. Cria condições de diálogo e, simultaneamente, as condições de silêncio (interior), tão necessárias para que as relações humanas se estabeleçam na confiança e na simpatia. 
Um bom acolhimento consegue adivinhar, ou melhor, percepcionar as necessidades do coração do(s) outro(s). 

O acolhimento gera expectativas e motiva as energias psíquicas, físicas e espirituais face aos empreendimentos 
O acolhimento proporciona um correto conhecimento. Este, por sua vez, desenvolve a aceitação e a integração do outro como um ser pessoal no qual “me completo”. Daí resulta uma capacidade para a doação e para o serviço que é, antes de tudo, uma escuta e resposta gratificante à vida, contribuindo para uma transformação sadia da mesma. 
O acolhimento transforma a vida, em ordem a uma personalidade amadurecida. A serenidade e a confiança são a feliz conquista do acolhimento."

(do Guia do 1º ano catequese "Jesus gosta de mim")

segunda-feira, 18 de julho de 2022

Santa Maria Mãe de Deus, ensina-nos o silêncio.

 Santa Maria, Mãe de Deus, Tu que guardavas e ponderavas tudo no interior do Teu coração, ensina-nos esse profundo, esse íntimo silêncio que marcou toda a Tua vida.

O silêncio da Anunciação, de fé, missão e obediência;

O silêncio da Visitação, de humildade, serviço e louvor;

O silêncio de Belém, do nascimento, incarnação e maravilha;

O silêncio da fuga para o Egipto, de perseverança, esperança e confiança;

O silêncio do Calvário, de coragem, morte e abandono;

O silêncio da Páscoa, de ressurreição, júbilo e glória;

O silêncio da Ascensão, de fidelidade, transformação e renovação;

O silêncio do Pentecostes, de paz, poder e amor.

Maria, na Tua sabedoria, ensina-nos esse silêncio:

• que nos permite ouvir o pequenino, também ele voz de Deus;

• que nos impele a só a Deus adorar, em espírito e em verdade;

• que nos fortalece o conhecimento do nada que somos e nos faz exultar no nosso Salvador;

• que nos liberta numa eterna adoração ao Deus que é Amor Infinito.

Santa Maria, Mãe de Deus, intercede por nós agora e sempre, para que nós possamos entrar nesse Teu silêncio que nos une a Jesus, Teu Filho, no mistério do Seu silêncio perante o Pai, Senhor de Graça infinita.

Alice. C. Mainsfield


Tens duvidas do que é o perdão e o pecado?

domingo, 17 de julho de 2022

Quem és tu


 Sempre me senti uma "Marta" sempre a correr, com tanto que fazer. Cheguei mesmo a confessar-me dessa atitude que sentia ser um pecado. 

O confessor tentou aliviar a minha angustia...

Hoje compreendi que sou Maria e Marta Obrigada Santo Padre, que as duas irmãs podem ser uma só, quando estou contigo preciso como Maria estar por inteiro

Glória ao Pai e ao Espirito Santo

Como começas o teu dia ?

"A palavra de Jesus não é abstrata, é um ensinamento que toca e molda a vida, a transforma, a liberta da opacidade do mal, satisfaz e infunde uma alegria que não passa:
- a palavra de Jesus é a melhor parte, a que Maria escolheu. 

É por isso que Maria lhe dá o primeiro lugar: 
- ela pára e escuta. 
O resto virá depois. 
Isso não diminui o valor do compromisso prático, mas ele não deve preceder, mas fluir da escuta da palavra de Jesus, deve ser animado pelo seu Espírito. Caso contrário, se reduz a uma correria e agitação pelas muitas coisas, se reduz a um ativismo estéril."
.
"às vezes, começamos o dia automaticamente, fazendo, como as galinhas. Não! 

Devemos começar o dia, primeiro, olhando para o Senhor, lendo sua palavra breve, mas que esta seja a inspiração do dia. 

Se pela manhã sairmos de casa com uma palavra de Jesus na mente, certamente o dia ganhará um tom marcado por essa palavra, que tem o poder de orientar nossas ações de acordo com o que o Senhor quer".

 "Que a Virgem Maria nos ensine a escolher a melhor parte, que jamais nos será tirada", concluiu o Papa.

Vaticannews.va

sábado, 16 de julho de 2022

Evangelho de Domingo, 17 de Julho de 2022, XVI do Tempo Comum

 Evangelho de Nosso senhor Jesus Cristo segundo São Lucas


Naquele tempo,
Jesus entrou em certa povoação
e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa.
Ela tinha uma irmã chamada Maria,
que, sentada aos pés de Jesus,
ouvia a sua palavra.
Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço.
Interveio então e disse:
«Senhor, não Te importas
que minha irmã me deixe sozinha a servir?
Diz-lhe que venha ajudar-me».
O Senhor respondeu-lhe:
«Marta, Marta,
andas inquieta e preocupada com muitas coisas,
quando uma só é necessária.
Maria escolheu a melhor parte,
que não lhe será tirada».

 Esta época do ano - tempo de férias, de evasão, de descanso - é um tempo privilegiado para invertermos a marcha alienante que nos massacra. Que este tempo não seja mais uma corrida desenfreada para lugar nenhum, mas um tempo de reencontro connosco, com a nossa família, com os nossos amigos, com Deus e com as nossas prioridades. A oração e a escuta da Palavra podem ajudar-nos a recentrar a nossa vida e a redescobrir o sentido da nossa existência. (Dehonianos )

terça-feira, 5 de julho de 2022

"Catequese familiar sabes o que é? É caminhar juntos em família, para o crescimento na fé"

 (...)
“O objetivo da Catequese Familiar é caminhar junto com as famílias, tendo em vista o crescimento dos seus membros na fé. 

“Na família, como numa igreja doméstica, devem os pais, pela palavra e pelo exemplo, ser para os filhos os primeiros arautos da fé e favorecer a vocação própria de cada um, especialmente a vocação sagrada.” (LG11)
A família é o lugar primário de educação e espaço privilegiado para a educação e iniciação religiosa dos filhos. Também a história e a experiência parecem confirmá-lo: a família é o espaço por excelência onde têm lugar a primeira socialização religiosa e os passos fundamentais da iniciação na vida cristã.” (Emílio Alberich Sotomayor)

Em casa:
- Cada família escolhe o momento mais oportuno.  A missão dos pais é a de testemunhar a fé aos filhos, com momentos próprios de diálogo, de oração e de confronto com a vida.
- O diálogo em família, entre pais e filhos, é o momento central de toda a Catequese Familiar.
Na paróquia: 
- Encontro quinzenal do grupo de pais com o casal de animadores e das crianças com a catequista, à mesma hora
- Neste encontro são fornecidas aos pais algumas pistas  para as catequeses em casa
- Procura-se suscitar a descoberta da fé dos adultos com sugestões do Guia do  Animador Familiar ou outras
 Os pais têm a possibilidade de fazer reflexão sobre leituras da Sagrada Escritura. Há lugar a um espaço de discussão e partilha.
No último encontro do mês faz-se a avaliação
Recursos Humanos 
Catequistas animadores para os encontros pais (de preferência um casal); Catequistas para acompanhamento crianças (Exige-se do catequista capacidade de síntese e  de abordagem dos temas, de forma diferente, para não haver repetição das catequeses em casa);
Recursos Materiais
Salas diferenciadas (pais e crianças) /Bíblias/ Materiais apoio de acordo com o tema do encontro.

 O SNEC disponibiliza: catecismo, guia do animador familiar e guia dos pais.  A consultar: outros de caráter formativo (CIC, Compêndio do CIC, Youcat, e outras obras como “A Família, Lugar de Educação na Fé?” (Emílio Alberich Sotomayor) “Catequese Familiar” (Pe. Vasco da Cruz Gonçalves)

Uma experiência destas depende sempre do meio em que se desenvolve, devendo ser adaptada ao ritmo de cada comunidade.
“Igreja Santa de Deus, tu não podes cumprir a tua missão, não podes realizar a tua missão, no mundo, senão por meio da FAMÍLIA e sua missão!”
(João Paulo II, Oservatore Romano 31.12.1988)

Com este ou outro projeto… A nossa catequese será sempre familiar ao valorizarmos a família, atuando em conjunto com a pastoral familiar, mas não abrindo mão da sua missão e devolvendo a sua tarefa aos pais. E será familiar compreendendo as mudanças ocorridas na família e respeitando a história familiar de cada catequizando, sem exigir uma padronização que não existe."


domingo, 3 de julho de 2022

INSCRIÇÕES: 1º ANO DA CATEQUESE 2022/2023


Atenção Pais


As crianças que perfazem seis (6) anos até fins de dezembro de 2022 devem inscrever-se na Catequese para o ano pastoral de 2022/2023, até 22 de julho de 2022. 
 As inscrições serão da seguinte forma: 
1 – Comparecer no cartório paroquial no horário do seu funcionamento, das 16.00 às 18.30 horas, nas terças, quintas e sextas-feiras. 
2 – Trazer o cartão de cidadão da criança e onde foi batizado(a). 
3 – Nome completo dos pais, contacto e morada. 4 – Pagamento do Seguro da criança (3,00 €).

Todos somos responsáveis, pais, padrinhos, avós, irmãos e tu também.
Partilha esta informação, para que todas as crianças da nossa comunidade participem na catequese paroquial

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus 24 de junho 2022


 Hoje 24 de junho Eucaristia em honra e louvor do Sagrado Coração de Jesus. na Igreja de Cucujães às 19h


 Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

"A liturgia deste dia convida-nos a contemplar a bondade, a ternura e a misericórdia de Deus pelos homens – por todos os homens, sem exceção. Como imagem privilegiada para exprimir esta realidade, a Palavra de Deus utiliza a figura do Pastor: Deus é o Pastor que, com amor, cuida do seu rebanho.

A primeira leitura apresenta Deus como um “bom pastor” (contraposto aos líderes de Israel, os “maus pastores” que conduziram o Povo por caminhos de egoísmo e de morte), cuja preocupação fundamental é o bem-estar do seu rebanho; nesse contexto, o profeta anuncia a obra do Pastor/Deus: libertação do rebanho/Povo, o êxodo para a terra da liberdade, a condução do rebanho para “pastagens excelentes” e os cuidados amorosos que o Pastor dispensará a cada uma das suas ovelhas.

A segunda leitura lembra-nos que o amor de Deus se derrama continuamente sobre os homens. A prova cabal desse imenso amor é Jesus Cristo, o Filho que o Pai enviou ao nosso encontro para nos libertar do egoísmo e do pecado e que deu a própria vida para que o projeto de amor do Pai se concretizasse e atingisse a humanidade inteira.

O Evangelho retoma a imagem do Deus/Pastor, cujo amor se derrama, de forma especial, sobre as ovelhas feridas e perdidas do rebanho. Dessa forma, sugere-se que o Pastor/Deus não só não exclui ninguém da sua proposta de salvação – nem sequer aqueles que, pelas suas atitudes “politicamente incorretas” são marginalizados pelos outros homens – mas até tem um “fraco” especial pelos excluídos: são precisamente esses os destinatários privilegiados do amor de Deus."

Para recordares e conheceres

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Fotos do Procissão da Solenidade do Corpo de Deus 2022


Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo 16-06-2022

" No centro da Solenidade deste dia está quer a celebração de Deus que alimenta o seu povo e que, no seu Filho, dá-lhe o alimento supremo e eterno, quer a grande Eucaristia dos crentes.
Para exprimir esta oração de louvor e de agradecimento, que dirigimos ao Senhor acolhendo o dom do seu amor, a Escritura emprega duas palavras: a bênção (primeira leitura) e a ação de graças (segunda leitura)."  (Dehonianos)

 Dia 16 de junho – FESTA DO “CORPO DE DEUS” Dia da Paróquia reunida em volta da Eucaristia
 As Eucaristias serão como no horário dos domingos. 
Na Igreja haverá as Eucaristias das 8.00, das 10.00 e a das 12.00 horas. A das 10.00 horas será a da PROFISSÃO DE FÉ das crianças do 6º ano da Catequese e será, naturalmente, reservada aos pais, padrinhos e familiares. Na Eucaristia das 12.00 horas haverá a presença especial e participada dos Acólitos, dos Ministros Extraordinários da Comunhão e da Irmandade do Santíssimo Sacramento. 

À tarde, às 17.30 horas, haverá a Adoração a Jesus Sacramentado, solenemente exposto no trono. Esta “adoração” será animada no canto pelo Grupo Coral “Cantate Domino” de Santa Luzia. As crianças da 1ª Comunhão (de 29 de maio) e as crianças da Profissão de Fé desse dia, deverão participar nesta “ADORAÇÃO CANTADA” e também na Procissão que se lhe segue, bem como as Irmandades, Jovens e Associações.
O tapete de flores será da responsabilidade dos quatro Centros de Culto, como nos anos anteriores. (Folha Paroquial)

 "A Solenidade de Corpus Christi convida-nos a sair e levar o Senhor para a vida cotidiana: levá-lo onde a vida se desenvolve com todas as suas alegrias e sofrimentos" (Papa Francisco 15-06-2022)

sexta-feira, 20 de maio de 2022

2ª Letra U - Eucaristia - U - Unidade - Abre o teu coração e deixa entrar a Luz de Cristo!

Na semana passado iniciamos a partilhar de uma proposta resumida do livro "Ficai connosco Senhor" da XXII Semana Biblica Nacional em 2000"
"a proposta ajuda a re-descobrir a E-U-C-A-R-I-S-T-I-A como a maior riqueza da Igreja, o dom maior da Santíssima Trindade.
com a a primeira  letra da palavra Eucaristia  E - ENCARNAÇÃO

Esta semana é a letra U - UNIDADE

A Eucaristia é o Sacramento da Unidade. A celebração começa com esta entusiástica aclamação “Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo”. É significativo que o relato mais antigoda Ceia do Senhor (1 Cor 11,17-34), seja um veemente apelo a uma verdadeira união fraterna.
Toda a Eucaristia é um convite insistente aos discípulos de Cristo a trabalharem para a plena unidade entre eles, para assim responderem ao profundo desejo expresso por Cristo na ultima Ceia “para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estas em mim e Eu em Ti; Para que assim eles estejam em Nós e o mundo creia que Tu me enviaste” (Jo 17,20-21)
(…)
No Sermão da Montanha, Jesus avança com esta exigência: “se fores apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão, depois volta para apresentares a tua oferta” (Mat 5, 23-24)

Oração
“Olhai benignamente para o vosso povo
, Pai de misericórdia,
E derramai sobre ele os dons do Espirito Santo,
Para que cresça continuamente no amor da verdade
E procure construir, por palavras e obras,
A perfeita unidade dos cristãos.”

terça-feira, 17 de maio de 2022

1ª Letra E - Eucaristia - E - Encarnação - Abre o teu coração e deixa a Luz entrar!

Caríssimos 21 anos se passaram desta postagem...o que mudou?
Vejo a nossa Igreja cheia para as celebrações da catequese e dou graças a Deus.
Mas vejo, domingo após domingo, à Igreja com mais ou menos 6 crianças, os bancos vazios...,
 não é por causa do virus porque ele não tira férias para as festas da catequese.
  
Vou partilhar convosco durante 10 semanas uma proposta resumida do livro "Ficai connosco Senhor" da XXII Semana Biblica Nacional em 2000"

"a proposta ajuda a re-descobrir a E-U-C-A-R-I-S-T-I-A como a maior riqueza da Igreja, o dom maior da Santíssima Trindade. Partindo de cada uma das suas 10 letras, como ponto de arranque para o estudo, celebração e testemunho de outras tantas dimensões da vida cristã. E, assim eucaristizar" a vida. Tendo sempre a Eucaristia como fonte e como meta"

Dizer "Eucaristia"é dizer agradecimento, ação de graças. Como quem diz em portugues corrente: " Muito obrigada Senhor" Tal atitude de gratidão tem inicio na Encarnação, pois " Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito" (Jo 3, 16)

A Eucaristia é presença e comunhão da vida d'Aquele que nasceu para nós de Maria por obra do Espirito Santo, para revelar e dar toda a salvação;
- é celebração do amor do Pai, da obra do Filho e da fusao do Espirito Santo no mistério pascal;
- é o constante ponto de partida para a evangelização e missão, para que todos os filhos de Deus dispersos pelo mundo possam sentar-se à mesa do unico Pai de todos;
- é convite à conversão e à fraternidade universal, à paz com todos, ao exercicio da verdadeira liberdade, ao respeito pela criação

"Felizes os convidados para o banquete das núpcias do Cordeiro" (p 19,9)


oração
Senhor nosso Pai,
que de um modo admirável criaste o ser humano
e de um modo ainda mais admiravel o renovastes,
fazer que possamos participar na vida divina do vosso Filho
que dignou assumir a nossa natureza humana"
(Missal Romano: Natal do Senhor, p. 141)

domingo, 1 de maio de 2022

Todos juntos em comunidade neste mês de Maria - maio 2022

Caríssimos Irmãos em Cristo Jesus

Esta escala é do terço na Igreja, lamento não ter as escalas dos outros centos Paroquiais ( enviar catequese.cucujaes@gmail.com )

Hoje na Igreja a Oração do Terço é às 18h e todos os domingos; ao sábado às 17h45; 

Dia 12 Procissão das velas na Capelinha da Nossa Senhora de Fatima às 21h

Dias de semana ás 21h

Palavras do Papa hoje:

 “Ao iniciar hoje o mês dedicado à Mãe de Deus, gostaria de convidar todos os fiéis e as comunidades a rezarem o terço todos os dias de maio pela paz”, exortou o papa.

O papa Francisco também disse que "ao assistir macabro retrocesso de humanidade, me pergunto, junto a muitas pessoas angustiadas, se realmente se busca a paz, se há vontade de evitar uma contínua escalada militar e verbal, se está sendo feito todo o possível silenciar as armas”.

“Eu lhes peço, não nos rendamos à lógica da violência, à perversa espiral das armas. Empreenda-se o caminho do diálogo e da paz! Rezemos”, concluiu o papa Francisco. 

(Acidigital)

sábado, 30 de abril de 2022

Dia da Mãe 01-05-2022

Minha mãe!
 Minha querida mãezinha!!!
Se soubesses, se adivinhasses o que eu te quero dizer…
Se ao menos parasses, de tanto o que tens que fazer…
 
Pára um pouco, é curta a vida, descansa, vem conversar um pouco...
Sorri e canta também, 
sabes mãe, Deus fez hoje para ti, este lindo dia mãe!

Vem cantar comigo a alegria de te amar!
Se não cantares também não consigo cantar, anda mãe, vamos cantar!

Mãe!
Não chores, assim não canto, se chorares não canto nada e também choro!

Escuta mãezinha, deixa-me ir para o teu colinho e dar-te muitos beijinhos e carinhos! 
Mãe querida, assim juntinhas vou contar-te o meu segredo:
 Deus deu-me a melhor mãe do mundo, 
 era mesmo a mãe que eu queria!!!

Procissão do Senhor aos Enfermos no “Domingo do Bom Pastor". 08-05-2022


O SENHOR AOS ENFERMOS 
Se Deus quiser retomaremos, no domingo, dia 8 de maio, a Procissão do “SENHOR AOS ENFERMOS”,

"Eu sou o Bom Pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e elas conhecem-Me".

Neste espírito de amor és convidado a participar na Procissão do Senhor aos Enfermos no “Domingo do Bom Pastor". 
Cucujães vive a Procissão do Senhor aos Enfermos desde 1935, completa este ano 87 ano! A pandemia fez-nos parar, mas graças a Deus, vamos recomeçar.

É uma das mais belas, serenas e comoventes  procissões, que mobiliza muitas pessoas, não só para participar "peregrinação" mas para ornamentar as ruas com tapetes de flores, e outros materiais. 

As entradas das casas onde O SENHOR visita o doente, normalmente são decoradas pelos familiares e vizinhos. 
Para a realização da procissão há muito trabalho, que muitas vezes vai pelo noite dentro e de manhã bem cedo completam-se as decorações!  

Será, pois, na forma do costume: a pé, cantando(voz masculinas) Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia,"
(vozes femininas)"Fruto do ventre Sagrado da  Virgem puríssima Santa Maria" 
E a Banda de Música. 

Segue-se o itinerário da procissão, pedindo-se às pessoas que moram na rua que agradeçam a passagem do Senhor e a graça de estarmos a ultrapassar a pandemia
Eis o itinerário
- Saída no final da Eucaristia do Largo da Igreja, segue ligeiramente à esquerda para a Rua Clube Desportivo de Cucujães, na rotunda junto aos correios vira para a Rua do Município, segue em frente vira à direita na Rua Camilo Castelo Branco, Adelaide e Marido Agostinho
Segue em frente passa pela Casa Comunitária, até à Travessa Camilo Castelo Branco, Alice
Depois segue ligeiramente à esquerda para a Rua Prof. Dr. António Joaquim Ferreira da Silva, corta à esquerda para, Odília Costa e Marido Isidro
Segue sempre em frente até ao Paraíso a, Joaquina. 
Volta para trás segue em direção a Vale Grande, pela Rua D. Manuel II segue em frente para a Rua Vale Grande a Alzira Reis de Pinho
vem para trás novamente à Rua dos Combatentes do Ultramar, vira à esquerda para a Rua Vasco da Gama, em direção ao Alto da Santa Luzia, entra na Rua Manuel Alves Soares, vira à esquerda para a Rua 5 de Outubro, sair à antiga Beliape, vira novamente à esquerda para Rio D’Ossos na Rua da Misericórdia a Virgínia de Jesus
Segue em frente corta à esquerda na Rua Padre Américo para, Maria dos Prazeres, Ana Vieira
Segue em frente para a Travessa da Misericórdia a Delfim Resende Pereira Lopes e Esposa
volta para a rua da Misericórdia a Maria Duarte Costa
Volta para trás na rua da Misericórdia e junto à taberna do Freitas a Antónia. 
Segue em frente para a Noémia do Iscas. 
Segue até à Rua S. Tomé e Príncipe a Ana Batista
Volta para a Rua da Misericórdia corta na Rua António José Godinho para Arribada a Luzia Rosa de Jesus
Segue na Rua Agostinho Lopes Costa para virar à direita na Rua Fonte Escura a Álvaro de Jesus Gomes e Rosa Oliveira Ribeiro, (esposa) 
volta para trás segue para Rua Profº Leão, vira para a Rua D. Frei Vasco Miranda a Maria Ondina S. Nunes e António Gomes Silva, 
volta para trás à Rua Profº Leão a Pedro Gomes Silva; 
passa em frente à Capela de Santo António e vai sempre em frente até à Rua do Mosteiro vira à esquerda a Maria Margarida Dias Oliveira 
segue para Manuel Ferreira Andrade, em frente para Armindo Graça
Na mesma Rua segue em frente e vira à direita na Rua Manuel Ferreira em direção à sede dos Leões do Monte, chegados aí vira para a Rua Frei António Gonçalves a José Silva Teixeira
Segue em frente para o Beco Dr. Mauro da Silva a José Agostinho Guimarães; 
retoma a Rua Dr. Mauro da Silva até a Rua Manuel Ferreira da Silva Brandão vira à direita e segue em frente para a rotunda do Ramadinha, aí vira novamente à direita para a Rua dos Chapeleiros a Marco Paulo Marques da Silva; 
volta para trás para a Rua Manuel Ferreira Silva Brandão a José Manuel Correia Sousa, Lurdes Correia Martins e Manuel Pereira Sousa
Volta para trás para a Fundação Manuel Brandão.
 Sai da Fundação em direção ao depósito da água pela Rua do Brasil até à Rua Almira Brandão a Conceição Borges e Augusto Correia, 
segue para Rua D. Afonso V a Maria Madalena Oliveira Pinho
Segue para baixo e vira na Rua Prof. Ilídio Correia para a esquerda até à Rua de Moçambique a Maria Fernanda de Jesus Andrade
Volta para trás á Rua Prof. Ilídio Correia vira à esquerda sempre em frente em direção a Rua Alfredo Fernandes Andrade a Maria Assunção Jesus e Mário Francisco Correia
Segue em frente em direção a Faria de Cima pela Rua Bernardino de Almeida, Rua Manuel Magalhães, Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, vira para a direita visitar a Márcia,
volta novamente para a Rua Irmãs de S. Vicente de Paulo, vira à direita na Rua Domingos Terra, novamente à direita para a Rua Dr. Ângelo da Fonseca visita a Doente 
sai na Rua Condessa de Penha Longa segue para a Rua D. Egaz Moniz em direção à Margonça corta-se pela ponte pedonal sair à capelinha de Nossa Srª de Fátima e vira a para a Rua Manuel Godinho “Levante” a José Gomes Ferreira; 
segue para a Rua Joaquim José António Silva Carvalho, em direção a Igreja passando na Rua da Pica, Rua do Buraco, Largo do Mártir S. Sebastião, passa em frente à capela do Mártir S. Sebastião vira à esquerda na Rua Maestro António Pinto Godinho, sair Rua do Mosteiro, corta na Rua Francisco Cunha Silva para o Largo da Igreja ao Lar de Santa Teresinha (??)

Folha Paroquial -III Domingo da Páscoa- 01-05-2022

Pode ler a Folha Paroquial clicando aqui 




domingo, 24 de abril de 2022

DEMOS GRAÇAS A DEUS PELO NOSSO PASTOR que hoje faz anos!

Hoje 24 de Abril, em especial, demos graças a Deus pela vida do nosso querido Pároco Padre Artur Bastos, nosso Pastor!
Que Deus Pai derrame uma chuva de bençãos sobre a sua vida!! Que Nossa Senhora o cubra e proteja com o seu manto sagrado!!!
Obrigada! Parabéns!


sábado, 23 de abril de 2022

DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA 24-04-2022

1. Em 30 de abril do ano 2000, o Papa São João Paulo II consagrou o Domingo II da Páscoa como «Domingo da Divina Misericórdia». Compreende-se que, nesse mesmo dia, tenha canonizado a religiosa e mística polaca Santa Faustina Kowalska (1905-1938), primeira canonização do novo milénio, que, no seu Diário, registava o pedido que lhe fazia Jesus de a Igreja vir a instituir solenemente o primeiro Domingo depois da Páscoa (como então se dizia) como Festa da Divina Misericórdia. 

 2. Novos percursos se abrem, e é aqui que se inicia o Evangelho do Domingo II da Páscoa (João 20,19-31), Os discípulos estão num lugar, com as portas fechadas, por medo dos judeus. O Ressuscitado, vida nova e modo novo de estar presente, que nada nem ninguém pode reter, vem e fica no MEIO deles, o lugar da Presidência, e saúda-os: «A paz convosco!». Mostra-lhes as mãos e o lado, sinais que identificam o Ressuscitado com o Crucificado, e agrafa-os à sua missão, dizendo: «Como o Pai me enviou (apéstalken: perf. de apostéllô), também Eu vos mando ir (pémpô)». O envio d’Ele está no tempo perfeito (é para sempre): está sempre em missão; o nosso está no presente, e passa. O presente da nossa missão aparece, portanto, agrafado à missão de Jesus, e não faz sentido sem ela e sem Ele. Nós implicados e imbricados n’Ele e na missão d’Ele, sabendo nós que Ele está connosco todos os dias (cf. Mateus 28,20). É-nos dito que os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem (idóntes: part. aor2 de horáô) com um olhar histórico (tempo aoristo) o Senhor. Tal como o Outro Discípulo (cf. João 20,8), também eles veem com um olhar histórico (tempo aoristo) a identidade do Senhor. O sopro de Jesus sobre eles é o sopro criador (emphysáô), com o Espírito, para a missão frágil-forte do Perdão. Este sopro só aparece aqui em todo o Novo Testamento! Mas não é difícil construir uma bela ponte para Génesis 2,7, para o sopro ou alento (naphah TM / emphysáô LXX) criador de Deus no rosto do homem. 

 3. A identidade do Senhor Ressuscitado está para além do rosto. Por isso, vê-lo não implica necessariamente reconhecê-lo, como sucede em não poucas páginas dos Evangelhos. A identidade do Ressuscitado não é do domínio da fotografia. Vem de dentro. Reside na sua vida a nós dada por amor até ao fim, aponta para a Cruz. Por isso, Jesus mostra as mãos e o lado, sinais abertos para entrar no sacrário da sua intimidade, dádiva infinita que rebenta as paredes dos nossos olhos embotados e do nosso coração empedernido. Entenda-se também que a missão que nos é confiada é mostrar Jesus. Está bom de ver que não basta exibir as capas do catecismo que mostram um Jesus de olhos azuis e cabelo louro encaracolado. Só o podemos mostrar com a nossa vida dele recebida, e igualmente dada e comprometida.

4. O narrador informa-nos logo a seguir que, afinal, Tomé (Toma’), chamado Gémeo (Dídymos), não estava com eles quando veio Jesus. Dídymos é, na verdade, a tradução literal, em grego, do aramaico Toma’ [= «Gémeo»]. Mas os outros diziam-lhe repetidamente (élegon: imperf. de légô), imperfeito de duração, com a mesma linguagem da Madalena (cf. João 20,18), mas no plural: «Vimos (heôrákamen: perf. de horáô) o Senhor!» (João 20,25). Portanto, também eles são testemunhas, pois viram e continuam a ver o Senhor, de acordo com o tempo perfeito do verbo grego. Mas Tomé quer tudo controlado e verificado, ponto por ponto, e refere: «Se eu não vir (ídô: conj. aor2 de horáô) com um olhar histórico (tempo aoristo) nas suas mãos a marca dos cravos, e não meter o meu dedo na marca dos cravos e não meter a minha mão no seu lado, não acreditarei» (João 20,25). 

 5. Novo desarme: oito dias depois, estavam outra vez os discípulos com as portas fechadas (mas o medo já não é mencionado), e Tomé estava com eles. Veio Jesus, ficou no MEIO, saudou-os com a paz, e dirigiu-se logo a Tomé desta maneira: «Traz o teu dedo aqui e vê (íde: imper. aor2 de horáô) com um olhar histórico (tempo aoristo) as minhas mãos, e traz a tua mão e mete-a no meu lado, e não sejas incrédulo, mas crente!» (João 20,27). Aí está Tomé adivinhado, desvendado e desarmado. Também ele podia ter pensado: «E como é que ele sabia que eu queria fazer aquilo?». Tomé cai aqui, adivinhado e antecipado, precedido por Aquele que nos precede sempre. Não quer tirar mais provas. Diz de imediato: «Meu Senhor e meu Deus!» (João 20,28), uma das mais belas profissões de fé de toda a Escritura. E Jesus diz para ele: «Porque me viste e continuas a ver (heôrakás me), tempo perfeito de horáô, acreditaste e continuas a acreditar (pepísteukas), tempo perfeito de pisteúô; felizes (makárioi) os que, não tendo visto (idóntes: part. aor2 de horáô) com um olhar histórico (tempo aoristo), acreditaram (pisteúsantes: part. aor. de pisteúô)!» (João 20,29), tempo aoristo. Esta felicitação é para nós. 

 6. Notável o percurso dos Discípulos. Fechados e com medo, viram Jesus entrar e ficar no MEIO deles, sem que as portas e as paredes constituíssem obstáculo. Trocaram o medo pela alegria, e também eles começaram a ver de forma continuada o Senhor e a dizê-lo repetidamente. Notável e exemplar para nós o percurso de Tomé, chamado Gémeo: não estava com a comunidade, tão-pouco aceitou o seu testemunho; queria provas. Mas quando veio Jesus e o adivinhou, precedendo-o e presidindo-o, entregou-se completamente! Tomé, chamado Gémeo! Irmão gémeo! Irmão gémeo de quem? Meu e teu, assim pretende o narrador. De vez em quando, também nós não estamos com a comunidade. Como Tomé, chamado Gémeo. Por vezes, também duvidamos e queremos provas. Como Tomé, chamado Gémeo. Salta à vista que também devemos estar com a comunidade. Como Tomé, chamado Gémeo. E professar convictamente a nossa fé no Ressuscitado que nos preside (no MEIO) e nos precede sempre. Como Tomé, chamado Gémeo. 

 7. A lição do Livro dos Atos dos Apóstolos (4,32-35, mas ver também 2,42-47 e 5,12-16) deste Domingo II da Páscoa é outra vez soberba. Trata-se de uma visita guiada ao Cenáculo, a primeira Catedral da Igreja nascente, mas com ramificações em todas as casas, em todos os corações, bem assente em quatro colunas: o ensino dos Apóstolos (1), a comunhão fraterna (2), a fração do pão (3) e a oração (4). Com a boca cheia de louvor, os olhos de graça, as mãos de paz e de pão, as entranhas de misericórdia, a comunidade bela crescia, crescia, crescia. Não admira. Era tão jovem, leve e bela, que as pessoas lutavam por entrar nela! 

 8. E o Autor do Livro do Apocalipse desenha também diante de nós, na lição de hoje (Apocalipse 1,9-19), a figura sublime do Filho do Homem, O que Vive (ho zôn) (Apocalipse 1,18), porque venceu a morte para sempre, e nos protege sempre, pondo sobre nós a sua mão direita (Apocalipse 1,17). Excelente visualização da Divina Misericórdia, milagre aos nossos olhos, amor e bondade sem medida com que o bom Deus enche os nossos dias, as nossas mãos, o nosso coração, as nossas entranhas, os nossos passos. É assim que, como refere São Máximo Confessor (580-662), «a Páscoa gera a fé e a fé gera o amor». E a misericórdia é a chama divina com que devemos acender e purificar o nosso coração. 


 9. Cantemos, por isso, o Salmo 118, que é o último canto do chamado «Pequeno Hallel Pascal» (113-118), mas que era seguramente cantado noutras festividades de Israel, nomeadamente na Festa das Tendas, tendo em conta o seu teor processional, e até a sua distribuição por coros. Este Salmo levanta-se do meio da alegria própria da Festa («Este é o dia que o Senhor fez,/ nele nos alegremos e exultemos!»: v. 24), e eleva ao Deus sempre fiel uma grande Ação de Graças por todas as maravilhas que Ele tem realizado em favor do seu povo. Sim, toda a nossa energia e toda a melodia que nos habita é o próprio Senhor, conforme o belíssimo v. 14: «Minha força e meu canto YAH!», que soa assim em hebraico: ‘azzî wezimrat YAH. Além do nosso Salmo, a expressão densa e impressiva encontra-se ainda em Êxodo 15,2 e Isaías 12,2. YAH está por YHWH. O refrão que vamos cantar aparece a abrir e a fechar este grande Salmo, e constitui como que o envelope onde guardamos a bela melodia que cantamos e devemos cantar pela vida fora. Soa assim: «Louvai o Senhor porque Ele é bom,/ porque para sempre é o seu amor!» (v. 1 e 29).
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quarta-feira, 20 de abril de 2022

Oitava de Páscoa 2022

foto:  Centro da N S Conceição
Caríssimos Paroquianos
"Santa Páscoa para todos Aleluia!
No domingo de Ressurreição começam os cinquenta dias do tempo pascal e termina com a Solenidade de Pentecostes.

 A Oitava de Páscoa é a primeira semana destes cinquenta dias; é considerada como se fosse um só dia, ou seja, o júbilo do Domingo de Páscoa é prolongado durante oito dias.

foto: Missão Popular Vicentinas
As leituras evangélicas estão centralizadas nos relatos das aparições de Cristo Ressuscitado e nas experiências que os apóstolos tiveram com Ele.
Neste tempo litúrgico, a primeira leitura, normalmente tirada do Antigo Testamento, é trocada por uma leitura dos Atos dos Apóstolos.

O segundo Domingo de Páscoa também é chamado Domingo da Divina Misericórdia, segundo a disposição de São João Paulo II durante seu pontificado, depois da canonização da sua compatriota Faustina Kowalska.
O decreto foi emitido no dia 23 de maio do 2000 pela Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, detalhando que esta seria comemorada no segundo domingo de Páscoa. A denominação oficial deste dia litúrgico será “segundo domingo de Páscoa ou Domingo da Divina Misericórdia”."

acidigital

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Programa doTríduo Pascal e Páscoa na Igreja de Cucujães 2022


Dia 14, Quinta-feira Santa:
- Na Sé do Porto, às 10.00 horas – Missa Crismal e Bênção dos Santos Óleos. 

- Na Paróquia, às 21.00 horas: Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com Lava-pés – Procissão

Eucarística – Adoração até às 23.00 horas. 

- Dia 15, Sexta-feira Santa: 
-Dia de jejum e de abstinência. Às 9.00 h.: Laudes cantadas.  Às 15.00 horas, na Igreja: Celebração da Paixão do Senhor: Liturgia da Palavra – Leitura e Paixão – Homilia – Oração Especial dos Fiéis – Entrada Solene da Cruz – Comunhão. 
- Às 21.00 horas, na Igreja: Evocação da Paixão e Morte do Senhor – Breve Celebração da Palavra – Veneração da Cruz – Pai-Nosso – Bênção Final. (Este ano não há a Procissão do Enterro do Senhor). 

- Dia 16, Sábado Santo: 
-Às 9.00 h.: Laudes cantadas. Depois: Tempo para Confissões na Igreja a partir das 9.30 até às 12.00 h. Às 21.30 horas: SOLENE VIGÍLIA PASCAL (a maior Celebração da Páscoa). 

-Dia 17: PÁSCOA DO SENHOR:
 – Missas nas Capelas e na Igreja, às 8.00 horas. Na Igreja, às 9.20 horas: 
Saída das Equipas da Visita Pascal. Bênção das casas novas pelo Pároco, a partir das 10.00 horas até às 12.00 horas. 
 Às 18.30 horas: Eucaristia Solene da Páscoa, na Igreja com a presença de todas as Equipas da Visita Pascal. 
ATENÇÃO: Substitui-se o Beijo na Cruz pela inclinação ou beijo na mão estendida em direção à cruz!