quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Direitos Humanos: Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos recebe prémio da Assembleia da República

Direitos Humanos: Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos recebe prémio da Assembleia da República:

A Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos é uma obra especial do Conselho Central do Porto da Sociedade de S. Vicente de Paulo e foi criada em 1969 com o objetivo de apoiar os reclusos e suas famílias dentro do espírito da fraternidade cristã e da promoção da dignidade humana daqueles que se encontram privados da liberdade.
Lê mais Ecclesia

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vaticano: Papa denuncia «consequências sociais dramáticas» da pobreza e condena «aversão» aos pobres

Vaticano: Papa denuncia «consequências sociais dramáticas» da pobreza e condena «aversão» aos pobres: “A condição de pobreza não se esgota numa palavra, mas torna-se um grito que atravessa os céus e chega até Deus”, acrescenta...

Queres rezar?

"Acolhe a proposta que te é feita
e deixa o Senhor pôr em causa as tuas certezas tranquilas.
Muitas vezes, essas “certezas tranquilas”
são apenas o teu comodismo instalado a dizer-te:
“não te incomodes”.

Hoje, deixa-te incomodar pelo Senhor...
e com este desejo, dá início à tua oração"

Passo a Rezar

Oração pelos Seminários

Deus Trindade,
sabes o quanto somos mendigos de Ti.
À beira do caminho procuramos a luz
que dá mais sentido aos nossos dias
e cura todas as nossas cegueiras.
Tu passas sempre pela nossa vida
e acendes em cada um de nós
o desejo de sermos Teus discípulos.
Na Tua estrada queremos ser formados.
Nas Tuas palavras e nos Teus gestos,
Ser instrumentos da Tua graça.
Juntos no caminho,
queremos ser comunidade
enviada em missão
Rezamos por todos os que arriscam seguir-Te,
especialmente os seminaristas e pré-seminaristas.
Rezamos ainda por todos aqueles
que se entregam totalmente a Ti
e colocam a sua vida nas Tuas mãos
Pedimos-Te que continues
a despertar os corações adormecidos
para que mais jovens das nossas comunidades
aceitem o desafio de Te seguir

Guião

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

2ª Parte da Catequese sobre a Eucaristia . Papa Francisco

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Continuamos com as catequeses sobre a Santa Missa. Para compreender a beleza da celebração eucarística desejo iniciar com um aspeto muito simples: a Missa é oração, aliás, é a oração por excelência, a mais elevada, a mais sublime, e ao mesmo tempo a mais “concreta”. Com efeito é o encontro de amor com Deus mediante a sua Palavra e o Corpo e Sangue de Jesus. É um encontro com o Senhor.

Mas primeiro temos que responder a uma pergunta. O que é realmente a oração?
Antes de tudo, ela é diálogo, relação pessoal com Deus. E o homem foi criado como ser em relação pessoal com Deus que tem a sua plena realização unicamente no encontro com o seu Criador. O caminho da vida é rumo ao encontro definitivo com o Senhor.

O Livro do Génesis afirma que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, o qual é Pai e Filho e Espírito Santo, uma relação perfeita de amor que é unidade. Disto podemos compreender que todos nós fomos criados para entrar numa relação perfeita de amor, num contínuo doar-nos e receber-nos para assim podermos encontrar a plenitude do nosso ser.

Quando Moisés, diante da sarça ardente, recebeu a chamada de Deus, perguntou-lhe qual era o seu nome. E o que respondeu Deus? «Eu sou Aquele que sou» (Êx 3, 14). Esta expressão, no seu sentido originário, manifesta presença e favor, e com efeito imediatamente a seguir Deus acrescenta: «O Senhor, o Deus dos vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacob» (v. 15). Assim também Cristo, quando chama os seus discípulos, os chama para que estejam com Ele. Eis, por conseguinte, a maior graça: poder experimentar que a Missa, a Eucaristia é o momento privilegiado para estar com Jesus e, através d’Ele, com Deus e com os irmãos.

Rezar, como qualquer diálogo verdadeiro, significa saber também ficar em silêncio — nos diálogos há momentos de silêncio — em silêncio juntamente com Jesus.

E quando vamos à Missa, talvez cheguemos cinco minutos antes e comecemos a falar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento para falar: é o momento do silêncio a fim de nos prepararmos para o diálogo. É o momento de se recolher no coração a fim de se preparar para o encontro com Jesus.
O silêncio é tão importante!
Recordai-vos do que disse na semana passada: não vamos a um espetáculo, vamos ao encontro com o Senhor e o silêncio prepara-nos e acompanha-nos.
Permanecer em silêncio juntamente com Jesus. E do misterioso silêncio de Deus brota a sua Palavra que ressoa no nosso coração. O próprio Jesus nos ensina como é possível “estar” realmente com o Pai e no-lo demonstra com a sua oração.

Os Evangelhos mostram-nos Jesus que se retira em lugares afastados para rezar; os discípulos, ao ver esta sua relação íntima com o Pai, sentem o desejo de poder participar nela, e pedem-lhe: «Senhor, ensina-nos a rezar» (Lc 11, 1). Assim ouvimos há pouco, na primeira Leitura, no início da audiência. Jesus responde que a primeira coisa necessária para rezar é saber dizer “Pai”.
Estejamos atentos: se eu não for capaz de dizer “Pai” a Deus, não sou capaz de rezar.

Temos que aprender a dizer “Pai”, ou seja, de nos pormos na sua presença com confiança filial. Mas a fim de poder aprender, é preciso reconhecer humildemente que precisamos de ser instruídos, e dizer com simplicidade: Senhor, ensina-me a rezar.

Este é o primeiro ponto: ser humildes, reconhecer-se filhos, repousar no Pai, confiar n’Ele. Para entrar no Reino dos céus é necessário fazer-se pequeninos como as crianças. No sentido de que as crianças sabem confiar, sabem que alguém se preocupará com elas, com o que hão de comer, com o que vestirão e assim por diante (cf. Mt 6, 25-32). Esta é a primeira atitude: confiança e confidência, como a criança com os pais; saber que Deus se recorda de ti, cuida de ti, de ti, de mim, de todos.

A segunda predisposição, também ela própria das crianças, é deixar-se surpreender. A criança faz sempre muitas perguntas porque deseja descobrir o mundo; e admira-se até com coisas pequenas porque para ela tudo é novo. Para entrar no Reino dos céus é preciso deixar-se surpreender. Na nossa relação com o Senhor, na oração — eu pergunto — deixamo-nos surpreender ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios? Não, é confiar e abrir o coração para se deixar surpreender. Deixamo-nos maravilhar por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo, não é um encontro de museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa e não a um museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor.

No Evangelho fala-se de um certo Nicodemos (cf. Jo 3, 1-21), um idoso, uma autoridade em Israel, que vai procurar Jesus para o conhecer; e o Senhor fala-lhe da necessidade de “renascer do alto” (cf. v. 3). Mas que significa isto? Pode-se “renascer”? Voltar a ter o gosto, a alegria, a maravilha da vida, é possível, mesmo face a tantas tragédias?
Esta é uma pergunta fundamental da nossa fé e este é o desejo de qualquer crente verdadeiro: o desejo de renascer, a alegria de recomeçar. Nós temos este desejo?
Cada um de nós tem vontade de renascer sempre para se encontrar com o Senhor? Tendes este desejo?
Com efeito, pode-se perdê-lo facilmente porque, por causa de tantas atividades, de tantos projetos a concretizar, no final temos pouco tempo e perdemos de vista o que é fundamental: a nossa vida do coração, a nossa vida espiritual, a nossa vida que é encontro com o Senhor na oração.

Na verdade, o Senhor surpreende-nos ao mostrar-nos que Ele nos ama até com as nossas debilidades: «Jesus Cristo [...] é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo» (1 Jo 2, 2). Este dom, fonte de verdadeira consolação — mas o Senhor perdoa-nos sempre — conforta, é uma verdadeira consolação, é um dom que nos é concedido através da Eucaristia, aquele banquete nupcial no qual o Esposo encontra a nossa fragilidade.


Posso dizer que quando recebo a comunhão na Missa, o Senhor encontra a minha fragilidade?
Sim! Podemos dizê-lo porque isto é verdade! O Senhor encontra a nossa fragilidade para nos reconduzir à nossa primeira chamada: ser à imagem e semelhança de Deus. É este o ambiente da Eucaristia, é esta a oração.


IN (JMV)Juventude Mariana Vicentina

Catequese e Eucaristia

"(...)
Notas sobre a catequese litúrgica e a participação das crianças na Liturgia

Não apresentando soluções, algumas pistas gerais para a participação das crianças nas celebrações litúrgicas da comunidade:

A repetição não é apenas uma coisa que se tem de suportar: é uma exigência! A Liturgia é um agir ritual, o que implica sempre repetição. Não é a repetição que cansa, mas a falta de motivação... As crianças têm necessidade da repetição: seguem diariamente os mesmos "rituais", o que lhes dá segurança.O que gostam, não se importam nada de repetir (e veêm 10 vezes o mesmo desenho animado, leêm 20 vezes a mesma história...). Também na celebração litúrgica, é pela celebração que a criança cria segurança na sua participação, sabe o que deve fazer, sente como seus os comportamentos e atitudes, canta...

Valorizar o canto. A música e o canto são elementos fundamentais da festa. Ora, as crianças são particularmente sensíveis ao ambiente festivo. Motivar as crianças para a participação pelo canto exige cuidados especiais a quem faz a escolha: por exemplo, exige que as aclamações (Aleluia, Santo) não mudem constantemente, para que elas possam aprender a melodia e participar de facto.

A participação da criança é eminentemente activa. A criança tem necessidade de estar activa para poder participar. Isso implica que lhe sejam dadas tarefas muito precisas, que se valorizem os movimentos (inserindo-as nas procissões, por exemplo). , Mas participação activa não significa estar sempre a mexer: é fundamental motivar as crianças para a escuta para as atitudes corporais (de pé, sentados, de joelhos); por vezes, propor-lhes algum gesto concreto (erguer os braços, por exemplo).

Determinante é o testemunho dos adultos presentes. A religiosidade da criança tende a ser imitativa. Mas a criança intui se os adulto participam convictamente ou representam um papel, sem grande convicção. Uma assembleia que participa, ajuda as crianças a participar; uma assembleia que "assiste", desmotiva...

Uma dica final: a preparação é fundamental! Preparar bem uma celebração com crianças é decisivo. A evitar são os extremos: fazer um "ensaio" de tal modo exaustivo de tudo, que as crianças já vão cansadas para a celebração; ou deixar tudo à inspiração momentânea e à espontaneidade, deixando as crianças completamente dispersas e "perdidas"...

IN: Catequese e celebração de fé - (Artigo do P. Carlos Cabecinhas) Diocese Leiria Fàtima

domingo, 11 de novembro de 2018

1ª Parte - Catequese sobre a Eucaristia - Papa Francisco

"(...)
Nas próximas catequeses gostaria de responder a algumas perguntas importantes sobre a Eucaristia e a Missa, a fim de redescobrir, ou descobrir, como o amor de Deus resplandece através deste mistério da fé.

O Concílio Vaticano II foi fortemente animado pelo desejo de levar os cristãos a compreender a grandeza da fé e a beleza do encontro com Cristo. Por este motivo era necessário antes de mais realizar, com a ajuda do Espírito Santo, uma adequada renovação da Liturgia, porque a Igreja vive continuamente dela e renova-se graças a ela.
(...)
A Eucaristia é um acontecimento maravilhoso no qual Jesus Cristo, nossa vida, se faz presente. Participar na Missa «é viver outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor torna-se presente no altar para ser oferecido ao Pai pela salvação do mundo» (Homilia, Santa Marta, 10 de fevereiro de 2014).

O Senhor está ali connosco, presente.
Muitas vezes nós vamos ali, olhamos para as coisas, falamos entre nós enquanto o sacerdote celebra a Eucaristia... e não celebramos ao lado d’Ele.
 Mas é o Senhor!
 Se hoje viesse aqui o Presidente da República ou qualquer pessoa muito importante do mundo, certamente todos estaríamos perto dela, e gostaríamos de a saudar.

 Mas repara: quando tu vais à missa, o Senhor está lá! E tu distrais-te. É o Senhor! Devemos pensar nisto.
“Padre, mas as missas são tediosas"
 — “Que dizes, o Senhor é tedioso?"
 — Não, a Missa não, os sacerdotes"
 — "Ah, que os sacerdotes se convertam, mas é o Senhor quem está ali!”. Está claro?
Não o esqueçais. «Participar na Missa é como viver outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor».

Procuremos agora fazer-nos algumas perguntas simples.
Por exemplo, por que fazemos o sinal da cruz e o ato penitencial no início da Missa? E aqui gostaria de fazer outro parêntese.
Vistes como fazem as crianças o sinal da cruz?
Não se sabe o que fazem, se é o sinal da cruz ou um desenho. Fazem assim [o Papa fez um gesto desajeitado].

 É preciso ensinar bem às crianças a fazer o sinal da cruz. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia. Isto significa que somos remidos com a cruz do Senhor.
Olhai para as crianças e ensinai-lhes a fazer bem o sinal da cruz.

E aquelas Leituras, na Missa, porque se fazem?
Por que se lêem ao domingo três Leituras e nos outros dias duas?
Por que estão ali, o que significa a Leitura da Missa?
Por que se lêem e o que têm a ver?
Ou então, por que a um certo ponto o sacerdote que preside à celebração diz: “Corações ao alto?”. Não diz: “Telefones ao alto para fazer fotografias!”.

Não, não é agradável! E digo-vos que me causa muita tristeza quando celebro aqui na Praça ou na Basílica e vejo tantos telefones elevados, não só dos fiéis, mas até de alguns sacerdotes e bispos.
Por favor! 
A Missa não é um espetáculo: significa ir encontrar a paixão e a ressurreição do Senhor. Por isso o sacerdote diz: “Corações ao alto”. Que significa isto?
 Recordai-vos: não levanteis os telefones.

É muito importante voltar aos fundamentos, redescobrir aquilo que é essencial, através do que se toca e se vê na celebração dos Sacramentos.

O pedido do apóstolo São Tomé (cf. Jo 20, 25), para poder ver e tocar as chagas dos pregos no corpo de Jesus, é o desejo de poder de alguma forma “tocar” Deus para acreditar nele. O que São Tomé pede ao Senhor é aquilo de que todos nós precisamos: vê-lo e tocar nele para o poder reconhecer.

Os Sacramentos vêm ao encontro desta exigência humana.
Os Sacramentos, e a celebração eucarística de maneira especial, são os sinais do amor de Deus, os caminhos privilegiados para nos encontrarmos com Ele.

Assim, através destas catequeses que hoje começam, gostaria de redescobrir juntamente convosco a beleza que se esconde na celebração eucarística, e que, quando é revelada, dá pleno sentido à vida de cada um. Nossa Senhora nos acompanhe neste novo percurso.
 Obrigado.

sábado, 10 de novembro de 2018

A SANTA MISSA - DOMINGO XXXII 11-11-2019

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 87, 3
Chegue até Vós, Senhor, a minha oração,
inclinai o ouvido ao meu clamor.

ORAÇÃO COLECTA
Deus eterno e misericordioso,
afastai de nós toda a adversidade,
para que, sem obstáculos do corpo ou do espírito,
possamos livremente cumprir a vossa vontade.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

LEITURA I 1 Reis 17, 10-16
«Do seu punhado de farinha, a viúva fez um pãozinho e trouxe-o a Elias»

Frequentes vezes, a palavra de Deus apresenta o contraste entre a opulência e a pobreza, entre a ostentação e a simplicidade, para nos fazer compreender que os humildes e os simples, que a Sagrada Escritura chama “os pobres”, têm o primeiro lugar aos olhos de Deus. Nesta leitura, vemos como foi uma pobre viúva que soube acolher o profeta de Deus, e como por isso foi recompensada com dons abundantes. Ensinamento semelhante ao que ouviremos no Evangelho.

Leitura do Primeiro Livro dos Reis
Naqueles dias, o profeta Elias pôs-se a caminho e foi a Sarepta. Ao chegar às portas da cidade, encontrou uma viúva a apanhar lenha. Chamou-a e disse-lhe: «Por favor, traz-me uma bilha de água para eu beber». Quando ela ia a buscar a água, Elias chamou-a e disse: «Por favor, traz-me também um pedaço de pão». Mas ela respondeu: «Tão certo como estar vivo o Senhor, teu Deus, eu não tenho pão cozido, mas somente um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite na almotolia. Vim apanhar dois cavacos de lenha, a fim de preparar esse resto para mim e meu filho. Depois comeremos e esperaremos a morte». Elias disse-lhe: «Não temas; volta e faz como disseste. Mas primeiro coze um pãozinho e traz-mo aqui. Depois prepararás o resto para ti e teu filho. Porque assim fala o Senhor, Deus de Israel: ‘Não se esgotará a panela da farinha, nem se esvaziará a almotolia do azeite, até ao dia em que o Senhor mandar chuva sobre a face da terra’». A mulher foi e fez como Elias lhe mandara; e comeram ele, ela e seu filho. Desde aquele dia, nem a panela da farinha se esgotou, nem se esvaziou a almotolia do azeite, como o Senhor prometera pela boca de Elias.
Palavra do Senhor.
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Folha Paroquial XXXII Domingo TC 11-11-2018

OU


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

"Sentido dos Ofertórios na Eucaristia"

Sentido dos Ofertórios na Eucaristia
Na Folha Paroquial desta semana publica este pequeno artigo que muitos de nós não lemos, mas O Francisco leu e fez um comentário que publico no final do artigo


"A parte Eucarística da Santa Missa começa com o Ofertório do Pão e do Pinho no altar e com a recolha das ofertas dos fiéis.
Muitos não sabem o significado deste ofertório e julgam tratar-se de um rito sem importância espiritual e sem união a Cristo que se oferece por todos quando celebramos a Eucaristia.
O sentido do ofertório dos fiéis é o de se unirem, com amor e generosidade, à oferta da vida de Jesus por nós. É, pois, um ato que expressa a gratidão da assembleia eucarística a Jesus que dá a vida por nós no altar. E dá-se o que sobra e o que menos vale?

Tem-se verificado tanto nas Capelas como na Igreja, um impressionante decréscimo de ofertas, não chegando, por vezes, para pagar, nessa semana, a luz e a água. Alguns pensam que as intenções das Missas dão para tudo isso, mas esquecem-se de uma coisa importante: o estipêndio/esmola da Missa não pode ser destinado às despesas correntes da paróquia, da capela ou da igreja. Há um destino próprio: 20% para o culto (e aqui já vai para a capela ou para a igreja), 25% para a caridade e 55% para a Diocese e Igreja Missionária que destina o quantitativo para mandar celebrar missas pelas intenções de quem enviou o dinheiro, para a formação de sacerdotes/seminários e para a partilha com os países de missão (onde estão os missionários católicos). Também mesmo que não houvesse intenção nenhuma, a Eucaristia, especialmente dominical, seria celebrada à mesma. Antigamente até só havia uma (1) intenção e as capelas e a igreja conseguiam aguentar bem as despesas.
Agora há menos generosidade ou falta de conhecimento? Os dinheiros dos ofertórios normais são destinados ao culto na capela e na igreja: velas, luz, água, hóstias, toalhas, paramentos, limpeza, manutenção, etc, etc…
Se um povo não consegue manter o seu lugar de oração como pode ele estar aberto e funcionar?
Fica o apelo a mais consciência e a maior generosidade"

"Em baixo na folha paroquial falam de um aspecto importante sobre o ofertório da missa e sobre o facto de as pessoas o desvalorizarem. Saliento um ponto que nos deve fazer reflectir: nos dois Domingos passados (e nos dois próximos também) a 2º leitura falou do sacerdócio eterno de Cristo o qual se aplica no sacrifício da missa. O ofertório da missa encaminha-nos para o sacrifício da missa. Por aqui infelizmente nas duas homilias não tivemos nenhuma referência à 2º leitura nem ao sacrifício da missa, se na homilia não é feita referência ao ofertório nem ao sacrifício da missa quando a Palavra de Deus nos chama a isso é natural as pessoas também acabarem por desvalorizar o ofertório"

Em 2008 a Vigília de S. Martinho na Igreja de Cucujães

Ouve!
Abre o coração e reza...

Festa de S Martinho " O Missionário de Jesus" em Cucujães 2018 -


S. MARTINHO, O MISSIONÁRIO DE JESUS.

No próximo sábado, dia 10:
A partir das 15.00 h. teremos à vossa disposição bifanas, fêveras, rojões, pataniscas, papas de vinho d’alho, farturas, doces, café e bons vinhos.

 Eucaristia às 18.00 h

No final delicie-se na barraca dos “comes e bebes” serve o jantar (variado), funcionando também outras barraquinhas com as delicias do costume, até às 21.00 h.

Às 21.00 h.: Como nos anos anteriores ORAÇÃO  na Igreja com evocação/oração a S. Martinho, o Missionário de Jesus
Todos presentes em comunidade e comunhão vamos dar graças a Deus nosso Senhor por todos as bênçãos que por intercessão do nosso Padroeiro recebemos

Pelas 22.00 h.: Música e arraial de S. Martinho, no Adro da Igreja, se o tempo o permitir (Noite de KARAOKE)

DOMINGO FESTA DO S. MARTINHO nosso Padroeiro!
Programa:
Eucaristias em todas as Capelas, na hora do costume.

Na Igreja: 10.00 h. – Eucaristia solenizada com Pregação em honra de S. Martinho.
11.10 h. - Organização da Procissão.
11.20 h. – Procissão.
11.45 h. – Fim da Procissão e Bênção final.
12.00 h. – Bênção nupcial dos 25, 50 e 60 anos de matrimónio/casais jubilados.

12.45 h. – Almoço na Barraca dos “comes e bebes”…(É servido o pequeno almoço na parte da manhã)

Tarde de S. Martinho:

14.30 h – Presença do cantor Rui Amorim que animará a tarde.


16.00 h. – Distribuição de castanhas e continuação da Festa


sábado, 3 de novembro de 2018

"Um amor entrelaçado"- Mesa de Palavra

(...)
4. Para Jesus, o primeiro mandamento são dois amores entrelaçados: amar Deus e amar o próximo. O génio cristão consiste na capacidade de manter unidos e bem articulados e equilibrados estes dois amores, pois há quem, para amar a Deus se afaste dos homens, e quem, para lutar ao lado dos homens, se esqueça de Deus. Ora bem, o realismo bíblico ensina-nos que onde e quando estes dois amores se separam, ficamos no terreno da mentira, da falsidade e da idolatria. Na verdade, quando tu dizes que amas a Deus, mas não te importas do próximo, não reages perante as injustiças e não lutas contra a opressão, a que Deus te referes? Não seguramente ao Deus de Jesus Cristo, mas a um deus por ti próprio construído. Do mesmo modo, quando dizes que amas o próximo e o serves, mas recusas entregar-te totalmente a Deus, cairás facilmente nas mãos dos ídolos (a tua ideologia, o teu modelo de libertação, a tua política), e pensando que amas o próximo, nem te apercebes que o estás a instrumentalizar: queres libertá-lo, impondo-lhe as tuas ideias, a tua visão do mundo, a tua justiça. Já para não dizer, e isto é até o mais grave, que enquanto queres ajudar o homem a ser mais homem, o estás a afastar da sua necessidade mais profunda, da sua busca essencial, que é o próprio Deus.

5. Dois amores entrelaçados e inseparáveis. Cada um leva à verificação do outro. Mas não iguais. Amar a Deus, único Senhor da nossa vida, requer a totalidade de nós: «com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua inteligência e com todas as tuas forças». Este amor não é divisível com nenhum outro. Não se chega a Deus com alguma coisa de nós. Só chegamos a Deus se formos inteiros, com todas as nossas raízes, caule, folhas, flores e frutos. A medida do nosso amor a Deus é a inteireza e a totalidade. Chegados a este ponto, impõe-se que nos interroguemos acerca do nosso real comportamento para com Deus: não sucederá que, atolados nos afazeres e preocupações do dia-a-dia, não cheguemos sequer a pensar n’Ele, não tenhamos tempo para Ele, que muitas vezes nos sintamos inseguros e cheios de dúvidas, que não saibamos sequer o que fazer com Ele? A medida do amor ao próximo tem um tempero diferente: somos nós («como a ti mesmo»).
(...)
IN: Mesa de Palavra

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

"Esta é a geração dos que procuram o Senhor."

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

EVANGELHO – Mt 5,1-12
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos
e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
«Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes,
porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram,
porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa,
vos insultarem, vos perseguirem
e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai,
porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

IN: Portal Dehonianos

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Sabes o que é o discernimento?

Clica e vai ler este e outros artigos que de uma forma simples nos ajudam a refletir no caminho....
(...)

«O discernimento, nos principiantes, é um sobreconhecimento autêntico de si próprio; naqueles que estão a metade do caminho, é um sentido espiritual que distingue infalivelmente o bem autêntico do natural e do seu contrário; nas pessoas espiritualmente amadurecias, é uma ciência infundida por divina iluminação, que é capaz de iluminar com o próprio lume aquilo que nos outros permanece coberto pelas trevas.

Talvez, mais em geral, define-se e é discernimento a compreensão segura da vontade de Deus em cada tempo, lugar e circunstância, que está presente só em quem é puro no coração, no corpo e na palavra (…). O discernimento é uma consciência imaculada e uma sensibilidade pura (…). Quem possui o dom do discernimento faz reencontrar a saúde e destrói a doença».

IN iMissio

Solenidade de Todos os Santos - Todos somos chamados a ser santos!

Festa de "Todos os Santos" é a festa de «todos os batizados, pois cada um está chamado por Deus à santidade». Constitui, portanto, um convite a «experimentar a alegria daqueles que puseram Cristo no centro de suas vidas».

Os Santos são a consciência que as pessoas têm da presença de Deus na sua vida.
Assim a Igreja coloca-os como exemplo a imitar, servindo-nos de estimulo para seguirmos o mesmo caminho.
A canonização de um santo é um acto formal da Igreja para afirmar que determinada pessoa viveu na sua vida terrena os valores do Evangelho; fé, esperança, caridade, …"

A 2 de Novembro, é o dia de oração pelos defuntos. A ideia é convocar uma jornada especial de oração pelos falecidos, continuação de "Todos os Santos", e surgiu no século X:
- A 1 de Novembro, os católicos celebram na alegria a festa de Todos os Santos;
- No dia seguinte, rezam de maneira geral por todos os que morreram»
Deste modo, a Igreja quer dar a entender que «a morte é uma realidade que se pode e que se deve assumir, pois constitui o passo no seguimento de Cristo ressuscitado»". Isto explica as flores com que nestes dias se adornam os túmulos, «sinal de vida e de esperança»

Programa na nossa Paroquia:
Na quinta feira celebraremos a Festa de Todos os Santos, de manhã as Eucaristias como de costume nas Capelas e na Igreja Eucaristia às 8.00 / 10.00 / 12.00;
- Às 15.00 h., na Igreja: Vésperas cantadas da Festa de Todos-os-Santos, com o Coro “Cantate Domino” de Sta. Luzia.
- Às 15.45 h: Romagem ao Cemitério, com Pregação e passagem pelos diversos quarteirões de sepulturas.

- No dia 2, sexta feira, Dia próprio dos Fiéis Defuntos,

 haverá, como nos anos anteriores, as três (3) Eucaristias do dia, mas com o seguinte horário: 8.00 / 10.00 / 19.00. As Eucaristias das 8.00 e a das 10.00 serão seguidas de Romagem ao Cemitério.

Para os que gostam do Halloween,

 propomos que encontre formas estimulantes e divertidas para alcançar crianças e adultos na sua comunidade, nunca esquecendo que celebremos a Vida e não a Morte. Não nos deixemos enganar e seduzir pela cultura da morte



Oração
Senhor Jesus, ajuda-nos a viver no nosso dia-a-dia o espírito das Bem-aventuranças, que é
o espírito que não ensina a medir o amor... mas, contudo,
nos leva a amar com um amor sem medida...
Espírito que não calcula a generosidade... mas que dá sem olhar a quem...
Arrasta-nos, Senhor, no turbilhão desse Teu amor... um amor sem medida, porque é um
amor à Tua medida sem limites.
Amén.

sábado, 27 de outubro de 2018

Preparar Eucaristia do Próximo Domingo 28-10.18

Hoje amigos, trouxe mais um pouco da Eucaristia de amanhã...
Se clicares aqui vais preparar as duas Leituras, as varias Orações o Salmo da Eucaristia do próximo Domingo.
Fica com Deus!

EVANGELHO Mc 10, 46-52
«Mestre, que eu veja»

A profecia da primeira leitura, dizendo que entre os retornados do exílio estaria o cego, realiza-se em Jesus Cristo. O cego, proclamando-O “Filho de David”, reconhece n’Ele o Messias. Jesus, curando-o, recompensa a sua fé; mas simultaneamente mostra que os tempos do Messias e da salvação por Ele oferecida a todos os homens tinham chegado ao meio deles.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, quando Jesus ia a sair de Jericó com os discípulos e uma grande multidão, estava um cego, chamado Bartimeu, filho de Timeu, a pedir esmola à beira do caminho. Ao ouvir dizer que era Jesus de Nazaré que passava, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim». Muitos repreendiam-no para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais: «Filho de David, tem piedade de mim». Jesus parou e disse: «Chamai-o». Chamaram então o cego e disseram-lhe: «Coragem! Levanta-te, que Ele está a chamar-te». O cego atirou fora a capa, deu um salto e foi ter com Jesus. Jesus perguntou-lhe: «Que queres que Eu te faça?». O cego respondeu-Lhe: «Mestre, que eu veja». Jesus disse-lhe: «Vai: a tua fé te salvou». Logo ele recuperou a vista e seguiu Jesus pelo caminho.

Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Olhai, Senhor, para os dons que Vos apresentamos
e fazei que a celebração destes mistérios
dê glória ao vosso nome.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO cf. Salmo 19, 6
Celebramos, Senhor, a vossa salvação
e glorificamos o vosso santo nome.

Ou Ef 5, 2
Cristo amou-nos e deu a vida por nós,
oferecendo-Se em sacrifício agradável a Deus.

Folha Paroquial Domingo 28 de Outubro 2018

OU

C - Terceira letra da palavra EUCARISTIA

Esta é a terceira semana  da partilha de uma proposta resumida do livro "Ficai connosco Senhor" da XXII Semana Bíblica Nacional em 2000"

"a proposta ajuda a re-descobrir a E-U-C-A-R-I-S-T-I-A como a maior riqueza da Igreja, o dom maior da Santíssima Trindade.
com a
Primeira letra da palavra Eucaristia E - ENCARNAÇÃO
Segunda semana é a letra U - UNIDADE
Esta semana C - CORAÇÃO

Palavra de Deus Jo 13,1-15,31-35

A Eucaristia nasce do coração apaixonado do Senhor "Ele que amara os seus. levou o Seu amor por eles até ao extremo" (Jo 13,1)A Tradição da Igreja viu sempre do sangue que brotou do lado aberto de Cristo na Cruz (Jo 19,34) um símbolo da Eucaristia. Escreve São Boaventura " Para que do lado de Cristo morto na cruz se forma-se a Igreja e se cumprisse a Escritura que diz: Onde olhas para Aquele que trespassaram, a Divina Providencia permitiu que um dos soldados Lhe abrisse com a lança sacrissanto e dele fizesse brotar sangue e agua. Este é o preço da nossa redenção, saida daquela divina fonte, isto é, do intino do Sru Coração, para dar aos Sacramentos da Igreja o poder de conferir a vida da graça e se tornar para aqueles que vivem em Cristo, uma fonte de àgua viva que jorra para a vida eterna"(LH,III, p. 635)

(...)A Eucaristia é o sacramento do imenso amor de Deus, um Deus que, em Jesus, desce dos céus, coloca um avental à cintura e coloca-se de joelhos diante da pessoa humana. Na escola da Eucaristia, aprendemos a amar e a servir como Jesus a entregar a nossa vida para levar alegria aos irmãos a ter um coração preocupados com a fome e a justiça no mundo um coração solidário com os que sofrem.

Na sua primeira carta São João tira as consequências: "foi com isto que ficamos a conhecer o amor: Ele, Jesus deu a sua vida por nós; assim também nós devemos dar a nossa vida pelos irmãos; Se alguém possuir bem deste mundo e, vendo o seu irmão com necessidades, lhe fechar o seu coraçao, como é que o amor de Deus permanece nele?
Meus filhinhos não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e em verdade." (I Jo 13.17)

Oração
Pai Santo, abri os olhos do nosso coração
as necessidades e sofrimentos dos nossos irmãos
inspirai as nossas palavras e obras
para confortarmos os que andam cansados e oprimidos;
e ensinai-nos a servi-los de coração sincera,
segundo o mandamento e exemplo de Cristo.
fazei que a nossa Igreja seja testemunho vivo
da verdade e da liberdade, da justiça e da paz,
para que em todas as pessoas e povos
se renove a esperança de um mundo novo"
(Missal Romano p.1179)

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Vígilia Missionária Diocesana -2018

Caríssimos somos todos convidados a participar...

 VIGÍLIA MISSIONÁRIA DIOCESANA
 DIA 29 DE OUTUBRO, 21,30H
NA IGREJA dos GRILOS / S. LOURENÇO - AO LADO SEMINÁRIO DA SÉ


terça-feira, 23 de outubro de 2018

Reuniões de Pais com Filhos na Catequese - Novembro 2018

Caríssimos pais anotem na vossa agenda a reunião de Pais da Catequese

– dia 2 de novembro: Encontro/Convívio de toda a Catequese Familiar (2º e 3º anos): Pais, Crianças e Familiares, no Salão de Nª Sª da Conceição, às 21.00 h.

– dia 8 de novembro: 2º ano, às 21.00 h., no Salão de Nª Sª da Conceição.
– dia 9 de novembro: 3º ano, às 21.00 h, no Salão de Nª Sª da Conceição..
– dia 16 de novembro: 5º ano, às 21.00 h, no Salão de Nª Sª da Conceição.
– dia 20 de novembro: 6º ano, às 21.00 h, no Salão de Nª Sª da Conceição.
– dia 21 de novembro: 7º ano, às 21.00 h., na Casa Comunitária.
– dia 22 de novembro: 8º ano, às 21.00 h., na Casa Comunitária.
– dia 23 de novembro: 9º ano, às 21.00 h., na Casa Comunitária.
– dia 26 de novembro: 10º ano, às 21.00 h., na Casa Comunitária

"A sabedoria de se alegrar com os pequenos encontros da vida com Jesus, preparando aquele encontro definitivo"

"Hoje celebra-se o dia de São João de Capistrano, presbítero da Ordem dos Menores, que defendeu a observância regular e desenvolveu o seu ministério em quase toda a Europa, trabalhando no fortalecimento da fé e na reforma dos costumes católicos; com as suas exortações e preces sustentou o fervor do povo fiel e empenhou-se na defesa da liberdade dos cristãos. Morreu na localidade de Ujlac, junto ao rio Danúbio, no reino da Hungria."

EVANGELHO Lc 12, 35-38 
«Felizes os servos,
que o senhor, ao chegar, encontrar vigilantes»

Como na saída do Egipto o povo hebreu esteve de vigília, pronto a partir, assim Jesus convida agora o novo povo de Deus a estar vigilante para ir ao seu encontro, quando Ele vier na sua glória. Uma vez por ano, na Vigília Pascal, a Igreja toma esta atitude de vigilância, na expectativa da vinda do Senhor. Mas essa atitude, que então é celebrada como num símbolo, é a atitude de toda a vida cristã em todos os momentos. Esta vida é, portanto, tempo de vigilância e de alerta, e não tempo de adormecer. Neste sentido, adormece-se sempre que os interesses terrenos nos impedem de estarmos vigilantes, na expectativa do Senhor que vai chegar.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tende os rins cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que esperam o seu senhor voltar do casamento, para lhe abrirem logo a porta, quando chegar e bater. Felizes esses servos, que o senhor, ao chegar, encontrar vigilantes. Em verdade vos digo: cingir-se-á e mandará que se sentem à mesa e, passando diante deles, os servirá. Se vier à meia-noite ou de madrugada felizes serão se assim os encontrar».

Palavra da salvação.
IN Secretariado da Liturgia

  (Vatican News)
Eucaristia  hoje em S Marta com Papa Francisco

No Evangelho de hoje (Lc 12,35-38), a esperança consiste no encontro com o senhor quando volta da festa do casamento. Portanto, é sempre um encontro com o Senhor, algo concreto. E para explicar, o Papa fez este exemplo:

Vem-me à mente, quando penso na esperança, uma imagem: a mulher grávida, a mulher que espera uma criança. Vai ao médico, mostra a ecografia – “ah, sim, a criança… tudo bem” … Não! Está feliz! E todos os dias toca a barriga para acariciar aquela criança, está à espera da criança, vive esperando aquele filho. Esta imagem pode nos ajudar a entender o que é a esperança: viver para aquele encontro. Aquela mulher imagina como serão os olhos do filho, como será o sorriso, como será, loiro ou moreno...mas imagina o encontro com o filho. Imagina o encontro com o filho.

Sabedoria dos pequenos encontros
Esta imagem, portanto, pode nos ajudar a entender o que é a esperança e a nos fazer algumas perguntas, prosseguiu Francisco:

“Eu espero assim, concretamente, ou espero um pouco no ar, um pouco gnosticamente?”. A esperança é concreta, é de todos os dias porque é um encontro. E todas as vezes que encontramos Jesus na Eucaristia, na oração, no Evangelho, nos pobres, na vida comunitária, todas as vezes damos um passo a mais rumo a este encontro definitivo. A sabedoria de se alegrar com os pequenos encontros da vida com Jesus, preparando aquele encontro definitivo.

Concluindo, Francisco destacou ainda que a herança é a força com a qual o Espírito Santo “nos leva avante com a esperança” e exorta a nos questionar se como cristãos esperamos como herança um Céu abstrato ou um encontro.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Hoje celebra-se São João Paulo II

"No dia em que a Igreja recorda São João Paulo II, Vatican News repropõe as palavras dirigidas aos jovens pelo Papa polonês, na vigília na esplanada de Tor Vergata, no Jubileu do Ano 2000.
Cidade do Vaticano

Em meio ao Sínodo sobre os jovens, a Igreja celebra neste 22 de outubro um santo considerado o Papa da juventude: São João Paulo II.

A vigília na esplanada de Tor Vergata, no Jubileu do Ano 2000, foi um momento emblemático da relação do Papa polonês com os jovens da época. E suas palavras continuam mais atuais que nunca.

O centro da mensagem de João Paulo II foi Jesus e o Evangelho:

Também hoje, caríssimos amigos, crer em Jesus, seguir Jesus pelas pegadas de Pedro, de Tomé, dos primeiros apóstolos e testemunhas, implica uma tomada de posição a favor d'Ele e, não raro, quase um novo martírio: o martírio de quem, hoje como ontem, é chamado a ir contra a corrente para seguir o divino Mestre.

O Pontífice chamou os jovens de “sentinelas da manhã”, advertindo-os para os “messianismos secularizados”:

Queridos amigos, vejo em vós as «sentinelas da manhã» (cf. Is 21, 11-12), nesta alvorada do terceiro milénio. No decurso do século que morre, jovens como vós eram convocados em reuniões oceânicas para aprenderem a odiar, eram mandados combater uns contra os outros. Os diversos messianismos secularizados, que pretenderam substituir a esperança cristã, revelaram-se depois autênticos infernos.

A exortação de João Paulo II é para que os jovens não sejam instrumentos de violência, mas defendam a paz à custa da própria vida:

Por fim, o convite a imitar Maria, dizendo “sim” ao Senhor, sem medo de se entregar a Ele:

Queridos jovens do século que começa, dizendo «sim» a Cristo, dizeis «sim» a cada um dos vossos mais nobres ideais. Eu peço a Cristo que reine nos vossos corações e na humanidade do novo século e milénio. Não tenhais medo de vos entregar a Ele: guiar-vos-á e dar-vos-á força para O seguirdes cada dia em todas as situações".
IN Vatican News

"A data estabelecida para celebrar São João Paulo II coincide com o início de seu ministério petrino. Karol Jozef Wojtyla, nome de batismo do Papa polonês, hoje santo, foi eleito Sucessor de Pedro em 16 de outubro de 1978 e em 22 de outubro do mesmo ano deu início a um dos pontificados mais longos da história da Igreja católica.

Seu pontificado foi marcado por intensas atividades. Pode-se citar a conclusão da redação do Código de Direito Canônico, reformulado com base no Concílio Vaticano II, e a redação e promulgação do Catecismo da Igreja Católica (CIC).

Uma atenção especial foi dedicada por João Paulo II à juventude. Em 1984, no Encontro Internacional da Juventude com o Papa, na Praça São Pedro, ele entregou aos jovens a Cruz, que seria um dos principais símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), instituída por ele mesmo em 1985. No mesmo ano, foi instituído também o Encontro Mundial das Famílias, outro feito importante de seu pontificado.

O Santo Padre também enfrentou momentos difíceis. Em 13 de maio de 1981, foi vítima de um atentado na Praça São Pedro. O tiro que o atingiu submeteu-o a uma delicada cirurgia com extração de parte do intestino. Em julho de 1992, precisou de uma nova internação hospitalar, desta vez para retirar um pequeno tumor também no intestino. Em 1994, em consequência de uma queda, fraturou o fêmur.

João Paulo II faleceu aos 84 anos de idade em 2 de abril de 2005. Ele foi beatificado em 1º de maio de 2011 pelo então Papa Bento XVI. A canonização ocorreu três anos depois, em 27 de abril de 2014, em uma cerimônia que reuniu cerca de 500 mil pessoas de diversas partes do mundo na Praça São Pedro, no Vaticano. Neste dia, também foi canonizado São João XXIII."

Caminhada do Advento 2018 - Diocese do Porto

O Advento está quase... e a nossa Diocese já publicou  Caminhada Diocesana do Advento ao Batismo do Senhor 2018
"(...)
A ideia dominante desta caminhada é viver o Natal como festa do encontro e anúncio de alegria para todos, na certeza de que “a alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus” (EG 1). O nosso desafio é criar uma cultura do encontro, que alente cada pessoa e cada grupo a partilhar a riqueza das suas tradições e experiências, a abater muros e a construir pontes. Vão neste sentido as propostas que envolvem, além dos cristãos, todas as pessoas de boa vontade. Queremos dar à celebração do Natal deste ano, à sua preparação e vivência, esta perspetiva ampla do “encontro”, porque o Natal é, por excelência, a festa do encontro com Jesus, que inspira, mobiliza e motiva tantos outros encontros pessoais, familiares, eclesiais, sociais e culturais.

Apresentamos dezasseis propostas, como ideias inspiradoras ou despertadoras, para animar pastoralmente esta caminhada. Não queremos apresentar uma “proposta fechada”, a aplicar de maneira uniforme, mas provocar a iniciativa e a criatividade, que marquem de espírito missionário, e de forma poliédrica em toda a diocese, esta caminhada comum. Também a calendarização de algumas iniciativas é apenas uma sugestão, pois há sempre que atender à especificidade dos contextos paroquiais ou comunitários. Não queremos aqui propor um caderno de encargos a cumprir cegamente, mas apenas suscitar o entusiasmo e o empenho de todos, de modo a evitar que, também neste tempo de graça, se caia na tentação de seguir o cómodo critério pastoral do “fez-se sempre assim” (EG 33).

Convertamo-nos, pois, numa Igreja que convida: “Vinde e vede” (Jo 1,39), encarnando o espírito missionário, proposto pelo nosso Bispo: “Gostaria que todo o nosso ano pastoral fosse atravessado pela atitude geral e dominante do “amigo traz amigo” ou «todos à procura de mais um»” (Plano Diocesano de Pastoral 2018/2019, n.º 8).

4º ano da catequese vai receber a Bíblia Sagrada

ENTREGA DA BÍBLIA– dia 15 de novembro: 4º ano, às 21.00 h, na Igreja Paroquial de Cucjães

Não esqueças o tesouro que vais  receber.
E as palavras que celebrante te vai dizer:

"Queridos meninos: sobre a cabeça de cada um de vós vou tocar com a bíblia, como que sugerindo o teto de uma casa. 
Vós sois a Casa da Palavra. É no vosso coração, que Deus quer vir e habitar, se guardardes a sua Palavra.
Como este gesto, pedimos ao Senhor, que ilumine a vossa mente e o vosso coração, para que como Maria, pensar e falar, com as palavras que Deus nos sugere na sua Palavra divina. 
Os vossos pais trouxeram a Bíblia, com sinal de compromisso familiar, agora vou tocar com ela na vossa cabeça e direi a cada um as palavras de Jesus:

 - FAZ-TE CASA DA PALAVRA. E PROCLAMA-A SOBRE OS TELHADOS!
-  E cada um de vós responderá como Maria:

 - FAÇA-SE EM MIM, SEGUNDO A TUA PALAVRA!

Oliveira de Azeméis despede-se do Padre Albino e recebe o Padre José Manuel

Ontem domingo 21, às 17h Eucaristia na Igreja de Oliveira de Azeméis onde:

"Padre Albino despede-se da Paroquia que serviu cerca de 40 anos, onde deixou um precioso testemunho de serviço e consagração sacerdotal.



Dia 28 às 16h entrará o Padre José Manuel Lima, a quem desejamos um fecundo apostolado (...)
Felicides para a nova missão"

(IN: Folha Dominical SJM)

Nomeações:
"Padre José Manuel da Costa Lima, da Sociedade Missionária da Boa Nova, com autorização do seu Superior, Administrador Paroquial de Oliveira de Azeméis, Vigararia de Oliveira de Azeméis-São João da Madeira"
 (IN: Diocese do Porto)

O Povo de Cucujães reza por si Padre José Manuel que o Espírito Santo esteja sempre consigo e Jesus siga sempre na sua frente!
Louvado seja nosso Senhor!


sábado, 20 de outubro de 2018

Domingo 21 de outubro - Dia Mundial das MIssões

Sabes que amanhã é o Dia Mundial das Missões, por isso, deixo-te três sugestões de leitura, de meditação e quem sabe de ação
Inicia com a Oração da Coleta de Domingo:
Deus eterno e omnipotente,
dai-nos a graça de consagrarmos sempre ao vosso serviço
a dedicação da nossa vontade
e a sinceridade do nosso coração.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


"A missão é de Deus na qual somos chamados a cooperar. O Mês Missionário tem a sua origem no Dia Mundial das Missões (penúltimo domingo do mês de Outubro). A data foi instituída pelo papa Pio XI em 1926, como um dia de oração e ofertas em favor da evangelização dos povos. O objectivo é incentivar, nas Igrejas locais, a cooperação missionária. São apenas alguns os missionários e missionárias que partem. Porém, toda a comunidade tem o dever de participar activamente na missão universal. Essa cooperação realiza-se de três formas: 1º pela oração, sacrifício e testemunho de vida; 2ºpor meio da ajuda material aos projectos missionários; 3º colocando-se à disposição para servir na missão ad gentes. As missões precisam de missionários e missionárias."


Não podes ir mas podes ajudar!
 (Obras Missionárias Pontificias)

Todos, Tudo e Sempre em Missão”
(...)
 Que este Ano Missionário se torne uma ocasião de graça, intensa e fecunda, de modo que desperte o entusiasmo missionário. E que este jamais nos seja roubado! Nesse entusiasmo, a formação missionária deve perpassar toda a nossa catequese e as escolas de leigos, e ser inserida nos currículos dos Seminários e das Faculdades de Teologia.
Celebremos este Ano Missionário “sob a proteção de Maria, para que sejamos no mundo sentinelas da madrugada que sabem contemplar o verdadeiro rosto de Jesus Salvador, aquele que brilhou na Páscoa, e descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor” 
Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa para o Ano Missionário e o Mês Missionário Extraordinário
.
“Juntamente com os jovens, levemos o Evangelho a todos”
"(...)
A vida é uma missão
Todo o homem e mulher é uma missão, e esta é a razão pela qual se encontra a viver na terra.
Ser atraídos e ser enviados são os dois movimentos que o nosso coração, sobretudo quando é jovem em idade, sente como forças interiores do amor que prometem futuro e impelem a nossa existência para a frente. Ninguém, como os jovens, sente quanto irrompe a vida e atrai.
Viver com alegria a própria responsabilidade pelo mundo é um grande desafio. Conheço bem as luzes e as sombras de ser jovem e, se penso na minha juventude e na minha família, recordo a intensidade da esperança por um futuro melhor. O facto de nos encontrarmos neste mundo sem ser por nossa decisão faz-nos intuir que há uma iniciativa que nos antecede e faz existir. Cada um de nós é chamado a refletir sobre esta realidade: «Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo» (Papa Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 273).

Anunciamo-vos Jesus Cristo
A Igreja, ao anunciar aquilo que gratuitamente recebeu (cf. Mt 10, 8; At 3, 6), pode partilhar convosco, queridos jovens, o caminho e a verdade que conduzem ao sentido do viver nesta terra. Jesus Cristo, morto e ressuscitado por nós, oferece-Se à nossa liberdade e desafia-a a procurar, descobrir e anunciar este sentido verdadeiro e pleno. Queridos jovens, não tenhais medo de Cristo e da sua Igreja! Neles, está o tesouro que enche a vida de alegria. Digo-vos isto por experiência: graças à fé, encontrei o fundamento dos meus sonhos e a força para os realizar. Vi muitos sofrimentos, muita pobreza desfigurar o rosto de tantos irmãos e irmãs. E todavia, para quem está com Jesus, o mal é um desafio a amar cada vez mais. Muitos homens
e mulheres, muitos jovens entregaram-se generosamente, às vezes até ao martírio, por amor do Evangelho ao serviço dos irmãos. A partir da cruz de Jesus, aprendemos a lógica divina da oferta de nós mesmos (cf. 1 Cor 1, 17-25) como anúncio do Evangelho para a vida do mundo (cf. Jo 3, 16). Ser inflamados pelo amor de Cristo consome quem arde e faz crescer, ilumina e aquece a quem se ama (cf. 2 Cor 5, 14). Na escola dos santos, que nos abrem para os vastos horizontes de Deus, convido-vos a perguntar a vós mesmos em cada circunstância: «Que faria Cristo no meu lugar?»